Para além de um fim, o que há só a morte revelará...
Será um inevitável ‘enfim’ ou só uma reticência? Será um fim de caminho ou apenas uma ponte sobre um riacho sereno?
O que nos espera? Será que a velhice irá nos conformar? Será que sentiremos que está na hora de parar de respirar? Respirar... Quão trivial e essencial é respirar... Será que um dia iremos nos lembrar de respirar de novo?
E aquela luz que dizem enxergar? Será um novo começo, um outro nível divino, ou apenas um novo lugar?
Sozinhos viemos ao mundo, sozinhos o deixaremos? Alguém estará nos esperando do outro lado? Nós poderemos reencontrar aqueles que cedo nos deixaram? Por que sempre parece cedo?
Sozinhos viemos ao mundo, e sozinhos vamos deixá-lo... Nos resta apenas apreciar cada respirar...










