oiii eu queria saber se voce poderia escrever algo pro ale eu amo ela eh praticamente nao tem nada sobre ela
⋆𐙚 ̊.Especial Ordem Paranormal ׂׂૢ་༘
♯┆Temporada/Spin-off:
╰► HEXATOMBE 土
♯┆Nota do autor୭ ˚.⁺⊹ .ᐟ
╰► Alívio de escrever algo em português e não ter que me preocupar em traduzir pro inglês. Não foi pedido um cenário, então eu fui de acordo com a minha imaginação.
╰► Vou estar me referindo a Alê como 'Elu'.
╰► Se você acha essas coisas de fanfic meio veegonhosas e talvez ridículas, fique a vontade para não ler <3. Só, por favor, não diga coisas ofensivas por causa de uma historinha.
♯┆Personagem:
╰► Alê — Psikolera
╰─► Resumo: Apenas um dia comum com Alê. — Não é dito como romântico, mas você decide como você interpreta a relação de Alê com o leitor.
O apartamento estava vazio agora, mas ainda tinha a bagunça relativamente controlada da noite passada.
Você acordou tarde hoje.
Sua cabeça doía feito o inferno e seu corpo implorava por mais um tempo de descanso, porém, a sua fome e necessidade de arrumar sua moradia ganharam a disputa. Você não era um bicho selvagem para viver com aquela bagunça como se fosse normal.
Quanto mais rápido você arrumasse, mais rápido você poderia se dar um descanso merecido. Não haveria como você acumular mais bagunça se arrumasse tudo aquilo primeiro.
Fazia apenas 2 dias desde o último show, então todos da banda concordaram em ter uma comemoração caseira ontem.
É seguro dizer que vocês pretendem deixar o Eloy longe de bebida alcoólica da próxima vez.
Todo mundo se deixou levar pela comemoração e a vaga lembrança de ter vomitado na toalha de banho invade a sua cabeça. É muito vago pra você ter certeza que realmente aconteceu, mas ao ouvir a máquina de lavar funcionando sua lembrança é confirmada como real.
Terminando de arrumar a cozinha e levar a louça que havia se acumulado, você caminha até a sala, encontrando lá o seu colega de quarto e de banda, dono do apartamento que você morava junto fazia um tempo.
O apartamento de Alê era pequeno, mas carregado de presença. Não era bagunçado — só… vivido. Ainda tinha alguns cabos espalhados pelo chão como raízes, um teclado apoiado em seu colo, pôsteres meio tortos da banda de vocês e de bandas que você reconhecia pelo som antes mesmo de ler o nome. O ar tinha cheiro de café velho e incenso queimado pela metade.
Alê tinha arrumado a sala enquanto você estava na cozinha, e de quebra ainda tinha colocado a toalha e algumas roupas pra lavar.
Agora Alê estava sentado no chão, costas apoiadas no sofá, o teclado sobre as pernas, mexendo no notebook que estava na mesa de centro. O macacão branco foi substituído por uma camiseta larga da banda e uma calça larga azulada. Elu tocava o teclado, digitava no notebook e depois voltava a tocar o teclado. Não era uma melodia alegre. Também não era agressiva. Era densa. Um som que não pedia atenção, mas exigia escuta.
Você ouve silenciosamente, se jogando no sofá sem interromper. Isso era rotineiro com Alê. Era tranquilo, quieto e apenas vocês dois.
“Hoje tá diferente.. Parece que tá tentando se encontrar.” Você diz, quebrando o silêncio confortável que havia antes. Alê normalmente tocava direto, suas notas não demoravam mais do que precisavam, mas hoje estavam longas, incertas de que eram as corretas e quais poderiam ser as próximas em sequência.
“Precisa ser algo mais pesado.” Elu diz sem rodeios, sua voz suave como um sussurro, mas ainda audível. “Não só melodia, mas também ruído. Mais intensidade.”
Você murmura em concordância, os olhos vagando pela sala do apartamento enquanto pensava sobre as palavras dele.
Mas tudo se torna silêncio quando seus olhos encontram aqueles par de olhos na foto abaixo da televisão.
Seus colegas de banda. Seus amigos próximos. Reunidos. Poucas pessoas acompanhavam vocês naquela época.
