El profesor Bob Torres denuncia la incoherencia de que en los movimientos de izquierda pretendan combatir jerarquías de nacionalidad, la raza, la clase al mismo tiempo que aceptan la jerarquía basada en la especie: goo.gl/XGjEbN
seen from Algeria
seen from China

seen from France
seen from China
seen from United States

seen from United States

seen from Saudi Arabia

seen from United Kingdom
seen from Algeria

seen from Malaysia
seen from United Kingdom
seen from Türkiye
seen from South Korea
seen from Poland
seen from Ireland
seen from China
seen from Russia
seen from China

seen from Australia
seen from Spain
El profesor Bob Torres denuncia la incoherencia de que en los movimientos de izquierda pretendan combatir jerarquías de nacionalidad, la raza, la clase al mismo tiempo que aceptan la jerarquía basada en la especie: goo.gl/XGjEbN
Vivo fazendo junção de palavras sem contextualizar, como se aqueles termos fossem retirados de livros cheios de cripto-arcaísmos academicistas e preciosismos neo-linguísticos. Só que não, eu mesmo invento sem criar livros enormes e cheios de devaneio para explicar coisas do dia-a-dia. Mas vou fazer um pequeno glossário antes de começar os textos.
Polinormatividade: normas (popularmente cagação de regras) inventadas só para dizer que este é o padrão poliantrópico (poliamor ou poligâmico). Já citada em textos de Assexual Orelhudo. Lembrando que polinormativo é diferente de 'polissexista' ou 'poligamismo', nada se compara ao monogamismo e mononormatividade que são supremacismos e elitismos afetivos. Poliginia mascunormativa e falocêntrica: basicamente a primeira e velha imagem do que monogamistas pensam sobre o que é poliamor e poligamia, alegando ser a coisa mais machista do mundo dicishétero (onde só o homem é livre para se relacionar com quem quiser). Isso é uma realidade compulsória e sentida até mesmo em relações não-mono. Há uma prescrição cis-heteropatriarcal do como relacionamentos poli 'funcionam'. Mascunormatividade foi cunhada na orientando.org, se não me engano, para se referir a norma masculina (dentro e fora do meio não-binário). Supremacia monogamista: todo o higienismo de relacionamento amato-normativo, que se baseia na idéia como se relacionamentos estritamente monogâmicos, monofiéis e fechados fossem o correto e os únicos funcionais. Também advocam e defendem a infidelidade sem consentimento, talaricagem não-consentida e traição, dando-as perdões fiscais, para jamais admitirem que praticam abusos e auto-destruição em nome do amor monogâmico, pondo toda culpa na não-monogamia. Monofidelidade performativa: fingir que sua fidelidade singular e estrita é perfeita, também evitar falar de pensamentos 'carnais', promíscuos e/ou epicenos, ignorando e superficializando atrações estéticas por outras pessoas, psiquicamente nem se identificando com a animalia. Performatividade advém de 'performative allyship', junção inglesa pra 'militância de telão', ativismo pelo qual só é exercido em frente às câmeras. Ou seja, alusão de que para a sociedade, sua relação é linda e maravilhosa (eternamente feliz), mas omitindo os bastidores implicitos e ocultos da espera da vida pública.
Agora iremos traçar o que é gamia, e o que a diferencia da amoria (amorismo/amoridade, vem de amory/amorous, relação amorosa). Seria namoro um relacionamento amoroso? Há quem defina que seja um combo de compromisso, seriedade, fidelidade, afeto e sexo. Mas e assexuais não podem ser monoamor ou poliamor também? Logicamente essas combinações não são reais para todo mundo.
Casamento afinal, o que realmente é? Um trato assinado para relações estáveis civil / religiosamente? O tempo passa, o que antes era chamada de relação amasiada (amasiar poderia ser morar junto, fazer tudo que fazem na gamia numa relação amorosa porém sem oficialidade), hoje já é casar, para boa parte da população. Há também as queerplatonicidades (ou relações quasiplatônicas), que se assemelham muito a isso, com um tom de amicabilidade, familiaridade e proximidade sem serem românticas ou amicais, semelhantes a 'melhores amizades' porém 'quase-platônicas'. Vale lembrar que amizade e platonicidade (não confundir com platonismo) também são empiristas (construídas socialmente).
Quando falamos de poliamor assexual, há muitas pessoas que presumem que assexuais são pessoas absolutamente românticas (adicionalmente excessivas). Mas já imaginou aroaces (assexuais arromântiques) se declarando poli? Essas pessoas existem, tanto é que existe a bandeira polyaffectionate (poliafetuosa) para pessoas arromânticas (a que está na imagem). Tendemos a enxergar os conceitos de exclusividade amorosa sem uma fidelidade totalitária, como representada por aí. Lembrando também que há espectros das assexualidades e arromanticidades, e até mesmo pessoas que evitam rótulos -sexuais e -românticos para usarem -sensoriais/-sensuais, -sociais e -platônicos, devido a conotações pessoais (tanto externas quanto internas). Arromanticidade, nonamor, sologamia e agamia são separadas.
