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Lewis on George's preparation to be an F1 driver in 2019 and the difference in debut preparation between now and then

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Lewis on George's preparation to be an F1 driver in 2019 and the difference in debut preparation between now and then
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George talks about what he learned from Lewis during the time they worked together as a driver-junior driver
[F2 LIVE]
The press officer praises George for his answer regarding how he picks himself after a bad week, saying that George has a really good attitude
@sweetlikewhiskey liked this for a fluff one-liner (from amelia)
" don’t go. just a little longer, okay? "
Detail of new outdoor collection for @sprechgroup. On display @sprech.agora.design till Sunday 7th October. ______ #chair #deckchair #puglia #lecce #ad18 #martano #gold #leather #strips #modular #outdoor #summer #beach #design #interiordesign #art #chairish #designer #chairs #furniture #designs #architecture #chairdance #designinspiration #chairman #designers #chaircovers #instagood #decor #illustration #graphicdesign #designing #chairdesign #designlife #instadesign #artist #designlovers (at Martano) https://www.instagram.com/p/BocY40sAIsn/?utm_source=ig_tumblr_share&igshid=dhfalpeirgum
X comme... inconnue.
À Saint-Saturnin (Cher), en 1697, le curé met en terre une inconnue.
Le vingt trois may 1697 a eté inhumé une pauvresse qui mourut aux Combes
Un acte, un écrit, pour sortir de l'oubli cette pauvresse, cette inconnue.
Source : Archives Départementales du Cher, Saint-Saturnin, 1697, BMS 1642-1746 vue 132.
Acasos do Destino - Capítulo 18 - E acabou o dia.
MICAEL NARRANDO
Com a pipoca pronta, segui até a sala novamente. Entreguei o pote pra Sophia e coloquei o DVD pra rodar, voltei e me sentei no sofá ao lado dela.
Já no começo do filme Sophia estava toda encolhida no sofá morrendo de medo, fechava os olhos toda hora, praticamente nem estava assistindo o filme. Eu ria dela que me fuzilou com o olhar.
- Que filme mais chato Micael. – Sophia disse, e fez cara emburrada.
- Para de ser chata você, o filme é mó legal. - Voltei a prestar atenção no filme, ignorando-a.
- Micael, troca de filme. Por favoooor. - Ela me olhava com uma carinha de cachorro sem dono e me empurrava de leve.
- Não, Sophia. - Respirei fundo e a olhei. – Vem cá Princesa. - Abri os braços pra ela, e ela me olhou assustada, mas logo se aconchegou nos meus braços, eu beijei o topo de sua cabeça.
Voltamos a assistir o filme, Sophia continuava fechando os olhos nas cenas mais aterrorizantes.
Sophia estava quase adormecendo quando alguém tocou a campainha, ela coçou os olhos, calçou o chinelo e foi atender.
SOPHIA NARRANDO
- Hey Sô! Desculpa por ter te acordado. - Lucas sorriu.
- Oi Lucas. – Disse, sonolenta.
- Er… Posso entrar?
- Claro. - Sorri sem mostrar os dentes e fiz um gesto para que ele entrasse.
- Ah não, o que cê ta fazendo aqui, hein? - Micael se levantou do sofá, ao avistar Lucas adentrando o apartamento.
- Que eu saiba o apartamento não é seu, e eu posso vim aqui quando eu quiser né Sô? - Ele sorriu irônico.
- Claro Lucas, você vai ser sempre bem vindo aqui em casa. - Sorri.
- Não pela Mel… - Micael disse, levantando as sobrancelhas.
- Bem, você veio aqui por algum motivo, não é mesmo Lucas? - Perguntei.
- Eu apenas vim te ver, depois de tudo o que fizeram com você, achei melhor ver como você estava. - Ele olhou para Micael, e depois sorriu para mim.
- Eu estou bem Lucas, obrigada por se preocupar.
- Se era só isso então, já pode ir, com licença, muito obrigada pela visita, agora pode vazar. - Micael disse, abrindo a porta para que Lucas saísse.
- Micael! - O fuzilei com o olhar. – Lucas, se você quiser, pode ficar.
- Você é muito sem educação mesmo… - Lucas negou com a cabeça, e Micael foi até ele.
- Repete o que você disse! - Micael já estava furioso, pronto para matar Lucas praticamente.
