“Actually what I’d like is to have a reputation as someone who’s been wild and gone straight, but without having to go through the trouble of being bad.”
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“Actually what I’d like is to have a reputation as someone who’s been wild and gone straight, but without having to go through the trouble of being bad.”
Come join the murder Come fly with black We'll give you freedom From the monster trap
♫ Babs version
✖ End the War, Before War End Us — Athena’s Kids + Greg {Feat. Hécate} P5
Leonardo Nogare, requisito sua presença.
A névoa rodeou o beco e os presentes, transformando a todos em visões esfumaçadas. Hécate, a única visão nítida, arrasta seu longo vestido em direção ao semideus. Curioso, há segundos atrás um copo se dirigia ao chão. Agora permanecia congelado em seu pleno ar, tal como as folhas que caiam e os pássaros que antes livremente voavam. O piar e sons dos ventos cessaram. Silêncio. O tempo havia parado. Não, parado não. Essa força não pertence a essa deusa. Os segundos continuam a rolar, em nosso mundo. Este de Leo e Hécate, um dos inúmeros mundos propostos por Hugh Everett III, continha somente os dois, com segundos e minutos iguais ao que conhecemos, paralelo ao momento em que vivemos, mas que retornariam antes que notassem sua falta. Confuso, não? Mas Leonardo compreendeu de início, não se exaltando ao ver seus amigos sumirem e o pátio externo transformar-se em um quarto escuro, com paredes roxas. Cortinas espessas caiando pelas janelas, em volta de uma cama grande e circular. Livros espalhados pelo chão, com folhas rasgadas bruscamente. O semideus reconheceu as capas, escritas em línguas mortas. Livros de magia. Supôs estarem em um castelo, pelas pedras que montavam as colunas. Tal como os recintos comuns da nobreza da Idade Média. A deusa balançou a mão em frente a Leo, deixando seu rosto e roupas novamente impecáveis, como se nunca tivesse entrado em uma batalha. E continuou a caminhar, saindo pela porta do cômodo. O semideus tomou o sinal para segui-la, e, em silencio, o fez.
✖ Come Join The Murder — Athena’s Kids + Greg {P4}
Adagas, bestas, pistolas, flechas, espadas. Todo o armamento que conseguiram carregar por dentro de roupas, que não chamassem tanta atenção ou não fossem pesados o suficiente para não conseguirem se locomover. Qualquer bom estrategista não indicaria um beco para a batalha que esperavam. Encurralando-se como ratos prestes a serem capturados. Porém os olhos mortais evitados, e sucessivos envolvimentos policiais, elevaram sua importância e os trouxeram ali para iniciação do pior. Esperar. Atentos, preocupados, o quarteto em formação aguarda ao momento que os monstros decidirão aparecer. Crystal sentada ao chão, com O livro a sua frente e a gata em seu colo. Acariciando seu pelo, em uma despedida silenciosa. Barbara e Gregory em cochichos nervosos, em consolação múltipla. Convencidos que conseguirão concluir seus objetivos, irão derrotar as criaturas, irão fazer a loira sobreviver. Leonardo, por fim, coloca balas explosivas nos pentes de suas pistolas. Recarrega a ultima e atira no alto de um prédio, trazendo atenção de todos os presentes e dos que estavam por vir. Um sinal de que os monstros finalmente chegaram, e eles deveriam estar preparados.
