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@wildestdream-b
Já deu de doce por hoje
Verdade, não posso engordar. Blair me mataria se eu perdesse a forma. Chega de cupcakes de maracujá.
quais são as pessoas físicas que estão em hogwarts que você mais gosta?
Gosto de muitas coisas, então isso não significa muito, já que independente do quanto goste dessas pessoas, nenhuma delas está no patamar de Odette. Eu diria que passei a gostar muito da Srta. Blair, por motivos óbvios —- uma pena que não passemos mais tempo juntos. Há pessoas que eu já gostava antes de vir para Hogwarts, e que ainda gosto, como Arya, Eva e Chanel, sem falar Irina (ainda gosto dela apesar dos pesares). Indigo também deve aparecer na lista, é claro, mas ela já sabe disso… E, por mais que ela me odeie, Caprice —– gosto de sua língua afiada.
E essas professoras? O que dizer delas?
Bom, eu queria que elas soubessem que meu horário aqui na rádio acaba tarde, mas que elas sempre podem me encontrar no Três Vassouras! Inclusive, queria agradecer à nossa querida Madame Rosmerta por ser uma grande patrocinadora do Os Olimpianos Informam. O Três Vassouras está aberto das sete da manhã até às onze da noite, incluindo sábados, domingos e feriados!
Voltando às professoras. Temos a ruiva maravilhosa, casada com um dos nomes mais famosos da França. A Sra. Delphine D’Órleans é conhecida por sua afetuosidade mediante aos estudantes. Entenda como quiser.
Prosseguindo, temos a Srta. Blair Everhart. Uma das mulheres mais deslumbrantes que eu tive o prazer em pôr os olhos. Aparentemente, é muito carismática e talentosa. Longe de ser só uma carinha bonita…
E, por fim, a Srta. Moira Ivashkova. A morena do nosso maravilhoso trio. Ao contrário das duas, ela é de Durmstrang. Eu sinceramente acho que elas deveriam formar um coven, ou sei lá. Moira, não tão diferente das outras duas, é durona e belíssima. Domadora de dragões, me faz acreditar que ela consegue lidar absolutamente tudo. Quem são os voluntários a terem seu dragão domado por ela? Que comecem as apostas!
lucianisaway:
Você tem que parar de entrar aqui sem bater. Eu tenho a terrível mania de ficar praticamente nu no meu escritório.
Blair levantou a sobrancelha, encarando-o de forma sugestiva. — Ah, é mesmo? Nesse caso talvez eu devesse ajudá-lo mais nos meus momentos livres. Digo, aposto que há enormes pilhas de trabalhos para corrigir... E eu poderia auxiliá-lo. - disse em tom malicioso, mordendo o lábio inferior.
kiss (Ju e Blair)
Ju: hand | forehead | cheek | ear | lips | neck | elsewhere
Blair: hand | forehead | cheek | ear | lips | neck | elsewhere
kiss
hand | forehead | cheek | ear | lips | neck | elsewhere
kiss
hand | forehead | cheek | ear | lips | neck | elsewhere
kiss
hand | forehead | cheek | ear | lips | neck | elsewhere
kiss
hand | forehead | cheek | ear | lips | neck | elsewhere
Kiss (Blair)
Send me a ‘kiss’ to see where I’d kiss you.
hand | forehead | cheek | ear | lips | neck | elsewhere
✉ (Blair)
[text] Blair
[text] BLAIR
[text] A DIRETORA TÁ NA PORTA DO MEU QUARTO
[text] VEM DISTRAIR ELA OU LEVAR ELA EMBORA
[text] EU TÔ ACOMPANHADA
lucianisaway:
“É uma das vantagens em não ser parte do grupo de pessoas comuns.” Comentou casualmente, com um sorriso brincando em seus lábios. As próximas palavras não causaram muito efeito sobre Lucian a não ser um dar de ombros, como se não se importasse coym aquilo. “Então talvez eu não seja um cavalheiro…” Começou, aproximando-se de Blair, com um sorriso de canto em seu rosto, deixando-o com um aspecto de anos mais novo. “Talvez seja apenas um cafajeste, que curiosamente é um carismático e ardiloso homem. Se me permite confessar o meu mais terrível segredo, senhorita, talvez eu tenha uma queda por mulheres que dançam e que tenham confiança. Creio eu que você tenha uma dessas características, certo?” Lucian, mudando de opinião, ofereceu sua mão em vez do braço, como se provasse as palavras que dissera anteriormente. Pensou, por alguns segundos, em algum lugar onde poderiam ir e então uma ideia veio à sua mente. “Se é o que você deseja, tenho certeza que posso fazer algo sobre isso. Vamos deixar essa papelada para outro dia e vamos tentar nos divertir.” Falou, piscando levemente para a loira. “Mas sem bebidas, é claro. Quero que lembre dessa noite com certeza que tudo o que aconteceu foi real e não com uma amnésia parcial.”