- Tá vendo? Você é um completo idiota. - Micael ia dar um soco em Lucas, mas eu fiquei no meio dos dois, e segurei os braços de Micael.
- Pára com isso, agora!.- Eu ordenei, autoritária.
- Você viu do que ele me chamou? – Micael tentava se defender.
- Você também provocou. – Eu disse.
- Ah agora a culpa é minha?
- Toda sua, meu caro. - Lucas disse.
- Eu vou dar na sua cara! - Micael se exaltou mais ainda.
- Vem idiota! - Lucas disse, com um sorriso irônico.
- Quer saber? Cansei de vocês dois! - Sai marchando até a porta do meu apartamento, ainda não sabia pra onde iria só sei que com aqueles dois eu não podia ficar nem mais um minuto.
MICAEL NARRANDO
-Tá vendo o que você fez?! - Lucas disse e saiu atrás de Sophia.
Eu corri na frente dele, e ele veio correndo atrás de mim também, vimos Sophia entrar no elevador, e eu pus a mão para que eu pudesse entrar.
Acabamos entrando nos três no elevador.
- O que vocês estão fazendo aqui? - Sophia perguntou, emburrada.
- Viemos atrás de você. - Eu disse, dando de ombros.
- Pra quê? Pra continuar me incomodando? – Ela disse e revirou os olhos.
- Desculpa Soph, eu só queria… - Lucas ia falando, mas fiz questão de interrompê-lo.
- Nos atrapalhar. - Eu disse, na verdade, completando a frase do meu jeito.
- Cala a boca Micael! – Lucas também se exaltou.
- Vem calar. – Eu o desafiei.
- Chega! Você dois parecem duas crianças, que isso. - Sophia se sentou no chão do elevador, não agüentando mais.
De repente, o elevador fez um barulho. Um barulho muito suspeito. Oh merda...
- Vish, acho que o elevador quebrou. - Passei a mão pelos meus cabelos.
- Como assim?! - Sophia se levantou, nervosa. – Não, não, isso não pode estar acontecendo! O que fiz pra merecer isso?
- Sô, você está presa com o mais lindo carioca do Rio de Janeiro, o moreno mais lindo do Brasil , o que poderia querer mais? – Eu disse sorrindo, debochado para ela.
- Nossa, que sorte a minha, não é mesmo? Ficar trancada com o Micael, um cara que eu conheci hoje e que já me irritou o equivalente a minha vida toda. - Ela deslizou e se sentou novamente de joelhos, com as mãos na cabeça.
- Você gosta de mim que eu sei. - Dei de ombros e reparei em Lucas que não tinha dito uma palavra até agora.
- Que foi hein? - Perguntei.
- Nada que te interesse.- Ele dizia, cabisbaixo.
- Fala logo Lucas, o que ta pegando. - Insisti.
- É que eu tenho claustrofobia. - Ele encarou o chão e eu comecei a gargalhar. - Só podia ser, deixa de bobeira cara, a gente só está preso no elevador. - Continuei a gargalhar e Sophia me puxou fazendo com que eu me sentasse ao seu lado.
- Isso é sério Micael… - Repreendeu-me com o olhar. - Cê ta bem Lucas? - Ela perguntou, séria.
- Mais ou menos… - Ele sorriu amarelo.
- E agora Mika? - Ela me olhou apreensiva.
- Agora a gente podia se beijar… Deixar o Lucas de lado… - Eu fui se aproximando do rosto dela, que já havia fechado os olhos.
- Ei! eu to aqui ainda! – Lucas falou, estragando novamente minhas chances com Sophia.
Ela abriu os olhos e estapeou meus ombros.
- Não é hora de graçinhas Micael. - Fez uma cara brava e cruzou os braços.
- Assim eu vou te agarrar e te dar um beijo em loirinha. - Sorri safado e ela apenas negou com a cabeça.
Ficamos em silêncio por alguns minutos, até que comecei a sentir calor, quase insuportável, resolvi tirar a minha camiseta.
- O que cê ta fazendo? - Sophia me olhou, espantada.
- Tirando a minha camiseta, tá muito calor aqui dentro, cê não acha? - Sorri e joguei minha camiseta no chão mesmo. Percebi que ela estava admirando meu corpo sarado e sorri novamente. - Ei Sophia! - Estralei os dedos em frente ao seu rosto.
- Que foi hein? - Ela perguntou, desnorteada.