Psikadela. Você, Cindy, Franco, Alê, Eloy e... E o Andrei.
Fazia meses desde que vocês tinham visto o Andrei pela última vez.
Talvez... Talvez ele ainda estivesse por aí, não é? Esperando alguém ou algo.
Um toque no seu braço te acorda dos seus pensamentos. Era Alê.
Você tava se perdendo de novo.
Uma pausa curta, uma nota tocada. O tom mudou, ficou mais grave, mais arrastado. “Eu não sei fazer barulho vazio.” Alê diz neutro, um tom baixo enquanto voltava o olhar para o teclado que segurava.
Você se aproximou, sentando no chão ao lado delu. O ombro de vocês se tocou de leve, quase por acaso. Alê não se afastou. Também não se aproximou mais. Apenas aceitou.
“Você nunca faz” você disse. “Mesmo quando tenta.”
Alê soltou um som baixo, algo entre uma risada contida e um suspiro. Finalmente parou de tocar e apoiou as mãos no teclado, como se estivesse segurando algo frágil.
Uma pausa de seu instrumento musical, de trabalhar. “Eu quero que faça sentido” respondeu elu. “Não só… barulho por barulho.”
Elu fechou o notebook com cuidado, como se aquela decisão precisasse de respeito. Depois se levantou, passando por você para pegar duas canecas no armário. Colocou café em ambas, mesmo sem perguntar. Sabia que você aceitaria.
Sentou no chão da sala, costas no sofá. Um barulho de gotas de chuva contra a janela havia começado.
“Quando eu toco..” Alê começou, olhando pra caneca “É o único momento em que eu sinto que não preciso me explicar. Que posso existir do jeito que sou. Na música. No corpo. No jeito de ser.”
Alê apenas respirou fundo, sentindo o peso do seu corpo ali.
Você bebe o café, apenas absorvendo as palavras, não respondendo, mas se mostrando presente ao lado de Alê no silêncio. Sua cabeça encosta no ombro delu, apenas se apoiando ali em um gesto carinhoso.
Alê fechou os olhos por alguns segundos. “Você sabe...” elu falou, com a voz baixa “...Que eu não sou bom em dizer essas coisas.”
Você sorriu.
“Eu sei. Você mostra.”
Um silêncio confortável se instalou. Alê encostou a cabeça na sua, gesto pequeno, quase tímido. Não havia música, nem ensaio, nem banda naquele momento. O som da chuva e a certeza tranquila de que, ali, elu podia descansar.
“Valeu.” elu sussurrou, quase inaudível.
E você ficou, como sempre ficava. Apenas a respiração sincronizada de vocês dois — simples, imperfeita, real.
Sinopse: Você e Ana sempre foram amigas. Boas amigas. Porque não mais que amigas? Porque, derrepente, uma tal de Escarlata estava na vida dela, impedindo você de sequer tentar?
T.W: Doença Hanahaki já é um aviso :'((
Palavras: 2,1K
O ar do posto de saúde estava gélido, causando arrepios na pele. Ainda assim, seu olhar estava fixo na mulher a sua frente, que se encontrava de costas, e seu corpo imovel. Quando Ana se virou, expondo a expressão séria e severa, mas de alguma maneira ainda doce, você se limitou a sorrir e estender a mão cortada, na qual o sangue Ana já havia estancado e limpado.
“Você precisa tomar mais cuidado.” Repreendeu a enfermeira, segurando seu pulso com uma leveza que desmentia o tom rígido.
“De que outra maneira eu iria ver como minha amiga preferida está indo no trabalho?” questionou, sorrindo segundos antes de tirar um sorriso doce e tímido de Ana, que desviou levemente o olhar antes de focar em passar a agulha pela ferida aberta na palma da sua mão.
“Então foi de propósito e você mentiu pra mim?”
“Não, a faca realmente caiu e antes de pensar direito, e agarrei a lâmina no ar. Mas qual o problema de unir o útil ao agradável?" Você perguntou, somente para franzir o cenho e prender a respiração quando a agulha curva começou a passar por sua pele, fazendo-a estremecer.
