Beautiful morning ☀️
Cairo, Egypt 🕊️🍃

seen from Spain
seen from Japan
seen from United States

seen from Israel

seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from Russia
seen from Italy

seen from United Kingdom
seen from Türkiye
seen from Malaysia

seen from Brazil
seen from China

seen from United States
seen from United States
seen from China
seen from Kazakhstan

seen from United States
seen from United Kingdom
Beautiful morning ☀️
Cairo, Egypt 🕊️🍃
Nile cat
Nile cat
Another Evening Sailing down the Nile, Another Stunning Sun set, by Rab . https://www.flickr.com/photos/58739232@N07/38274101726
#BirdographyUganda Presents A massive shout out from #wildographydudette @melissagroo straight from Uganda’s Murchison Falls National Park. “That is where my dearest and brightest dreams have ranged — to hear for the duration of a heartbeat the universe and the totality of life in its mysterious, innate harmony.” ~Hermann Hesse Red-throated Bee-eaters fan out their tails as they lay claim to their nesting holes along the banks of the River Nile. Murchison Falls National Park, Uganda. These birds are exquisitely beautiful. * Follow @melissagroo for more of her wonderful work and enquire about prints. * #Birdography #Wildography #WildographyUganda #NiloticExpeditions #murchisonfallsnationalpark #rivernile #uganda #visituganda #birdsofuganda #birdinginuganda #birdwatching #birdsofinstagram #birdphotography #birdstagram #birds_captures #birdfreaks #birdseyeview #birds_adored #birdsonearth #birdgang #birdsplanet #birdsplanet #birdsofafeather #visituganda https://www.instagram.com/p/COt4Ag7gtVz/?igshid=hqu7ko1g1hmb
A evolução é um mito: Mosaico do Nilo de Palestrina retrata homens caçando um animal pré-histórico extinto há milhões de anos
A arte de mosaico chamada “O Nilo de Palestrina”, datado de 100 a.C., representa o Nilo em sua passagem do Nilo Azul para o Mediterrâneo e retrata a vida cotidiana em uma cidade a leste de Roma. Nele encontram-se retratados muitos animais familiares com legendas em grego, incluindo o crocodilo, o macaco e a tartaruga.
Mas o que mais chama a atenção nesse piso helenístico tardio, é a áreas do mosaico que ilustra homens caçando uma criatura parecida com um dinossauro em um lago. A identificação do animal exibido no close-up está sujeita a muita controvérsia, visto que é difícil identificar com qualquer grau de exatidão a criatura. Cristãos conservadores e defensores do criacionismo, para corroborar suas crenças e teorias, têm invariavelmente apontado o animal representado nesse mosaico como sendo indubitavelmente um dinossauro.
Foi sugerido que o animal pode ser uma lontra, mas este não é caso, porque em outra parte do mesmo mosaico está exposta uma imagem de um par de animais que é explicitamente legendada como lontras.
A legenda grega para este animal diz que ele é um “crocodilo-leopardo”, um animal inexistente na galeria de nossa zoologia ou paleontologia. A antiga palavra para “girafa” era “camelo-leopardo” em referência à morfologia semelhante a de um camelo e ao padrão de cores semelhantes de um leopardo. Por que o animal do mosaico seria chamado de “crocodilo-leopardo”? A parte do “leopardo” no nome obviamente que não era devido ao padrão de cores. Podemos especular que este animal partilhava de uma mistura de traços mamíferos e reptilianos.
Não há nenhum animal em nossa fauna de hoje que se pareça com o "crocodilo-leopardo", nem tampouco que tenha uma mistura de traços mamíferos e reptilianos, embora haja um grupo de organismos extintos que pode e que é literalmente chamado de "répteis com a aparência de mamíferos". O problema é que todos os répteis de aparência mamífera extinguiram-se “milhões de anos” antes do mosaico ter sido criado. O gráfico abaixo ilustra este ponto de forma convincente. Note-se como o animal do mosaico está muito bem ajustado junto das reconstruções dos vários répteis com aparência mamífera.
Esse mosaico é uma das primeiras representações romanas de cenas nilóticas, embora várias outras tenham sido descobertas em Pompeia. Como esses artistas poderiam retratar todos esses animais extintos antes da paleontologia? A resposta óbvia é que eles testemunharam esses animais e que eles eram comuns em sua vida cotidiana.
Detalhes sobre o Mosaico do Nilo de Palestrina
O Mosaico do Nilo de Palestrina é uma obra de arte em azulejo considerada uma obra-prima da antiguidade que fazia parte de uma gruta-santuário clássica em Palestrina, uma cidade a leste da Roma Antiga, na Itália central. Tem uma largura de 5,85 metros e uma altura de 4,31 metros e oferece um vislumbre do fascínio romano pelo exotismo egípcio antigo no século I a.C., tanto como uma manifestação inicial do papel do Egito no imaginário romano, quanto como um exemplo do gênero "paisagem nilótica", com uma longa história iconográfica no Egito e no mar Egeu .