❦ B-Day Girl — Athena Kids (Leo, Babs & Crys)
“Posso contar agora?” Emma havia cochichado no ouvido do pai, recebendo em resposta um aceno de cabeça negativo deste. Logo sorriu e colocou um dedo sobre a boca, pedindo silencio. A garotinha assentiu tampando a boca para aguentar a risadinha, enviando olhares para Barbara, que também sabia da surpresa. Aniversários já se tornaram tão comuns entre os três, que Leo já nem discutia mais, somente se envolvia na brincadeira. Nesse momento andando pelos corredores do navio, para levar à cabine que elas ficariam. Haviam fingido esquecer da data pelo dia inteiro, sendo este agora já escurecido pelo ar noturno. Tudo com um propósito maior, o aniversário de Crystal, e a festa surpresa particular montada dentro do quarto. Toda a decoração colorida, com balões e afins, além dos bolos, doces e salgados, já tinham seu espaço atrás da porta. Na qual Leonardo parou em frente, trocando o peso de um pé para o outro, para suportar melhor o peso da filha em seu colo. “Vocês duas ficarão no mesmo quarto, enquanto eu e Emma vamos para o do lado” Emma olhou para o pai, um tanto assustada, pensando que ele tinha esquecido da festa. Ele ignorou e continuou. “Mas fiquem tranquilas, serei um bom irmão e irei ajudá-las a desocupar as malas” Sorriu para ambas, que estavam mais próximas a porta, estendendo a mão com a chave para qualquer uma delas pega-se. “Aposto que irão adorar a cabine”.
youknownothing-adonis:
A intenção era agradecer, mais uma vez, por um dos muitos favores que Leo fazia. Em um momento, Adônis começaria a andar com as próprias pernas e explorar os lugares que não estava acostumado a passar um tempo. Contudo, aquele não era o momento certo, nem a pessoa certa, muito menos a ocasião apropriada. “Bibibibi?” Franziu o cenho até que a garotinha se corrigiu animada. “Eu tive a mesma dificuldade quando aprendia a palavra. Muita coisa numa palavrinha pra dizer que esse lugar tem livros.” Para facilitar o trabalho da pequena, Adônis apoiou uma mão na mesa e curvou o corpo para frente, mostrando o rosto. “Eu estava procurando o seu pai, mas você pode ser uma ótima ajuda.” Num tom impressionado, o filho de Cupido começou a falar. “Você é uma menina grande e parece ser muito inteligente. Que livro você está lendo e que pode me sugerir? O inglês é meio difícil nos livros que uma amiga me deu.”
“Palece um tlava língua!!” Estava ainda mais animada quando ouviu alguém concordar consigo. Repetiu algumas vezes consigo mesma, biblioteca, quando voltou a se embolar na palavra com uma risada. Emma se impressionou com o moço que apareceu a sua frente, era tão bonito. “Você tem cachinhos. Que inclível!!” Ela comentou com um sorrisinho, esticando a mão para tocar em um dos fios. Cabelos encaracolados são tão bonitos. Gostava principalmente porque os próprios são extremamente escorridos. Emmanuelle, no entanto, passou a sorrir ainda mais quando sua ajuda foi aceita. “Vou te ajudar a encontlar um livro super legal, moço! Eu já volto” Saiu correndo e saltitando, para pegar a mochila que estava nos fundos. Seu pai perguntou quem era, saindo dos fundos para cumprimentar Adônis com um aceno de mãos. “Olá Ado..” Teve as palavras pela filha, que abraçou suas pernas. “Fique tlanquilo que eu ajudo ele, papai” E empurrou de leve Leo para novamente dentro da sala, voltando somente ela com vários livros pequenos e médios em mãos. Passou pela porta do balcão e olhou para cima, para o homem. “Você também não entende muito bem o inglês? Eu estou aplendendo ainda. Por isso minha mamãe e meu papai me mostlalam válios livos legais” Sorriu para ele e depositou os livros sobre o canto de um largo sofá que sempre ficava perto da entrada. Sentou-se no centro, deixando seus pés balançarem por não alcançar o chão. “Pode sentar aqui, moço” Foi um pouquinho mais pro lado, liberando espaço, logo começou a olhar entre as capas. “Qual seu estilo plefelido? Tem os de aventula, comedia, romance, telor.. Mas esse eu nunca li, porque tenho medo. Plincipalmente do lobo mau”
littlebellaire:
Livros? Pouco sabia sobre os títulos que se esforçava para compreender, todavia, sua irmã poderia estar ali, pois ela era grande e também sabia ler, tanto que lia para ela antes de dormir. Não eram histórias sobre monstros, que ela ouvia por aí. Eram histórias boas, de pessoas que se esforçavam para fazer coisas boas. Uma história ideal para uma criança. “O senhor viu a Sophia?” Aprendera na escola que deveria se dirigir às pessoas mais velhas que ela como ‘senhor’ ou ‘senhora’, nada de você. Jamais. Porém, o homem alto que a obrigava a curvar seu pescoço mudou de rosto. Uma menina. Igual aquelas que ela costumava brincar na escola. “Não, não. Estou procurando minha irmã. Ela é grande, como ele, mas ela sumiu.”
