Não é que eu não te amo. É que eu te amo tanto que as vezes preciso me afastar de você
Biografema

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Não é que eu não te amo. É que eu te amo tanto que as vezes preciso me afastar de você
Biografema
Hypomnemata: Organizar o relógio
Como eu esperava, a minha apresentação do Laboratório de Fanzine não foi muito positiva. Acredito que seja pelo fato da pouca organização com relação ao tempo previsto, e pelo nervosismo de costume que faz a fala pronta sair mais rápido do que o combinado. Da próxima vez, é melhor treinar a articulação em casa, para não ser surpreendida com a velocidade do relógio. O fanzine em si eu gostei, mas caso fosse elaborá-lo novamente, iria dividir a tarefa de produção em dois ou mais dias, porque apesar de parecer fácil executá-lo, demanda muito trabalho, o que no final do dia me impossibilita de encontrar erros ortográficos ou de digitação (os olhos já estão cansados de passar por ali).
[Simone Munir Dahleh]
Hypomnemata: Para ser mais fácil
Eu, Felipe Araujo, aluno de Redação e Expreção Oral I, escrevo alguns detalhes da minha participação nesse componente curricular, para não cometer os mesmo erros no futuro. Das aulas participar com maior atenção, dos trabalhos fazer com melhor empenho, fazer as leituras solicitadas, reler e estudar mais biografemas (parte mais interessante deste componente). Para no fim ser mais fácil.
[Felipe Araujo]
Hypomnemata: Usar menos o notebook
Eu, Emerson Weanei, aluno de Redação e Expressão Oral I, detecto que durante as aulas presenciadas no semestre pequei em diversos fatores, saindo do foco e deixando de lado a importância do meu aprendizado. Aponto alguns detalhes que não devem ser repetidos nos próximos semestres, ou que devem ser realizados: prestar atenção nas aulas dialogando e tirando as dúvidas; não faltar aula em caso fútil; fazer os trabalhos assim que forem lançados, sem deixar para a última hora; usar menos o notebook; anotar as explicações dadas em aula; ler e reler os livros e materiais necessários. A partir desses erros me responsabilizo a, a partir de agora, escutar/atentar um pouco mais para meu melhor desenvolvimento.
[Emerson Weanei]
Hypomnemata: Tomar o chimarrão quieto
Eu, Alaor Ries, aluno de Redação e Expressão Oral I, escrevo alguns detalhes da minha participação nesse componente curricular, para não cometer os mesmo erros no futuro. Para um melhor entendimento sobre o que está sendo dado em aula, certas especificações deverão ser realizadas: começar por prestar atenção e dar mais valor à aula do que em alguma história louca que seu colega do lado insiste em te dizer, ou você dizer a ele; tomar o chimarrão quieto, sem mais; trabalhos a serem feitos, fazer com seriedade e competência; não deixar para a última hora esperando que um milagre venha com ideias supimpas; faltar aula apenas com extrema necessidade; e fazer o melhor para que com êxito seja concluído o semestre.
[Alaor L. Ries]
Hypomnemata: Pequenas falhas que prejudicam meu desenvolvimento acadêmico
Eu, Andressa, como aluna de Redação e Expressão Oral I, detalho aqui as falhas que cometi durante a minha participação na respectiva disciplina, com o objetivo de não repeti-las novamente. Durante a apresentação dos meus trabalhos, devo ficar mais confiante no momento da minha fala e tentar corrigi-la, para que saia com um volume adequado para que todos me ouçam com clareza. Também tenho que ficar mais atenta durante a aula; de preferência, nem levar o notebook, para não cair na tentação de acessar a internet. De resto, continuar fazendo minhas anotações em sala de aula, pois me auxiliam bastante na hora do estudo.
[Andressa Oliveira da Rosa]
Maldito seja Moloch [Tipo 03]
Uma visão alucinada que me faz todo o sentido. Sentimos falta de algo que nos quebre, que nos tire do óbvio para o qual Moloch nos levou; e aprisionou nossa mente liberta e estereotipou cada palavra que nos sai da mente e encontra a escrita. Moloch que tanto perturbou Ginsberg. Moloch que hoje me vejo refém, transcende o papel e nos faz enxergar o quanto estamos presos à realidade fixa, ao sentido careta e previsível que a vida tomou.
[Letícia Carvalho Silva]
Na minha janela [Tipo 04]
Nunca tive lugares favoritos, porém, janelas sempre me despertaram algo que nem mesmo eu sei explicar. Talvez a sensação de liberdade, não sei, é isso que eu sinto quando me escoro na velha e desbotada janela do meu quarto. Porque é lá que fico todas as noites para ver a lua, para pensar, para fumar e para sonhar.
[Manon Godoi]