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Ela não se importa com suas amigas cutucando seu braço, chamando sua atenção, beliscando a pele de sua mão com o intuito de tirá-la de sua pose imperturbável de pessoa que não dá a mínima pro que acontece ao redor, mesmo quando envolve ela; encarar Zeno Min do outro lado da sala, onde ele já está encarando ela, significa que ela tem que admitir que sabe que ele existe, sabe que ele não está fazendo isso por acidente e nem porque não tem pra onde olhar, assim como sabe que ela é o único alvo dele entre todos aqueles alunos e ele não se importa se ela namora outra pessoa.
Ele vai continuar encarando ela, falando sobre ela, dirigindo aquela única pergunta a ela como se não fosse nada demais com aquele sorrisinho irritante: vai ser hoje? Você vai me notar hoje?
— Eu não tô disponível, nós não somos nem amigos, e acho que você tortura o resto dessa escola por puro masoquismo, porque não é possível que você tenha escolhido não ir atrás de todas as meninas que querem te beijar só pra me perturbar. Eu, que nunca te fiz nada! — O tom era sempre da mais pura indignação, enquanto ela gesticulava com as mãos, parecendo estar brava de verdade, mesmo que o sentimento fosse sobre estar nervosa com a proximidade dele. — Então não, Zeno Min. Eu não vou te dar uma chance hoje, nem amanhã e nem depois e daqui doze horas, quando você me perguntar de novo, a resposta vai ser a mesma.
Ela ficava nervosa com o jeito que ele olhava pra ela, o tom de voz que ele usava pra falar perto dela, como o corpo dele parecia maior perto do seu e suas mãos pareciam sempre ansiosas pra tocar seu rosto ou prender suas mãos nas dele. Aquela linha tênue que ele respeitava, mesmo querendo tocá-la, mas não ultrapassa sem sua permissão, atrai uma energia que quase a oprime, todas as vezes, com seu corpo querendo atravessar o limite que seu cérebro impõe e liga todos os alarmes dentro dela, dizendo que ela não pode. Não deve. É errado e não importa as circunstâncias, ela não vai fazer.
Ainda.
Ela não pensa em colocar a culpa na briga que tinha tido com o namorado, ela já estar se sentindo cansada da situação que tinha se estendido por dias ou o fato de que ela não se importava mais; quando Zeno a encontra nos corredores e diz que pode fazer ela se sentir melhor e que vai fazer ela se esquecer de tudo, ela aceita porque quer. Ela o beija ali mesmo porque sente vontade, entra no quarto dele sem hesitar porque não tem mais nada a perder e gostava de como as mãos dele estavam quentes em sua pele. Ela esquece das aulas que ainda tem que ir quando ele suga sua buceta com força e come ela feito um animal, sequer se lembra do trabalho de Herbologia que precisa entregar enquanto ele maceta ela sem dó, e quando ela termina trêmula e de joelhos pra ele, chupando seu pau depois de ter implorado pra sentir ele no fundo da garganta, ela se esquece completamente de que não deveria ficar tão íntima de um garoto que não fosse seu namorado.
Mas a culpa só vem depois, e não por ter traído a pessoa com quem estava se relacionando há quase um ano e meio, mas sim o garoto com quem ela tinha gastado a adrenalina da briga sem mais e nem menos, quando ela praticamente encurrala Zeno na biblioteca e o faz ouvir tudo o que ela tem a dizer.
— Eu sinto muito por ter ido no seu quarto e te atacado feito uma maluca, eu não devia ter usado você como escape porque briguei com meu… Porque eu estava brava com o mundo e achei de bom tom descontar minhas frustrações em alguém e acabou sendo você. — Claudia despeja seu discurso treinado, sentindo as mãos suando e que sua voz pode sumir a qualquer momento, antes de acrescentar, com os olhos no chão porque é incapaz de olhar pro garoto que quase expulsou sua alma do corpo enquanto pede desculpas por… Ter pedido pra ele expulsar. Em primeiro lugar. — Eu fui irresponsável, impulsiva e imatura e você não merece ser feito de brinquedo por causa de uma DR. Eu prometo me comportar melhor como colega no futuro.
Ela ia sugerir até que eles fossem amigos a partir dali, se as coisas não tivessem se tornado muito estranhas, mas a próxima coisa que ela sabe é que está sentada no colo dele enquanto ele a beija com força, engolindo cada uma de suas dúvidas "você tem certeza que não é um problema?" "Você tem certeza que está bem?" "Você quer mesmo fazer isso?" "Me beija mais… Por favor?" Fica claro que Han se preocupava mesmo com ele, enquanto sentia seus dentes mordendo seus lábios e a língua se enrolando com a sua logo depois, na sessão de amassos mais quente e intensa que ela tem em meses, com alguém que a beijava como se ela fosse a última pessoa no mundo e a segurava como se algo pudesse tirá-la dali.
