Economy minister Pau no Guedes enjoying his retirement in the Tax haven while watching the poor living in hell. Instagram.com/porracristo/

seen from United Kingdom
seen from Germany

seen from United States

seen from United States

seen from Saudi Arabia
seen from Saudi Arabia

seen from United Kingdom

seen from United Kingdom
seen from United States

seen from United Kingdom

seen from United States

seen from United Kingdom
seen from Germany
seen from Mexico

seen from Australia

seen from United States
seen from Germany
seen from Türkiye
seen from United States
seen from China
Economy minister Pau no Guedes enjoying his retirement in the Tax haven while watching the poor living in hell. Instagram.com/porracristo/
DEFENDA O LIVRO: Diga Não à Tributação de Livros
HELP US SAY “NO” TO TAXES ON BOOKS:
Despite our convoluted tax system, Brazil has tax immunity on printed and downloadable books. It’s under our Federal Constitution since 1946, thanks to an amendment by the writer and congressman Jorge Amado, from the PCB (Brazilian Communist Party). It was created as a way to reasure democracy, as many books and publications were banned (Amado’s, for example) and authors persecuted and arrested during the Estado Novo (Vargas dictatorship). Now the threat of censorship is coming back:
“Minister Paulo Guedes sent a tax reform proposal, in that proposal, a 12% tax was placed on top of books, currently, books do not have this rate, because the purpose of this (when proposed by Jorge Amado) was to make access the easiest culture. Unfortunately, we know that access is no longer so easy. If approved, books will become more expensive and this will not only affect people who like to read, but it will also affect smaller publishers who are already struggling to survive and consequently the authors of books (especially those who are not famous). The consumption of books is already a completely elite consumption, imagine if this is approved? The average reading rate for Brazilians is ONLY two books per year and even then the reform was underway. Is it a means of containing information from people?
When asked about this, Minister Paulo Guedes AFFIRMED that they would donate books to the “poor and fragile”, but the rich should pay taxes on the books. But I ask you: with the government’s track record of helping the “poor and fragile” do you really think this will happen? What books are they talking about that they are going to donate? Why did he say that and at the same time no proposal of this type was forwarded to the congress? There are hardly any books in public schools for all students! Rather than pursuing policies so that books can be accessed by most if not the entire population, the government is doing just the opposite. “An author receives, on average, 10% of the book’s cover price for copyright. If the reform is approved, the government will start receiving 12%. That is, more than the author of the book.” ” (original text here)
Sign the Petition DEFENDA O LIVRO: Diga Não à Tributação de Livros Change.org
The petition is doing great, we have 30K of signatures, but we need more help.
WE HAVE TO CALL ATTENTION TO THE CAUSE, SO On MONDAY 17TH, AT 7 A.M., WE’RE GOING TO START SHARING THE TAG #DEFENDAOLIVRO AT TWITTER SO, IT MAY APPEAR ON TV.
DEFENDA O LIVRO: Diga Não à Tributação de Livros
“O ministro Paulo Guedes enviou uma proposta de reforma tributária que colocou uma taxação de 12% em cima dos livros. Atualmente, os livros não possuem essa taxa, pois o objetivo disso (quando proposto por Jorge Amado) era tornar o acesso à cultura mais fácil. Infelizmente, sabemos que esse acesso já não é tão fácil assim.
Se aprovado o Projeto de Lei 3887/2020, os livros irão se tornar mais caros e inacessíveis do que já são para grande parte da população. Afetando, assim, não somente os que têm apreço à leitura, mas também editoras menores sustentadas por famílias que já LUTAM por sua sobrevivência e, consequentemente, autores de livros - em especial os nacionais não famosos.
O consumo de livros já é completamente elitizado, imagine se a proposta for aprovada e os livros ficarem mais caros do que já são? A média de leitura do brasileiro é de APENAS dois livros por ano e, mesmo assim, a reforma foi encaminhada. Qual o real intuito de aumentar um imposto de um mercado já defasado? Seria o intuito “acabar com privilégios” ou perpetuar um sistema que os permite existir ?
Ao ser questionado sobre isso, o ministro Paulo Guedes AFIRMOU que iriam doar livros para os “pobres e frágeis”, mas os ricos deveriam pagar impostos sobre os livros. Mas eu te pergunto: com o histórico que o governo apresenta em ajudar os “pobres e frágeis” você acha mesmo que isso vai acontecer? Quais livros eles estão falando que vão doar? Por que ele disse isso e ao mesmo tempo nenhuma proposta do tipo foi encaminhada ao congresso? Mal se tem livros nas escolas públicas para todos os alunos!
Ao invés de estar correndo atrás de políticas para que os livros possam ser acessados pela maior parte, ou até por toda a população, o governo está fazendo exatamente o contrário.
