The Greatness of Charlie Kirk: An Eyewitness Account of His Life and Mar...

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The Greatness of Charlie Kirk: An Eyewitness Account of His Life and Mar...
There’s nothing embarrassing in the Bible, there are embarrassing events that people in the Bible did, the Bible records that happened not what should have happened for example, King David was a great man of God but he was also an embarrassment and God pointed that out to him. God says that all men are created in his image, God says that marriage is between one man and one woman but men say some men are superior to others and one woman isn’t enough, that’s pretty much what we see in the Bible, men resisting God’s will and some men submitting to God’s will, and sometimes men doing both (Jonah the prophet) #frankturek #apologetics #christianity https://www.instagram.com/p/CP4y2JBp3sH/?utm_medium=tumblr
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Frank Turek vs. Christopher Hitchens: What Best Explains Reality: Theism or Atheism?
A Credibilidade Histórica do Novo Testamento
É comum encontrar céticos que não crêem na Bíblia por conter milagres. Alguns chegam até a dizer que tudo foi inventado. Certamente essas duvidas também já vieram a sua mente. Ao longo do texto, vou tentar mostrar (resumidamente) porque o Novo Testamente pode ser confiável como documento histórico e falar brevemente sobre as evidencias da Ressurreição de Jesus.
Sabemos quem foram os autores dos evangelhos?
Se a igreja escolheu depois quem foram os autores, fizeram um pessimo trabalho.
Marcos e Lucas não eram discipulos de Jesus. Então, porque colocar eles como autores? Mateus era discipulo, mas era um dos mais “odiados” já que antes era coletor de importos. Dr. Craig Blomberg, considerado uma das autoridades mais importantes nas biografias de Jesus, os quatro evangelhos, diz o seguinte:
“Compare isso com o que aconteceu quando os fantasiosos evangelhos apócrifos foram escritos muito depois. As pessoas atribuíram sua autoria a personagens conhecidos e exemplares: Filipe, Pedro, Maria, Tiago. Esses nomes tinham muito mais prestígio que os de Mateus, Marcos e Lucas. [...] não haveria por que conferir a autoria a esses três indivíduos menos respeitáveis se não fossem de fato os verdadeiros autores.” [1]
Mas e João? Blomberg responde:
“Não há dúvida quanto ao nome do autor: era João. A questão é que não se sabe se foi João, o apóstolo, ou se foi outro. Segundo o testemunho de um escritor cristão chamado Papias, em aproximadamente 125 d.C, havia João, o apóstolo, e João, o ancião, mas o contexto não deixa claro se ele se referia a uma única pessoa de duas perspectivas distintas ou a pessoas diferentes. Fora essa exceção, todos os demais testemunhos afirmam unanimemente que foi João, o apóstolo, o filho de Zebedeu, quem escreveu o evangelho. [...]creio que grande parte do material remonta ao apóstolo. Todavia, se você ler com bastante atenção o evangelho, observará nos últimos versículos indícios de que eles talvez tenham sido finalizados por um editor. Eu, pessoalmente, não vejo problema algum no fato de que alguém próximo a João tenha dado aos versículos finais uma formulação tal que fosse capaz de conferir ao documento inteiro uma uniformidade estilística. Seja como for — sublinhou — o evangelho de João baseou-se sem dúvida alguma no testemunho ocular, a exemplo dos outros três.” [2]
Os testemunhos antigos de Papias e Irineu confirmam os evangelhos. Papias, por volta de 125 d.C, afirmou que Marcos registrou tudo com cuidado e precisão o que Pedro havia testemunhado. Ele disse que Marcos “não cometeu erro nenhum” e que Mateus preservou também os escritos sobre Jesus. Irineu em 180 d.C confirmou a autoria tradicional, dizendo o seguinte:
“... Mateus publicou entre os hebreus, na língua deles, o escrito dos Evangelhos, quando Pedro e Paulo evangelizavam em Roma e aí fundaram a Igreja. Depois da morte deles, também Marcos, o discípulo e intérprete de Pedro, nos transmitiu por escrito o que pedro anunciava. Por sua parte, Lucas, o companheiro de Paulo, punha num livro o evangelho pregado por ele. E depois, João, o discípulo do Senhor, aquele que tinha recostado a cabeça ao peito dele, também publicou o seu Evangelho, quando morava em Éfeso, na Ásia.” [3]
E quanto ao mistério do inicio da vida de Jesus?
