Conheci a Vera na discoteca. O olhar dela já prometia confusão.No hotel, mandou-me dobrar no sofá, cu bem arrebitado. Bateu-me sem piedade com o cinto — correadas fortes que faziam a pele arder. Deixou a bunda vermelha e latejando. Depois sentou na minha cara e obrigou-me a lamber enquanto continuava a chicotear.Quando ficou bem molhada e excitada, deitou-se no sofá e rosnou: — Agora fode-me até eu não aguentar mais.Meti-lhe com tudo. Fodi-a forte, fundo, de todas as maneiras… até ela gozar aos berros, corpo todo tremendo, unhas cravadas nas minhas costas.Só depois ela ajoelhou-se, olhou-me nos olhos e chupou-me o pau como uma puta profissional — garganta funda, saliva escorrendo, língua girando sem parar. Engoliu tudo quando eu explodi.No final, limpou a boca com o dedo, sorriu com malícia e disse: — Boa foda, cabrão. Com umas correadas à mistura. Para a semana vamos repetir… e eu vou bater mais forte...














