Pabellón neoárabe e isleta de los patos, Parque de María Luisa
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Pabellón neoárabe e isleta de los patos, Parque de María Luisa
Damn @goodgollymissmeli here’s a little bit info on the drama boy Suave
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Cocoa Rant Templete (Credit if used)
Templete de la Cruz del Campo en la Calle Oriente de Sevilla. Y de ahí el nombre de la cerveza sevillana, que es bálsamo de Fierabras para las calores de estas tierras bendecida por Dios.
CRIPTA-LA SEU-MANRESA-ART-PINTURA-AQUAREL·LA-SIMPLICITAT-TEMPLET-URNES-ALTAR-SANTS COSSOS-PINTOR-ERNEST DESCALS por Ernest Descals Por Flickr: CRIPTA-LA SEU-MANRESA-ART-PINTURA-AQUAREL·LA-SIMPLICITAT-TEMPLET-URNES-ALTAR-SANTS COSSOS-PINTOR-ERNEST DESCALS- Pintura amb aquarel·les en la que he volgut Pintar amb molta simplicitat i síntesi plàstica el Templet que guarda les urnes dels Cossos Sants o Sants Màrtirs, interior de la Cripta de la Seu de Manresa, una capella molt especial que va ser reconstruïda després de la Guerra Civil i que ara és un lloc de meditació i retrobament amb la mística espiritual i la història manresana. He pintat en diverses ocasions aquesta singular atmosfera en el subsol de la Basílica i segur que hi tornaré- Aquarel·la sobre paper. Watercolor painting in which I wanted to paint with great simplicity and plastic synthesis the Temple that keeps the urns of the Holy Bodies or Holy Martyrs, inside the Crypt of the Cathedral of Manresa, a very special chapel that was rebuilt after the Civil War and which is now a place of meditation and reunion with the spiritual mysticism and the history of Manresa. I have painted this singular atmosphere in the basement of the Basilica on several occasions and I am sure I will return there- Watercolor on paper.
Notas sobre o tempo
Hoje, aos vinte e quatro anos, vem à minha memória uma cena: há exatos 19 anos, eu estava sentada na areia da primeira escola em que estudei. O assunto era: "O meu pai me disse que não seremos crianças para sempre". Por mais que meu pai tivesse razão, eu nunca imaginei que a infância – o melhor lugar para se morar – duraria tão pouco tempo, embora, até hoje, ainda seja um abrigo.De todas as coisas que meu pai me disse, ele esqueceu de mencionar que crescer significaria deixar de "fazer de conta", porque as coisas simplesmente acontecem. Eu não precisaria mais fingir que iria trabalhar, e sim ir de fato. Não precisaria mais fazer de conta que perderia alguém que amava, pois isso aconteceria.
Quando você deixa de "fazer de conta", percebe o quão implacável é a lei da vida, e o quanto o tempo passa rápido.Enquanto escrevo este texto, o ponteiro do relógio corre. E, quando eu parar de escrever, ele continuará a correr.
Entender o tempo é uma tarefa de adulto, porque para a Giovanna de 19 anos atrás, o tempo era aquela coisa divertida que, quando passava rápido demais, me transportava direto para o final de semana, que eu passava na casa do vovô Godoi. Hoje, não importa o quanto ele corra, os finais de semana nunca mais terão o vovô, o cabelo branco que clareava com a luz – assim ele dizia – nem os vidros quebrados pela bola de futebol.
Na tentativa de compreender o tempo, me deparo com a certeza de que sou um ser incompreensível. O tempo é saudade, ele passa levando consigo, a cada momento, um pouco de nós – e de quem amamos.
Quanto tempo o tempo tem? Eu não sei.
Quanto tempo eu tenho? O suficiente para saber que aqueles que virão depois de mim também não compreenderão esse paradoxo temporal.