Este PMAD centrar-se-á em video performance, com imagens gravadas para este projeto, conjugadas com uma colagem de sons captados para este projeto e sons adicionados posteriormente (pré-gravados). Em termos estéticos, o público é estimulado a nível visual e auditivo, existindo a hipótese de experimentar texturas diferentes no revestimento do invólucro exterior do artefacto (algo em aberto).
Propõe-se que o público sinta curiosidade sobre a pessoa-performer, numa perspetiva quase voyeurista e, ao mesmo tempo, tão sancionada nos dias que correm - com as redes sociais e a exposição de conteúdos de cariz intímo ou a cultura das celebridades.
O esboço seguinte representa uma hipótese de um possível artefacto: uma cabine privada para visionar conteúdos de estranhos, os quais permitem um entrosamento com o desconhecimento e um reconhecimento do self através de uma ótica de alteridade.