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Vamos parar pra pensar sobre Mateus, o apóstolo... Mateus, o apóstolo, era um homem odiado por seus contemporâneos. Os coletores de impostos talvez nunca sejam apreciados pela comunidade, mas, no mundo antigo o sentimento de animosidade chegava ao ódio. As pessoas nunca sabiam com exatidão quanto deviam pagar. Os coletores de impostos lhes tiravam tanto dinheiro quanto era possível, e ainda guardavam a diferença depois de ter entregue às autoridades a soma estipulada pela Lei. Um escritor grego coloca os cobradores de impostos junto com os “adúlteros, os estelionatários, os aduladores e os impostores”. Mas Jesus simpatizou com um homem que todo mundo odiava. Ofereceu sua amizade a um homem que qualquer um se envergonharia de ter como amigo. Entre todos os discípulos, Mateus é o que teve que abandonar mais coisas. Ele, entre todos, foi o que literalmente deixou tudo para seguir ao Mestre. Pedro e João, Tiago e André poderiam voltar para a pesca. Sempre haveria peixes no mar e sempre estaria aberto para eles sua antiga profissão. Mas Mateus queimou seus barcos por completo. Com uma ação, em um instante, mediante uma rápida decisão tinha perdido definitivamente seu meio de vida, porque tendo abandonado uma vez sua tarefa de cobrar impostos, jamais poderia voltar a consegui-la. É preciso ser um grande homem para tomar uma grande decisão. Mateus foi o homem que jogou tudo para o alto por Cristo, e ele não se equivocou. O mais curioso é que a súbita decisão de Mateus lhe deu algo que ele não estava procurando: uma fama imortal e universal. Todos conhecemos o nome de Mateus como o de um dos poucos que trabalharam por legar à humanidade os ensinos de Jesus, e a história de sua vida. Se Mateus tivesse rechaçado o chamado, teria conservado sua má fama local, como membro de uma profissão mal vista que todos seus compatriotas odiavam, mas, por ter respondido ao chamado ganhou uma fama universal como o homem a quem devemos o conhecimento dos ensinos de Jesus. Deus nunca defrauda o homem que arrisca tudo em seu nome. Texto: William Barclay Imagem: The Chosen
Não passamos de meros escravos dos impostos que pagamos aos governos.
Já viram como estão os roubos em Portugal?! 😵😵😵 Uma pessoa vai ao posto de combustível e quando vamos a pagar quem está ao balcão agora até se despedem dizendo: "até já" 😳😳😳 #rabiscos #vidaderabiscos #gasolina #gasstation #combustiveis #impostos #taxasetaxinhas #petroleo #gasoline #opovoéquepaga #sketchbook #sketch #doodlesofinstagram #instadoodles #doodles #cartoon #instagramdailypost #instadaily #like4like #like4likes https://www.instagram.com/p/CVBLEJBMcgm/?utm_medium=tumblr
O Estado Fiscal é aquele cujas necessidades financeiras são, necessariamente, cobertas por meio do pagamento, por meio da criação, da cobrança e do pagamento de impostos. Destarte, o Brasil, assim como a quase totalidade dos países atuais, é um Estado Fiscal. Essa é uma característica dominante do Estado Moderno, segundo o professor Casalta Nabais.
Texto completo em:
https://fluctuss.blogspot.com/2021/02/direito-tributario-estado-fiscal.html
O que custa mais: um suco de fruta natural ou um refrigerante, uma fruta fresca ou um pacote de bolacha recheada? No Brasil, produtos alimentícios ultraprocessados e industrializados, que fazem mal, chegam a pagar cinco vezes menos impostos e são mais baratos que produtos frescos e naturais. Não à toa, nos últimos dez anos houve uma explosão de obesidade no país, além do aumento da prevalência de diabetes, hipertensão e colesterol. A Aliança para Alimentação Adequada e Saudável defende a redução de impostos em frutas, verduras e legumes para facilitar e estimular um hábito de alimentação mais saudável do brasileiro. Em boletins periódicos, a entidade mostra exemplos de países que já adotaram uma política tributária em defesa de hábitos saudáveis alimentares da população. Saiba mais: "Alimentos naturais chegam a pagar 5 vezes mais impostos do que os prejudiciais à saúde" - Estadão, 26/06/2018: https://bit.ly/2KDA9dm "As razões da explosão de obesidade no Brasil" - BBC Brasil, 18/04/2017: https://bbc.in/2JBcz4C
https://bit.ly/2zuSOae
A inevitável queda do Antigo Regime
O Sarney já percebeu, o Gianetti já percebeu, o Olavo já percebeu, o Villa já percebeu, os intelectuais do PSDB já perceberam, os intelectuais da REDE já perceberam, a BUCHA já percebeu: qualquer solução para a crise dos caminhoneiros só vai adiar o inevitável processo de ruptura no Brasil.
Um país em que 70% da carga tributária fica concentrada na União para jogar os recursos no ralo é um país de coesão nacional demoníaca. Qualquer proposta de revisão do pacto federativo ou reforma tributária nesse sistema só vai adiar a queda do Antigo Regime.
Ninguém entende ou aceita os privilégios da classe política e da elite do funcionalismo público. Ninguém entende a impunidade. E, se alguém diz que a lei permite, ninguém aceita.
Não é preciso texto florido ou tabelinha de composição tributária para explicar isso para a população.
A queda do Antigo Regime é inevitável.
Congresso Nacional, Brasília, em 2013
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A inevitável queda do Antigo Regime was originally published on Reaçonaria
Cada vez que o Estado cria um serviço, cria também um imposto.
— Frédéric Bastiat