“Eu diria que não foi útil e, pela sua expressão, está desagradável.” ela brincou
“Culpa sua. Porra, aquela anestesia foi pra que?” Reclamou, apertando os dedos do pé com a sensação estranha da linha passando e puxando a pele; não muito doloroso, mas agoniante.
“Normalmente temos que esperar uns quinze minutos para agir, mas…” Ana levantou o olhar por um segundo, parecendo quase divertida. “Eu não quero que você se machuque só pra vir me ver, então acho justo que doa um pouquinho pra você não repetir.”
“Ah, é? E se eu gostar da dor?” Perguntou, se curvando levemente para frente, aproximando levemente suas faces. A pele branca e imaculada de Ana atraiu seu olhar, que percorreu cada centímetro que avermelhou em segundos.
O seu estômago revirou, e uma satisfação familiar correu por suas veias. A dor foi esquecida com a quantia avassaladora de borboletas voando dentro de você; nada importava além do olhar tímido e adorável da mulher à sua frente.
Ao menos, não até que ela abrisse aquela maldita boca.
“Falando assim, você me lembra da Escarlata.” Ela gaguejou, o que a fez enrijecer. Sua boca amargou e o que eram borboletas, passou a parecer uma espiral dolorosa. Sua respiração pesou, e algo coçou em seu peito.
“Ah, aquela esposa do cara do museu?” perguntou mesmo sabendo muito bem quem era ela, tentando ao máximo agir como se não importasse. “Que o marido dela gostou de você, ou algo assim e ofereceu uma relação poligâmica?”
Mas em sua mente, só havia um sentimento amargo e egoísta. Você veio primeiro. Escarlata quem devia parecer com você, não o contrário; o ódio e o amor se agarraram em seu coração como vinhas espinhosas.
“Sim.” Ela pigarreou, ainda vermelha, mas voltando a focar no trabalho. “Mas não dei uma resposta ainda. Eu não gosto dele assim, mas…”
“Ai!” Exclamou, mesmo não tendo doído. Não estava preparada para ouvir o que viria a seguir, e assustada, Ana arregalou os olhos e parou todos os movimentos, parecendo ter até prendido a respiração.
“Doeu?”
“Bastante. Nossa.” Respirou fundo, embora não pela dor; mas para aliviar o peso que sentiu repentinamente no pulmão.
“Achei que gostasse.” Ela brincou com um sorriso apologético, dando a última passada com muito mais leveza. Sua expressão escureceu.
“Não gosto.”
“Eu sei.” Ana sussurrou, evitando seu olhar devido ao tom cortante de sua voz. A mulher olhou para cima por baixo dos cílios, ainda com a cabeça baixa, curiosa com sua repentina amargura. Como se numa tentativa de melhorar seu humor, Ana cortou a linha rapidamente, deu o nó e segurou sua outra mão enquanto colocava a agulha na mesinha de alumínio ao lado das duas e pegava o líquido desinfetante. “Pode apertar se arder, diferente de você, eu não me importo se doer.”
A voz suave e aveludada enviou um arrepio por sua espinha. Um tão grande que o provido pelo ar condicionado sequer era percebido – a dor foi esquecida, e seu corpo pareceu flutuar para longe da cena.
Foi um flerte.
O que mais seria senão isso?
Ou não foi? Mas o assunto era tão propício…
Sua mente desvaneceu, seus olhos perdidos na cabeça loura raspada de Ana enquanto ela lutava para limpar sua ferida com uma única mão. Sem nem perceber, suas unhas pressionaram na pele dela, que nem sequer se incomodou; Ana se demorou limpando sua mão, parecendo estender o toque como se pensasse em algo também.
Mas quando ela terminou, olhou para cima e seus olhos encontraram aqueles azuis profundos a centímetros de distância, seu corpo deu uma sacudida e por reflexo sua mão apertou ainda mais, fazendo Ana fechar os olhos e inspirar pela sensação dolorosa de suas unhas cravando na palma dela.
“Opa, foi mal.” murmurou, se curvando para trás enquanto ela abria os olhos e sorria.
“Tá tudo bem. Você já me fez coisas piores.” ela brincou, fazendo um sorriso ladino subir sua face.
“Ah, mas aí foi de propósito…” disse enquanto ela se afastava, pronta para guardar todos os utensílios e te liberar.