“Um autor recebe, em média, 10% do preço de capa do livro por direitos autorais. Caso a reforma seja aprovada, o governo passará a receber 12%. Ou seja, mais que o autor do livro.”
DIGA NÃO À REFORMA TRIBUTÁRIA! PRECISAMOS DE MEIOS PARA FACILITAR O ACESSO À CULTURA E NÃO O CONTRÁRIO!”
#DEFENDAOLIVRO
#DEFENDAOLIVRO CAMPANHA
ATUALIZAÇÃO: Pessoal, muito obrigada à todes que estão assinando a petição e divulgando, quanto mais pessoas assinando, mais pressão podemos fazer no congresso!
A petição está indo muito bem, já são quase 30K de assinaturas, mas precisamos de ajuda. Queremos chamar atenção para a causa e é por isso que Segunda feira, dia 17, a partir das 7 horas nós vamos compartilhar a hashtag #DEFENDAOLIVRO.
Nosso objetivo é aparecer no programa da Fátima Bernardes, no telão de Assuntos do momento, esses assuntos são expostos por volta das 10hrs.Sua ajuda é de extrema importante.Vamos mostrar a todos que a comunidade de leitores no Brasil existe e se importa! #DEFENDAOLIVRO
Livros são coisa da elite ? Vai ter livros de graça para pobres ? Palavras de Paulo Guedes … Podemos identificar varios erros nessas duas frases, mas a que mais me incomoda, é o simples fato que ele afirma que só ricos ou pessoas de sucesso pode comprar e ler livros, isso não faz sentido nenhum para mim, por isso estou defendendo os livros, pois foi os mesmos que me fizeram evoluir. Cada vez que você ler um livro, voce se torna cada vez melhor.
Link para o canal esta na bio
#realman #defendaolivro #livrosemaislivros #desenvolvimentopessoal #reflexao #pauloguedes #taxaçãodelivros https://www.instagram.com/p/CEADT2eDna4/?igshid=nskvf267irjp
Esta imagem diz tudo. Um senhor canalha quer taxar os livros. Observe o fundo da imagem. Uma estante de livros, porém vazia de livros. Este senhor é o exemplo vivo de um ser sem cultura que quer levar todos ao mesmo fundo do poço. Mil vezes canalha!
Bolsonaro está trabalhando para o povo🙏👏👏👏🇧🇷 @jairmessiasbolsonaro #exercitobrasileiro 🇧🇷 #brasil #matosr #olavodecarvalho #bolsonaro2022 🇧🇷 # #damares #estoucombolsonaro #pauloguedes #sergiomoro @michellebolsonaro #mulherescombolsonaro #matosr #eduardobolsonaro #donaldtrump #stfvergonhanacional 🇧🇷 #patriaamadabrasil #aliancapelobrasil #bolsomito #jairmessiasbolsonaro 🇧🇷 https://www.instagram.com/p/B5hqer7AvXb/?igshid=1jyw30sq1cgww
Brazilian Golden Bull
The Setback of Misrule was so great that we went back to Medieval Time, where Dragons destroyed everything around them. Legend has it that a noble Warrior coming from the Fiscal Paradise would be the only one capable of facing this fierce monster... and fail, of course!
Ministro nega fim de dedução de saúde e educação no imposto de renda
Reprodução: © Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil Paulo Guedes negou intenção de afetar empresários e classe média Publicado em 25/10/2022 - 20:15 Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil - Brasília Ouça a matéria: O ministro da Economia, Paulo Guedes, negou hoje (25) que o governo pretenda acabar com as deduções de gastos com saúde e educação do imposto de renda. Em evento da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB), ele disse que o governo não pretende fazer pacotes que afetem empresários e a classe média.
De acordo com o ministro, a ideia chegou a ser estudada durante as discussões da reforma tributária, mas foi descartada. Ele afirmou que o governo estuda corrigir a tabela do imposto de renda (IR) e aumentar as isenções para as classes mais baixas. Segundo estudo divulgado hoje pelo jornal O Estado de S. Paulo, a equipe econômica defendeu por escrito o fim da dedução de gastos com saúde e educação na declaração do IR. A medida, de acordo com a pasta, geraria economia de R$ 30 bilhões por ano. O ministro voltou a negar que pretenda mudar as regras para que o salário mínimo e a aposentadoria passem a ser corrigidos abaixo da inflação. Ele afirmou que trabalhadores, aposentados e pensionistas tiveram a inflação reposta, mesmo durante a pandemia. “Vencida e ultrapassada a pandemia, aumentos de salários e benefícios podem ser inclusive acima da inflação”, declarou o ministro. Guedes negou a intenção de anunciar pacotes que afetem o empresariado e a classe média. Segundo ele, todas as medidas econômicas são discutidas com antecedência e em diálogo com a sociedade. “Não vamos dar susto em ninguém, não tem pacote do Guedes. Tudo o que vamos fazer anunciamos antes”, disse. O ministro afirmou que o Brasil deverá crescer entre 3% e 4% nos próximos dez anos. Ele, no entanto, cobrou a aprovação da reforma tributária aprovada pela Câmara no ano passado e que está parada no Senado. Segundo a versão aprovada pelos deputados, a proposta institui a tributação de dividendos (parcela do lucro distribuída aos acionistas), mas traz impacto fiscal negativo ao reduzir a tributação sobre o lucro das empresas. Em relação às cooperativas, Guedes declarou que a geração de uma economia de mercado com classe média forte passa pela ampliação do cooperativismo. Ele defendeu a manutenção de regimes especiais de tributação para as cooperativas, com uma transição para o Imposto sobre Valor Agregado (IVA). Edição: Lílian Beraldo
Read the full article