- Não acha que está calor aqui?
- Muito, muito calor. - Ela novamente olhou para o meu corpo.
SOPHIA NARRANDO
O que eu fiz pra merecer isso hein? Tinha que admitir Micael era lindo, muito, muito lindo, que corpo era aquele meu Deus? Acho que vou enlouquecer.
Respirei fundo e tentei parecer como se não estivesse prestes á agarrá-lo ali mesmo. Olhei para Lucas, que estava em um canto, e a cara dele não era nada boa.
-Lucas, tem certeza que você ta bem? – Perguntei, ficando mais preocupada.
-Ele... – Micael ia dizer alguma coisa, mas o interrompi.
-Shh! Fica quieto, isso é sério, ta? Sem gracinha. – Fui severa com ele, e voltei á olhar Lucas.
-Bem eu não to, mas, dá pra agüentar mais um pouquinho. – Ele disse, mas dava pra ver que ele não tava na bem. Ele estava pálido.
Ele estava respirando muito, muito rápido. Ai meu Deus, ele ta passando mal! Tava cada vez mais pálido. Eu me levantei bem rápido, mas já era tarde, ele havia desmaiado.
-LUCAS! – Eu soltei um grito ao vê-lo assim, desmaiado.
Como o elevador era pequeno, ele meio que caiu em cima de Micael. Ele não fez nada, e eu o olhava.
-Você não vai fazer nada?! – Eu disse, ainda desesperada.
-Não, ele que morra. – Ele disse tranquilamente e deu ombros. Me agachei em frente á ele, com cuidado para não machucar Lucas, e olhei Micael. Logo em seguida, lhe dei um tapa no ombro. – Ai, agora doeu mesmo!
-O Lucas desmaiou e você ta aí, todo tranquilo!
-Tá, ta, vamos ver o que podemos fazer... – Ele disse, vencido. – Bem, enquanto nós tivermos trancados aqui, não tem nada que a gente possa fazer. Vamos ter que esperar alguém concertar o elevador.
-Droga! – Eu disse, frustrada. Me sentei no chão, do outro lado do elevador. Micael estava do outro lado, e Lucas estava no meio, desmaiado.
Ficamos exatamente 27 minutos assim. É, eu tava contando. Ficamos vinte e sete minutos sentados, esperando alguém vir nos socorrer. Ouvimos um barulho e as luzes ficaram mais fortes, e finalmente, o elevador voltou a descer.
-Ai, graças á Deus! – Eu disse, quando as portas se abriram. Do outro lado, estava o porteiro e algum mecânico.
-Vocês estão bem? Estão todos bem? – O porteiro, João, perguntou, preocupado.
-Eu e a loirinha sim, mas esse idiota aqui desmaiou. – Micael disse, ainda sentado lá dentro. – Me ajudem aqui.
João e o mecânico entraram rapidamente no elevador, e ajudaram Micael a carregar Lucas. Eles o colocaram em uma das poltronas de espera que tinha na portaria.
-E-Eu vou chamar uma ambulância... – Eu disse, ainda nervosa, e peguei meu celular. Tentava discar, mas minhas mãos estavam tremendo muito. – Droga!
-Não, espera, ele ta acordando. – João me avisou. Eu fiquei mais tranqüila e fui ver ele. Fiquei ao lado de Micael, estávamos todos em volta de Lucas.
-O quê... O quê... aconteceu? – Lucas disse, ainda desnorteado.
-Você desmaiou babaca! – Micael disse.
-Micael! – Eu o repreendi. – Você tá melhor Lucas, tá se sentindo bem?
-Eu to bem, não se preocupa. – Lucas disse, e sorriu fraco.
-Viu? Ele disse que tá bem. Agora vamos, vamos voltar a ver o filme. – Micael disse, e foi me puxando pelo braço. Eu me soltei dele, que me olhou.
-Pode ir subindo se quiser, eu vou ficar aqui um pouco com ele.
-Tudo bem, já que você prefere ficar com ele que comigo, eu vou ir... – Ele disse, e eu pude notar que ele tinha um olhar magoado.
Droga, o que eu estou fazendo?!
Ele entrou no elevador. Eu voltei atrás e fui até ele, mas quando ia chamá-lo, o elevador se fechou.
Respirei fundo, tentando me acalmar, e voltei para perto de Lucas. Me sentei na poltrona ao seu lado.
