rélou, quem está on aí no momento?
Misplaced Lens Cap
h
we're not kids anymore.
taylor price
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year
Not today Justin
Lint Roller? I Barely Know Her
will byers stan first human second
dirt enthusiast

Love Begins

@theartofmadeline
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ

Origami Around

pixel skylines
Claire Keane

No title available
RMH
TVSTRANGERTHINGS

★
$LAYYYTER
seen from Spain

seen from United States

seen from Germany

seen from United Kingdom

seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from Malaysia
seen from Germany

seen from United States

seen from Türkiye
seen from Russia
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from Sweden
@taeshan
rélou, quem está on aí no momento?
♡ Mark and his mom ♡
lemme take care of u 💊⛑
Ouviu por aí, de pessoas românticas ou céticos irritantes, que bastava apenas três segundos para você se apaixonar. Cho não sabia ao certo, mas achava que essa era uma base do tempo que levava para encontrar a pessoa amada dentre tantas outras ou apenas para sentir o coração bater mais rápido. Não fazia a menor das ideias, mas, quem sabe sua segunda hipótese não fosse a mais correta? A única coisa a qual sabia era que depois de tanto tempo sendo fria em menosprezar os sentimentos de muitos, agora ela sentia em sua pele o que tantos tentaram lhe explicar. A sensação estranha de formigamento nas palmas das mãos, as oscilações dos batimentos cardíacos, a sua respiração irregular e até mesmo os pensamentos desesperados e incessantes. Tudo isso estava sendo uma experiência nova para a morena. Como uma grande bola de neve que só crescia. Ela não se importava. Apenas ia se afundando em suas próprias vontades sendo incapaz de se mover. Por que não estava conseguindo desprender seus olhos dele? Tinha medo do que ele poderia achar por conta disso, mas o magnetismo que emanava dele a deixava um tanto quanto inebriada.
Por um breve momento, a garota sentiu que tudo a sua volta ficou em câmera lenta, ou então tudo simplesmente parou. A única coisa a qual ainda se movia mesmo que lentamente e que seu campo de visão ainda tinha total acesso era Sun. E embora não tivesse tempo, ainda se pegava pensando sobre o quanto ele ficava bonito visto de perto. Ou o quanto ele fazia o seu coração se agitar o passo que se aproximava. Era ele o causador do amontoado de sensações que nem se ela pudesse seria capaz de explicar. Seu corpo tremeu levemente com a quebra da distância. Não sabia se havia gostado ou ficado ainda mais nervosa. Um pouco dos dois, certamente. E logo que sentiu a textura dos lábios do garoto sobre os seus, fora como um estalo para alguém que está em transe. Havia despertado bruscamente e nem a mesma estava acreditando no que acabara de acontecer. O coração falhou uma ou duas batidas, mas a mão direita — com o incentivo de sabe-se lá deus onde — fora até a nuca do outro o tocando. Certificando-se de que estava vivenciando aquilo. Ou então era um sonho bastante real. Porque os lábios macios que agora deslizavam sobre os seus tinham o gosto de tudo o que havia idealizado. Até mesmo imaginado. E isso fora o bastante para correspondê-lo com ternura.
Um arrepio percorreu todo o seu corpo ao sentir o toque alheio em um local que era demasiado sensível para si. Mas sabia que naquele momento, qualquer ponto de contato era mais do que eficiente para surtir efeitos no rapaz. Estava completamente vulnerável, aberto para aceitar e experimentar sensações que até então, possuíam uma intensidade desconhecida. Não, Sun não sabia exatamente o que era o amor romântico ou pelo que ele se caracterizava. O único tipo de amor que recebera em toda sua vida era o fraterno, o primeiro que aprendemos a reconhecer, sentir, receber e retribuir. Nunca havia amado alguém de outra forma, muito menos se pegava imaginando que conseguiria amar alguém com a rapidez que Eunbi o fizera amar. Depois de conhecê-la, sua tese de que era necessário muito tempo para começar a desenvolver sentimentos por outrem, acabou caindo por terra. Ela lhe provara justamente o contrário: não era uma questão de quanto, era uma questão de como. E era isso o que o matava por dentro. Sabia que Cho gostava dele, disso não tinha dúvidas, só não sabia como.
