seen from Türkiye
seen from Germany
seen from Russia

seen from Japan
seen from United States

seen from Chile

seen from United States
seen from China
seen from China
seen from China
seen from United States
seen from United States
seen from China
seen from United States

seen from Japan
seen from Singapore
seen from United States
seen from South Africa
seen from China

seen from Russia
L’islamismo
View On WordPress
A Outra Escravidão: Europeus Cativos no Mundo Islâmico e nas Estepes Eslavas (Séculos IX–XIX)
Esta investigação reconstitui, ao longo de mais de mil anos de história — dos saqaliba eslavos capturados pelo califado de Córdoba no século IX aos cativos europeus vendidos nos mercados de Argel e Trípoli até o início do século XIX —, um capítulo da história da escravidão sistematicamente subestimado na memória pública ocidental, embora não ausente da produção historiográfica especializada: a escravização de europeus por vikings, bizantinos, árabes, berberes e otomanos. A partir da revisão crítica de autores centrais do campo — Robert C. Davis, Giles Milton, Linda Colley, Hannah Barker, Youval Rotman, David Wyatt, Michael McCormick, Alan Fisher e Ehud Toledano, entre outros —, o estudo reconstitui as rotas e instituições desse tráfico (o comércio de eslavos via Volga e Praga, a servidão viking, o mercado genovês do Mar Negro, os corsários magrebinos e o devshirme otomano), estimando, com base na metodologia controversa mas influente de Davis, entre um e dois milhões de europeus escravizados entre os séculos XVI e XVIII. Em seguida, a investigação estabelece uma comparação estrutural com a escravidão atlântica de africanos, identificando semelhanças reais — captura violenta, comércio organizado, exploração sexual — e diferenças decisivas quanto à hereditariedade jurídica, à racialização, à escala demográfica, à função econômica e à mobilidade social dos escravizados. Conclui-se que o apagamento relativo desse tema na consciência histórica ocidental resulta menos de silenciamento deliberado do que de uma assimetria de memória pública, e que seu reconhecimento historiográfico deve ser dissociado de qualquer tentativa — hoje presente em certos discursos políticos — de instrumentalizá-lo para relativizar ou compensar moralmente a escravidão atlântica, cujo legado racial e demográfico permanece, em escala e duração, sem paralelo direto no fenômeno aqui descrito.
Uma investigação histórica sobre o tráfico de eslavos, os corsários berberes e o silêncio desigual da memória Resumo Esta investigação recon
Los tres enemigos de Israel y la humanidad. Las personas que defienden el comunismo, islamismo y el nazismo muchos de ellos no saben lo que defienden; la otra parte sí sabe lo que hacen y los manipulan. No hace falta decir nada más. Solo que hay que despertar.
Curiosidades do mundo árabe
1. Nem todos nascidos em países árabes se indentificam como árabes. Os Berberes de Marrocos e os Curdos no Levante são exemplo disso.
2. A maior parte dos muçulmanos se encontram em países não arabes, como Paquistão, Indonésia, Bangladesh e Nigéria, Albânia, Serra Leoa e muitos outros.
3. Estima-se que 6% dos brasileiros sejam árabes. A maioria de origem libanesa. Existem mais libaneses no Brasil (se contarmos os descendentes) do que no Líbano.
4. A Revolta dos Malês foi organizada através do árabe (que somente os Maleses entendiam) e lutava pela liberdade religiosa. Foi duramente reprimida pelo Império.
5. Acredita-se que a palavra 'alfabeto' venha do árabe graças às primeiras três letras do seu alfabeto: Alif, bã, tã (lê-se Alif, bé, té)
Não costumo ter que convencer as pessoas em geral de que as grandes religiões institucionalizadas são conservadoras. Tanto o cristianismo como o islamismo (religiões que, juntas, contemplam metade da humanidade) excluem ativamente as mulheres do sacerdócio e possuem em seus textos sagrados passagens que falam da inferioridade das mulheres e justificam violências contra nós. Elas são, sim, conservadoras, mas essa é uma característica de todo o pensamento mágico. É importante percebermos isso, para não cairmos na tentativa de reformar religiões com o intuito de abarcar o feminismo de algum jeito em suas filosofias. O conservadorismo é parte do misticismo e não é tão relevante se existe uma instituição, com autoridades explícitas que mediam o acesso dos meros mortais com um suposto deus. É claro que essas coisas importam porque hierarquizam pessoas, mas o mais importante para se entender como o conservadorismo opera nas religiões é perceber a existência da explicação de fenômenos a partir de elementos imaginários, que impedem que as pessoas compreendam o mundo e que mascaram as opressões, de modo que o resultado é sempre conservador, pouco importa se falamos de duendes ou de Jesus. A religião mina o senso de realidade das pessoas, o que torna impossível discutirmos os assuntos do mundo real e das pessoas reais.
O dialeto que formou a língua espanhola se chamava romance...
in: Um História dos Povos Árabes
Albert Hourani. Cia de Bolso, 2016