-Tem certeza que ta bem? – Perguntei novamente, para ter certeza.
-Sim, sim. – Ele disse, rindo. – Ei, quer dar uma volta comigo?
-Á essa hora? Não é tipo... Perigoso?
-Fica tranquila Princesa, eu não vou deixar nada acontecer com você. – Ele disse, sorrindo.
-Se é assim... Eu topo. – Eu disse e sorri.
Nós nos levantamos e saímos do prédio.
Atravessamos a rua e fomos até o calçadão, e fomos caminhando por ali. Nós dois estávamos em silêncio.
Era bom estar ali. Caminhando tranquilamente, sentindo a brisa tocando meu rosto, tudo muito calmo.
-Você gosta dele, não é? – Lucas perguntou, de repente.
Fiquei um pouco surpresa por sua pergunta, e apesar dele não falar, sabia que ele estava falando de Micael.
-É muito cedo pra dizer se gosto ou não. Só conheci ele á um dia. – Eu disse, e suspirei.
-Bem, e de mim, você gosta?
-Já disse, é muito cedo. Olha, eu não quero me envolver agora, nem com o Micael, nem com você. Me desculpa. – Eu disse, cabisbaixa, e parei de andar.
Ele também parou de andar, e veio até mim. Tocou o meu rosto e o levantou delicadamente, me fazendo olhar para ele e aqueles olhos tão verdes quanto esmeraldas.
-Não precisa se desculpa Sô, eu te entendo. Só quero que saiba que eu vou te esperar, e mesmo que você escolha ele, eu ainda vou te esperar de braços abertos, caso você volte algum dia. – Lucas disse isso, me deixando sem fala. Meu coração estava acelerado.
-Lucas...
-Shh, não precisa falar nada, ok? –Ele disse, tocando levemente meus lábios com o dedo indicador. Ele respirou fundo e me olhou. – Bem, acho melhor voltarmos, já está ficando bem tarde.
Ele nem me deu tempo de responder, se virou, e foi indo. Neguei com a cabeça e fui atrás dele.
Fomos caminhando, lado á lado, assim com viemos.
Em pouco tempo chegamos em frente ao apartamento. Nós dois paramos.
-A Princesa está entregue. – Ele disse, imitando um príncipe.
-Bobo. – Eu ri. – Mas, a “Princesa” aqui agradece pela adorável companhia e pelo passeio. – Eu disse, agora imitando uma princesa.
-Estou sempre ao seu dispor Princesa, é só chamar. – Ele disse, sorrindo, novamente fazendo sua imitação. Ele pegou minha mão direita e delicadamente depositou um beijo nela. – Até mais ver!
Eu continuava rindo de sua imitação. Ele foi indo, e eu fiquei apenas observando ele ir.
Estava um pouco frio, então decidi entrar.
CHAY NARRANDO
-Tô tão animada pra ir visitar o orfanato com você! - Mel disse batendo palmas animadamente. Parecia uma criança, a mais bela menina.
-Eu também, com certeza vai ser incrível! - Eu sorri.
-Chay, cê sabe que horas são? - Mel me perguntou.
-Humm… Deixa eu ver… São 22:30 já.
-Tudo isso? Nossa o tempo passa rápido mesmo. - Mel riu.
-Quando fazemos o que gostamos, passa mesmo rapidinho.
-Já quando estamos em aulas chatas, demora muuuuito pra passar o tempo. - Nós dois rimos.
-Agora eu vou indo mesmo Chay, amanhã temos aula já cedo. - Mel se levantou e eu também.
-Poxa, mas já? Foi muito bom passar esse tempo com você. - Eu sorri.
-Eu também adorei ficar aqui com você Chay! Olha que eu vou voltar mais vezes hein? - Ela sorriu. Aquele sorriso que me encantava e me deixava com cara de bobo.
-É pra vim mesmo viu? - Nós dois rimos.
-Então… Tchau Chay, até amanhã! - Mel me deu um beijinho em minha bochecha.
-Tchau Mel, até amanhã! - Eu sorri e ela foi indo em direção ao seu apartamento.
Eu fechei a porta, suspirei e sorri.
Mel parecia uma Princesa de tão linda, fora o bom humor e alegria que ela tem…
Fui até o meu quarto, e coloquei meu pijama, estava exausto, precisava de umas boas horas de sono pra poder estar pronto para mais aulas amanhã.