Era aí que entrava seu lado positivo. Ah, o seu lado irritantemente positivo. Essa sua parte ainda preservava um resquício de audácia que, fisicamente falando, se converteu em um Taehan que sem quebrar o beijo, se aproximou mais ainda da morena. Sua mão acabou na cintura alheia, acariciando gentilmente o local enquanto os lábios moviam-se contra os dela com certa ternura. Naquele instante, sentia-se completo de alguma forma. Como se tivesse finalmente encontrado uma peça importante em sua vida, mas que nunca fizera falta até então. Afinal, desconhecia essa possibilidade e tampouco a procurara intencionalmente. No entanto, sentia-se feliz por tê-la encontrado. Assim como não sabia que tal peça era aquela, também não sabia calcular quando o beijo começou a tomar uma nova proporção. Este que ainda mantinha um ritmo desacelerado, tonara-se mais acentuado, obrigando o moreno a respirar de forma uma pouco mais pesada.
lemme take care of u 💊⛑
Era engraçado como cada um tinha uma realidade diferente. Eunbi sabia que não poderia se comparar a ninguém, tanto em sua história, quanto em sua tão complicada personalidade. Mas fora incapaz não de rir involuntariamente por aquilo. Ele não sabia mentir, ela viveu mentindo. O humor negro de Cho até achava engraçado. “Isso é bom. Não só para a sua futura namorada mas pra você também. Eu acho, pelo menos. Porque é muito bom saber que em um mundo cheio de mentirosos, ainda existe alguém que quer jogar limpo.” sorriu, e dessa vez fora um sorriso doce e terno. Sendo da forma que era, apesar de todas as coisas pelas quais havia passado, valorizava pessoas como ele. E no fundo, sabia que eram pessoas assim que fariam a diferença nesse mundo futuramente. Ele era uma boa pessoa até mesmo nisso, e não pensava aquilo por já ter noção do que sentia, mas sim, porque de fato ele era uma pessoa especial. “Acho que eu não sei pedir desculpas.” disse com sinceridade, mordendo a unha do polegar tingida de vermelho. “Sou péssima com muitas coisas, mas acho que essa é a maior delas.” riu baixo, pondo a destra sobre o rosto. Não era sempre que admitia suas falhas. Ou melhor, isso não acontecia nunca. Era vergonhoso admitir que nem sempre conseguia fazer o que queria. Ainda mais na situação em que estava. Em que tudo dentro de si praticamente gritava para que ela falasse o que sentia. Mas não era fácil. Até mesmo para Cho, que passou por poucas e boas até finalmente está ali onde estava. Poderia ter o porte de uma mulher bem resolvida e segura de si, mas no fundo tinha tantos problemas quantos que mal conseguia dar conta de todos.
Poderia dizer o que fosse, mas sabia que não existia mais ninguém em todo o mundo que a conhecesse tão bem quanto Miyeon. Até então, é claro. As duas haviam passado por muitas coisas juntas e embora Eunbi não verbalizasse o que sentia, jamais esqueceria o que a amiga fez por ela. “Não, não. Com toda a certeza nós não sabemos escolher boas companhias.” sabia que tudo não passava de uma grande implicância de ambas as partes, mas era divertido azucrinar a vida de sua amiga, tinha que admitir. “Certo, eu não irei me esquecer.” a voz fora perdendo a entonação vagarosamente. Essa era uma das coisas ao qual Cho era incapaz: esquecer. E provavelmente tudo que se associasse à ele, ela jamais se esqueceria. Era estranho, ela simplesmente não conseguia. Tudo bem que aquela não era a primeira vez que gostava de alguém, tampouco em que tinha problemas em dizer o que sentia. Porém, era novo aquela sensação de mãos frias e coração palpitando tão forte que jurava ser capaz de escutá-lo dentro da sua cabeça. Ou, se pegar observando o outro com um sorriso completamente bobo na cara. Eunbi se sentia como se tivesse quinze anos novamente. Mas seus pensamentos na maioria das vezes eram cortados com ela mesma tentando se convencer de uma realidade que talvez pudesse ser a sua. Ele poderia não gostar dela da forma como ela gostava, isso seria totalmente compreensível, mesmo que doesse um pouco pensar dessa forma. Todavia, seria melhor do que criar expectativa e também quebrar a cara.
