Ainda não fui banhado pela maturidade, Pois a paixão ainda grita o seu nome, Meus sentimentos em queda livre, Todos os dias espero colidir com o chão.
Ás vezes o cansaço de esperar um fim, Me faça roer as unhas, Onde os pensamentos intrusos vão ficar, Se eu tirar esse meu maior defeito?
O que sobrará de mim, Quando souber lidar com algo natural e sem caos?
Intuição de um fim, Ou meu corpo embalado, encaixotado, Com receio de ser liberto por alguém?
O problema me encara no espelho, Meu reflexo é tão semelhante, Se eu sou tão livre, Por que minha cabeça é um campo minado de pensamentos ruins?
Continuo para me dissipar, O fantástico mundo de algo que não sei se acontecerá, Eu nunca mais cruzaria essa guerra, Se o fim um dia chegasse, Porque eu nunca mais andaria por essa cidade, Sabendo que ela já foi cenário principal de algo que acabou
Só me garanta seu amor.