E não é como se ela mesma quisesse sair, mesmo sabendo que eles não estão sozinhos, ela nem consegue segurar a vontade de esfregar a buceta coberta pela calcinha contra a virilha dele, amando a sensação das mãos grandes tocando sua bunda por baixo da saia, com aquele mesmo aperto firme de posse do outro dia. É quente, intenso e desesperador e ela o quer tanto que dói.
— Me fode aqui, por favor. Eu não consigo esperar esse horário de estudo idiota acabar pra dar pra você. — Ela choraminga rebolando no colo dele com mais força, os lábios grudados em seu pescoço. — Eu prometo não fazer barulho… Eu só preciso de você dentro de mim…
Han sabe que ele não vai negar, ela também sabe que ele ama escutar ela implorar, por isso não fica surpresa quando ele aperta sua bunda e a manda se erguer em cima dele, antes de deslizar a mão dentro de sua calcinha encharcada e meter um dedo dentro dela, em um movimento lento e preguiçoso que faz ela perder o fôlego. Até ele introduzir mais um, e depois outro, abrindo ela do jeito mais delicioso e que faz a mente dela ficar nublada.
— Você me comeu tão gostoso aquele dia, fiquei toda dolorida e a marca da sua mão ainda tá na minha bunda como lembrete. — Ela o provoca depois de se erguer levemente no colo dele, o observando desfazer o zíper da calça e abaixar a cueca, soltando um gemido necessitado com o pau pulando pra fora, pronto pra entrar nela. — Mas não é suficiente, preciso quicar no seu pau de novo pra lembrar como foi bom… Você deixa? Vai deixar eu afundar minha bucetinha em você?
Ela sabe que não precisa esperar a resposta dele, puxa a própria calcinha pro lado e desce no cacete dele devagar, sentindo cada centímetro do membro grande e grosso alargando ela por dentro até ela sentar completamente em cima dele, soltando um gemido baixo ao ficar empalada, mas sua vontade mesmo era de ter soltado um grito.
— Foda-se, que pau gostoso. Tão grande, você me enche tão bem… — Ela mantinha o tom de voz necessitado baixo, morrendo de medo de alguém chegar e acabar com a festa dos dois, enquanto circulava os quadris contra os dele.
Você é tão maior e melhor que ele. Só não sai por seus lábios porque a única coisa que ela deixa sair por eles, são suspiros e gemidos mudos quando ela começa a sentar com força no caralho dele, tão rápido que o som de sua bunda se chocando contra as pernas dele só não pode ser ouvido por causa da calça que ele ainda veste, tão intenso que a única coisa que ela consegue pensar é no pau dele entrando e saindo e no macho gostoso debaixo dela.
— Porra, porra, porra… Sentar em você é tão bom, porra! — O gritinho histérico sai assim que ele acerta um tapa na bunda dela, e a partir daí, não poderia se importar menos com a biblioteca cheia. — Bate mais! Bate de novo!
O orgasmo vem com força quando os tapas ficam tão frenéticos quanto as quicadas em cima dele, mas nem as pernas tremendo e o corpo todo sensível a impede de pedir por mais, puxando o lábio inferior dele com os dentes, apertando a buceta ao redor do cacete dele com força enquanto ela implora.
— Eu quero mais, me dá mais. Eu quero você me macetando por trás, eu aguento.
Claro que aguentava, não tinha nada que ela quisesse mais do que ser dobrada em cima daquela mesa, as pernas afastadas pra ele ver o quão molhada ela estava por causa dele e praticamente o convidando pra meter fundo e forte dentro dela. Coisa que ele faz, rápido e sem deixar ela se acostumar com o tamanho naquela posição nova, socando sem dó do jeito que ela tinha implorado pra ele fazer, do jeito que ela queria e do jeito que faz ela esquecer completamente de onde eles estão e quem ela é de tal forma que ela nem percebe quando goza de novo e continua pedindo por mais.
— Não para, tá tão gostoso, você tá metendo tão fundo… Alarga minha buceta, soca forte. — Cada estocada leva seu corpo pra frente e faz ela completar a frase com uma palavra, como se o pau dele estivesse forçando toda aquela sujeira pra fora dos lábios dela. — Me fode até eu virar sua.
O resultado última frase é que ele a fode, sim, mas feito um animal, usando uma mão pra segurar ela no lugar e outra pra puxar seu cabelo com força, fazendo o nome dele ser a única coisa que ela geme desesperadamente com cada investida bruta e a ela só resta chorar e aceitar tudo que lhe dá, como a putinha sedenta que ela é e implorou pra ser tratada feito uma vagabunda. O ponto mais alto de seu dia estava ali: ia ficar dolorida de novo, com mais marcas de mão em sua bunda, a buceta inchada de tanto levar a rola dele enquanto Arthur, muito provavelmente, esperava ela aparecer pra ligação de flu de todos os dias em seu dormitório.
Zeno Min agora é a única pessoa com quem ela se importa, e o único que a tem também.









