ezen a homlokzaton egy kiselefánt próbált meg elrejtőzni. de nem előlem!
Szank, Bács-Kiskun
https://www.google.hu/maps/@46.5601801,19.6593195,3a,49.1y,15.19h,88.96t/data=!3m6!1e1!3m4!1sTCdU6CbaljwPdAud2zYSkg!2e0!7i13312!8i6656

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ezen a homlokzaton egy kiselefánt próbált meg elrejtőzni. de nem előlem!
Szank, Bács-Kiskun
https://www.google.hu/maps/@46.5601801,19.6593195,3a,49.1y,15.19h,88.96t/data=!3m6!1e1!3m4!1sTCdU6CbaljwPdAud2zYSkg!2e0!7i13312!8i6656
KUNKOVÁCS, László: Oven, Szank, Hungary, 1983
in: KUNKOVÁCS, László: Ancient structures, 2014, Könyvesműhely, p.93
Coup de coeur! #KunkovácsLászló #Szank #ethnography #Hungary #Architecture #hungarianarchitecture #villagearchitecture #farmarchitecture #agriculturalarchitecture #spontaneousarchitecture #foundobject #Objettrouvé #ancientstructures #ancientarchitecture #ancientconstruction #ancientstructure #archaicarchitecture #archaicdesign #archaicconstruction #archaicarchitecturte #oven
Ninguém enxerga, ou simplesmente não querem, a cada sopro do vento uma parte de minhas lágrimas se convertem em gelo e junto delas meu sangue, que já não percorre minhas veias pela simples falta de força, já que seu impulsor não mais existe, virou pedra.
Implora como alguém que tem a vida arrancada, mas com a esperança de dormir o mais profundo sono, e que ele seja eterno.
S.Zank
Odeio essa gente que vive o tempo todo animada. O tempo todo sorrindo. Odeio sol, odeio meu quarto, não é mais do jeito que eu quero. Odeio a mania das pessoas em quererem saber mais da minha vida do que eu mesmo. Odeio que me digam o que fazer, nunca faço o que não tenho vontade. Odeio ter que usar óculos, odeio pessoas certinhas, odeio estar com sono e não conseguir dormir. Odeio acordar cedo, odeio que me acordem. Odeio que tentem mandar em mim, odeio perguntas repetitivas. Odeio as pessoas que tentam mudar meu jeito, odeio lugares lotados, odeio pessoas. Odeio quando falam que eu pareço com alguém, e fico muito intrigada quando falam: só você mesmo. Só eu o que, porra? Odeio quando falam que eu odeio tudo, já tenho essa cara de quem não gosta de nada, e sei como sou, não preciso que digam.
S. Zank
Eu, por vezes, queria poder voltar no tempo e te trazer pra perto de mim. O tempo nos afastou, a distância nos impede de conviver. Porque prometemos que seria pra sempre se a certeza não existia? A dor corrói meu peito e a única coisa que impediria minha lágrimas de caírem, seria seu abraço.
É o meu ponto de fuga, meu refugio, a pessoa da qual eu faço de tudo apenas para colocar um breve sorriso nos lábios. Sem você a vida fica sem cor, as coisas já não tem tanta graça, a monotoniedade impera, e meu riso já não transmite tanta felicidade. Seria egoísmo meu te querer aqui? Eu realmente não entendo… era único, verdadeiro, sincero; se tornou lembrança, daquelas que machucam.
Saudade dói, e eu simplesmente não posso mudar nada.
S. Zank
Talvez ele ache que a hora tenha chegado e simplesmente começou a correr contra o tempo, tempo esse que o prendia como correntes, amordaçado pela estupida fadiga, coração na boca e mente focada, sonhos despedaçados com o quebrar da esperança, dias pavorosos inundaram uma vida sem graça, sem gosto. Até quando, aguentar o mundo indo contra seu jeito, seus pensamentos? Até quando, cada atitude seria vingada da forma mais cruel? Correndo sem rumo até uma esquina qualquer, ninguém o enxerga, ninguém o sente, ninguém o quer. Sempre fingia não se importar, sempre o cara sério e determinado, porém, ao anoitecer se tornava a criança desprotegida e medrosa. Até quando, fingir ser o que se mais odeia? Até quando, fazer coisas da qual não se tem motivação? Até quando, aguentar cobrança de pessoas incapazes de dar um passo sozinhas?
Uma caixa em suas mãos, lá teria tudo o que ele precisasse para se libertar. As tendencias não o contagiariam, ele seria único, seria capaz de dominar o enxame do qual todos são controlados; lá haveria de ter a ultima gota brilhante da mais pura essência que o fazia existir, a vida o queria de volta, queria percorrer as galerias tomadas por sangue, queria ser o ópio de um corpo rastejante.
A magia por fim aconteceu, mas seu lindo semblante não mudará, talvez tenha sido tarde demais para o corpo do qual falamos, o mesmo que se encontra gelado em um misero espaço de madeira, toda uma vida dentro de um cubículo, quem a lembrará ? Olhos transbordam lagrimas cruéis, lagrimas que sessarão, pois sua rotina ridícula e misera continuará, e a 7 palmos do chão, você já não pode mudar a realidade da superfície.
S. Zank