Amarante, Mancelos, Pidre, antigas casas agrícolas

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Amarante, Mancelos, Pidre, antigas casas agrícolas
as letras escorrem como lágrimas e desbotam o presente. eu não te enxergo mais aqui, tudo que restou foi uma imagem borrada de ti, àquela que antes você sorria, mas as máculas do agora o faz parecer chorar. é assim que se sente? eu sei, foi cruel o que você decidiu fazer com nós. ô se foi. você me dilacerou. eu nunca senti tanta falta de ar para dizer adeus. me despedir de você foi um engasgo. te ver ficar no meu passado foi solitário, mas o único sentimento que dividimos foi de cumplices dos desastres que estávamos prontos a causar por pensar amar um ao outro. não há muito o que fazer com o que deixou de mim, não sei bem como abraçar esses cacos que não foram com você. eu os colo, mas me corto. eu os solto e eles adentram minha alma como espinhos e se cravam. eu os aceito, mas o alívio dura pouco. mas eu continuo, não há uma sentença. uma hora ameniza. uma hora tudo passa.
asbp.
não deixe suas antigas más experiências interferirem em tuas atuais boas relações
Essa estranha dor que a amizade nos faz ter. Aperta, sufoca, magoa. Como um laço frouxo — estamos todos unidos em uma fita. Não aperte demais, não deixe folgado demais. Estamos em nós, sejamos nós.
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