🖊#Legislativo | Propone diputado Daniel Martínez Terrazas incluir el concepto de dignidad póstuma en la ley SABER MÁS:
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🖊#Legislativo | Propone diputado Daniel Martínez Terrazas incluir el concepto de dignidad póstuma en la ley SABER MÁS:
Declaración #1
“Seamos lxs mejores amigxs del mundo / Mi obra será póstuma! /
Yo siempre estoy tirada en una plaza.”
Homenagem ao meu pai, Cicero Crisaldo de Arruda, CARPE DIEM!
Memórias póstumas
O que significa viver? Durante toda a vida me perguntei se viver não era mais uma ilusão criada de se estar vivo. Mais um jogo suicida de provas e inúmeras expiações, onde o homem que se achava rei, num tabuleiro imenso de xadrez, não passava de um mero cavalo. Ouvi dizer que quando não se encontra motivos para viver, significa que naquele momento, você está morto. E eu morri. Cravaram-me penas dolorosas e não resisti. Os muitos tombos lesionaram a a orta da minha existência. Havia morrido quando ouvi que era insuficiente. Morri naquele momento em uma faca apunhalou meu peito e sangrei, sorrindo. Noutra vez, que socaram-me a face sem motivo aparente. Morri quando fui jogado às cobras e, duvidaram da minha fala. Morri quando inúmeras vezes tentei levantar e fui impedido. Morri na chegada, morri no caminho e no final da corrida. Mataram-me pouco a pouco e, vitoriosos celebraram meu velório sem piedade. Gozaram e riram das maldades enquanto o defunto ainda esfriava.
Subiu numa cadeira ao lado do carro da mãe, orou pela última vez, mesmo sabendo que não teria salvação. Não queria. Havia cansado e chorado dias seguidos em silêncio. Pediu ajuda em textos, disfarçou imaginando que ficaria bem no final, mas não ficou. Orou e pediu a Deus que o deixasse perdido no vale das sombras, por que era o que merecia. Puniu-se para não punir os falsos punidores. E morto, póstumo não seria lembrado. Seria envolto num tabu marcado de segredos enquanto a cidade toda questionava: “Por quê?” E o defunto nunca respondeu.
“Tão fraco e sensível, um moleque mimado. Sempre teve de tudo e morreu infeliz”. Escutou outro dizer: “Ah, ele foi bom amante, bom trepador e não reproduziu. Poderia ter deixado pelo menos um filho. Nem para isso serviu, coitado”. Em seguida, a mãe estática relembrara do dia em que pediu para que ele suicidasse logo, já que andava sempre doente a dar gastos. Não chorava e apenas observava catatônica o filho partir. A ex amante que muitas vezes desejou sua morte, em visível desespero a cobrir-se de culpa. Viu a depressão arrancar-lhe os cabelos, a felicidade e a vontade de viver. Ela o traíra e no seu último ato de misericórdia, desejou-lhe a morte. E a morte a ele havia chegado. Ela mais tarde descobriu que o amava. Ao pai, restou-lhe espiar de fora, já que fora impedido de entrar. O pai? O pai era quem havia lhe socado a face, dito que o odiava e que ele era fraco. Ceifou-lhe os sonhos e suas vértebras. Calado sofria seu purgatório de culpa, mas a vida seguiria. E a morte daquele que amor foi, assustou a todos. Disseram que ele suicidou-se, mas o enigma ainda seria lançado: será se não que sua morte não fora o resultado de todas as ações que a ele foram impostas? Será se nenhum dos citados não tiveram suas parcelas de culpa? Mas o responsável havia sido ele pela morte. A ele recaiu a fraqueza por ter sido forte demais. A ele recaiu mais uma vez a culpa. E culpado foi. Não voltou, se prendeu ao vale de torturas e não pediu ajuda. Calou-se em sua dor que perdurou a eternidade. Ele era amor, mas o amor lhe consumiu as vísceras e os sorrisos. Resumiu: o amor mata. E o matou.
SOS Ho bisogno di aiuto!
SOS Ho bisogno di aiuto!
E’ il nuovo singolo di un artista scomparso… Tim Bergling (AVICII)
E’ incredibile quanto una canzone possa trasmettere emozioni e quanto riesca a vestire a pieno i momenti della nostra vita.
Da quando l’ho ascoltata per la prima volta, non riesco a togliermela dalla testa e dalle orecchie!
Continuo ad ascoltarla in un loop, in una ripetizione continua che accarezza animo, orecchie e…
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Come vanno le cose? All’inizio non capisci chi o cosa perdi poi ti dimentichi gli assurdi rovesciamenti di fronte mentre mi sfinivo gli occhi a forza di sguardi con l’amichevole partecipazione di te. Ho migrato da una finestra all'altra non rispettando il diametro di collisione annotando solo la confusione astronomica dei nostri labiali, la postuma prevenzione del male ridotta ad un messaggio standard di scuse: “Come vanno le cose?”
Дауэ Боб Постюма родился 12 декабря 1992 в Амстердаме— нидерландский певец и автор песен в жанрах фолк, поп и кантри. Отец - известный дизайнер и музыкант Симон Постюма, состоявший в группе "The Fool", занимавшегося концертными образами солистов The Beatles. Дауэ Боб начал играть на фортепиано в возрасте 6 лет, первоначально концентрируясь на джазе и классической музыке. В 14 лет впервые взял в руки гитару. Как певец был вдохновлён музыкой стилей кантри, фолк и поп-музыкой 1950-70х годов. В одном из интервью признался, что считает себя бисексуалом. Представил Нидерланды на конкурсе песни Евровидение - 2016 и прошёл в финал. В 2012 записал свой первый альбом, Born In The Storm, после, в 2013 вышел Pass It On, к нему, на YouTube был загружен сопровождающий видеоальбом. После Евровидения был выпущен третий альбом - Fool Bar, включающий себя сингл с конкурса - Slow Down.
Io mi volli levar dal reo letame Dove marcisce la mia gioventù. Ti sputai sulla faccia un nome infame E mi giurai di non amarti più. Ahimè, la primavera oggi è fiorita, Vibra per l’aer novo un acre odor Ed un possente palpito di vita M’agita il sangue e mi fluisce al cor! Ah, de’ tuoi baci e delle tue promesse Il secreto ricordo ecco m’assal: Della tua bionda testa ancora impresse Ecco le forme sovra il mio guancial! Sento l’anima mia che si ribella, E le vampe dell’odio in me bruciar; Io t’odio ancora, ma sei troppo bella, Io t’odio ancora e non ti so scordar. Vieni, ritorna e vadano in oblio La speranza, la gloria e la virtù, Suggi co’ baci tuoi l’ingegno mio: T’odio, ma torna e non fuggirmi più.