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Processo de criação de um logo - Tutorial Design Blog
O que o designer gráfico faz
Defesa Logo Vivendo de Design
Olá, galera criativa. O post de hoje vai explicar o conceito da logo do nosso site Vivendo de Design. Esperamos que vocês apreciem e compreendam os itens que a compõem e que esta criação possa auxiliá-los como inspiração.
O principal item estabelecido foi que deveriamos criar uma marca que fosse capaz de representar as vertentes do design simbolizando: vestuário, produto e gráfico.
Os elementos escolhidos para cada ênfase de design foram:
(01-Busto para modelagem) Moda: Utilizado no desenvolvimento de modelagem, o busto possui uma forma similar ao manequim de vitrine simbolizando fabricação e exposição das peças de vestuário.
(02-Cadeira) Produto: Um ícone do design industrial, a cadeira é tida como principal símbolo representativo para designers de produto. Não há nenhuma pesquisa que fundamente ou revele a razão para tal, mas é de conhecimento comum que a maioria dos designers industriais possuem ao menos um projeto de cadeira.
(03-Simbolo "Play") Gráfico: Escolhido por ser um simbolo gráfico o "play" também retêm a ideia de movimento, representando igualmente a imagem em ação, desenvolvida pelo designer de animação.
Após a simplificação dos elementos, obtivemos o resultado minimalista que vemos na imagem acima. Tais linhas permitem grande facilidade de construção para a composição final, isso porque transmitem leveza e favorecem similaridades entre os elementos.
Cada escolha de posicionamento dos elementos tem uma função simbólica. O fato do desenho ser sobreposto simboliza a interação que as enfases tem entre si. Um projeto de design precisa passar por estas três vertentes para considerar-se completo. Por esta razão as formas se completam e se perdem umas nas outras. A interação que se dá entre o objeto e o usuário também esta presente. O modo como as formas da cadeira e do busto estão dispostos faz com que visualmente simbolize alguém sentado na cadeira. O simbolo de "play" tem um certo destaque porque além de representar o design gráfico ele também sinaliza continuidade e constante mudança, assim como o "vivendo" do nome do site. O design sempre em movimento e a vida sempre nos mandando seguir em frente.
E é essa a ideia que nossa marca representa, pessoal. Obrigada pela leitura.
067 - Conversas de Valor - "Design, Cultura e Sociedade" - Prof Ericson ...
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Regra do dia:
Lembre-se de que seu currículo deve mostrar um pouco do seu trabalho.
A seguir alguns modelos para baixar.
Dica: se inspire, não simplesmente copie.
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Olá, antidesigners e brainstormers! Neste programa, Ivan Mizanzuk, Marcos Beccari, Rafael Ancara e Thiago Grossmann conversam sobre como foi escrever seus TCCs! Saiba o que esses malucos fizeram no último ano de faculdade, como foi a procura por orientador, quais foram as peripécias e como é a experiência deles hoje como orientadores. >> 0h07min14seg Pauta principal >> 1h41min44seg Leitura de comentários >> 2h02min42seg Música de encerramento: “I Have a Need”, da banda Black Light Burns Curso de Infografia do Ancara e do Fabiano Um passeio pela história, teoria e prática da produção de infográficos impressos e digitais eventioz.com.br/e/pensar-infografico Workshops História da Arte para Criativos do Ivan Curitiba – 19 de Julho eventioz.com.br/e/curitiba-histor…iativos-conceitos HANGOUTS 03 de Agosto eventioz.com.br/e/hangout-histori…ivos-conceitos--2 10 de Agosto eventioz.com.br/e/hangout-histori…ivos-conceitos--3 NOVA DATA SÃO PAULO: 14 de Setembro DESCONTO DE R$ 50,00 para os primeiros 10 inscritos! eventioz.com.br/e/sp-historia-da-…onceitos-tecni--2
Tutorial de como inserir o número de páginas no TCC
Esse é mais um post de sobrevivência a trabalhos acadêmicos. Minha colega de quilombo (mais conhecido com Projeto de Graduação em Design) Bianca Carvalho, encontrou um tutorial mostrando como se insere números de páginas no TCC sem comprometer sua estrutura pré-textual.
É assim oh:
Inserir Número de Páginas no TCC from Virgínia Celeste
Trabalhos Acadêmicos - significados de apud, et al., et seq., idem, id., op. cit., passim etc.
Deixa eu confessar, escrever nem é tão chato assim, o que enche meu saco é tanta regrinha pra se fazer textos acadêmicos. Com o tempo isso se torna comum na sua vida de universitário, mas o período de adaptação é complicado. Por isso, pesquisando por ai, encontrei o significado das notas de referências que temos que usar. Lá vai:
apud
- (do latim junto a; em) citado por, conforme, segundo – Indica a fonte de uma citação indireta.