Existem dois motivos para as biografias de Jesus terem sido escritas assim. O primeiro motivo é literario. Era dessa maneira que as pessoas escreviam biografias no mundo antigo, eles não achavam que deviam colocar todas as fases da vida da pessoa com igual importancia. Como Blomberg colocou:
“Eles não tinham essa percepção que temos hoje de que deviam dar igual importância a todas as fases da vida do indivíduo; ou que deviam contar a história em seqüência estritamente cronológica; tampouco achavam que tinham de citar literalmente o que dissera o biografado, bastava que a essência do que ele havia dito ficasse preservada. Os antigos gregos e hebreus nem sequer tinham um sinal para denotar a interrogação. Para eles, o registro da história só valia a pena porque as suas personagens tinham lições a ensinar. O biógrafo, portanto, se demorava nas partes da vida do biografado que considerava exemplares, paradigmáticas, que pudessem servir de ajuda a outras pessoas e que dessem sentido a determinado período da história.” [4]
Como foram escolhidos quatro evangelhos? E os Evangelhos Apócrifos?
Quem merece mais confiança: O NT escrito entre 20 a 60 anos após os eventos, onde quase todas as testumunhas ainda estavam vivas e poderiam desmentir qualquer exagero, ou alguns escritos de 100-300 anos depois, onde não haviam mais testemunhas pra falar nada?
Pra escolher quais Evangelhos fariam parte da Biblia, a igreja tinha basicamente tres critérios:
Primeiro – Os livros tinham que ser escritos por apóstolos, ou seja, tinham que fazer parte dos 12. Marcos foi aceito porque era ajudante de Pedro e Lucas companheiro de Paulo.
Segundo – O documento tinha que estar em harmonia com a tradição cristã basica que a igreja reconhecia.
Terceiro – Procurava-se saber se um documento em especial usava de aceitação e uso continuo por toda a igreja.
Dr. Bruce M.Metzger, conclui que os quatro evangelhos não foram escolhidos por “nada”, ele diz:
“Foi, se é que se pode falar assim, como se fosse uma espécie de "sobrevivência do mais apto [...] Podemos estar certos de que nenhum outro livro antigo pode se comparar ao Novo Testamento em termos de importância para a história ou a doutrina cristãs. Quando estudamos a história primitiva do cânon, saímos convencidos de que é no Novo Testamento que encontramos as fontes mais fidedignas para a história de Jesus. Os que fixaram os limites do cânon tinham uma perspectiva clara e equilibrada do evangelho de Cristo. Leia os outros documentos e veja por si mesmo. Eles foram escritos depois dos quatro evangelhos, nos séculos II a VI, muito tempo depois de Jesus, e, em geral, são muito banais. Seus nomes, como o Evangelho de Pedro e o de Maria, não correspondem aos autores verdadeiros. Por outro lado, os quatro evangelhos do Novo Testamento foram prontamente aceitos com notável unanimidade como portadores de conteúdo autêntico.” [5]
O Evangelho de Tomé não é confiavel por foi influenciado pelos movimentos gnosticos do seculo II, III e IV. Ele é descartado pelo fato de apresentar um Jesus machista e panteista, bem diferente dos evangelhos canônicos. Sobre o Evangelho de Tomé, Metzer diz:
"O certo é que o Evangelho de Tome excluiu a si mesmo! Ele não estava de acordo com os outros testemunhos sobre Jesus que os cristãos primitivos consideravam dignos de confiança.” [6]
Seguindo estes critérios, podemos dizer o mesmo dos outros Evangelhos Apócrifos.
E o evangelho de Judas? Ele foi escrito pouco mais de I século depois. Em 180 d.C. o pai da igreja Irineu alertou que essa era uma “história ficticia”. Craig Evans, Ph.D em estudos Biblicos pela Claremont Graduate University diz o seguinte:
"Note, alias, que o documento se chama ‘Evangelho de Judas’, não ‘Evangelho de acordo com Judas’, como nós temos nos evangelhos do Novo Testamento. Então, quem quer que tenha escrito o documento devia estar indicando que Judas não deveria ser indicado como o autor do evangelho, mas na verdade que ele fala sobre Judas. De qualquer forma, foi escrito bem depois de Judas estas vivo. […] Isso (o documento) nos diz algo sobre o Gnosticismo do segundo século e talvez de um grupo chamado ‘Cainites’, que eram um pouco misteriosos. […] Eles eram identificados como os vilões da Biblia. Eles acreditavam que o Deus deste mundo era mal e que qualquer um que ele odiasse seria o heroi. […] Pode ser que o Evangelho de Judas nos de um grande e desenvolvimento não histórico e uma expansão imaginativo deste tema." [7]
O Novo Testamento é antigo?
