Às vezes eu vejo coisas na internet que me irritam, mas as vezes elas me dão um ódio visceral. "Ain por quê autistas só gritam e fazem escândalo quando são homens?" Você não vive no mesmo planeta que eu.
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Às vezes eu vejo coisas na internet que me irritam, mas as vezes elas me dão um ódio visceral. "Ain por quê autistas só gritam e fazem escândalo quando são homens?" Você não vive no mesmo planeta que eu.
Honestamente en todas estas discusiones respecto a la pertenencia de estudiantes neurodivergentes (particularmente autistas) en Chile, siento que existe poco análisis sobre la forma en que los medios masivos de comunicación criminalizan las infancias y juventudes, y deshumanizan a ciertos grupos.
En otros periodos, si un estudiante agredía a otros, se le intentaba atribuir esto a su percibida clase social, a su presunto consumo de drogas, e incluso a su raza y etnia, afectando a jóvenes de pueblos originarios y minorías raciales. Al final el discurso es que el adolescente que es disruptivo se puede encontrar antes de que sea violento y se le debe apartar de la sociedad para que no ataque a la "gente de buena fe".
Y creo que hoy en día las personas autistas son las que caen en ese saco. Creo que se le trata de atribuir al autismo (y el lugar qué este ocupa en la sociedad) la causa de todo el problema, sin realmente reflexionar en factores donde se pueda actuar. Por eso te dicen en las noticias si el victimario es autista o no, sea relevante pa la historia o no. Porque es más facil poner la atribución en el individuo que entender cómo interactua con su entorno.
Y al final, la causa de cada situación individual no es tan relevante como el tipo de Discusión que se espera provocar para solucionar el tema. Y.... Generalmente la solución es excluir a estas personas, pa que vayan a un espacio "especial" fuera de la vista del indiferente. Da lo mismo que la evidencia sugiera qué aulas diversas favorecen el aprendizaje, que el ambiente genera conductas que los individuos modelan, que el trauma, la intimidación, y el cansancio adulto tenga un reflejo en los estudiantes que no tienen desarrolladas las mismas herramientas para abordar todo eso.
Porque al final es más fácil decir que es autista (y que no lo es realmente, si no que es malvado también), para sacarse la responsabilidad de verle como una persona que debe vivir con las consecuencias de la discriminación que sufre. (y que conveniente que tiene que ser para el resto de la gente que supuestamente los autistas no tienen empatía, y por lo tanto, probablemente "moral". Es más fácil despreocuparse si piensas que ellos no harían lo mismo por ti porque "no pueden").
eu ouvi que em algum lugar o rótulo Sapio- é problemático, você consegue me explicar sobre?
O termo sápio geralmente é definido como "atração por inteligência". Inteligência, por si só, é um conceito problemático, por estar atado a expectativas capacitistas, elitistas, eurocêntricas e machistas.
"Inteligência" geralmente é "avaliada" de forma diferente em relação a qual campo a pessoa sabe sobre (saber detalhes sobre como mecanismos funcionam = coisa de gente inteligente, saber detalhes sobre boy bands = coisa de menininha que não sabe pensar), em relação se a pessoa sabe falar bem (saber "vencer debates" não tem a ver com conhecimento, e sim com saber se expressar diante do público), quais qualificações acadêmicas a pessoa tem (muitos saberes indígenas foram descartados por colonizadóries) e por assim vai.
Alguém que diz que sente "atração por gente inteligente" está tentando justificar seu interesse em pessoas "superiores" de acordo com toda essa bagagem social, por mais que não seja essa a intenção, e por mais que a pessoa acredite em medir "tipos de inteligência diferentes".
Se a pessoa sente atração por pessoas por conta das formas que pensam, noeti é uma orientação que não atribui valores inerentes a isso. Se a atração envolve ter certa afinidade ou precisar estar em algum grupo específico, posso sugerir dêmi, alíqua ou enco.
Todas las políticas y las campañas «contra la ob*sidad» van en contra de la existencia de las personas gordas.
Lo que buscan erradicar son nuestros cuerpos.
Segunda parte do 2° Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores com premiações e apresentações impecáveis na passarela! Fotos dos desfiles de Cristian Sato, Thays Veronez, WNDR e Tulipa Designer
Que estranho é o fato de pessoas de sensibilidade e sentimentos honestos, que não tirariam vantagem de um homem que nasceu sem braços ou pernas ou olhos, não verem problema em maltratar um homem com pouca inteligência.
Flores para Algernon
Vocês sabem o que é capacitismo? Segundo o site inclusive.org.br, é "a atitude preconceituosa que hierarquiza as pessoas em função da adequação de seus corpos a um ideal de beleza e capacidade funcional". Ou seja, é a mentalidade de que pessoas com alguma condição de saúde peculiar ou deficiência são menos capazes de trabalhar, de frequentar a escola, de amar ou de sentir desejo. Espero que, com essa história, eu (e a dona dela) tenhamos conseguido mostrar o quanto esse pensamento é injusto. . Quando alguém precisa de condições especiais pra poder se desenvolver, a gente adapta, e não exclui. E isso deve sempre ser conversado com a pessoa! . Essa é mais uma HQ baseada em um relato real. Se você quiser compartilhar uma história sobre machismo, pressão estética, capacitismo, aborto e outras situações pouco discutidas pelas quais passam as mulheres, é só me mandar uma mensagem ou responder o questionário anônimo (link na bio)! As histórias que combinarem com a proposta da série serão transformadas em quadrinhos e postadas aqui com a hashtag #aconteceucomigohq ✨
Rita Louzeiro
Você que acredita que há um autismo verdadeiro, um autismo 'severo', difícil, complicado e acha que há um falso autismo, "leve", muito fácil de lidar, que não precisa de nenhum suporte porque a pessoa namora, trabalha, escreve, lê, fala, "é até criativa" não sabe o que é autismo.
Não sabe que tem autista que, por não ter "cara de autista", é atacado como se fosse uma criatura muito grosseira, mal educada, até mesmo "tarada", sem noção nenhuma de civilidade. Não percebe que há autista que não consegue transitar pra vida adulta e fica em um limbo sendo julgado como incompetente, fracassado e inútil e achando que é isso mesmo porque nem acesso a diagnóstico tem. Você não olha para além da sua própria dificuldade com o seu filho "autista severo" pra enxergar os "autistas leves" que vivem pensando em se matar todo santo dia porque estão com desequilíbrios emocionais intensos causados por exigências sociais que são impossíveis de atender.
Você que insiste em afirmar que há um autismo verdadeiro e um autismo falso, que trata autistas "leves" como grandes mentirosos, que grita que pelo seu filho quem fala é você e acha que só autistas como o seu filho tem crises, você não sabe o que é ser autista nesse país. Por aqui, quase toda comunicação se dá por entrelinhas. Todo vínculo de amizade, afetivo e profissional se dá por meio de uma linguagem altamente trabalhada no nível abstrato, cheia de não ditos, baseada em entender o olhar do outro, o jeito do outro, de saber antes que o outro te diga.
Todos os autistas precisam de algum tipo de suporte. Todos! Alguns bem menos, outros bem mais. O que nenhum autista precisa é de ser tratado como um falso autista que só faz o que faz e é do jeito que é pra chamar a atenção de alguém. Esse tipo de tratamento só atrapalha, é como espancar alguém que está tentando se levantar e andar com as próprias pernas. É irresponsável e cruel.