“Você é terrível.” murmurou a loira, tentando – e falhando, em conter um sorriso. A mulher relativamente alta, com seus prováveis um e setenta e cinco, se colocou à sua frente com o uniforme impecável, ereta como um soldado, mas com o olhar suave e doce.
Diferente de como é com outras pessoas, Ana nunca teve dificuldade em olhar nos seus olhos. Isso costumava te fazer sentir tão especial… Até Escarlata aparecer.
E então, outra coceira chata no peito. Um incômodo sutil, como se algo tivesse roçado levemente um órgão – seu pulmão.
“Já pode ir. Não esqueça de passar na recepção.” em resposta, você apenas acenou. De maneira mecânica, se colocou de pé e quase se inclinou para frente a fim de beijar a bochecha da mulher, até se lembrar de que ela estava ali a trabalho.
Pigarreando, acenou, mas não perdeu a vermelhidão e o sorriso divertido no rosto dela.
“Passa na minha casa depois, se der.” Pediu ao ir em direção a porta, sentindo o coração vibrar de emoção.
“Pode ser amanhã? Hoje eu já combinei com a–”
“De boa! Tchau, Ana!” Exclamou sem parar a caminhada, sumindo pela porta do postinho para não ter o desprazer de ouvir o resto.
Que vibração chata. Uma hora agradável, na outra, tão dolorida que lhe tira o ar.
E assim os dias seguiram. Ana dizia não saber ainda se a relação a três é o que ela queria, então estava saindo em encontros frequentemente com os dois – o que começou como uma coceira dentro do peito, porém, rapidamente evoluiu para tosses secas. Quando o amor da sua vida irrompeu pela porta de sua casa dizendo amar escarlata, apesar de odiar a dinâmica a três, foi o que a fez piorar ainda mais.
Ana queria pedir para Escarlata se divorciar do Torvo.
“Você acha que ela concordariam?”
“Sei lá, acho que pode ser que sim.” Não.
Não.
Não.
Não. Deus, por favor, não.
“Pode ser?” Ana suspirou, frustrada, e perceber que seu papel de amiga exigia dar forças ao amor da sua vida fez a coçeira em seu pulmão começar a pinicar.
“Desculpa. Tenho certeza que sim, Ana. Você é incrível e essa mulher… Te ama, né? Então acho que sim – eu sei que sim. Pelo que você me diz, é claro.” Forçou as palavras dolorosas a saírem de sua garganta, engolindo a tosse que tentou subir, o que só a fez prender a respiração ao sentir aquela maldita coçeira.
Quando Ana abriu a boca, porém, você não conseguiu mais segurar e se curvou pra frente no sofá, tossindo alto e forte. Aquele roçar macio na parte interna de seu pescoço abriu passagem pra cima, mas junto a isso, algo parecia apertar seus pulmões e te impedir de respirar direito.
“Ei, você tá bem?!” A loira perguntou, se arrastando no sofá até o seu lado para apoiar uma das mãos levemente calejadas em suas costas.
A pele de Ana é tão quente contra a sua. Tão suave, cheia de preocupação – como será que sua Ana toca aquela Escarlata?
O pensamento a fez abrir a boca, mas incapaz de falar em meio a tosse violenta que se seguiu, fez que sim com a cabeça apenas para sentir uma ardência tomar conta da garganta e algo desconfortável subir; Diferente das coceiras das pétalas, sentiu pontadas internas e um nauseante gosto de ferro. Com olhos arregalados, correu até o banheiro, seus pés trêmulos mal suportando seu próprio peso enquanto se jogava na privada com os sons dos passos apressados de Ana logo atrás.
Curvada na privada, sangue escorria de sua boca, e junto dele duas pétalas solitárias de rosas vermelhas. O horror tomou conta de seu rosto enquanto a mulher atrás de você tentava espiar por cima de seus ombros trêmulos.
“Água!” Gritou com a voz embargada, quase enfiando a cabeça na privada para impedir Ana de ver as pétalas flutuando na água avermelhada.
“C-certo.” Ela disse, claramente nervosa ao correr até sua cozinha.
Enquanto a loira se afastava você se apressou em dar descarga e tentou limpar o sangue dos lábios com a língua, engolindo o gosto metálico e passando a língua cheia de saliva ao redor dos dentes agora rosados rapidamente, várias vezes, querendo acabar com qualquer vestígio que revelaria seus sentimentos.
