Na lírica azul das ilhas de Ynaê
Luanda se via atada a nós de
marés cheias, brisa salgada e
Doce vida do marco azul, doce é
a estatueta empilhada sobre a
Coroas de anéis azuis e amarelos
saiam do topo da estátua,
alcançavam os céus negros e desciam
para o mar formando redemoinhos;
Vida! Verdade! Clareza! Viva! Viva! Viva!
suas lagrimas caiam aos montes
enquanto gritava dançando,
as tuas vias são certas e corretas,
o tempo divino é o tempo certo;
Sua veste branca rasgada e molhada
colada ao corpo suado agora flutuava
redemoinho abaixo, sentir na pele era
a curiosidade e o encantamento
de um salto profundo, foi entrando água
uma luz divinal formou-se
ao redor de seu corpo como proteção,
a água penetrava através da luz e vinha
curando a mente, os pensamentos,
Ah como era lindo ser do mar,
as sereias sorriam abençoando
os peixes nadavam em bandos afoitos,
Luanda vai para Aruanda para