FBI abre investigação criminal contra cientista do NIH por contrabando de vírus mortais — incluindo a varíola dos macacos — em bagagem secreta vinda da África
No dia 8 de maio, o Gateway Pundit publicou uma reportagem explosiva sobre escândalos envolvendo o cientista Vincent Munster, ligado ao NIH e por anos financiado por Anthony Fauci. De acordo com um denunciante, Munster teria tentado contrabandear dezenas de frascos contendo patógenos perigosos da África para os Estados Unidos sem qualquer documentação oficial. O episódio, segundo a carta, foi mantido em sigilo por altos funcionários do NIH, que teriam colocado a instituição em “modo total de encobrimento” para proteger o pesquisador.
O mesmo denunciante relatou ainda um acidente grave no laboratório Rocky Mountain, em Montana, quando um funcionário foi mordido por um macaco infectado com febre hemorrágica da Crimeia-Congo durante experimentos classificados como de “máxima dor”, sem qualquer mitigação de sofrimento. A mordida teria perfurado o traje de proteção, mas o caso foi ocultado da maioria dos trabalhadores do campus.
Essas revelações se somam a uma investigação criminal aberta pelo FBI sobre o contrabando de agentes biológicos, incluindo o vírus da varíola dos macacos. Munster, que já esteve envolvido em pesquisas com coronavírus de morcegos, Ebola e Nipah, além de propostas rejeitadas para engenharia de vírus semelhantes ao COVID-19, foi suspenso e removido dos diretórios oficiais do NIH.
O grupo White Coat Waste, que há anos denuncia os experimentos de Munster como cruéis e arriscados, acusa o NIH de desperdiçar milhões de dólares dos contribuintes em práticas que colocam em risco a biossegurança e a própria segurança nacional. A organização pede que o laboratório Rocky Mountain seja desativado e que o financiamento seja cortado, reforçando que a cultura de encobrimento persiste mesmo após a saída de Fauci.
O caso ganha ainda mais peso no contexto da recente acusação contra David Morens, ex-assessor de Fauci, acusado de conspiração e destruição de registros durante a pandemia. Para críticos, esses episódios revelam um padrão de ocultação dentro do NIH e levantam a questão de quantos outros acidentes ou contrabandos podem ter sido varridos para debaixo do tapete.
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