Essa foi a edição inaugural dessa prova, a minha primeira prova fora do Brasil e a inauguração do meu mala-bike. Estava bem empolgado pra fazê-la muito pela viagem ao Peru. Iríamos conhecer Lima, Cusco e Machu Picchu.
Acho que aprendi não me cobrar tanto em provas. Essa seria minha quarta vez fazendo a meia distância então já consigo dizer que tenho alguma experiência nisso. Mas dessa vez teria algo diferente. Desde dezembro vinha acompanhando meu peso e, com isso, consegui melhorar significativamente minha corrida. Eu coloquei como meta pessoal baixar de 2h na meia-maratona dessa prova.
Na véspera da viagem para Lima me reuni com os técnicos da minha assessoria (Triativo) para ver o que eu tinha feito nos treinos até então e conseguir estimar meus tempos de prova. Em teoria, o melhor que eu conseguiria seria 5:38h mas eu queria mais que isso: queria fazer abaixo do meu melhor tempo, que era 5:31h. Eles falaram que era arriscado mas deixaram a meu critério. Então levei comigo a confiança dos técnicos que eu iria arriscar no pedal e na corrida pra conseguir baixar esse meu tempo.
PRÉ-PROVA
Fomos eu e Luciana (minha noiva) num vôo de Fortaleza a Lima com uma longa conexão em SP. No embarque deu um atraso gigantesco. Tão grande que tivemos que pegar outro vôo pra não perder a conexão em SP. Embarcamos as 19h do dia 20/04 de Fortaleza e fizemos nossa conexão umas 23h em Guarulhos. Chegamos em Lima na manhã do dia 21/04 (sexta-feira). Fomos de taxi para o hotel (trânsito de Lima é um CAOS a parte!). Chegamos no hotel, fizemos o check-in e logo subi pra montar a bike. Tirei do mala-bike e em poucos minutos a bike tava montada no quarto.
Na sexta-feira a tarde fui na expo me credenciar e conhecer. Confesso que esperava BEM mais da expo. Tinham poucas tendas e a loja oficial estava abarrotada de gente. Me credenciei, conheci tudo, escutei um pouco do congresso técnico (em espanhol) e voltei pro hotel. No dia seguinte fui pedalando com outros atletas até a expo para fazer o bike check-in. Diferente das provas da marca Ironman no Brasil, essa não tinha sacolas então só deixei a bike limpa e seca na transição mesmo. Sai de lá pro hotel pra arrumar o resto das coisas.
Como falei no começo eu já estou com uma certa experiência e depois de alguns erros e acertos já consigo dizer mais ou menos como meu corpo vai reagir nessas provas. Então me preparei pra no dia da prova comer apenas pão de leite com mel. Eu tenho facilidade de reter líquido e não preciso de muito carboidrato durante a prova. E devido más experiências com comida eu já sei que comigo basta continuar fazendo o que eu já faço nos treinos. Então comi uns 4 a 5 pães com mel e fui pra largada às 4:50h. Um frio danado. Já fui de roupa de borracha (com macaquinho por baixo). Levei tudo pra aprontar na transição e deixei tudo lá.. no chão mesmo.
NATAÇÃO
A prova foi dividida em ondas e a elite (primeira onda) deveria largar as 06:30h. Atrasou 1:10h devido a um acidente de carro no percurso da bike. Não tive problema com o atraso. Não deu fome. Deu uma vontade gigante de ir no banheiro. Mijei lá mesmo. Em pé. Faltando uns 20 segundos pra minha largada.
Eu não tinha feito nenhum treino no mar e não tinha, sequer, sentido a temperatura da água. Minha natação é ruim, sou ciente disso e deixo pra sofrer só no dia e na hora da prova. E na hora da prova descobri que a água era MUITO gelada!