Desconstruindo tudo isso, podemos afirmar que, assim como existem relações estéticos e mentais (espiritual ou intelectual), há casamentos que são apenas platônicos e poliamorias meramente afeituosas e amicais, até mesmo celibato romântico. Tantas combinações e formas, formando diversas afinidades mútuas e afetividades interpessoais (um leque de a/diversidades), que podem ser variantes e diversificadas.
Sobre a segregação de gênero: mulheres têm grande dificuldade em reconhecer e externalizar seu poliamor. Por que homens aparentam sentir-se livres para fazerem o que quiser, enquanto mulheres se sentem hiper-protegidas ou ameaçadas dentro de relacionamentos? Por que a representação homenil de poli é hipogâmica na maioria das vezes?
Todo esse elitismo mental e social, enfrentados por pessoas não-mono, pode ser sentido por pseudo-monogâmicos que reforçam sua monofidelidade sem estrutura. Ou seja, muita gente é afetada em nome do cis-heteroamor mononormativo, dicisheterossexismo sentido de longe e de perto. E como vem gente dizer que isso tudo não é repressão, opressão ou um tipo de discriminação?
Outra coisa: heteroPATRIarcado, ou seja, o pai (homem) arca com a relação heteronormativa. Pessoas lésbicas e sáficas são diretamente fetichizadas por homens (e na maioria das vezes sem consentimento). E se o homem que manda, homens gays que são mais punidos. A transhomofobia de homens cis é majoritariamente contra pessoas designadas homenis/masculinas ao nascer e que são variantes (trans/gays/bi/pluri/nb/etc.). Desde criança somos repreendidas para não sermos femininas, andróginas, meninas, 'mulherzinha' ou homo-afetivas. Putafobia enfrentada na pele, enraizada pelo imperialismo e obscurantismo de períodos colonialistas. Isso reflete em como a homossexualidade e transsexualidade são criminalizadas e condenadas em certos países da Afro-Ásia, onde há específicas permissividades para mulheridades trans e lesbicidades (lesbianidades e saficidades pluris), tudo em nome do homem-centrismo poligâmico. Concluí-se que a transhomofobia feminina/mulheril também é maior com indíviduos designados femininos/mulheris ao nascer e que são variantes. A homossocialidade nos provoca a competir e nos desvencilhar da irmandade (fraternidade / sororidade). \transhomofobia pode ser substituída por cisheterossexismo
Vale lembrar que poligamia e bigamia são vistas em certas intersecções da não-monogamia como monogamias plurais, pois monogamia é definida como estrita e sem liberdade (autoritária, fechada e não-livre).
Descrição da imagem: Símbolos poliamor em volta, lembrando o sinal de às, que na comunidade ace simboliza aroaces, tanto de área cinza quanto preta. Escrito: Amoria é só relacionamento sério e estritamente mono? Gamia: casamento, relação amasiada ou marital? Polinormatividade, poliginia falo-centrica e mascunormativa, supremacismo monogamista, monofidelidade performativa e monossexista, heteropatriarcado heteroterrorista, prescrição mononormativa e a política de respeitabilidade. São todas as realidades da monogamia clássica que nos imobiliza até hoje, trazidas junto ao imperialismo. Muitos agem como se casassem virgem hoje em dia, pois virgindade assim como o romance são empiristas (construções sociais) e auto-interpretadas. Poliafeição (poliafeto) sem romance e poliamor sem sexo? Existem! E não se resume apenas a amizade. Poliafetividade poliace existe e resiste! Nossa existência te ameaça? Por que se sente defensiva pelo nome da monogamia? Tudo isso leva questionar como você se relaciona? [fecha descrição]
Supremacismos
(vía )
Lo opuesto al veganismo es el supremacismo humano. Este supremacismo defiende que los humanos son dueños del planeta y están moralmente legitimados en dominar a los demás animales. El supremacismo humano es una extensión del antropocentrismo moral, es decir, la creencia de que la vida humana posee un valor especial y superior al resto de animales: https://humansupremacism.com/es/
La relación de la especie humana con los demás animales es una relación esclavista —nos hemos apropiado de las vidas de los animales para tratarlos como objetos y recursos para satisfacer los deseos humanos: https://humansupremacism.com/es/
El supremacismo humano es la creencia de que los humanos son superiores a los demás animales y que están legitimados en someter y dominar a los animales: https://humansupremacism.com/es/