Discretamente, se inclinou um pouco para ver o que o outro fazia. Não sabia o porquê de ter concordado com aquilo. Em partes, seria uma loucura. Já que, ainda ficaria bons dias com aquele brinde preso em seu pé, mas não havia se arrependido da decisão. Pra falar a verdade, não teria mal algum em ter o nome dele decorando aquele gesso horrível, era o que pensava. Mas não pode esconder a surpresa logo que, mesmo sem jeito, pode ler o que ele havia escrito. Ergueu-se novamente, voltando os olhos para ele agora ao seu lado. E mais uma vez foi capaz ouvir as batidas desesperadas de seu coração. Tanto que por um momento chegou a temer que ele escutasse de onde estava. Eunbi fora ficando mais ofegante e sem dar-se conta, se perdeu naqueles pequenos olhos. Estes que nunca havia notado serem tão lindos. E dos olhos, sua visão desceu até a boca. Sabia que não deveria, mas ele era como um imã. E ela não conseguia simplesmente parar de olhar pra ele.
A tensão entre os dois parecia crescer em conjunto com o silêncio. Aos poucos, ambos foram ficando sem palavras, resultando na situação em que se encontravam agora. A mente de Taehan trabalhava rapidamente, os pensamentos aparecendo e sumindo em uma mesma velocidade, porém, um problema. Nenhum deles lhe parecia útil. Porque ele funcionava de uma forma engraçada. Normalmente não era criativo, mas bastava um pouco de pressão para sua mente conseguir alcançar coisas como a galáxia. Sim, pensava em galáxias naquele momento, uma vez que sentia-se em um universo paralelo. Onde só havia Eunbi e ele.
Seu olhar estava literalmente pregado na mulher ao seu lado, sua respiração tornando-se irregular enquanto a vontade de se aproximar mais e fazer o que queria fazer há muito tempo, aumentando a cada instante. Algo dentro de si o puxava pela gola da camiseta e dizia: “pare de ser um idiota, ela nunca mais vai olhar pra você”; e a outra o empurrava para ela com força total. Afinal, seu lado racional ainda conseguia constatar que uma situação igual aquela era quase inimaginável de se repetir. Por esse motivo, se desconectou de todas suas aflições e as substituiu por coragem.
Apostando alto em si mesmo, foi chegando cada vez mais perto da morena sem quebrar o contato visual, não tão rápido, não tão devagar. Quando se deu conta, seu nariz estava encostado ao dela e nesse exato momento, trancou seu maxilar. Queria buscar algum tipo de aceitação dentro dos olhos da outra, mas era péssimo em ler pessoas. Com as mãos suando, estômago cheio de borboletas e o coração prestes a sair pela boca, selou seus lábios aos rosados de Cho. Não sabia o quanto aquilo duraria, por isso fez questão de fechar os olhos com força e gravar cada instante em sua memória porque mesmo que ela o empurrasse para longe, ainda tentaria guardar boas lembranças.
GALERINHA DO MAL! Seguinte: tem bastante carne nova no pedaço (qqqq) então bora pra listinha de follow marota:
http://hunixbo.tumblr.com/
http://gmxnnie.tumblr.com/
http://bluxnagi.tumblr.com/
http://wnalee.tumblr.com/
http://wnamee.tumblr.com/
http://rinaxtk.tumblr.com/
http://aroxn.tumblr.com/
http://amaixs.tumblr.com/
lemme take care of u 💊⛑