Então.. largou. Larguei da frente correndo forte mas fui ultrapassado por uns loucos dando tiros. Deixei irem. O primeiro mergulho foi de dar um frio na espinha. A água era muito gelada MESMO. Tentei colocar um ritmo no começo pra sair do bolo de gente. Senti que eu tava conseguindo manter um ritmo legal quando comecei a ultrapassar gente da onda anterior (toucas verdes e vermelhas). Com uns 10 minutos de prova eu tinha as mãos e os pés quase dormentes pela temperatura. Olhei algumas vezes pro relógio e vi que o ritmo estava abaixo de 2min/100m, que era meu ritmo normal de prova. Tentei manter mas vi que o ritmo ia caindo. Tentei buscar uma esteira mas as que eu pegava eram muito desorientadas. Eu já conseguia enxergar a saída da água na areia e via que eles estavam nadando errado. Corrigi meu percurso e coloquei muita força porque estava chegando. Até que chegou. Fiquei em pé e sai cambaleando pra dentro da T1.
T1
Dentro da T1 tinham vários staffs ajudando a tirar a roupa de borracha. Assim que vi me lembrei do meu primeiro 70.3 em Brasília, onde senti cãibras ao tirar a roupa. Mas como tava um negócio frenético lá dentro e um staff gritou pra eu deitar e eu deitei. Ele tirou a roupa de mim muito rápido, peguei ela e corri pra bike. A transição dessa prova era gigantesca. Um corredor de uns 200m a 300m. Corri até minha bike, joguei a roupa no chão, afivelei o capacete e sai correndo com a bike até a zona de monte ainda bastante ofegante.
CICLISMO
Comecei meu pedal muito ofegante ainda do fim da natação. Demorei um pouco pra consegui respirar, tomar um gel e realmente começar a pedalar. Depois que encaixei comecei a administrar a potência e meu esforço cardíaco. Aproveitei pra ver quanto tinha sido a natação porque até então eu não tinha visto. Não vi exatamente quanto tinha sido mas fiz as contas e tinha dado abaixo de 40min, que seria ideal pra mim. Já comecei bem.
O clima estava nublado e um pouco frio. Comecei a espremer os pedais e vi minha velocidade aumentando e meus batimentos cardíacos ainda baixando do esforço da natação. Tudo indo bem até a primeira subida do percurso. Eu não tinha feito esse percurso e não tinha noção de como eram as subidas (tinham basicamente duas que passaríamos 2 vezes em cada). A primeira subida foi ruim. Como eu não queria chumbar as pernas eu reduzi muito a cadência e tentei girar ao máximo sem aumentar o esforço cardíaco. Já a segunda subida foi péssimo. Era muito íngrime! Muitos atletas passaram por mim mas não em abalou e passei muitos de volta na descida. No plano eu ia embalado e sempre olhando pra minha potência, minha frequência cardíaca e a velocidade. Eu sabia que eu estava indo bem e sem esforçar tanto (o medo dos técnicos). Por questão de psicológico eu não quis olhar minha velocidade média até chegar o km 45. Quando cheguei na metade do percurso fique estava acima de 33km/h de média, que era o planejado. Dai pra frente foi administrar e na última perna consegui botar mais força pra fechar o pedal com 33.5km/h de média em 2:39h. Estava entregando a bike sem problemas, sem tanto esforço, com a alimentação encaixada e talvez um pouco de sede.
T2
Como estava bem, consegui correr com a bike e entregar muito rápido. Calcei minha meia, tênis, número e ja sai pra correr. A transição era grande e me perdi um pouco entre o fim dela e o começo da corrida. Sai correndo fácil e empolgado.
CORRIDA
Comecei a corrida pra 5:20 de pace e resolvi diminuir o ritmo. Meu planejamento era: 11km a 5:30; 5km a 5:15; 3km a 5:00 e os 2km finais seria força até onde desse. No melhor dos casos eu faria a meia-maratona pra 1:50h e no pior eu queria fazer abaixo de 2h. Essa era a meta principal.
