Quando releio as declarações de amor que fiz para você eu tenho ânsia de vômito de imaginar que pensei um dia que você era tudo que eu precisava. Hoje eu sei que o que eu mais precisava era de amor próprio para deixar você.

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Quando releio as declarações de amor que fiz para você eu tenho ânsia de vômito de imaginar que pensei um dia que você era tudo que eu precisava. Hoje eu sei que o que eu mais precisava era de amor próprio para deixar você.
Guia Esotérico » Sonhos Existem diversos tipos de sonhos, os que gostamos de sonhar, os que nem tanto, aqueles que querem nos passar alguma mensagem ou fazem representação de algo que esteja na nossa cabeça. Os sonhos são poderosos, é possível acreditar neles e conseguir enxergar significados, respostas, ideias e tudo mais que possa dar …
Evitando a Desidratação em Casa Parece que o novo surto de virose agora é o combo vômito e diarreia. Na última semana, não por mera coincidência, muitas pacientes vieram com essa mesma queixa.
#übelkeit #erbrechen #miristschlecht #vomito #vômito #рвотное #wymiociny #吐きます (hier: Würzburg) https://www.instagram.com/p/BtjUEZnnKDL/?utm_source=ig_tumblr_share&igshid=w1xk8erzynp6
poesia-vômito é a poesia que sai como um jato da nossa boca mesmo contra nossa vontade. a poesia-vômito, assim como o vômito propriamente dito, pode ser forçada a qualquer momento, basta um dedo bem posicionado na garganta. esse tipo de vômito poético é aquele que sai e você logo se recupera, joga uma água na cara e tá novo. tem também a poesia-vômito que irrompe em momentos mais frágeis, como um vômito sintoma de doença, tipo uma virose. algumas mentes melancólicas estão familiarizadas com estes projéteis de vômito, mas este tipo machuca muito e surge de um terrível mal-estar. este vômito e a poesia-vômito que dele provém servem como um alívio para a dor da doença, enquanto evidenciam que ela está lá mesmo quando não conseguimos ver. à luz das três poéticas há, por fim, a poesia-vômito que aparece como um pequeno desconforto; um mero enjoo de ressaca ou consequência de comida estragada. esse vômito é meio-termo. meio vômito-poesia, meio poesia vomitada. em relação a este tipo de projétil meio líquido da alma, temos escolha. podemos acabar logo com a agonia e forçar a poesia-vômito em frente ao papel-privada, ou podemos fechar os olhos e esperar passar. mas a questão primordial à qual preciso alertar enquanto poetisa de vômito regurgitadora de letras é que, às vezes, esse ímpeto grotesco não passa, e acabamos por continuar com o vômito preso na garganta só pelo medo de pô-lo pra fora.
É difícil lidar com as ausências. Especialmente quando é ausência de nós mesmos. Dá aquele desespero, aquele vazio insistente, como se ele fosse nos consumir e nada mais restar para contar história. É engraçado ser vazia, ser solidão, ser uma não-presença por inteiro. Ao mesmo tempo, inaugurar-me de presenças óbvias, como a da palavra. Hoje eu li um texto incrível de Borges, um dos autores argentinos que mais me parece cópia de mim mesma. Era um discurso, é verdade, é verdade. Mas não deixava de ser verossímil, por completo. Eu olho pela janela do ônibus e eu sei que me quero. Ao mesmo tempo que me quero - chego a insistir comigo mesma, uma espécie de perseguição infundada e irracional - sei que jamais me alcançarei. É como se eu partisse deserto adentro, ansiosa pela chegada que jamais surge, jamais me alivia. E a poeira sobe, a areia consome tudo, toda hora. Uma espécie de tempestade crua de sol e calor, a temperatura me impedindo de respirar, de gritar, de me entregar. Está tocando aquela canção. Aquela, para todos vocês que me leem, para os homens que jamais virão aqui, sequer uma única vez. Eu sei, eu sei, é real. O que é bom. Mas também é mau, é cruel, é nu, é insensato. Espero ultrapassar.
Igraínne M.
Entrevista: O dragão que não cospe fogo, ele vomita.
O tempo que tive com a segunda finalista foi mais escasso do que com a primeira. Tive que agir rápido e ter um jogo de cintura para esquecer o receio que ela havia me causado pelo vômito expelido na arena. Diferente da Sun Hee, preferi que não houvesse nada de comer no recinto torcia para que ela não fosse canibal.
Obrigado, Samanta, por nos agraciar com a sua presença aqui. Prometo ser rápida, pois sei que deve estar bem preocupada com a próxima batalha. Para iniciarmos, diga-me, por que escolheu dragão?