Uma certeza que temos é que todos os livros do NT foram escritos antes de 100 d.C.
O Novo Testamento foi citado por Clemente em 95 d.C., por Inácio em 107 d.C. e por Policarpo em 110 d.C. Tendo em mente que Clemente estava em Roma e Inácio e Policarpo em Esmirna, a centenas de quilômetros, podemos admitir que os documentos foram escritos muito antes, se não, não poderiam ter circulado todo o mundo antigo daquela época.
Mas a data de 100 d.C. é a data mais posterior que podem ter sido escritos.
Suponha que seu líder, o qual você segue estando disposto a morrer por ele, dissesse que um grande templo em sua cidade seria destruído e depois de alguns anos ele tivesse sido realmente destruído, você não escreveria isso na biografia desse seu líder? Isso acontece nos evangelhos. Jesus falou sobre a queda do templo em Jerusalém e, 40 anos após sua morte, o templo foi destruído. Mas nenhum evangelho fala sobre essa destruição. Por isso, apesar de alguns datarem de mais tarde, podemos saber que eles foram escritos antes de 70 d.C.
Em grande parte do livro de Atos, Lucas se dedica a contar a trajetória de Paulo e dos apóstolos detalhadamente. No entanto, ele não menciona a morte de Paulo e Tiago, os dois principais lideres cristãos. Por meio de Clemente de Roma, sabemos que Paulo foi executado no final do reinado de Nero, que terminou no ano de 68 d.C. Por meio de Josefo, sabemos que Tiago foi morto em 62 d.C.
Então, podemos dizer que ele foi escrito antes de 62 d.C., e como Atos foi escrito como uma “seqüência” do evangelho de Lucas, podemos dizer que o Evangelho de Lucas foi escrito ainda antes.
Como o Evangelho de Lucas começa com Lucas dizendo a Teófilo que “muitos já se dedicaram a elaboras um relato dos fatos que se cumpriram...” (Lucas 1.1), sabemos então que o Evangelho de Marcos, por exemplo, é mais antigo ainda.
Depois de ver quão bem o NT encaixa-se com os dados arqueológicos e históricos, o arqueologo liberal William F. Albright escreveu:
“Já podemos dizer enfaticamente que não há mais nenhuma base sólida para considerar que algum livro do NT tenha sido escrito depois do ano 80 d.C.” [8]
Tem mais detalhes e mais livros, mas não quero me prolongar muito.
Talvez o cético venha a dizer que o NT foi escrito muito depois (+- 40 anos) e que as pessoas poderiam não se lembrar mais ou escrever coisas erradas. É uma pergunta compreensível, mas pense nos fatos que aconteceram 40 anos atrás. Mesmo se não tivermos vídeos, se alguém escrever sobre eles hoje, nós não pensaríamos “nossa, isso é impossível!”.
Estamos falando de uma cultura que valorizava muito a transmissão de ensinamentos de forma oral. Alguns deles chegavam a decorar o Antigo Testamento todo e transmiti-lo de forma oral!
Alem disso, 40 anos é muito pouco tempo para o surgimento de lendas. Qualquer um que estivesse por la poderia ter desmentido. E outra, por que os discípulos inventariam essa história? Para realizar seu sonho de serem perseguidos, julgados, torturados e mortos?
Mas, porque não antes? Bom, primeiro porque eles estavam vivendo em uma cultura onde a maioria não sabia ler, então não havia necessidade, no começo, de registrar o que aconteceu de forma escrita. Dr. William Lane Craig escreve:
“Numa cultura oral como a da Palestina do primeiro século, a habilidade de memorizar e reter grandes textos de tradição oral era algo altamente valorizado e bastante desenvolvido. Desde os primeiros anos, as crianças no lar, na escola fundamental e na sinagoga eram ensinadas a memorizar corretamente as tradições sagradas. Os discípulos teriam exercido cuidado similar com os ensinamentos de Jesus.” [9]
Em segundo lugar, como o cristianismo começou a se espalhar pelo mundo antigo, a escrita se tornou um meio eficaz de comunicação com a igreja.