Logo nos primeiros quilômetros eu consegui manter entre 5:25 e 5:30 muito fácil. Coração batendo baixo e sem problemas. Via muita gente passando por mim (pessoal mais forte que largou nas últimas ondas) mas não me afetou em nada. Eu sabia que tinha nadado ok, pedalado bem e tava mantendo uma corrida boa. Passei do primeiro posto de hidratação sem parar, tomei água e continuei firme até mais ou menos o km 6, no segundo posto de hidratação. Nesse eu andei, tomei um gel, bebi água e logo sai. Continuei nesse ritmo sem problemas até as primeiras subidas. Não eram grandes subidas mas eu não queria andar de jeito nenhum. E assim foi. Só andei nos postos de hidratação e geralmente bem rápido. Lá pelo km 8 eu comecei a sentir um cansaço e vi que talvez meu planejamento não fosse dar certo. Comecei a refazer o plano e fazer cálculos. Eu já sabia que mesmo se eu continuasse numa corrida mais lenta eu bateria meu recorde da prova (5:31h em Maceió) mas eu queria o sub-2h na corrida. Então resolvi manter o pace de 5:30 durante a corrida toda.
O percurso de Lima era uma perna de 10,5km pra ir e outra pra voltar. Quando fiz o retorno dos 10,5km eu comecei a sentir umas dores na lombar no lado esquerdo. Não sei exatamente o que era mas continuei buscando o 5:30 de pace. Fui marcando outros atletas com ritmo parecido até um pouco depois do km 16. Até que perguntei quanto faltava para outro atleta (meu relógio não estava fiel porque eu deveria ter começado a marcar a corrida antes, ainda dentro do que eu achava que era transição). Quando ele disse que faltava uns 4km eu resolvi mudar meu plano de novo. Comecei a apertar e fui negativando os km: 5:19; 5:17; 5:16 e o último pra 5:09. Eu sabia que se forçasse ia durar uns 20min. Ia doer mas eu ia conseguir. E consegui! Fechei a corrida em 1:54h.
Cruzei o pórtico muito eufórico porque vi meu tempo final: 5:17:11. Nem de longe eu esperava esse tempo. Na melhor das hipóteses eu esperava um 5:20h. Ainda ofegante eu fui ver pra quanto eu tinha nadado... 37min. Dei uma gargalhada sozinho. Fiz minha melhor natação, meu pedal mais forte e consegui fazer meu tão esperado sub-2h na corrida. É óbvio que juntando tudo eu consegui bater meu recorde da distância baixando 14 minutos. Felicidade sem tamanho e sentimento de missão cumprida.
PÓS-PROVA
Assim que cheguei fui na tenda médica por causa da dor na lombar. O médico aplicou uma injeção com diclofenaco e eu sai pra comer alguma coisa. Não demorei muito, bebi uma pepsi, um gatorade e não consegui comer um sanduíche. Sai pra encontrar a Lulu e dizer para o mundo a que eu tinha ido muito bem. Demoramos muito tempo pra sair de lá porque a rua estava interditada e não tinha taxi por perto. Acabou que voltei pedalando para o hotel junto com outros atletas e a Lulu voltou de Uber. Eu estava muito bem. Tanto que passamos a tarde no shopping próximo ao hotel onde almoçamos e a noite voltei pra colocar a bike no mala-bike porque no outro dia bem cedo (antes das 5h) a gente tinha um vôo pra Cusco. Chegamos em Cusco na manhã da segunda-feira, dia 24/04, onde ficamos no hostel e andamos por lá perto sem muito esforço pra não ser pego devido a altitude elevada. Na terça-feira bem cedo fomos de taxi até um ponto para pegar uma van e começar nossa saga a Machu-Picchu.
Pegamos a van às 4:50h e partimos até Ollantaytambo. Um frio de matar. De Ollantaytambo fomos de trem até Águas Calientes (Machu-picchu pueblo) e chegando lá ainda tivemos que pegar um ônibus para subir até Machu-picchu.
Entramos no Machu-picchu e fomos conhecer tudo. Lá é gigantesco. Passamos 2:30h lá e andamos quase 5km. É um passeio pra quem tem disposição mesmo. Conhecemos tudo, subimos, descemos, andamos por dentro das ruínas, em caminhos estreitos a beira de abismo, etc. Foi ótimo!