Emma sorriu ao ver outra criança, por isso subiu ainda mais sobre as gavetas para poder olhar a menina. “Eu amei seu lacinho!” Disse, apontando para o cabelo dela. “Quem é Sophia?” Perguntou, curiosa. Estava pensando.. Será que ela aceitaria brincar? Havia trazido várias bonecas, seria tão divertido! Mas rapidamente Emmanuelle apagou seu sorriso e essas boas esperanças, abrindo uma expressão de preocupação. “Sua ilmã sumiu? Quer ajuda pala plocular?” A menina desceu do balcão e abriu a portinha pequena que possuía para o outro lado, passando por ali para ficar de frente a outra criança. “Ela é gande que nem meu papai? Então deve ser fácil de achar!” Recuperou a positividade, sorrindo para a outra. “Quer começar a plocular por onde? Juntas com certeza vamos achá-la!”
babsparker:
Se fosse ano passado, Babs poderia ter alguma dificuldade em segurar Emma em seu colo, agora? Emma não pesava quase nada. “Ah meus deuses, quanto amor aqui!” disse retribuindo o beijo da sobrinha com vários beijinho no rosto da pequena “Aé? Deixa eu ver. Nossa que janelão! Aé? Ela deixou debaixo do seu travesseiro? “ lembrou de quando seu pai lhe fazia as mesmas perguntas “Espera, presente? Seu pai te falou do meu aniversário? Seu pai é um linguarudo”
Emma riu com os beijinhos, gostando de receber o carinho da tia. Sempre era tão divertido ficar ao lado de Babs. “Sim! Deixei meu dentinho lá e recebi 10 eulos da fadinha!” A menina disse animada, ouvindo um “nossa” vindo dos fundos. A voz do pai. “Vovó me falou que a fada foi bem genelosa” Confirmou com a cabeça. Logo começou a rir, tampando a boca com ambas as mãos. “O pai não falou nada” Leo gritou dos fundos, com a voz claramente em brincadeira. “Ele falou sim” Emma sussurrou, com uma risadinha. “Eu que tive ideia do bolo da SuperGirl” Comentou orgulhosa, pulando do colo da tia para o chão. “Vamos tia! Quero mostlar o que eu te tlouxe” Começou a correr em direção aos fundos, onde estava sua mochila. Dando gargalhadas esperando que Barbara a seguisse. Parou somente ao pegar um prato que havia deixado ao lado de suas coisinhas. “E adivinha? Papai fez mais bolo!!”
theinnocentchil-d:
Mesmo exausto e lutando com todas as forças contra o sono, Brandon caminhou para a biblioteca do Acampamento. Um dos locais mais incríveis que conhecera até aquele dia. Existiam ali todos os tipos de conteúdo e, talvez, se tivesse sorte, acharia algo que pudesse ajudá-lo. Aquele pensamento o fez apressar os passos no mesmo instante. Ele pulou os degraus para subir o mais rápido que conseguia, passando pela porta, parou em frente ao balcão. Uma pequena garotinha surgiu e ele não conseguiu esconder o sorriso ao ouvi-la dirigindo-se a ele com tanta simpatia.. “Sim, senhorita. E creio eu que podes ajudar-me.” o modo como a pequenina falava dificultou um pouco o entendimento o fazendo quase não conseguir entendê-la. Caso fosse algumas semanas atrás, não teria de fato entendido, mas, agora, o ruivo já estava finalmente pegando o jeito com a leitura labial. “Poderias dizer-me se existe algum exemplar que fale sobre poderes dos semideuses?”
