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INKTOBERTALE2023 LESSS GO
An Archive of Our Own, a project of the Organization for Transformative Works
Random Nart Promts
Promt #1
Naruto tries sneaking a love note into Sakura's backpack, but instead puts it in Sasuke's backpack bc they sit near each other. Sasuke reads the love note and thinks nart is in love with him - he starts crushing on nart too. One day nart finds a love note in his locker and thinks its from Sakura - surprise, it's Sasuke, his rival, confessing. It's up to you how things go from there~
I’m dead!
Word count: 2076
Promt: Promt 1: “Whoops” (Potions Mix-up, Magical Mishap, Ritual Gone Wrong, etc) by @sumigakure
Charecters: Uchiha Obito, Nohara Rin, Hatake Kakashi, Namikaze Minato, Tsunade
Rating: Gen
Summary:
Obito and Rin have a magical accident and now Obito has trouble touching everything.
[AO3]
Reaped ↛ Drabble
"As per usual," The escort from District 12 spoke. They had just watched the video. The annual reminding as to why they sent kids to their graves. It was a hot day. Hotter than usual. Everyone was sweating, it smelled of dirt and thick air. Posey was ready to go home and rinse off. This was what happened every year. Someone was chosen. There were gasps. Some cried. Then everyone went home to clean themselves. Because standing out in the heat for hours wasn't doing good for anyone. "Ladies first."
POV - I can't let go
Eu não tinha a menor ideia de como isso estava ocorrendo. Não era um especialista em morte. Era a minha primeira vez. Depois que meu corpo tinha morrido, eu comecei a ver tudo de um ponto de vista alheio, olhando tudo a minha volta, mas ninguém me via. Só os deuses sabem quanto tempo eu fiquei gritando até alguém ouvir. Ou quanto tempo eu fiquei procurando alguém que pudesse me ver. Eu entendi, tarde demais, que não era assim. Que eu tinha morrido. Tinha acabado.
Eu não conseguia encontrar o caminho para o submundo. Não literalmente. Eu sabia como chegar lá, eu só não estava pronto ainda. Cada dia eu mudava de ideia. Eu queria ficar para sempre naquele mundo, vagando lentamente sob tudo e todos, alheio a preocupações e sendo parte de todas as histórias, mesmo que ninguém soubesse que eu estava vendo.
Aghata foi a primeira quem eu fui procurar. Mesmo depois de tantos anos. Ou nem tantos assim. Ela ainda estava na cidade, e não encontrei nenhum problema em encontrá-la. Foi fácil me aproximar. Não havia nada que me impedisse. Fiquei ao seu lado, por mais tempo do que eu podia contar. Só dois dias depois de minha morte ela recebeu minha notícia. Não sei de quem. Não fiquei para ver sua reação. Não poderia aguentar ver ela não reagir a minha própria morte. Eu tinha negado por muitos anos, mas eu ainda a amava.
Procurei qualquer um dos meus irmãos, éramos tantos antigamente, mas a maioria deles estava longe demais. E alguns outros não se importavam, eu acho. Não podia culpá-los. Era uma cosia normal a se aconteccer. Eu só esperava que eles tivessem ouvido a notícia, e que, pelo menos no meio da noite, antes de domir, eles fizessem uma prece silenciosa para mim. Não ia mudar nada, mas ia fazer toda a diferença para mim.
No dia do funeral, eu vi uma procissão de rostos conhecidos. Eu fiquei perto da porta, como se tivesse os recebendo de braços abertos. Mas eles não podiam sentir meu abraço. Eu já tinha aceitado essa parte. Não podia dizer que todos eles erma meus amigos pessoais. A maioria eram contatos profissionais, e o muitos dos outros, íntimos demais para sermos amigos. Mas eles eram a razão que eu não tinha ficado sozinho do fim das contas. Eu tinha que ser grato a eles. Eu podia ver a dor no rosto de alguns deles; eu sabia que em uns era fingimento, mas ainda assim eles estavam ali. Pelo menos eu não ia ser esquecido.
O funeral foi uma cerimônia mortal comum. Com direito a um pastor falando e tudo mais. “Pelo menos no fim, eu sou normal” disse, mas sabia que ninguém poderia ouvir. Amy foi a primeira a falar. Eu senti meu coração se aquecer quando ela tomou o microfone, e falou das memórias felizes. Elas eram poucas e preciosas. Eu era grato por elas. Aghata foi logo depois. Percebi Eric sentado. Me aproximei dele, toquei seu ombro, finalmente compreendendo. Ela merecia ele afinal. Não aguentei ouvir o que ela dizia. Não sabia se ia dizer sobre o tempo que namoramos, ou sobre como eu era um monstro insensível. De qualquer forma, fiquei olhando-a, a distância. O próximo foi Jake, um colega da faculdade. Ele falou dos momentos suavemente embaraçosos do meu passado, e eu ri de leve. Era bom se lembrar desse tempo. O último a falar foi Mark. Um dos meus únicos e mais recentes amigos. Quando ele chorou, parei ao seu lado, certo que ele não poderia me sentir, e coloquei meu braço estava sobre seus ombros. Ele olhou pela janela, procurando evitar ainda mais lágrimas. Eu estava no meio do caminho, mas ele não me via. Juntei meu lábios aos seus,como tinha feito muitas vezes antes. Mas ele não sorriu como das outras. Pensei ter ver um leve brilho em seus olhos, como se por um momento ele estivesse me vendo. Estava errado. Ninguém me via.
Olhei do altar enquanto todos abaixaram suas cabeças e fizeram um minutode silêncio por mim. Caminhei ao lado do caixão até a cova. Fiquei ao lado dele enquanto jogavam flores e terra sobre meu corpo. Algumas lágrimas, não muitas, regaram a terra recém remexida, assim que tudo acabou. Olhei enquanto as pessoas de pretose distanciavam, através das longas colinas do cemitério. Caminhei em silêncio, e sozinho, cruzando arbustos e outras lápides. Deixei para trás a minha própia lápide e caminhei para seguir em frente. Era o tempo afinal. Tudo que eu tinha para ver, já tinha visto. Fui adiante, sentindo que finalmente estava servindo ao meu propósito.