(via Instant Checks)

seen from United Kingdom
seen from United States

seen from United Kingdom
seen from China
seen from Poland

seen from Sweden
seen from United Kingdom

seen from United States

seen from United Kingdom

seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from Germany

seen from Russia

seen from Italy

seen from Spain
seen from Germany
seen from Russia
seen from India

seen from Malaysia
(via Instant Checks)
Just got off a date n it was great we both had quite a lot in common but problem is I went with the intention of a hookup not a date n fu ck k kkkk don’t think she knew that and I’m a nice person so whueu God dam it what have I done
Não pode ser mera coincidência. Meu mundo para quando seu nome aparece na tela do meu celular. Não me ligando. Você nunca liga. Mas você sempre aparece. Nos personagens dos livros, dos filmes, no cara de terno na padaria, no meio da conversa, no meio de um pensamento e uma risada. Não importa o quanto eu corra na direção oposta, eu sei que estou correndo direto para seus braços.
Apesar dos esforços, Ana Aires.
(500) dias sem ele.
Querido Alguém, Te escrevo, mais uma vez, depois do amplo sucesso da carta anterior. Aquela que nunca será respondida e provavelmente nunca será lida, apesar de muito apreciada por pessoas que não sabem de tal história, de nossa história, ou qualquer coisa que você queira chamar esse monte de palavras e ações nunca totalmente completas. Não sei se as palavras que pronunciarei nesta carta, dessa vez, serão tão positivas ou animadoras como na outra. Talvez não serão nem tão poéticas, por conta de uma alma amargurada e sem esperanças. Mas não sei o que tem sido positivo ou animador para você. Eu nem ao menos te conheço nos dias que tem se seguido. Quero que me perdoe, de alguma forma, por dizer tudo que direi à seguir e que saiba que, apesar de tudo, eu te amo. E isso nunca - nunca! - vai mudar. Uma vez amor, sempre amor. Já não sinto sua falta. Não do jeito que se imagina. Não sinto a ânsia de estar ao seu lado, de sentir sua boca na minha, de visualizar seus olhos castanhos brilhando para os meus. Nem fico imaginando o que farei se te ver. Provavelmente ignore. É o que eu prefiro de todas as opções que me apresentam, por mais que algumas vezes, minha mão acene enquanto eu me pergunto o que há de errado comigo. Dizem as pessoas que essa história já teve um ponto final e eu só estou escrevendo as apêndices tentando não terminar o livro. Quem sabe. Gosto de pensar que você sempre vai estar aqui. E isso me faz bem, porque quando sinto que ninguém nunca vai me amar, sei que você já amou, há de haver alguém louco suficiente por ai ainda. E isso já basta. Há quem prefira beijos e contatos físicos. Eu só quero alguma coisa para me apoiar, alguém para escrever sobre, escrever para. Por mais que você, você que está aqui na minha mente, não seja realmente esse cara idealizado do qual eu escrevo, você é em quem eu penso. E isso já me satisfaz. E eu sei que você nunca me abandonaria se eu precisasse realmente de você. Mas eu não preciso, e você sabe disso. Assim como eu, hoje, sei que você sabe andar com as próprias pernas e não vai sentir falta de mim e nem das minhas palavras confusas no seu aniversário, se eu, ops, “por acaso”, esquecer de mandar aquela eventual sms nos últimos minutos do seu dia. Eu sei que você não vai ligar quando eu estiver beijando outro garoto, ou escrevendo para outro que, por ventura, esteja mais perto. Eu sei que você não vai ligar quando eu não me importar com quem você tem andando ou como você tem andado. Porque você já não liga. Mas eu ligo. Ligo porque por mais que eu queira beijar outros, escrever para outros, esses outros não são você. Minhas palavras nunca seriam tão boas o suficiente, nunca seriam tão verdadeiras, porque o amor não pode ser explicado pelas pessoas que você beija. Talvez não seja explicado pelas pessoas que você sente saudade também. Mas o amor é explicado pelo que você está disposto a abrir mão para tê-lo, não importa o quanto seja duro, pareça injusto ou doa. E eu abro mão da ânsia de estar ao seu lado, de sentir sua boca na minha, de visualizar seus olhos castanhos brilhando para os meus. Porque eu sei que eu te amo e quero que você seja muito feliz, assim como eu sou, só de saber que posso fazer algo para alguém que me fez e me faz tanto, mesmo sem dizer uma só palavra. E não sei para meus interlocutores, mas isso pra mim já é o suficiente, porque essa é a melhor sensação: de saber que estou livre para o que quiser, mas que sempre, sempre estarei com você, até o fim do nosso tempo. Porque, no final das contas, nunca daríamos certo, de verdade, apesar de todo esse amor.
Com todo o amor que alguém poderia colocar num pedaço de papel, Ana Aires. (Querido Alguém - pt.1)
