naquele ápice de vida,
me matei. Viu-se a queda do voo livre que antes trazia paz ao ser mirado no céu. O pássaro que nasceu sabendo voar não tinha asas para aquele peso e vislumbrava apenas o escuro das sombras, mesmo com tanta luz por perto. Mentiu para si e para tantos, que agora o viam ali caído ao chão. E enfim liberto das memórias, todos os seus olhos se fecharam - mesmo que já antes, enquanto abertos e com aquele brilho molhado, nada mais pudessem ver.