— Em outras palavras, fazer parte de um grupo de pessoas estranhas. - provocou, arqueando as sobrancelhas de forma sugestiva. Na verdade, era aquele lado diferenciado do rapaz que mais cativava a atenção de Blair e permitir algo semelhante a uma amizade - se é que todos os flertes permitiam que a relação recebesse esse título. A loira mordiscou o lábio inferior ao vê-lo se aproximar. Seu olhar desceu do azul intenso de suas irises para a boca do homem. Apesar de já fazer vários anos, ela ainda se lembrava do sabor de seu beijo e por vezes desejara roubar-lhe um, ainda que o cargo ocupado por ambos não permitisse tamanha intimidade - tecnicamente, é claro. — Então isso me tornaria a pobre dama indefesa, cuja inocência a torna facilmente manipulável? - indagou com certa ironia, tocando seu queixo com a ponta dos dedos. — Acho que o papel não combina muito comigo... Mas sempre soube do fraco que tinha por mim. - rebateu com uma piscadela. Ela riu baixo ao ver o braço estendido em sua direção, um convite para a perdição. Aceitando, ela enlaçou-se nele, aproveitando a oportunidade de aumentar a proximidade entre eles. — Tentar? Comigo por perto, a diversão é garantida, Lucian. - seu tom era malicioso e o olhar intenso. — Então me faça querer lembrar desse momento. Eu te desafio a tornar a noite inesquecível.
dolohov-dragon:
Blair sabia o que estava fazendo, cada movimento voltado para o prazer de ambos.
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CHICKS BEFORE DICKS {BLAIRPHINE}
delphinedorleans:
A fumaça que subia circularmente, tocando as cortinas de veludo e superfícies espelhadas até o topo da redoma, levava junto os problemas de Delphine. Ela já fumou mais – um hábito nojento, ela bem sabia. Mas precisava de alguma coisa pra extravasar. Sua vida era intensa, e toda aquela energia precisava ser gasta de algum jeito. E, sendo professora, ela precisava ser muito cuidadosa com onde, quando e especialmente com quem fazia sexo. Então… Outras formas de vícios surgiram.
Quando a amiga adentrou seu aposento – quase pululando, o cabelo solto em uma nuvem dourada ao seu redor – Delphine não conseguiu evitar de rir. Ela soava como uma colegial apaixonada. Seu trejeito animado em contar-lhe os detalhes quase conseguiu fazer Delphine querer se apaixonar por alguém, para poder provar daquela sensação violenta de prazer também. Na verdade, um coração partido era um interesse seu de longa data – ela queria saber se doía tanto quanto falavam.
Rolou para o lado, tomando cuidado para não encostar o cigarro em nada. Jogou a carteira entre elas – um oferecimento mudo – e começou a observar a amiga com um sorriso largo. As palavras, a aura alegre, um prato cheio para um vampiro emocional como ela – Soa interessante – Ela respondeu, apoiando o rosto na mão – Quem diria que um mero aluno conseguiria isso tudo de uma professora, não é? Continue, continue – Ela incentivou, dando mais uma tragada.
A loira era o tipo de pessoa que fora ensinada a se preocupar consigo mesma acima de qualquer coisa. Com um lado bastante egoísta desenvolvido, não era difícil expressar sua felicidade quando algo saía de acordo com os seus desejos - o que ocorria normalmente, afinal, uma Blumenthal sabe como virar o jogo a seu favor. Nesse caso, podia-se dizer que, das duas professoras, ela normalmente era a mais sorridente, ainda que ambas fossem carregadas de uma malícia genuína. Blair via parte de si em Delphine e talvez por isso a amizade delas funcionasse tão bem, especialmente no que diz respeito a encobrir uma a outra - fato o qual preservou o emprego das duas em Beauxbatons. Fosse por sua semelhança ou pela superficialidade da amizade, as duas mulheres pareciam satisfeitas com a relação, sendo os momentos que compartilhavam suas opiniões a respeito de alguns homens seus prediletos.
Blair soltou uma risadinha em concordância com a fala da amiga, um pouco antes de recusar a carteira de cigarros - um hábito que sua mãe jamais permitira em casa por considerá-lo deselegante e que nunca atraíra a loira. — Ainda me pergunto onde ele adquiriu tamanha experiência. Não que eu queira realmente saber. Mas sua professora deve estar satisfeita. Pois está nos trinques. - falou fazendo um sinal com a mão como quem diz: perfeito. — Então acho que isso é tudo. O beijo foi ótimo e posso dizer o mesmo para o sexo. - mordeu o lábio inferior e piscou para a amiga, em uma insinuação de que ela conhece a sensação.