O mosaico, com uma moldura em arco que identifica sua localização original como piso de uma abside em uma gruta, apresenta representações detalhadas de de gregos ptolomaicos e etíopes negros em cenas de caça a vários animais, incluindo animais pensados como extintos há 10.000 anos durante a Era do Gelo. Cada animal não só é representado com incrível precisão, como muitos são também nomeados.
É a mais antiga representação romana de cenas nilóticas, das quais várias outras foram descobertas em Pompéia. Um consenso sobre a datação da obra está surgindo lentamente. Paul G. P. Meyboom, professor assistente de Arqueologia Clássica na Universidade de Leiden, autor do livro The Nile Mosaic of Palestrina: Early Evidence of Egyptian Religion in Italy (Religions in the Graeco-Roman World) [Leiden, Brill, 1995], sugere uma data pouco antes do reinado de Sula (por volta de 100 a.C.) e trata o mosaico como uma evidência inicial da disseminação de cultos egípcios na Itália, onde Ísis foi sincretizada com Fortuna. Ele acredita que as cenas nilóticas foram introduzidas em Roma por Demétrio, o Topógrafo, um artista grego do Egito ptolomaico ativo (por volta de 165 a.C.). Claire Préaux (1904-1979), historiadora e filóloga belga especializada no período helenístico e professora na Université Libre de Bruxelles, enfatiza a natureza "escapista" do cenário fantástico.
O Mosaico do Nilo ainda era visto na cidade italiana de Palestrina, antiga Praeneste, no século XV. Quando notados pela primeira vez pouco antes de 1507 por Antonio Volsco, um humanista do círculo de Pomponio Leto, os mosaicos ainda estavam in situ entre os vestígios do santuário de Fortuna Primigenia de Sula. Naquela época, a cidade era propriedade da família Colonna de Roma, cujo palazzo em Palestrina ocupava uma parte das ruínas.
No século XVII, Palestrina passou para a família Barberini, que entre 1624 e 1626 removeu a maior parte do mosaico de seu cenário, sem registrar a composição geral, e após novos movimentos e danos, o colocou em exposição no Palazzo Barberini em Palestrina, onde permanece. O mosaico foi restaurado e reparado em várias ocasiões, mas as aquarelas cuidadosas das seções foram feitas para Cassiano dal Pozzo antes da restauração inicial no opificio (do latim opificium, local de trabalho-fábrica) de São Pedro. A redescoberta de Helen Whitehouse das aquarelas há muito perdidas permitiu uma reconstrução dos segmentos sobreviventes de uma maneira mais significativa, embora muito permaneça incerto sobre a composição original. O mosaico tem sido uma das principais atrações do Museo Nazionale Prenestino no Palazzo Barberini em Palestrina desde 1953.
No mosaico, o Nilo serpenteia por vinhetas representando paisagens e assentamentos exóticos; os detalhes mais recônditos são cuidadosamente rotulados em grego, ressaltando a fonte alexandrina do gênero. Lembremos que o Nilo não é apenas um rio do Egito. O Nilo é o rio mais longo do mundo, estendendo-se para o norte por aproximadamente 4.000 milhas (ou 6.400 quilômetros) da África Oriental ao Mediterrâneo. Além do Egito, flui pelos países africanos do Sudão, Burundi, Ruanda, República Democrática do Congo, Tanzânia, Quênia, Uganda e Etiópia.
A arte nilótica como o mosaico do Nilo do primeiro século de Palestrina detalhou a vida ao longo do Nilo. A natureza precisa da relação entre o mosaico e as práticas cartográficas é controversa. Recentemente, o mosaico de Palestrina foi interpretado como um mapa topográfico real do Nilo: a parte superior do mosaico representa a Etiópia, a zona superior da seção inferior representa o Egito e o primeiro plano representa o Delta, de cima para baixo entendido como sul para norte, a convenção padrão para mapas antigos. Mais provavelmente, no entanto, o mosaico fornece uma grande e coerente composição da paisagem do Nilo durante a estação das cheias, embora dependente de convenções topográficas.
Could the Ethiopian Ark of the Covenant be the real Ark mentioned in the Bible?
Discover more ➡️ https://byfaith.org/product/the-bibles-lost-ark-of-the-covenant/
Visit Uganda; Uganda, the Pearl of Africa, is home to one of the most diverse and concentrated ranges of African Wildlife like mountain gorillas, chimpanzees, and the big five
Uganda was called the Pearl of Africa by Winston Churchill. It is home to one of the most diverse and concentrated ranges of African Wildlife (fauna); https://visitafrica.site/visit-uganda.html