Quando sua paixão voltou com um copo já cheio d’água e uma garrafa como precaução, seus olhos encaravam o ladrilho do banheiro como se fosse a coisa mais interessante do mundo; mas em seu coração, havia apenas a vontade incontrolável de chorar até o corpo murchar e apresentar rugas de desidratação.
Os sintomas estão todos ali, não há mais como negar ou tentar se enganar. É Hanahaki.
“Aqui, beba.” Aquela voz suave e ligeiramente tímida a tirou de seu transe induzido, fazendo-a olhar para o lado e, incapaz de olhar o rosto de Ana, estendeu a mão sem desviar o olhar dos sapatos dela.
“Obrigada.” Murmurou, pegando o copo delicadamente. O momento em que seus dedos tocaram nos leitosos de Ana foi o momento em que seus olhos encheram de água, sobrecarregada demais pelas emoções.
“O que foi isso? Está tudo bem?” Questionou a enfermeira, que por hábito levou a mão até sua testa enquanto a água fria descia raspando sua garganta machucada e obstruída.
Duas lágrimas escorreram pelas laterais de seus olhos com a sensação quente da palma delicada; você, porém, sentiu duas pequenas casquinhas de cicatrização em forma de linhas no peito da mão de Ana, e algo dentro de si sabia que não eram machucados obtidos no trabalho.
Porque aquela desgraçada continua profanando o que devia ser seu?
“Fala comigo.” A loira sussurrou, se sentando no chão bem à sua frente enquanto bebia mais água, lavando todo o gosto daquele líquido avermelhado.
“Eu não sei.” Disse, sem saber para qual das perguntas. E olhando brevemente para os olhos azuis escuros, preocupados com você, seu corpo cedeu; a visão embaçou enquanto lágrimas salgadas escorriam, fazendo-a soluçar. “Eu não sei, Ana.” Chorou, puxando o corpo de sua amada para seus braços, mesmo que soubesse que ali não era o lugar dela para estar.
Ana, porém, não se afastou. Te envolveu com força e enterrou o queixo em cima da sua cabeça, permitindo que molhasse a blusa dela com seu fluxo interminável de lágrimas.
“Você precisa ir ver o que é isso.” Sussurrou, mas não insistiu. Você estava chorando, assustada, e a última coisa que a mulher queria era sobrecarregá-la ainda mais.
Então satisfeita com seu balançar suave de cabeça, Ana começou a acariciar suas costas, decidida a lhe trazer tanto conforto quanto possível.
Ela cancelou um encontro com Escarlata naquela tarde e te fez prometer investigar a causa dessa tosse misteriosa que te fez ‘morder a língua’. A desculpa que usou pro sangue, dor e lágrimas.
Como dizer pra pessoa que ama que seu coração está criando raízes que perfuram seus pulmões e faz nascer flores? Flores que não cabem no peito e precisam ser postas para fora. Flores que florescem e crescem junto ao seu amor, assim como os espinhos cutucam junto a desilusão. Como explicar para a mulher mais doce que já conheceu, que por não te amar, o sentimento que você cultiva iria te rasgar por dentro até a morte?
Ana não merece carregar essa culpa, então você mentiu. Disse que marcou um exame ao qual nunca compareceu. Depois, que era alguma reação alérgica. Então que descobriram ser um acúmulo de água no pulmão e teria que extrair. Essa mentira te deu muito tempo para aproveitar as sopas quentes de Ana, os olhares preocupados, os toques suaves e gentis.
Te deu tempo suficiente para tentar, mesmo que por minutos frágeis e facilmente quebradiços, que eram só você e ela novamente, até o dia de sua morte.
╰► Isso aqui tá no formato de mensagens, não de fanfic! Fique a vontade para ignorar se não gostar ou não quiser ler
╰► Peço perdão caso os personagens não se pareçam com o que é apresentado deles no rpg. Isso aqui é só diversão e eu fiz porque não tinha nada para postar de Ordem.
♯┆Resumo:
╰─► Você recebeu um buquê lindo do seu parceiro! Oh! Parece que esse buquê não foi entregue pelo seu parceiro... Mas ainda bem que isso tudo é só uma trend viral!