No mesmo dia descemos de Machu-picchu e esperamos nosso trem para voltar para Ollantaytambo. Estávamos exaustos. Em Ollantaytambo pegamos uma van e voltamos para Cusco as 22:30h. Foi um bate e volta de 1 dia.
No outro dia íamos embora a tarde. Não tínhamos nada programado para a manhã. Resolvemos ir conhecer as ruínas de Sacsayhuaman. Andamos um bocado pra conhecer a cidade (gostamos de andar) e pegamos um taxi até a entrada. Chegando lá resolvemos não entrar porque era caro e nosso dinheiro estava nos finalmente. Até que um cara chegou e ofereceu um passeio pra ver a ruínas de fora e a cavalo(!). Adorei a ideia. A Luciana nunca tinha montado. Seria uma ótima oportunidade. Topamos e fomos. Foi uma experiência incrível pelo conjunto da obra: conhecer as ruínas de um outro país a cavalo.
Terminamos nosso passeio andando, pra variar. Vimos os restos das ruínas em Qenco e voltamos para a praça próxima ao hostel para almoçarmos e irmos pro aeroporto. Saímos do hostel as 14h. Fomos de Cusco a Lima para pegar a bicicleta que ficou no guarda-volumes (left luggage) do aeroporto de Lima. Pegamos um vôo de volta até Guarulhos e outro até Fortaleza para, enfim, retornarmos dessa excelente viagem.
Ironman Weekend: Behind the Scenes, Inside the Mind, and Under the Pants
Ironman Weekend: Behind the Scenes, Inside the Mind, and Under the Pants
March came in jam-packed for me as I spent the first weekend of this month in Subic Bay to cover back-to-back-to-back events: Alaska Ironkids, Century Tuna Superbods Underpants Run, and Century Tuna Ironman 70.3. And that weekend started Friday lunchtime! Here’s my behind the scenes account of this whirlwind weekend.
Crowie Dominates 2016 Century Tuna Ironman 70.3 Subic Bay
Crowie Dominates 2016 Century Tuna Ironman 70.3 Subic Bay
Subic Bay saw some world-class triathlon action last March 06, 2016 as the sport’s superstars gather for the 2016 Century Tuna Ironman 70.3 event. Three-time Ironman Triathlon World Champion Craig “Crowie” Alexander from Australia took the overall title while two-time ITU Long Distance Triathlon World Championships winner Caroline “Xena” Steffen from Switzerland took the women’s crown.
Essa foi minha primeira prova de longa distância e teve muita expectativa até chegar o grande dia. Viajamos com um grupo de umas 15 pessoas, alguns bem experientes e a maioria marinheiros de primeira viagem. Nunca tinha ido a Brasília e nunca tinha visto a organização de uma prova de triathlon, foi tudo muito novo.
Natação:
A natação é, sem dúvidas, minha pior modalidade e isso, por si só, já me deixa com o pé atrás. Em Brasília é permitido o uso de roupa e borracha e isso deveria ser motivo pra comemorar porque, teoricamente, a pessoa nada mais rápido. Não é teoria, a pessoa realmente nada mais rápido mas eu não estava habituado à roupa. Hoje (17/01/06) continuo odiando roupa de borracha. Talvez pelo trauma que me gerou esse Lago Paranoá. Lembro como se fosse ontem do momento em que ouvimos o "paaaaannn" e começamos a nadar na direção do sol (visibilidade quase nada). Lembro que na minha cabeça eu repetia: "vou nadar de boa, só quero chegar". Cheguei com 41m. Horrível pros 1800m mas eu tava feliz de ter chegado. Na saída da água aconteceu o grande problema da prova: uma staff foi tirar a minha roupa de borracha mas enganchou no pé eu não conseguia esticar a perna porque dava cãibra na panturrilha e se eu não esticasse a staff não tirava. Foi um sufoco mas enfim saiu. Problema: essa cãibra me perseguiu a prova toda. Mas mesmo assim cheguei na T1 feliz e com vontade de socar a bota no pedal. E foi o que eu fiz..