Emmanuelle sorriu, encantada com o garoto. “Você fala de um jeito tão bonito” Melhoraria no futuro para que pudesse falar de um jeito culto como o menino falava. Se esforçaria para isso com certeza. “Podeles..” Pensou por alguns segundos, comprimindo os lábios. Seu pai tinha algumas horas antes mostrado livros sobre poderes, e comentado sobre os tantos diferentes que os semideuses possuíam, então ela lembrava onde estava. “Sim, tem sim!!” Pulou por trás do balcão, animada. Deu a meia-volta, ficando de frente para o outro. “Tem válios livos difelentes que falam soble isso. Sabia que eu li que tem algumas pessoas que conseguem voar?” Abriu os braços e rodeou o corpo do menino, imitando um avião, ao longo que dava gargalhadas. “E outlas que fazem magia?” Sorriu maravilhada, finalmente pegando a mão dele para que o puxasse para caminhar. “Venha, vou te mostlar” Falava olhando para cima, já que o moço era mais alto, sorrindo para ele. “Deve ser divertido ter podeles. Você tem algum, moço?”
alicelabouf:
Alice vivia na biblioteca, era um lugar onde se sentia perto do que ela realmente amava: Estudar. Não se surpreenderia se tivesse sido reclamada errado e que seu lugar era no chalé de Atena, apesar de justiça ser uma palavra muito usada em seu dia a dia. Porém, também poderia ser de Deméter, já que seu amor por plantas, flores, árvores e tudo que envolvesse vegetais foi deixado bem claro quando optou por fazer biologia na faculdade e não ciências sociais, que sempre foi o seu sonho. Todos achavam que ela havia escolhido o que escolheu pelo mesmo motivo de muitos, estudar a vida, a evolução e todo o processo. Ela não, queria ser professora de botânica, queria trabalhar com isso, estudar isso, e acabou por se tornar uma coisa que ela nunca pensou que iria abandonar. Porém, abandonou, por um único motivo e o único que realmente importava. Naquele dia, havia ido lá para se sentir em casa, como todas as outras vezes que encostava seus pés lá. Parou no balcão para, finalmente, perguntar onde ficava os livros que realmente lhe interessavam e um sorriso apareceu em seu rosto quando uma garotinha apareceu. “Depende, você sabe onde ficam os livros que falam sobre botânica, biologia… Plantas?” Ela riu diante sua confusão com palavras técnicas, tentando achar uma que talvez fosse mais simples para entender.
Emma finalmente conseguiu ver o rosto da moça que estava a sua frente. Ela era tão bonita e delicada. Parecia as amigas da mãe que ficavam andando de um lado pro outro naqueles palcos, mostrando roupas bonitas. Ela colocou um dedo sobre a bochecha, pensando sobre os livros de plantas. “Pantas.. Hm.. Moça bonita, espere só um segundinho” Sorriu e desceu das gavetas, correndo para os fundos para perguntar ao pai sobre os livros que a moça estava falando. Leo dissera que iria resolver isso, mas a criança impediu. Queria ajudar o pai e as pessoas a encontrar livros legais para ler. Atendendo a seu pedido, o filho de Atena explicou aonde iriam encontrar tais livros. Com isso Emma voltou a correr em direção à mulher. “Agora eu sei onde ficam! Venha.. Vou te mostar. É bem pertinho!” Comemorou, arfando de leve. Deu a volta pelo balcão e pegou a mão da menina, puxando ela consigo em meio as prateleiras. “Papai me disse que tem uma estante inteila só com livos de pantas. Você vai gostar” Levava a menina para os últimos corredores, olhando para cima para buscar aos olhos dela. “Você gosta de jar-di-na-gem?” Perguntou curiosa. Plantas deveriam envolver jardins, pelo menos era o que pensava. “Eu gosto bastante de floles. Tenho um jardim inteilo lá em casa. E rego bastante elas para que clesçam grandes e fortes” Orgulhou-se, com um grande sorriso. “Você tem alguma flor, moça?”