⌗ ─ My profile is all red to match the blood element of Ordem Paranormal/Paranormal Order... The devil represents the element of blood. I'm not a devil worshipper </3 😰
⌗ ─ I love interacting and chatting. So feel free to ask anything (but please be mindful of your words and questions. I am a minor and I am not obligated to read and deal with certain things.).
⌗ ─ I plan to write about other things in the future. Like... Jujutsu Kaisen, Mononoke (both the anime and the movie), maybe even Creepypastas, and more things like that... Oh, and maybe I'll risk writing some nsfw when I turn 18 and feel more confident writing that kind of thing.
“Why don't you make a wish too?”
[✗] Requests ⌯⌲
⫘⫘⫘⫘⫘⫘༺𓆩༒︎𓆪༻⫘⫘⫘⫘⫘⫘
˖⌕ ۫ ‧˚꒰ ᥍Masterlists ୭ ˚. ᵎᵎ
⛶ ⌕ Ordem Paranormal Masterlist - This one is in Portuguese.
⛶ ⌕ Gachiakuta Masterlist ⛶ ⌕ Dr. Stone Masterlist
oiiii, vc faria mais desses posts em estilo de smau com a situação dos psikolera/mascarados?
Esse buquê NÃO é meu!
♯┆Personagem:
╰► Pt 2: Caio Teles, Eloy, Franco e Alê
Pt 1: Cindy e Pomba
Pt 3: Aguiar, Dalmo, Jae, Kemi e Labirinto (Farei depois)
♯┆Notas do Autor(a)
╰► Demorei, mas fiz. Me atolei com a escola e não sabia como fazer o do Eloy e a do Caio, mas deu nisso aí. E Alê fala com ponto final em todas as suas frases, okay? Eu imagino elu respondendo dessa maneira </3... Lembrando que, se você não gostar, não precisa ler.
♯┆Resumo:
╰─► Parece que você ganhou um buquê lindo! Mas- Oh.. Parece que não foi seu parceiro que mandou.. Ainda bem que isso é só uma trend viral, não é? ^^
˚₊‧꒰ა ♱ ໒꒱ ‧₊˚Make a wish to the crown of thorns. It cries out for a resolution.
✗┆ 𝑓𝑜𝑟 Gachiakuta, Dr. Stone, Kimetsu no yaiba and Ordem Paranormal <3
[✗] Masterlist
˗ˏˋ ᳨💭 ๎𞥊 ᩡ Yepyep!
╰► I love writing cute, fluffy, and soft things. I'm a sucker for comfort.
╰► I can try to write unhappy things, but I can't guarantee they'll be good.
╰► I love platonic things and if I remember anything else I'll add it here!
╰ ► The gender will be up to you to choose, so I write Fem!Reader, Male!Reader and GN!Reader. Please feel free to ask for anything. 🤘🏽🤘🏽
╰► Headcannons are also very welcome! So feel free to request them.
╰► I also accept writing Smau <3
˗ˏˋ ᳨💥 ๎𞥊 ᩡ No.
╰► I don't write Nsfw stuff
╰► Dub-con
╰► Non-con
╰► Racist stuff...
╰► And you know... All the criminal stuff.
# — Extra
Requests come in order of inspiration, not arrival.
Oh! Anons, if you guys want, feel free to identify yourselves with emojis or names. I love receiving requests from Anons with specific titles.
Each story takes the time it needs to be complete and I have school and those human things :D.
.....I separated the rules from the main post... :D
pra smau de esse buquê não é meu: imagino alê respondendo monossilábico mas conforme as mensagens avançam elu começa a mostrar um pouco mais de paranóia? "não é meu" começa a virar "sai de casa e vai pra cindy" (ou outro membro da banda?) "tranca a porta, deixa a luz acesa"
não seii, é só uma ideia! vejo alê sendo bem assertiva mas talvez esteja ooc
AI EU NÃO SEI QUEM É VOCÊ, MAS EU TE AMO COM TODO MEU CORAÇÃO 🤘🏽🤘🏽🫶🏽
Já me ajudou muito a ter uma ideia melhor de como colocar isso lá ❤️