Alem disso, estudiosos crêem que existiram documentos anteriores aos evangelhos que foram usados como fontes para eles. Os chamados Q, I e L, embora não tenhamos copias deles, são os documentos que podem ter sido algumas das fontes de Marcos, Mateus e Lucas.
Temos copias precisas do N.T.?
A resposta curta é: Sim.
Temos mais copias do N.T. do que de qualquer outro documento histórico já encontrado. De acordo com a ultima contagem, temos cerca de 5.700 manuscritos gregos escritos a mão e mais de 9 mil manuscritos em outras línguas. A obra mais próxima disso é a Ilíada, de Homero, com 643 manuscritos. Com base nessas copias podemos reconstruís 99% do N.T. original.
O cético pode perguntar: “Mas se é a palavra de Deus, então porque Ele não manteve o original?”. Simples: Se o original ainda estivesse intacto, ele poderia ser alterado. Já com mais de 5 mil copias, podemos ter confiança de que ninguém mexeu nele.
Como sabemos que os autores eram testemunhas oculares?
Embora Lucas possa não ter sido testemunha ocular da Ressurreição de Jesus, ele com certeza foi testemunha de vários eventos do NT. O historiador Colin Hemer, em seu livro “The Book of Acts in the Setting o/ Hellenistic History” lista 84 fatos no livro de Atos que foram historicamente confirmados, deixe-me listar 8:
- A descrição correta de Filipos como colônia romana
- Conhecidos relicários e imagens de Ártemis
- Que o teatro de Éfeso era um local de grandes encontros da cidade
- A seqüência correta de lugares (Atos 20.14,15)
- A maneira comum de se conseguir cidadania romana na época
- Felix como governador da época
- O nome Poncio Festo, que concorda perfeitamente com o nome dado por Josefo
- A melhor rota maritima da época (At 12.5)
A.N. Sherwin-White, historiador romano, diz:
“Quanto ao livro de Atos, a confirmação de sua historicidadeé impressionante [...] Qualquer tentativa de rejeitar sua historicidade básica só pode ser considerada absurda.” [10]
E William M. Ramsay, que começou a investigar o livro de Atos como grande cético, escreveu:
“Comecei tendo um pensamento desfavorável a ele [o livro de Atos] [ ... ]. Eu não tinha o propósito de investigar o assunto em detalhes. Contudo, mais recentemente, vi-me muitas vezes sendo levado a ter contato com o livro de Atos vendo-o como uma autoridade em topografia, antiguidade e sociedade da Ásia Menor. Fui gradualmente percebendo que, em vários detalhes, a narrativa mostrava verdades maravilhosas.” [11]
Sobre Lucas, ele escreve:
''A história de Lucas é incomparável com respeito à sua fidedignidade [...] Lucas é um historiador de primeira linha [...]. [Ele] deveria ser colocado juntamente com os grandes historiadores". [12]
O mesmo tipo de analise vale pro Evangelho de Lucas. Nos 3 primeiros capítulos, ele cita 11 nomes historicamente confirmados como Herodes, César Augusto e Quirino por exemplo. Se Lucas estivesse inventando a história, não teria colocado referencias nos fatos descritos. O estudioso da Bíblia F.F. Bruce diz:
“O escritos que relaciona deste modo sua história ao contexto maior da história mundial esta procurando problemas se não for cuidadoso. Ele da aos seus críticos e leitores muitas oportunidades para testar sua precisão. Lucas assume esse risco e passa no teste de maneira admirável.” [13]
Já que Lucas tem essa precisão, podemos assumir que Marcos e Mateus também têm a mesma credibilidade, já que contam a mesma história base.
Mas e João? Aparentemente, João foi testemunha ocular de todos os eventos e inclui detalhes específicos também, assim como Lucas, e conversas particulares com Jesus.
Craig Blomberg fez o mesmo estudo detalhado de João em seu livro “The Historical Reliability of John's Gospel”. No livro, ele lista 59 detalhes precisos do evangelho que foram historicamente confirmados. Para não me prolongar muito, vou listar 5:
- A arqueologia confirma o lugar correto do poço de Jacó
- É altamente improvável que a acusação de que Jesus estar possuído por demônios seja uma invenção.
