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Uma lição simples:
NUNCA MINTA para quem confia em VOCÊ.
NUNCA CONFIE em quem MENTE pra VOCÊ.!
“Não choro pelo carro que não tenho, pela viagem que não fiz, pela roupa que não comprei.
Choro pelo amor que não vivi, pelo filho que se foi e os amigos que perdi.”
Ninguém tem o melhor de mim duas vezes…
-Cleiton
Uma coisa que acho muito feia e me deixa de péssimo humor é quando percebo pessoas que além de não explicar ou ensinar algo são grosseiras com quem não sabe. Primeiro: ninguém sabe tudo. Segundo: todos tem seu tempo. Terceiro: humildade, empatia, paciência vai bem para todo mundo. Quarto: respeito. É importante dizer que do lado de quem aprende também precisa existir reciprocidade, interesse e esforço. Fazer algo no lugar do outro não é ensinar é demonstrar e exibir-se (se não explicar). Jogar no colo ou na fogueira também é feio e mostra um caráter individualista. Podemos até lembrar de outro post: você está ouvindo ou apenas esperando seu momento de falar? Pense nessas coisas principalmente em ajudar sua mãe, tia, filhos a aprender algo. Ótimo finzinho de sábado. · · · · · #lecionar #ouvir #licao #ensinar #aprender #ouvirmais #liçãodevida #ensinarcomamor #lição #lecionarcomamor #liçãodehoje #disciplinaemfoco #crecimientoprofesional #vida #amoensinar #reflexionespositivas #amor #lecionarporamor #licaodevida #ensinareaprender #aprenderingles #aprendizado #disciplinapositiva #liçãodecasa #licaododia #professora #reflexão #ouvirecrer #ouvireobedecer #liçãopravida (em Na Humildade Sempre) https://www.instagram.com/p/CFnRH5xF4Qu/?igshid=1vmjnujm0owu0
A importância do diálogo entre as famílias
Hoje irei contar duas pequenas histórias ambas verídicas e nos dois casos tive a oportunidade de estar presente e como estive diante de tais situações fui induzida a refletir sobre o assunto, sobre a importância de pais serem honestos com seus filhos e seus filhos serem honestos para com seus pais. Decidi compartilhar isso com o leitor, na esperança que de alguma forma também o induza a pensar sobre a importância de qualquer família ter liberdade para falar qualquer assunto entre os seus.
É um dia como qualquer outro, ônibus cheio, muita gente em pé, muitos jovens voltando da aula conversando animadamente entre si até pararmos no sinal fechado em cima de um morro muito alto (particularmente achei um péssimo lugar para se colocar um semáforo de trânsito, totalmente desproporcional). Via-se logo de cara que era um bairro simples da cidade, com pessoas mais simples. Então os dois jovens em pé ao meu lado começaram a falar apontando para uma certa casa chamando minha atenção, ou melhor, um prédio de dois andares, muito simples também por assim dizer e nem se quer estava rebocado de cimento, mas na varanda a cena era linda, um pai com um bebê no colo provavelmente filho jogando dominó com uma criança deveria ter uns 11 anos talvez, provavelmente filha e ouço quando o menino fala assim:
— Nossa, olha aquilo que legal, nunca joguei nada com meu pai.
A colega do menino responde.
— Nem eu, nunca consegui nem conversar direito com meu, quanto mais jogar dominó assim.
— Pois é, depois ainda ficam cobrando que a gente não fala as coisas para eles, nunca consegui dizer para o meu que sou gay.
— Nossa, se eu contasse para o meu que fico com meninas ele me mataria.
— Aposto que aquela menina nunca vai sofrer disso. Falta de apoio de próprio pai.
Em outro momento, não muito tempo depois desse acontecimento dois filhos sentam a mesa da cozinha e começam a debater sobre o que “já fez” e o que “não fez”. Dentre esses assuntos estavam, drogas, álcool, homossexualismo, amizades e más influências até surgir a pergunta.
— Você já fumou maconha?
Perguntou um dos irmãos.
— Não, nunca — o outro responde
— Qual é, tú só não quer falar por causa da mãe que tá aqui
De repente a mãe que estava ouvindo tudo, senta a mesa e olha pra seus dois filhos, muito triste a ponto de encher os olhos de lagrimas solta.
— Não sei quando não dei liberdade para meus filhos me contarem as coisas.
As conversas foram essas, a primeira uma lamentação de dois adolescentes que não tinham liberdade para conversar com seus pais. Vocês não tem ideia do quão triste era o semblante daqueles dois jovens ao falarem isso, de quanta inveja emanava deles ao falarem que aquela menina poderia contar com seu pai, de quanta tristeza eu senti por eles saberem que não tinham o apoio para conversar sobre seus medos e seus problemas, sobre assuntos difíceis de entender e não por conta das suas opções sexuais, mas por conta do preconceito, da não aceitação. Do mesmo modo via-se a tristeza e decepção no olhar e nas palavras daquela mãe se perguntando onde tinha errado, em que momento ela não havia sido aberta o suficiente, amiga o suficiente dos seus filhos para eles omitirem coisas dela.
Então diante de tais circunstâncias meu apelo é que por favor pais sejam abertos, amigos dos seus filhos, vocês sempre falam coisas como “você não tem amigos na rua, seu único amigo sou eu que é quem de ama”, mas que amor é esse que limita assuntos onde não deveria haver limite?. Drogas, sexualidade, sexo, álcool, bullying, depressão, baixa estima e violência são assuntos que rodeiam seus filhos diariamente e suas palavras sabias podem ser de um apoio imensurável, ao invés de montarem uma hierarquia de medo, montem uma ponte de reciprocidade entre vocês e o respeito virá naturalmente. E a vocês filhos que possuem pais que dão tal apoio e liberdade e vocês, valorizem isso, conversem, se abram e escutem essas pessoas que com certeza ama vocês, mas que eles próprios, seria uma forma incrível de respeito não só para com seus velhos, mas também para aqueles outros seus que anseiam tanto por isso e não tem.
@aryysilvaoficial
Precisei aprender a viver sem ela porque era uma questão de sobrevivência e afirmação do meu amor-próprio.
@automata-de-memorias