Se houvessem contado anos atrás, enquanto ainda morava na Califórnia que iria acabar ali; em um apartamento minúsculo no meio do fim do mundo, ela certamente riria. Não só pela ironia da situação, mas porque isso nunca havia sido sua vontade. Conhecer aquela parte de sua cultura nunca fora uma possibilidade. Ainda mais na circunstância em que ela estava. Eunbi não fugia dos problemas; ela os enfrentava. E por mais que o maior de todos eles fosse justo o seu pai, ela nunca pensou que o deixaria para trás. Mas ele havia a deixado antes disso. E vendo agora, era estranho pensar, que para alguém que queria está sozinha - embora realmente não quisesse - um simples garoto havia mudado suas perspectivas. “Poço de lágrimas e desespero? Isso é realmente interessante.” riu “E aliás, além de meu analista agora você vai ser meu equilíbrio também? Acho que eu estou começando a abusar da sua boa vontade” tentou levar aquilo de uma maneira positiva. Tentou sorrir e desfaçar. Sendo que de fato, Eunbi era deveras pessimista e sabia o quanto isso era ruim. “‘Tá brincando, né? Você é um bebê ainda, Taehan. E só por causa disso vai ter que pegar uma caneta.” apontou o local em que se encontrava o objeto. “Eu espero mesmo que a sua letra seja bonita.”
Em alguns momentos ela costumava sorrir sem se dar conta. O achava muitas coisas, mas adorável com certeza era a maior delas. Eunbi tendia a analisar a vida de todos os que conhecia. Para assim justificar suas ações. Não conhecia muito sobre a história dele. Ou melhor, seus traumas. Acreditava que todos no mundo tinha seus medos e incertezas, mas não sabia os dele. Talvez isso não passasse de uma simples paranoia de estudante de psicologia, mas ela sabia tudo sobre os seus medos. Afinal, eram os seus medos. E o maior deles era se magoar com alguém. Ainda mais, uma pessoa que não fazia parte de seu ciclo familiar. E Taehan era essa pessoa. Aos poucos, o garoto começava a tomar grande parte da cabeça de Cho. E como ela tinha medo disso. “Você não sabe mentir? Isso é péssimo, baby. Quer dizer, vai ser ótimo pra sua futura namorada. Mas pra você é péssimo.” deu de ombros, não era um assunto propenso para aquele momento, mas não queria ser tão óbvia quanto ao que sentia. “Pedido de desculpas? Pois então esse é o melhor pedido de desculpas que eu já recebi na vida.” brincou, deixando que um sorriso terno surgisse em sua boca. Que fora crescendo um pouco ao passo que a sua cabeça criava situações. Eunbi deveria parar de pensar demais. “Ya! Não diga isso em voz alta. Nunca repita que deve agradecer a Miyeon, ela é louca, você sabe.” não pode evitar em gargalhar e gesticular até onde era capaz de ir, mas limitou-se a olhá-lo em alguns momentos. “Mas, falando sério, eu fico realmente grata por isso.” mordeu o lábios, hesitando se deveria ou não continuar falando. “Eu… Reclamo mas tenho apenas ela em todo o mundo. E… É muito bom saber que você se importa.” não conseguiu encará-lo depois do que disse. Apesar ficou observando a parede a sua frente.
Uma risada abafada saiu por entre seus lábios, vendo do ponto de vista de Eunbi, o moreno deveria parecer realmente engraçado. “Sou seu professor de natação, guia, analista e agora equilíbrio. Melhor eu parar por aqui, né? Vai que eu não dou conta de fazer tudo isso.” A verdade era que Taehan queria ser aquilo e muito mais, sem se importar na quantidade de esforços que precisaria aplicar para conseguir realizar suas propostas. Se dissesse que se conheciam há muito tempo, estaria mentindo, mas se conectaram de maneira tão forte que ela já parecia ser uma velha amiga sua; do tipo que ele precisava estar perto e disponível a todo instante. “Noona... Eu não mais um bebê.” Resmungou manhoso, um biquinho se formando em seus lábios. Em suma, era somente o bebê dela, porque odiaria que aquele apelido viesse de qualquer outra pessoa. “Mas só vou obedecer porque isso muito me interessa.” Com uma expressão travessa, levantou-se e seguiu a direção que Eunbi indicara, encontrando facilmente uma caneta preta e outra vermelha. Por via das dúvidas, resolveu levar as duas.