- O fato de as multidões quererem fazer Jesus rei reflete o bastante conhecido fervor nacionalista de Israel no século I
- O fato de o homem curado chamar Jesus de “profeta”, ao invés de algo mais elevado, sugere que o incidente é uma história sem retoques. (João 9.17)
- Os panos usados para sepultar Lázaro eram comuns nos sepultamentos judaicos do seculo I; é improvável que um autor ficcional tenha incluído esse detalhe irrelevante no aspecto teológico.
Como sabemos que os autores estavam falando a verdade?
No livro “Não tenho fé suficiente para ser ateu”, Frank Turek e Norman Geisler listam 10 motivos pelos quais os autores estavam dizendo a verdade. Vou resumir 5:
1- Os autores colocaram detalhes embaraçosos sobre Jesus
Se fosse uma história inventada, por que colocar detalhes embaraçosos sobre aquele que seria Deus? Por exemplo, em Marcos 3.21,31, Jesus é considerado “fora de si” por sua mãe e irmãos. Em João 7.12 é dito que ele foi visto como enganador. Em João 6.66 ele é abandonado por muitos de seus seguidores. Em Mateus 11.19 Jesus é chamado de “beberrão”. Em Marcos 3.22, João 7.20 e 8.48 ele é chamado de “endemoniado. Em João 10.20 é chamado de louco.
2- Os autores incluíram as exigências de Jesus
Se os autores estavam inventando a história do Messias, porque inventaram uma história que dificultaria a vida toda deles, com exigências quase impossíveis para um humano? Veja:
Eu, porém, vos digo, que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela. (Mateus 5:28)
Eu, porém, vos digo que qualquer que repudiar sua mulher, a não ser por causa de fornicação, faz que ela cometa adultério, e qualquer que casar com a repudiada comete adultério. (Mateus 5:32)
Eu, porém, vos digo que não resistais ao mau; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra;
E, ao que quiser pleitear contigo, e tirar-te a túnica, larga-lhe também a capa;
E, se qualquer te obrigar a caminhar uma milha, vai com ele duas.
Dá a quem te pedir, e não te desvies daquele que quiser que lhe emprestes. (Mateus 5:39-42)
Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus;
Porque faz que o seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos. (Mateus 5:44-45)
Sede vós pois perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus. (Mateus 5:48)
Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam;
Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam.
Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração. (Mateus 6:19-21)
Não julgueis, para que não sejais julgados.
Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós. (Mateus 7:1-2)
3- Os autores incluíram 30 pessoas historicamente confirmadas
Não tem como os autores do NT terem seguido a diante se tivessem inventado mentiras sobre Pilatos, Caifãs, Festo,Felix e toda a linhagem de Herodes. Alguém teria acusado eles de terem envolvido essas pessoas em fatos que nunca aconteceram.
4- Os evangelhos possuem detalhes divergentes
Contrario do que alguns críticos que não entendem pensam, os detalhes divergentes dão mais credibilidade aos documentos. Essas divergências estão em detalhes secundários, como um determinado numero de pessoas em tal lugar ou um numero de objetos, mas a essência e os detalhes importantes são os mesmos. Se os evangelhos falassem exatamente a mesma coisa, seria obvio que os autores tinham se encontrado pra combinar a história.
O que importa é a história base, a qual todos os evangelhos concordam.
Michael Grant, professor no Trinity College em Cambridge e na Universidade de Edimburgo, em seu livro Jesus: an historian's review of the gospels, quando fala sobre os relatos divergentes do tumulo vazio diz:
"É verdade que a descoberta do túmulo vazio é descrita de modo diferente pelos vários evangelhos, mas, se aplicarmos o mesmo tipo de critérios que se aplicam a qualquer outra fonte literária antiga, as evidências são suficientemente fortes e plausíveis para levar-nos a concluir que o túmulo foi, realmente, encontrado vazio" [14].
5- Os autores do NT abandonaram suas crenças de longa data pra seguir Jesus, mesmo estando sujeitos a perseguição ou ameaça de morte.
