Não há muita coisa em mim que possa chamar atenção pelo mistério. Não é difícil saber o que penso e sinto. Sou sempre autêntica, não sei ser alguém a não ser eu. Sempre demonstro, pelas minhas expressões faciais, se estou alegre, triste, receosa, com medo, intimidada, etc. Às vezes até tento disfarçar, mas sei que no fim a verdade é mais forte. A regra é clara, sempre serei eu. Tenho meus momentos de extroversão, assim como os momentos de introversão. Sou expansiva em certas ocasiões e retraída em outras, mas a todo o tempo tem algo que só meu, tem minha essência em cada ação, em cada palavra e em cada gesto. Posso mudar de ideia sobre algumas coisas, mas isso não significa que não sou a mesma pessoa. Estou em constantes mudanças, mas algo permanecerá para sempre. Talvez essa seja a minha beleza, sou simples e ao mesmo tempo complexa. Apenas gosto de conhecer as belezas do mundo, mas nunca sei o que realmente me chamará atenção e despertará em mim o desejo de reflexão. Há beleza em sentir. Há beleza em conhecer-se e permitir-se entrar em contato com o próprio eu.


