Sentou-se novamente no sofá e deu de ombros, crispando os lábios. “Acho que herdei isso do meu pai. Ele sempre me dizia que a maior decepção que eu poderia causar seria se mentisse para ele. Então acabei transferindo isso para outras pessoas e certamente não vai ser diferente com a minha... Futura namorada.” Foi quase imperceptível, mas sua voz falhou nas duas últimas palavras. Achava que seu nervosismo quando esse assunto vinha à tona se dava graças ao fato de nunca ter namorado antes, mas na companhia de Eunbi, a tendência era só piorar. Talvez por ela ser uma garota ou por ela ser uma forte candidata e... Espera. Forte candidata? A ficha de Taehan não caíra até então, mas sim, gostava tanto de Cho que não pensaria duas vezes antes de transformá-la em sua namorada. O problema é que não sabia se era recíproco; ou seja, se ela, uma mulher mais velha, forte e independente gostaria de ter algo com ele, um moleque que ainda estava no colegial e tinha tantas inseguranças que era difícil listar. “Qual a graça de pedir desculpas só com palavras, afinal? Jinjja, pedir desculpas por si só já é ruim...” Comentou ao menear a cabeça em reprovação.
Ouvir a gargalhada de Eunbi era algo totalmente novo para si, assim como gargalhar na frente dela também era inédito. Mas seria difícil não o fazer depois do acabara de ouvir. “Eu também reclamo do insuportável do Kinam, mas ele é meu melhor amigo, afinal. Acho que nós não sabemos escolher boas companhias, noona.” Disse entre algumas risadas. A coisa mais comum do mundo era reclamar do melhor amigo, não? Todavia, sua mente não deixava espaço para se preocupar com o outro rapaz, não naquele momento. “Não precisa agradecer, é o mínimo que eu poderia fazer. E nunca se esqueça disso, de agora em diante.” Seus lábios se curvaram em um sorriso sincero, nem ele mesmo sabendo de onde tirara coragem para dizer aquelas palavras. Como uma luz acendendo em eu caminho, lembrou-se que ainda segurava as canetas, mas não fizera o que ele mesmo propunha. Sentando-se no chão e cruzando as pernas como índio, destampou as canetas e aproximou uma delas do gesso alheio, ainda incerto sobre o que escreveria. Somente seu nome seria algo muito vago, precisava pensar em algo melhor. Uma ideia surgiu em sua cabeça e não que ela fosse muito melhor, porém foi o conseguiu pensar no momento. Escreveu com tinta preta e com a vermelha, fez um pequeno símbolo. As tampou novamente e voltou a sentar-se novamente e graças a um erro de cálculo, acabou bem mais próximo de Eunbi do que anteriormente. Automaticamente, sentiu seu corpo ficar tenso e suas mãos suarem. Olhou-a de imediato; preso, perdido, apaixonado. A frase escrita há alguns segundos martelando em sua mente: “With love, your baby ♡”.
Esse é o quê? O terceiro idiota que fala isso hoje? Vou começar a contar.
Jinjja, nem vale a pena perder seu tempo com isso. Como você mesma disse, são só uns idiotas que estão merecendo uma surra. Aish. E pensar que tudo isso é culpa do appa...
Se é pra ser com pipoca, que seja doce. Vamos sim! Eu preciso mesmo ficar por dentro de algumas informações. Mas parece que isso só faz sentido na nossa cabeça porque eles não conseguem entender! Agora, qual a dificuldade em compreender algo tão simples, eu não sei. Agora é que a gente não pode mesmo morrer sem beijar alguém!
Se brincar, jogamos até corante pra ficar melhor. Missão do final de semana: desenterrar os podres do appa. Não tenho como discordar! O que temos que fazer para eles entenderem que nós já somos adolescentes? Isso é uma afronta contra nossas pessoas! Isso está me cheirando a guerra. Agora estou determinada, maninha.
jiho’s hair flip in windy day performances