É usada para referenciar um autor (a cuja obra o pesquisador NÃO teve acesso) que está indicado num livro ao qual o pesquisador TEVE acesso, usa-se apud. Tipo fulano falando o que sicrano disse sobre o tema. Ex.:
(ANDERSON, 1981 apud ARÉVALO, 1997, p. 73)
Estudos de Zapeda (apud MELO, 1995, p. 5) mostram [...]
BUTERA apud MONTEIRO, Washington de Barros. Curso de direito civil: direito das sucessões. 30. ed. São Paulo: Saraiva, 1995, v. 6, p. 80. OBS: A expressão apud é a única que pode ser usada em notas e no corpo do texto. As demais, somente em notas. Outra coisa, procure usar no máximo um apud, pra não se tornar um disse me disse sem muita credibilidade.
Cf.
Significa confira, confronte, compare, e você sua para levar o leitor a ler sobre o assunto em outra obra.
Ex.: Cf. GOMES, 2001
et al. – et alii (masculino), ou et aliae (feminino), et alia (neutro)
Tradução: e outros. É comumente usado quando você não quer nomear todas as pessoas ou coisas numa lista. Ex.:
Eichelberger JP, Schwar KQ Black ER, et al. Predictive value of dobutamine echocardiography just before noncardiac vascular surgery. Am J Cardiol 1993;73:602-7.
William MJ, Odabashian J, Lauer MS, et al. Prognostic value of dobutamine echocrdiography in patients with left ventricular dysfunction. J Am Coll Cardioal 1996;27:132-9.
ibidem ou ibid.
Serve para fazer referência, subseqüente, de um mesmo autor, em página diferente, de uma mesma obra. Ex.:
GONÇALVES, 2000, p. 61
Ibid., p. 203
MONTEIRO, Washington de Barros. Curso de direito civil: direito das sucessões. 30. ed. São Paulo: Saraiva, 1995, v. 6, p. 15.
ibidem, p. 25.
idem ou id.
Usado para fazer referência, subseqüente, de um mesmo autor. E não deixar aquele Ctrl+c Ctrl+v poluindo a página. Ex.:
LAMPRECHT, 1962, p. 20
Id., 1964, p. 35
MONTEIRO, Washington de Barros. Curso de direito civil: direito das sucessões. 30. ed. São Paulo: Saraiva, 1995, v. 6, p. 15.
idem, p. 42
loco citato ou loc. cit.
Significa no trecho citado – Remissão a um trecho citado anteriormente. Mais uma vez usado contra poluição visual de seu texto.
PAPALEO, Celso Cezar. Aborto e contracepção: atualidade e complexidade da questão. Rio de Janeiro: Renovar, 1993, p. 278.
PAPALEO, Celso Cezar, op. cit., loc. cit.
SILVA; SOUZA; SANTOS, 1995, p. 99-115
SILVA; SOUZA; SANTOS, 1995, loc. cit.
opus citatum, opere citato ou op. cit.
– obra citada
GONÇALVES, 2000, p. 50
LAMPRECHT, 1962, p. 20
GONÇALVES, op. cit., p. 216
passim
– por aqui e ali, em diversas passagens – Indica referência a vários trechos da obra
GONÇALVES, 2000, passim
MOTA, Sílvia. Testemunhas de Jeová e as transfusões de sangue: tradução ético-jurídica. In: GUERRA, Arthur Magno Silva e (Coord.). Biodireito e bioética: uma introdução crítica. Rio de Janeiro: América Jurídica, 2005, passim.
sequentia ou et seq.
– seguinte ou que segue – Nos exemplos abaixo, da página indicada em diante.
PINTO, 1956, p. 31 et seq.
MONTEIRO, Washington de Barros. Curso de direito civil: direito das sucessões. 30. ed. São Paulo: Saraiva, 1995, v. 6, p. 15-17.
MONTEIRO, Washington de Barros, op. cit., p. 36 et seq.
Se você ainda tem dúvidas com essa história de citações leia este .PDF: APRESENTAÇÃO DE CITAÇÕES EM DOCUMENTOS. Ele tem tudo isso que eu falei aqui e muito mais.
Até a próxima :D
Como nasce um Notebook?
E ai pessoal,
Essa semana precisei pesquisar sobre notebooks, e achei uma série de vídeos da Sony sobre a linha Vaio Fit. Além de me encantar com os aparelhos, eu achei um máximo a empresa disponibilizar o processo de criação do produto. Eles são em inglês, mas dá pra entender como eles desenvolveram, desde um modelo com papel até o volumétrico que mostra perfeitamente um conceito simples. Confiram aí como um grupo de designer e engenhos trabalham juntos e botam no mundo um notebook Sony.
1. Modelo simples que representa o conceito:
2. Modelo volumétrico:
3. O Produto:
3. Teste de resistência:
4. Usabilidade: