Pártenseme os órganos en mil lembranzas
cando recordo.
Cando volves aparecer –como se aínda estiveses– moi dentro de min propulsando o sangue descompasado.
Clara Vidal, en Linguaxes dixitais, páxina 42

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Pártenseme os órganos en mil lembranzas
cando recordo.
Cando volves aparecer –como se aínda estiveses– moi dentro de min propulsando o sangue descompasado.
Clara Vidal, en Linguaxes dixitais, páxina 42
Misha Bies Golas, Recordo
#recordo que na minha #infância a #data de #7desetembro era de #comunhão . Nossa #família se juntava com #vizinhos e #amigos e passava o dia JUNTOS. Mas, hoje, no #bicentenáriodaindependência foi diferente... Mas há de passar... O #vento há de #trazer boas #notícias ... "Pergunto ao vento que passa notícias do meu país e o vento cala a desgraça o vento nada me diz. Pergunto aos rios que levam tanto sonho à flor das águas e os rios não me sossegam levam sonhos deixam mágoas. Levam sonhos deixam mágoas ai rios do meu país minha pátria à flor das águas para onde vais? Ninguém diz. Se o verde trevo desfolha pede notícias e diz ao trevo de quatro folhas que morro por meu país. Pergunto à gente que passa por que vai de olhos no chão? Silêncio - é tudo o que tem quem vive na servidão. Vi florir os verdes ramos direitos e ao céu voltados. E a quem gosta de ter amos vi sempre os ombros curvados. E o vento não me diz nada ninguém diz nada de novo. Vi minha pátria pregada nos braços em cruz do povo. Vi minha pátria na margem dos rios que vão pro mar como quem ama a viagem mas tem sempre de ficar. Vi navios a partir (minha pátria à flor das águas) vi minha pátria florir (verdes folhas verdes mágoas). Há quem te queira ignorada e fale PÁTRIA em teu nome. Eu vi-te CRUCIFICADA nos braços (sombrios) da fome. E o vento não me diz nada só o silêncio persiste. Vi minha pátria parada à beira de um rio triste. Ninguém diz nada de novo se notícias vou pedindo nas mãos vazias do povo vi minha pátria florindo. E a noite cresce por dentro dos homens do meu país. Peço notícias ao vento e o vento nada me diz. Quatro folhas tem o trevo liberdade quatro sílabas. Não sabem ler é verdade aqueles pra quem eu escrevo. Mas há sempre uma candeia dentro da própria desgraça há sempre alguém que semeia canções no vento que passa. Mesmo na noite mais triste em tempo de servidão há sempre alguém que RESISTE há sempre alguém que diz NÃO. TROVA DO VENTO QUE PASSA - MANUEL ALEGRE . #7desetembro #diadaindependência #poesia #poesía #poesias #manuelalegre https://www.instagram.com/p/CiOR581JPRg/?igshid=NGJjMDIxMWI=
Los restaurantes del centro de Lugo ya facturan más que el pasado verano
Not more feelings
Já não estremeço mais ao ouvir seu nome Já não me recordo mais do seu cheiro Já superei seus olhos me observando Já passou, e Deus queira que não volte mais.
Recordo ainda...E nada mais me importa... Aqueles dias de uma luz tão mansa Que me deixavam, sempre de lembrança, Algum brinquedo novo à minha porta... Mas veio um vento de Desesperança Soprando cinzas pela noite morta! E eu pendurei na galharia torta Todos os meus brinquedos de criança... Estrada afora após segui... Mas ai, Embora idade e senso eu aparente, Não vos iluda o velho que aqui vai: Eu quero meus brinquedos novamente! Sou um pobre menino... acreditai... Que envelheceu, um dia, de repente!...
Recordo ainda (Mario Quintana)
"En días como estos te recuerdo, en días en los que tanta tristeza llego a amar"
E'C