— E quanto a você? Aposto que caso algum desses belos partidos não tenham caído ainda em suas seduções, a viagem foi proveitosa. Estou enganada? - indagou em um tom cheio de malícia, a sobrancelha arqueada de forma insinuativa. Afinal, não era uma das poucas - se não a única - vantagens de uma matrimônio?
dolohov-dragon:
–– Ah, é mesmo? ––disse, nada surpreso. A postura da mulher deixava bem claro que seus interesses iam de encontro aos de Peter, e ele não dispensaria a oportunidade. Parecia-lhe, no entanto, extremamente errado relacionar-se com uma professora daquela forma, e era justamente por isso que a ideia o atraía. Ademais, Blair Everhart era mais segura do que qualquer garota da idade do Dolohov, e ele tinha um fraco por mulheres bem resolvidas, embora não dispensasse as carentes. –– Sempre desconfiei. –– percebeu os movimentos da loira, as mensagens que ela transmitia. Se aquilo não era um sinal verde, então ele não sabia o que era. –– Ora, achei que estava conseguindo passar essa imagem perfeitamente –– falou, com um sorriso de canto, sem nenhuma pretensão de parecer inocente. De fato, há muito tempo já havia perdido a inocência, e jamais foi capaz de recuperá-la. Sentou-se no canto da mesa da professora enquanto ouvia suas respostas, um sorriso de satisfação brotando em seu rosto ao constatar que ela era, sim, apenas uma senhorita –– mas duvidava que se conteria se a loira fosse casada. Poucas coisas o detinham; matrimônio não era uma delas. –– Então está bem, senhorita… –– saboreou a palavra, não tirando os olhos da mulher enquanto ela se aproximava de si. Um arrepio percorreu seu corpo com as palavras sussurradas. Peter podia ser experiente, mas ainda era um garoto perto de Blair –– não que isso o assustasse; pelo contrário, o excitava ainda mais. –– Nem eu –– concluiu, puxando-a em um beijo faminto, enquanto suas mãos passeavam demoradamente pelas belas curvas da loira. Sem quebrar o enlace, ele inverteu a posição de ambos, colocando a mulher sentada sobre a mesa, enquanto ele se posicionava de frente para ela, enlaçado pelas coxas de Blair. Ainda que houvesse consequências, estava certo de que não se arrependeria.
Por se tratar de um aluno, consequentemente anos mais novo, Blair esperava uma aproximação mais suave, receosa até. No entanto, o Dolohov mostrou-se digno do brilho malicioso que tinha presente em seu olhar ao se impor daquela maneira. Não que a loira estivesse desacostumada a encontrar homens com aquela atitude - longe disso, na verdade, eram seu tipo preferido - só subjulgara as habilidades do moreno. Com um sorriso malicioso no lábio, ela retribuiu o beijo na mesma proporção, contudo, o que os movimentos dele tinham de rápidos e alvoroçados, os dela eram intenso e lentos. Sua mão subiu pela nuca do outro, as unhas bem feitas traçando a pele dele com marcas finas. As pernas apertaram o quadril dele, trazendo-o mais para perto do que parecia ser possível. — Não tem medo de se queimar, Dolohov? - perguntou em meio ao beijo, separando-se apenas para fitar seu olhar com um sorriso malicioso nos lábios vermelhos.
lucianisaway:
O sorriso dela trouxe a Lucian o seu próprio sorrisogenuíno, principalmente após impedi-lo de continuar a mexer com os papéis. Nãovoltou a insistir no assunto, arqueando uma sobrancelha na direção da loira aoescutar sua sugestão. — Um pedido digno para uma horadessas, mas acho que beberemos bem mais que umcafé ou uma dose. — Levantou de suacadeira, fazendo uma breve reverência em direção à mulher, com um sorrisoprovocador nos lábios. A partir do momento que ela duvidara da sua capacidadede ser um cavalheiro, Lucian prometeu a si mesmo que faria tudo para que elamudasse a opinião dela sobre ele. — Só mais uma pergunta, milady… — A palavra saiu por seus lábios antes mesmo que conseguisse impedi-la. — Onde você mantémo café e a tequila?
Uma risada escapou de seus lábios. — É só uma forma de expressão, Lucian. Vocês, autores, levam tudo tão ao pé da letra. - seu tom tinha um quê sacana e a piscadela lançada completava a pose. Blair se surpreendeu ao ver sua reverência, tendo que morder o lábio inferior para abafar o riso. Aparentemente, o Laurent se esforçaria para mudar sua opinião e a loira apreciava seu esforço. Não que ela fosse facilitar para ele, é claro - afinal, sua natureza provocativa não lhe permitia isso. — Bela tentativa. Mas um cavalheiro genuíno teria ajudado a dama a sair de seu assento, bem como oferecido o braço como em um pedido por sua companhia. Sem mencionar os cortejos, logicamente. - disse ao se levantar, dando um sorrisinho. — Eu sugeriria um passeio mais…clandestino talvez. Mas, se preferir, possuo ambos no meu armário. - explicou, apontando para um móvel específico. Enquanto isso, abaixou o olhar para organizar seus papéis, pondo-os em ordem e guardando-os na primeira gaveta.