R: Porque dragões são animais grandes e perigosos, que quando chegam no campo de batalha causam tumulto, gritos, desespero, choro e queimaduras de terceiro grau.
Ela me assustou. Tentei disfarças, mas as câmeras gravaram o momento que empurrei a cadeira mais para trás.
Uma frase que te define?
R: Existem algumas frases que eu já disse, em toda a minha trajetória nesse fórum, mas acho que a que mais me orgulho é: Faça Guerras por Amor, mas não faça do Amor uma Guerra.
Ok. Ela era uma oradora e isso me deixava preocupada, pois nosso tempo era pouco e ela falava bastante.
Um anseio?
R: Não ter força o suficiente pra proteger aqueles que eu amo.
Qual a sensação de ter lutado com a ex e ter uma das melhores lutas do torneio?
R: A melhor possível. Evie é uma grande amiga e uma legítima guerreira. É uma das poucas semideusas que eu aceito receber ordens de comando e ter tido a oportunidade de lutar com ela foi bastante... emocionante. Ela é incrível. E a luta ter sido "A melhor" do torneio foi apenas a manifestação do que Evie e eu somos... Nenhuma das duas queria dar o braço a torcer.
Samanta tinha respostas compridas e isso era algo que me deixava, de certa forma, feliz. Sabe aqueles professores que contam a história e esquecem da aula? Sink era igual, só causava um pouco mais de medo.
Uma pergunta me rondava a cabeça desde o momento que vi a ruiva vomitar...
O que você comeu no almoço? Você tem bulimia?
R: Naquele dia eu havia comido arroz, feijão, espaguete, almondegas, bife de carne vermelha, bife de frango, bacon, alface, tomate, repolho refogado, batata doce, alguns cookies e água, muita água... Se eu tenho bulimia? Não, claro que não. Bulimia não faz músculos crescerem.
Eu acabei por rir. Samanta não era o ogro que todos comentavam, talvez esse fosse o lado afrodisíaco dela.
Notei também que ela era um dragão diferente, pois não cuspia fogo... Ela vomitava o almoço.
Acha que o Fred foi covarde ao ter desistido sem nem ter lutado direito?
R: Admito que quando eu vi a sua desistência eu fiquei bastante puta, mas depois percebi que foi uma questão de estratégia. Ele já havia mostrado a sua força... e acho que ter chegado ali estava no seu objetivo. Um arqueiro, em uma arena fechada, contra uma guerreira, estando os dois um de frente para o outro, toma muita desvantagem, ao meu ver.
Última pergunta para você ir lá desistir de lutar com sua amada...
O que você espera na luta contra a macaquinha travessa?
R: Eu espero, da Sun Hee, que ela não me enfrente diretamente. Ela é inteligente demais para vir para cima de mim. Eu acho que ela vai usar de Carisma ou me manipular pra que eu fique desmotivada ou travada. Não é como se eu me sentisse confortável em machucá-la, e sei que da parte dela também é assim... Vai ser difícil.
E os organizadores entraram rapidamente e levaram a ruiva com pressa para a arena.
Logo depois descobri que ela era mais parecida com o banguela do que com o Smaug
García Sincera
Acendo o cigarro quando o vejo. Ele está lá, bem do outro lado do bar imundo. Me encarando. Me encarando daquele jeito dele, como se me visse nua. Abro as pernas. O vestido de cetim desliza. O bar está lotado, o calor escorre por entre as minhas omoplatas. O tesão faz tudo latejar. Ele sabe. Nós dois sabemos. Ele anda em câmera lenta até mim. Vestido de terno, caminha como um rockstar. Coloca a mão em um dos bolsos. Puxa uma caixa de cigarros. E se aproxima. Estende a mão. Ele quer fogo. Aproximo meu cigarro aceso do dele. A labareda passa a queimar o tabaco dos dois. - Você sabia que eu viria - diz, a voz gutural. Desvio o rosto. Dou uma tragada. - Sim, eu sabia. Ficamos em silêncio. Ele se senta. Também abre as pernas, quase de maneira teatral demais. - Não vai fugir, então. Eu rio apenas uma vez e o encaro. - Você é previsível em excesso. Ele abre um sorriso tímido. Abaixa o rosto. Me olha de baixo para cima. - Se quiser, tento outro dia. Eu olho no fundo dos olhos castanhos. Concordo com a cabeça de maneira quase imperceptível. Mas ele entende. Entende ao ponto de se erguer. - Até daqui a pouco. E acena. Ele sabe que o daqui a pouco pode demorar. Eu também. Mas não irá. Porque o tesão arde. E nós dois temos certeza sobre isso. A diferença é que não me perdoo por ter essa certeza.
Igraínne M.