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"O preço de amar muito alguém talvez seja nunca mais conseguir amar ninguém." —Dostoiévski
Cupid Visiting the Sleeping Psyche
Artist: Luca Giordano (Italian, 1634-1705)
Date: c.1695-1697
Medium: Oil on copper
Collection: Royal Collection Trust, London, United Kingdom
Description
This painting is the sixth in a set of twelve in the Royal Collection depicting part of the story of Cupid and Psyche. The subject of this series comes from The Metamorphoses or Golden Ass by the second-century AD writer Apuleius: it is one of the stories that intersperse the main narrative of Lucius on his travels (Book IV, para. 28 - chap. VI, para. 24). The tale of the many travails endured by ill-matched lovers (one mortal and one divine) before their final happy marriage, it was interpreted in the Renaissance as a Neoplatonic allegory of the progress of the soul (Psyche means 'soul' in Greek) towards salvation through Divine Love. The outcome of their union is Pleasure.
This painting shows Cupid, visiting Psyche's bed when night is well advanced. Here Cupid looks up at a female figure holding a bed curtain (symbolizing night), while another holds her finger to her lips, possibly to symbolize the secrecy of their union. Shortly afterwards Cupid tells Psyche that she is bearing his child. Psyche's isolation makes her palace seem a splendid prison; she wishes her sisters might visit her so that she can reassure them of her well-being. Cupid unwillingly gives his consent; Zephyrus brings the sisters three times. Envious of the delights enjoyed by Psyche, they persuade her that her husband is a serpentine monster who will devour her and advise her to kill 'it' while it sleeps.
¿Qué es la magia?
La magia es esto: conocerte en profundidad y comprender cómo se mueve el universo desde adentro.
No es poder ni espectáculo. Es atención afinada, silenciosa. Un modo de mirar que deja caer lo falso y permite que lo real se revele.
Magia es cuando la conciencia se vuelve permeable: lo que ocurre afuera te responde porque algo en ti aprendió a escuchar.
No llamas fuerzas externas. Reconoces la tuya. Y en ese acto, el mundo cambia un milímetro.
Eso es magia.
parece que eu sou a última coisa em pé num lugar que já desabou inteiro. eu tô cansada de ser fortaleza, de ser suporte, de ser a que aguenta sem reclamar alto demais. tem uma exaustão que não se resolve dormindo, um vazio que não se preenche com palavra bonita, um grito que não sai porque ninguém escutaria mesmo. é como se todo mundo tivesse ido embora de alguma forma, mesmo estando perto. e eu fiquei com o que sobrou — os cacos, os pesos, as tarefas, os silêncios constrangedores e as conversas que sempre começam com “você precisa entender”. eu entendo tanto que esqueci como é ser entendida. tem dias que eu penso que não foi pra isso que eu nasci. não pode ter sido. eu era criança e sonhava alto. agora, eu acordo me perguntando como é que se respira sem sentir culpa, como é que se vive sem esse aperto constante no peito. eu queria poder sumir sem fazer barulho, só virar vento, só virar nada. não por drama, mas por paz. por fim. porque tá difícil pra caralho continuar existindo nessa bagunça que ninguém vê. e eu nem sei mais o que eu sinto. é tudo ao mesmo tempo. e nada também.
Eros e Psique
Psique (apelidada de Vênus) na mitologia grega é uma divindade que representa a personificação da alma. Ela era a filha mais nova de três irmãs, filhas de um rei de Mileto. Psique era uma jovem mortal de beleza extraordinária, tão encantadora que pessoas de todos os lugares vinham para admirá-la, oferecendo-lhe honras que normalmente eram reservadas à deusa Afrodite. Isso despertou a inveja e a ira da deusa do amor e da beleza, que não podia aceitar que uma mortal recebesse mais adoração do que ela.
Afrodite, furiosa, ordenou que seu filho, Eros (o deus do amor), fizesse com que Psique se apaixonasse por alguém indigno e desprezível. No entanto, ao ver Psique, Eros se encantou por sua beleza e, sem seguir as ordens da mãe, ele próprio se apaixonou por ela.
Enquanto isso, Psique, apesar de ser adorada por sua beleza, não conseguia encontrar um marido, o que deixou seus pais preocupados. Eles consultaram um oráculo, que previu que Psique estava destinada a casar-se com um monstro terrível. Desesperados, eles seguiram o conselho do oráculo, deixando Psique em uma montanha, onde esperavam que seu destino se cumprisse. No entanto, em vez de ser levada por um monstro, Psique foi carregada pelos ventos suaves para um palácio encantado.
Nesse palácio, todas as suas necessidades eram atendidas por servos invisíveis, e à noite, ela era visitada por seu marido, que nunca mostrava seu rosto, mas a tratava com grande carinho. Apesar da felicidade que sentia, Psique começou a sentir falta de sua família, especialmente de suas irmãs. Eros, que a visitava sob o véu da escuridão, advertiu que ela nunca deveria tentar ver seu rosto, sob o risco de perder tudo. Porém, movida pela curiosidade e pelas insinuações de suas irmãs, Psique decidiu descobrir a identidade de seu misterioso amante.