Mas é claro! Grave em HD, por favor. Vamos colocar em uma TV bem grande e assistir comendo pipoca. Nossa, vamos perguntar? Agora eu estou bastante curiosa sobre isso. Verdade… A omma deveria ser um pouco mais liberal. Ou pelo menos fazer a cabeça do appa pra ele deixar de ser tão ciumento. Aish, eu não quero morrer sozinha. Eu quero pelo menos beijar mais bocas antes de morrer.
Vou até colocar meu celular no modo profissional e ah, pipoca doce, por favor! Eu topo, vamos falar para o appa deixar a gente passar o sábado lá, porque aí ele some na vida e a gente fica livre pra tirar todas as dúvidas. Exatamente. Qual é, a gente já tem dezesseis anos, não somos mais aquelas crianças que precisavam de ajuda até pra andar! Eu também! Nem me lembre que nunca beijei ninguém senão eu vou acabar chorando.
Eu também te amo, sis. Pode acrescentar todos os idiotas que quiser que eu chute. Farei o trabalho bem feito. Ele deve ter sido envergonhado na infância e quer fazer o mesmo conosco. A omma também não fica atrás, aish. Com toda a certeza o objetivo dele é impedir que nos arrumemos um namorado. E ele está indo bem porque eu tô solteira a dezesseis primaveras.
Deixa eu gravar pra guardar de recordação? Vê-los levando uns belos chutes tem que ser algo registrado pra toda vez que eu ficar triste, ver o vídeo e me alegrar. Verdade, a gente deveria perguntar o que o vovô fez com ele. A omma ainda pega leve e eu sei que ela gostava de namorar muito quando tinha nossa idade, o que deixa tudo com menos sentido ainda. É isso aí, mana, vamos morrer sozinhas por causa dos nossos pais doidos. Estamos solteiras há dezesseis primaveras.
Ok, como você disse, talvez eu estava. Mas como eu acredito que a Coreia é um país livre, assim como a Londres, não tem problema nenhum se está dentro dos meus direitos. Acho que estamos errando quem exatamente não tem educação aqui, não é? Não só pareço como sou. Deveria tentar um dia desses e deixar de ser fangirl.
E por que diabos você estava prestando atenção no que eu dizia? Eu, hein. Não tem mais o que fazer não? E eu também acho que alguém aqui não sabe como é inconveniente, não é? Poupe-me. Prefiro ouvir o dito “forró coreano” do que dormir depois de trinta segundos ouvindo essas músicas chatas. Deve ter um velho ou alguém muito frustrado aí dentro de você.
Você sabe que é sempre um prazer chutar a bunda de alguém. Já pode me dizer os nomes que eu faço isso agora mesmo. Jinjja, você tem que começar a entender que nós existimos para ser envergonhadas pelo appa. Só não vá fazer de novo.
Ah, como eu amo ter você como irmã! Vou te passar a listinha depois. Omo, ele não desiste nunca! Parece que ele sente prazer em ver a desgraça alheia, e o pior: das próprias filhas. Ainda acho que o objetivo dele é impedir que nós arrumemos um namorado. Pode deixar, vou ter cuidado redobrado dessa vez.
Da próxima vez, experimente falar um pouco mais baixo e assim ninguém irá se confundir; para o bem estar de cada um. É, eu tenho bom gosto para música e fala sério, forró coreano? nah, minha dignidade ainda está intacta.
Ok, você ouve errado e a culpa é minha? Não é como se não tivessem mais pessoas conversando por aqui, o que me faz pensar que talvez você estivesse prestando atenção no que eu estava dizendo. Isso é falta de educação, sabia? Falando assim parece até erudito.
Aigoo… Eu já chutei a bunda de dois caras que me confundiram com você e começaram com essa palhaçada. Eu não aguentei.
Não tem como você chutar de mais dois não? Essa história já tá me dando nos nervos. Queria entender porque diabos o appa postou um vídeo meu fazendo isso. Ele sabia que eu estava brincando.
Hm, olá. Primeiramente, você se enganou em achar que eu estava me referindo a você. E segundo, é muita humilhação fazer um aegyo com uma música de tão baixo calão como essa.
Eu também não estava me referindo a você, estava mandando um vídeo para uma pessoa. Mas olha, gostei da maneira como falou, vou aderir.
Se você pedir pra eu fazer essa porcaria de “shy shy shy” de novo, juro que vou puxar seu pé a noite.