Os autores do NT abandonaram varias crenças e praticas sagradas de 1500 anos, como:
- Os sacrifícios de animais – substituídos pelo sacrifício perfeito de Cristo
- A supremacia da Lei Mosaica
- Começaram a adorar Jesus apesar do AT afirmar para adorarem apenas a Deus (claro, Jesus é Deus, mas para os Judeus da época, que não entendiam bem a trindade, isso era uma grande blasfemea)
- O sábado como o dia sagrado
- Crença no Messias conquistador – Jesus era o oposto de um Messias conquistador. Ele é o cordeiro sacrificial (isso em sua primeira visita)
Para entender o impacto que Jesus teve, J.P. Moreland coloca assim:
“[os judeus] acreditavam que [essas instituições] lhes tinham sido confiadas por Deus, Acreditavam que, abandonando-as, estariam correndo risco de ver sua alma condenada ao inferno após a morte. [...] Agora vem um rabino de nome Jesus de uma região de baixo nível social. Ele ensina durante três anos, reúne um grupo de seguidores vindos de classe media e baixa, entra em conflito com autoridades e é crucificado, assim como outros 30 mil judeus que foram executados no mesmo período. Cinco semanas depois deele ser crucificado, porem, mais de 10 mil judeus o estão seguindo, declarando-o iniciador de uma nova religião. E veja: eles estão dispostos a abrir mão ou a alterar as cinco instituições sociais que, desde a infância, lhes tinham sido ensinadas como fundamentais em termos sociais e teológicos [...]. Algo muito importante estava acontecendo.” [15]
Jesus realmente ressuscitou dos mortos?
Na obra “The Risen Jesus and Future Hope”, Gary Habermas avalia mais de 1400 obras de críticos que falam sobre a ressurreição de Jesus. Ele chega a conclusão de que existem 12 fatos sobre Jesus dos quais a gigantesca maioria dos críticos, independente de crença, dos mais céticos aos mais crentes, concordam quem são historicamente reais. Esses fatos são:
- A morte de Jesus deu-se por meio da crucificação romana
- Ele foi sepultado num tumulo particular
- Pouco tempo depois, os discípulos ficaram desanimados, tendo perdido a esperança.
- O tumulo de Jesus foi encontrado vazio pouco tempo depois de seu sepultamento.
- Os discípulos tiveram experiências que acreditaram ser aparições reais do Jesus ressurreto.
- Devido a essas experiências, a vida dos discípulos foi totalmente transformada. Depois disso, até mesmo se dispuseram a morrer por sua crença
- A proclamação da ressurreição aconteceu logo de inicio, desde ocomeço da história da igreja.
- O testemunho publico e a pregação dos discípulos sobre a ressurreição de Jesus aconteceram na cidade de Jerusalém,onde Jesus foi crucificado e sepultado pouco tempo antes.
- A mensagem do evangelho concentrava-se na pregação da morte e da ressurreição de Jesus.
- O domingo passou a ser o principal dia de reunião e adoração.
- Tiago, irmão de Jesus e cético antes desse evento, converteu-se quando acreditou que também vira o Jesus ressurreto.
- Poucos anos depois, Saulo de Tarso tornou-se cristão devido a uma experiência que ele também acreditou ter sido uma aparição de Jesus, assim se tornando o Apostolo Paulo.
Qual é a melhor explicação desses fatos? A única explicação que creio ser plausível é a que os discípulos deram: A de que Deus ressuscitou Jesus dos mortos.
Conclusão
Podemos concluir, com base nas evidencias (e eu mencionei poucas), que o NT possui documentos de confiança.
Veja as evidencias da Ressurreição de Jesus aqui:
A Ressurreição do Filho de Deus
Fontes:
[1] - Craig Blomberg entrevistado por Lee Strobel, Em Defesa de Cristo. p. 13
[2] - Idem. p. 14
[3] - IRENEU, de Lião, III Livro, São Paulo, Paulus, 1995, p. 247, (Patrística.)
[4] - Lee Strobel, Em Defesa de Cristo. p. 16
[5] - Bruce Metzger entrevistado por Lee Strobel, Idem. p. 60
[6] - Idem. p. 62
[7] - Craig Evans entrevistado por Lee Strobel, The Case for the Real Jesus
[8] - Recent Discoveries em Bible Lantis, p. 136.
[9] - "The Evidence for Jesus". Disponível on-line em http://www.leaderu.com/offices/billcraig/docs/rediscover2.html
[10] - Roman Society and Roman Law in the New Testament, p. 189.
[11] - 4St. Paul the Travellerand the Roman Citizen, p. 8.
[12] - Idem. pp. 90-91
[13] - F.F. Bruce, Merece confiança o Novo Testamento?, p. 107.
[14] - Michael Grant, Jesus: a historian's review of the gospels, p. 176
[15] - J.P. Moreland entrevistado por Lee Strobel, Em Defesa de Cristo, p 254