Estou te esquecendo aos poucos. Eu sei que estou. As coisas costumam ser assim para mim. Já tive amores que achei que eram pra sempre, mesmo depois de largada num quarto escuro, sem ninguém para me escutar gritar, ninguém para sentir o amor que tinha para dar - e então, de decepção em decepção, de giradas completas de ponteiros dos relógios e viradas completas de páginas de calendários mensais - uma hora eu soube, só soube, que não era mesmo para ser. Não vai ser diferente com você. Você pode ser o mais especial de todos, o mais perfeito e sem culpa da história, uma hora ou outra, essa corrida vai me cansar, vai me desgastar. Já me desgasta. Porque eu não vou a lugar algum sem te procurar. E eu sei que você não faria isso por mim. Eu sei que você nunca fez e nunca vai fazer. Porque, por mais que eu seja apaixonada por você - e cega - já estão caindo as fichas. E uma hora eu vou saber que você não é perfeito. E não vou tentar manter essa aparência para mim mesma, que todos os meus amigos sabem que essa "perfeição" é uma coisa que eu criei dentro de mim mesma por não querer te deixar partir, pelo menos onde eu tenho controle sobre isso. Então te guardo mascarado com as ilusões do passado e os momentos que eu não te conhecia de verdade. Agora sei de muito que não sabia. Mas finjo não saber. Eu mesma me faço de tola tentando guardar um pouquinho de você, aquele que eu achava que você seria ou deveria ser, com a esperança de um dia ser mesmo. E como dizem, esperança é a última que morre. Estão morrendo outras coisas. Amizade, afeição, admiração, orgulho, necessidade, até talvez amor. E então, uma hora ou outra, a esperança não vai ter no que se sustentar. E ai, meu amigo, acabou. Mas acabou de vez. Eu não dou NUNCA segundas chances. Seu tempo está contado aqui dentro. E a última parte de você que eu ainda não desprezo, vai se esvair.
Tic taque, o tempo é uma bomba relógio.
Só porque uma garota bonita gosta das mesmas porcarias bizarras que você, isso não a torna sua alma gêmea.
Paul, (500) days of Summer.
Querido Alguém, Às vezes me assusto com o tempo. Com sua velocidade e a agilidade que os fatos acontecem. É impressionante como os anos voam e as horas tendem a se arrastar. É engraçado como algumas lembranças parecem tão próximas, mesmo tão distantes. É isso que assusta, o quanto o passado consegue correr contra o tempo, ou mais rápido que ele, e nos alcançar no presente. É bonito olhar para erros e acertos que nos trazem para onde estamos. Você foi meu erro que me levou mais longe. Uma prova de que você foi um dos meus únicos acertos camuflado de erro. Às vezes queria começar de novo, mas sei que seria impossível esquecer o que passou. Todavia, o passado está no passado por um motivo. Talvez uma frustrada tentativa de nos dizer “siga, não olhe para mim, fiquei antissocial”. O passado, de um jeito ou de outro, corre para nos assombrar, nos lembrar de quem fomos, somos ou no transformamos. De alguma forma eu sei que o passado tenta criar uma ponte entre nossos erros e o conserto para eles. Se você foi meu erro, foi um erro bem errado para persistir tanto nesse conserto. Sinto às vezes saudades sua, Alguém. Por mais que não te nomeie, sei o nome de todos que caberiam certinho no lugar desse “Alguém”. Perdemos chances, não suprimos vontades. Digo, às vezes, que fui empurrando algumas coisas com a barriga. Que força que tive! O passado vinha sobre mim e eu fingia assoviar e cantarolar, sabe, aquela coisa bem besta pra tentar não ouvir o que se tem a dizer. Mas sempre ouvia! Não gosto de perder histórias. Essa passado tão “antissocial” insistia tanto em mim. E em você, Alguém. Lembranças, esse passado só me falava de lembranças e memórias. Não sabia o que ele queria! Parecia querer fazer com que eu sofresse. Por isso, depois de tanto assistir a filminhos da minha vida antes de dormir, ou até mesmo em meus sonhos, passei a desligar a minha mente para o tal passado. O passado queria me chamar, mas eu tentei enterrá-lo na maior profundeza do meu corpo: meu coração. Aquele maldito órgão que bate feito trouxa por Alguém. Que vibra e canta por um Alguém. Mas que é orgulhoso. Não! Não! Ele não sabe ser orgulhoso. Só chora e lamenta-se, ama e luta freneticamente. A mente acalma-o. A mente controla o corpo, por mais que a mente dependa do coração. A mente é calculista. Tantos cálculos matemáticos e físicos dentro dela que ela não tem tempo para guardar passado, guardar lembranças, guardar amores. AH! Que amores. A mente é orgulhosa e intelectual de mais para isso. Ela protege esse coração sensível. A mente diz para esse coração calar a boca quando vem com seus sentimentos em versos. Mas o corpo segue vazio. Quando a mente domina, tudo parece um buraco enorme de escuridão. Tudo perde o sentido. Perde as cores. Os olhos vêem preto e branco e os sorrisos saem como “bons dias” em péssimos dias. Um dia, porém, sem aviso, sem demora, o passado consegue escapar das profundezas do coração e vem à tona. Devolve a cor aos olhos e o brilho aos sorrisos. Enche aquele buraco de borboletas. Esse passado, Alguém, por mais que me doa vê-lo, é o que me faz amar. É o que me traz esperanças todo dia. É aquele com tom ilusório, mas que dá um friozinho na barriga só de saber que a vida não pode ser calculada, não pode ser prevista ou analisada. Esse passado traz consigo memórias de uma época boa e a esperança de uma época melhor. O tempo pode ter passado Alguém, coisas podem ter ido e vindo. Eu posso ter mudado, você também. Mas uma coisa que não nego, é que suas lembranças, nossas lembranças, Alguém, nunca serão esquecidas, mesmo que, por um tempo, abafadas dentro de um coração urgente, e ignoradas por uma mente, o passado sempre da um jeito de voltar até nós. Agora não sei do que estou mesmo falando! Estou dizendo mesmo do passado ou estou falando do amor? Ah, Alguém! Algum dia, espero descobrir. Juntos, eu digo. Se o passado está tão certo, acho que é isso que ele tanto sussurra em meus ouvidos: que ele não quer ser só passado, está tentando virar presente - e futuro!
Obrigada por ser minha melhor lembrança, obrigada por não me deixar na escuridão. (Ana Aires)