O profano e profundo, hibernando A chegada madrugada se revezando A aventurança andava em círculos Abaixo dos ciclos lunares Sonho gritado, garganta ardente Pelo café que ainda não veio O cordel cordão em Córdoba Colonizaria comandas cor ciano Ilha do norte, norteando coordenadas e concordatas Aportando no norte do hemisfério sul O verão faz-se em sombras pós chá da tarde O côncavo sombreado turquesa truncava intenções com castanhas tempestades O martelo cântico, Cantando histórias da cidade Características do termo neo clássico Quitaria seus débitos de notas frias com a quitanda A alma alvorada amava A baía da balística de bailarina Bailaria com balsas em bálsamo leigo Tão estreito com os olhos semi cerrados do cerrado Os cacos do cavalo indicam O asfalto por onde andastes Cavaleiro cadavérico de todo o gado corvo Como excêntrica personagem de Veríssimo O reflexo cor de prata Repatriava outras pátrias Partidas de antigas partilhas de bens Volta-se ao sagrado olhar do matrimônio deposto Até o fim do dia serei tela expressionista Mais um dos deuses infinitos dóceis Infértil à fábrica têxtil Reverberarei com cor quente e bonita...
Pamplona, Pierrot Ruivo












