yo no suelo expresar tanto mis sentires; no es algo que me hayan enseñado, pero contigo, quiero expresar hasta lo más mínimo, quiero contarte todo. no es una obligación es un querer, es un me nace hacerlo.
seen from Yemen
seen from United States

seen from Poland
seen from Czechia
seen from United States
seen from Argentina
seen from Poland

seen from Belgium

seen from United Kingdom
seen from United States

seen from India

seen from Australia

seen from Germany

seen from Hong Kong SAR China
seen from Russia
seen from United States
seen from Yemen

seen from United States

seen from United States

seen from Croatia
yo no suelo expresar tanto mis sentires; no es algo que me hayan enseñado, pero contigo, quiero expresar hasta lo más mínimo, quiero contarte todo. no es una obligación es un querer, es un me nace hacerlo.
No temo a nada porque a tu lado nada podrá destruirme.
El mundo se me desvaneció hace tiempo, y aunque en algún momento he podido flaquear, has sido tú—solo tú, poeta descifrador de memoria—quien ha abierto, a través de tu ser, de tus miradas y gestos, las fronteras de mis sentires.
Ahora, ese zarpazo me tiene atrapada entre la delgada línea de la tristeza imposible y tu inmensa ternura.
Y no quiero renunciar a ella.
Un beso con amor
¿Cómo explicarle al mundo que ya me cansé de querer quedarme?
Maia
Estoy a la entrada de tu puerta
Ven,
Atiéndeme...
Escúchame,
Sabes quién soy,
Sabes que te amo,
Desde...
Desde siempre;
Deja todas tus cosas,
Tus deberes,
Tus trabajos,
Tus trajes,
Tus zapatos,
Tú reloj,
Tú agenda...
Déjalo todo y a todos;
Y vuelve, vuelve a mí,
Otra vez:
Pierde el control, pierde la cordura...
Olvídate de todo en esta vida de nuevo...
En mis brazos.
Te amo.
Berna Torres
Entre bares e você
São 2:33 da madrugada e eu já perdi a conta de quantos bares atravessei. Eu queria estar bêbado, daquele jeito ridículo e confortável, anestesiado, igual o narrador de Clube da Luta depois que começa a frequentar grupos de apoio e finalmente consegue apagar como um neném. Mas não. Eu ainda sinto tudo. Cada coisa no seu lugar exato. Cada lembrança afiada.
A cerveja não resolveu nada. Não apagou você, não embaralhou meu corpo, não diminuiu esse peso no peito. Ainda assim, eu gosto do gosto. Gosto da primeira engolida, do frio descendo pela garganta, da promessa mentirosa de que talvez dessa vez funcione. Mas o álcool já não faz diferença em mim. Talvez eu tenha me acostumado a sobreviver assim: lúcido demais, sensível demais, consciente demais de tudo que dói. O problema é que, mesmo assim, eu lembro. Lembro do seu cheiro. Do seu gosto. Daquela bendita maldita memória que aparece sem pedir licença, inteira, como se fosse ontem. Como se você ainda estivesse aqui.
Tenho 29 anos. Vinte e nove. E carrego um amor que nunca foi meu, a porra de um amor platônico, palavra bonita pra uma coisa patética. Eu deveria estar casado, ou pelo menos fingindo que sou feliz em alguma rotina morna, mas mal consigo passar um dia sem tropeçar em você dentro da minha cabeça. Ontem saí com uma mulher. Uma secretária que sempre esbarrava comigo no elevador, às vezes no café embaixo do prédio comercial. Nem lembro o nome dela, o que diz muito sobre mim. A gente bebeu, riu do nada, foi pra cama. E mesmo ali, com outro corpo, outro cheiro, outro som, era você que aparecia. Alguma coisa nela me lembrou você. E isso me deu vontade de ir embora no meio do ato. Que tipo de maldição é essa? Transar com alguém e continuar vendo você por cima do ombro, no teto, no escuro?
É uma merda. Uma merda enorme. Eu não consigo aceitar que você casou. Que tem um filho. Que mora longe, em outra vida, em outro mundo. Que me bloqueou de tudo como se o que a gente viveu, ou quase viveu, tivesse sido nada. Como se eu tivesse inventado tudo sozinho, sentado num bar qualquer, com um copo na mão e o coração aberto demais. Dói pensar que fui tão facilmente apagável.
Eu fumo demais. Cigarro atrás de cigarro, como se cada um fosse levar embora um pedaço da sua voz. Eu entro em todos os bares, repito os mesmos caminhos, sento nas mesmas mesas, numa tentativa desesperada de esquecer o jeito que você falava meu nome, o gosto da sua boca, a forma como você ocupava o espaço sem esforço nenhum. Nada funciona. Nada. E isso é o pior: saber que estou tentando e falhando.
Às vezes me pego imaginando se um dia a gente vai se encontrar por acaso. Num café de esquina, desses pequenos, meio escondidos, onde ninguém presta muita atenção em ninguém. Você talvez com pressa, eu fingindo que estou bem. Um “oi” atravessado, um silêncio pesado, aquele segundo em que tudo o que nunca foi dito grita. Não sei se eu teria coragem de ficar. Não sei se eu iria embora. Só sei que, se esse dia existir, ele vai me quebrar de novo.
São 2:33 da madrugada. A cidade continua respirando e eu continuo acordado. Não estou bêbado, não estou bem, não estou livre de você. E talvez nunca esteja.
Tú siempre planeaste la vida de a dos, mientras yo estaba soñando un hogar de a tres.
Y al final, solo quedamos mi retoño y yo…
Y estamos perfectos así.
Creo que me enamoré de ti sin remedio. Lo siento, lo sé. Tú ni siquiera sabes que es de ti de quien hablo, que es de ti cada latido que siento cuando estás cerca, cuando te siento, cuando imagino cada palabra acariciando mis cabellos como si tus dedos se enredaran en mí y esa maraña de sensaciones me llevara al incesante y agitado estruendo que siento en mi pecho cuando te leo. No, sé que no tienes idea de que eres tú, niño de pétalos de luz. Y nada te diré... porque esto que siento ahora es tan mío, tan lleno de ti, tan suavemente tierno que temo se esfume apenas el viento te envuelva con mi sentir.
Cierra los ojos y mírame, ¿puedes sentirme? Dime que puedes, dime que sí.
Maru