Bike:
Se a natação é meu pior, a bike é (ou era) meu melhor. Não conhecia o percurso e nem me preocupei com isso, comecei girando muito e girando forte. Já nos primeiros 5km passei de amigos e isso era interessante porque dava pra ter uma noção de quem tava na frente porque eu conhecia a natação deles. Isso me ajudou a colocar um marcador e ir atrás. Não senti cãibra e só senti algum cansaço lá pelo quilômetro 70. Mas mesmo assim segurei e fechei os 90km (deu menos que isso) em 2:40h. Entrei na T2 bastante cansado e meio receoso.
Corrida:
Aqui começa a agonizante meia-maratona. Sai pra correr e parecia que tinha chumbo nos pés. Logo após os primeiros 3km, numa leve subida, a bendita cãibra voltou e começou a me puxar. Andei a partir dali. Tomei capsulas de sal mas não resolveu, eu sentia exatamente aonde senti quando sai da água. O jeito foi intercalar corrida e caminhada. Eu vi meus amigos que eu tinha passado na bike passarem de volta na corrida. Isso não abalava porque eu só os tinha usado como marcadores e não competi com ninguém ali. Fechei a primeira volta de 7km e não vi minha namorada, isso sim me abalou. Só a vi no final da segunda volta, depois de 14km. Abri a última volta querendo fazer correndo mas a cãibra aumentou. Quando tentei colocar uma força a mais eu senti as duas panturrilhas. Minha primeira meta era chegar e isso eu já sabia que ia fazer. A segunda meta era chegar abaixo de 6h e eu lembro que faltavam 10 minutos e eu já estava acabando a volta. É nessa hora que a alma transborda, quando você sabe que vai chegar dentro do esperado. Quando vi o relógio foi só alegria: 5:55h. Sub-6 no primeiro meio-iron e o sentimento de missão cumprida.
Assim que passei o pórtico encontrei com outros dois amigos e a primeira coisa que eu disse foi: "rapaz, é mais difícil do que eu imaginava, viu". Esse foi meu sentimento depois de terminar. E ficamos nós três esperando os outros. O tempo passou e minhas dores não passavam. Resolvi ir pra fisioterapia. Fiz umas massagens mas não resolveram muita coisa.. Comecei a sentir frio e me mandaram tomar soro. O soro já tinha acabado mas me deram dipirona na veia.. eu tava com princípio de hipotermia. Sai do ambulatório e fui direto comer, mesmo sem vontade. Comi um macarrão com açaí e aos poucos fui melhorando. A partir dali foi só festa, curtir o momento, curtir a primeira vez, curtir a comida que tanto nos privamos nos meses de dieta. E, obviamente, era hora de falar da prova e programar a próxima (que já estava programa: Challenge Maceió).
Foi inesquecível como toda primeira vez deve ser. E sofrida, também. Se não for, não tem graça.
Templanza es lo que nunca tengo 😂 Raro que este tan tranquila #IM703Miami #training
Es lo que siento en este momento… Cero nervios, cero ansiedad, tranquilidad absoluta y sólo me queda una semana.
Jua!!! Vamos a ver cuánto me dura…: :P {Apenas me tropiece con algo, encuentro un culpable y a la m***** con la templanza.}
Después de haberme tirado atrás en Hawaii, me entusiasme con la idea de volver a correr Miami, ya más preparada. Después vino la mudanza, el comienzo del colegio…
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Press Release Looks like Cebu will have to prepare to meet different triathletes from all over the world for the Cobra Energy Drink IronMan 70.3 Asia-Pacific Championship! Regular slots for the Cobra energy Drink Ironman 70.3 Asia Pacific Championship 2016 got sold out in 28 minutes beating its own record of 40 minutes for the 2015 edition. Definitely a heart rising moment for all triathletes who…