Oh to marry someone off as a threat
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Oh to marry someone off as a threat
i haven't uploaded any new treva art to my tumblr????????? or i didn't tag it. anyway, behold my firbolg bard, treva. she/they. they are sillay and a lil mischievous. their party also learned that the vicious gang she talked about being in (in the past) is also a circus and also possibly a shar cult; so included is her outfit for that too. exciting times
OCtober Day 10: Treva and Mün
Unidentified fucking Thing blow it up now
Some doodles of my momma tonight 💖
Fat Rope stick.
Ive seen this product about a lot but its only recently that Ive managed to get hold of some to test out .
As part of a dedicated fire kit or go bag set up or for use as an expedition tinder the reviews Ive seen have been quite favorable so am interested to see how well it works especially once it gets wet .
Cheers to Alex @alphabushcraft for sending some down to play with .
Full specs here.
https://www.alphabushcraft.com/collections/fire-making/products/fat-rope-stick-production-area-51
Marias
Hoje eu conheci uma Maria. Estranhei, logo de início, porque quase não conheço uma Maria jovem. O estranhamento era admiração, eu viria a perceber. Achei singular encontrar uma Maria jovem, porque parece que as jovens Marias ao meu redor decidiram se esconder. Muitas mulheres que se chamam Maria, apresentam-se e usam apenas o segundo nome, pois as mães, por algum motivo, dão nomes compostos aos seus filhos. Refleti que, talvez, inconscientemente, o que essas mulheres pretendem ao não se revelarem Marias, seja justamente se desvincular de toda a santidade que é evocada nos outros pelo nome Maria. É impossível dizer que a santidade deste nome não seja um fator latente no inconsciente coletivo. Quando algum fenômeno impactante nos acomete, geralmente, chamamos primeiro à Ela: Vixe Maria! Fiquei surpreso e encantado com a Maria que conheci. Acredito que o orgulho do nome dê forças à ela: consegue unificar o bem o mal, o lindo e o asqueroso, o que é da terra, e o que é do céu. Maria unifica os opostos, o inconciliável. É uma mulher gentil, que para garantir sua sobrevivência convoca as forças naturais instintivas. É como uma gata que pode se transformar em um tigre. Capacidade inerente, que se confirma pela infância da mesma: brincava com cobras, aranhas e sapos quando era criança, ou seja, A Mãe Selvagem sempre esteve por perto. Equilíbrio é tudo. Muitas vezes, na tentativa de integrar o seu eu mundano, selvagem, o eu divino - com poderes divinos - , é reprimido. Relegado aos lugares mais sombrios da psiquê, o eu divino definha, e com ele, vai morrendo a capacidade de "fazer milagres". Só que é só através destes pequenos milagres que nossos pontos de vista incomuns são levados em consideração pelas pessoas ao nosso redor. Os pequenos milagres é quando a externidade se desdobra em torno da nossa vantagem ou em vantagem do nosso ponto de vista. Quando a vida empírica começa a se tensionar para provar nosso ponto de vista, um a um, vão caindo os tijolos das barreiras fundamentalistas dos tímidos de coração. É aí que chega ao fim o cansaço do indivíduo que está em farrapos, desgastado pela experiência psicológica de ver seu ponto de vista depreciado e ignorado: quando ele assimila os opostos, re significando todos os aspectos divinos dos quais teve que abdicar para começar sua busca selvagem. Os opostos são tão importantes de serem assimilados por nós porque o mundo é feito de opostos, que parecem inconciliáveis, mas que na verdade se complementam. Maldade, bondade. Feiura e beleza. Espaço e tempo. Plenitude e Vácuo. Luz e trevas. Um não existe sem o outro. Assim é também a consciência. Sempre que uma força psicológica for negada, ela se fortalecerá e se manifestará de uma maneira autônoma, cada vez mais imperceptível para o eu consciente. Ela pode começar a se manifestar através dos sonhos, fantasias, até se tornarem psicoses ou neuroses. Integrem suas Marias. Elas não só podem, como devem coexistir com o lado mais selvagem que você vem tentando trazer à tona. Basta ousadia, e a capacidade de apreciar todas as manifestações e ciclos da vida natural, sejam eles belíssimos como uma flor, ou tão densos e escurecidos como a terra da qual a flor nasceu. É isto que a Maria fez. Tanto a mulher comum, que foi santificada pela igreja católica, quanto a Maria que conheci hoje, também uma mulher comum, mas com um poder especial: o da unificação dos opostos. Ela apenas sabe que a natureza ctônica (que vem do chão, das profundezas, do "diabo") contém a natureza divina e vice-versa. No lugar de assimilar estas naturezas como opostas, separadas, assimile-as como natureza, ou seja, como uma só, que se complementa. Esta pequena mudança de atitude pode trazer respostas à muitas perguntas.
междучасията ми миришат на трева и море
Obiknoven den na Naroden