babsparker:
Babs estava tendendo esconder o rosto para a sobrinha não reconhece-la logo de cara, por isso usava o cabelo e alguns dos livros que ela tinha que devolver na biblioteca e aproveitou. Era estranho falar: minha sobrinha. Babs nunca pensou que um dia teria uma. “Não, estou procurando a sobrinha mais linda do mundo” Babs disse revelando seu rosto “Você por acaso conhece?”
Emma finalmente viu o rosto de Barbara e sorriu, tanto que seus rosto parecia querer rasgar. Terminou de escalar o balcão e pulou sobre o colo da loira, quase derrubando-a. “TIIIIIIA!!” Abraçou o pescoço dela, apertando-o. “A sobinha mais linda do mundo está abaçando a tia mais linda do mundo” Deu uma risada e um beijo no rosto da loira. “Tia. Tia. Tia. Sabia que eu perdi meu pimeiro dente e a fadinha veio me visitar? Foi tão divertido. Ela me deu dinheiro pelo meu dentinho” Apontou para o vazio em sua boca. “E eu te touxe um plesente de aniversário. Você quer ver?”
Na biblioteca, praticamente seu habitat natural, Leonardo ajeitava os livros devolvidos pelos campistas em suas devidas prateleiras. Ao mesmo tempo em que sorria e ouvia sua filha, sentada sobre uma poltrona ao lado de seu ursinho, ler uma história em voz alta para ambos. Ela sorria e fazia vozes diferentes para os personagens, às vezes mostrando o livro para o pai para perguntar sobre alguma palavra que não conseguia compreender. Leo estava orgulhoso de ela já estar aprendendo a ler em inglês. Ao ouvir alguém chegando à entrada, Emmanuelle perguntou se poderia ajudar ao pai indo atender a pessoa. Com consentimento, ela correu e se inclinou nas pontas dos pés sobre o balcão para falar com quem chegou. “Bem-vindo a bibiblisteteoca.. biblisteca.. Bi-bli-o-te-ca!!!” Deu uma risadinha animada ao longo que escalava as gavetas, tentando ficar mais alta e ver o rosto da pessoa. “Está ploculando algum livo?”
❖ Start Doing What I Didn’t In Recent Years — POV
“Você está atrasado” Foram as primeiras palavras ouvidas por Leonardo ao se aproximar de um carro preto do lado de fora do acampamento. Confessava que teve de reunir um tanto de coragem para se encontrar com a ex-namorada, simplesmente por não desejar revê-la. Porém após a filha insistir em visitá-lo, faria esse esforço pela menina. Conseguiu enrolar por semanas o suficiente, para que ela não pegasse o período da Maldição de Apolo. Ver o pai parecer uma mulher seria traumatizante para qualquer criança, independente da idade. Porém após os efeitos passarem, a disponibilidade de receber Emmanuelle veio à tona, assim como aquele encontro com a mãe da menina. Pelo menos assuntos pendentes seriam resolvidos, assim como pertences devolvidos, situação na qual não tivera oportunidade de fazer antes. Teria de aguentar a filha de Afrodite pelo resto de sua vida, que começasse o inferno agora.
A Spoonful of Sugar Helps the Medicine Go Down • Lana, Leo & Crystal
Lana olhou para a entrada da biblioteca. Fora naquela sexta feira de tardinha que decidira tirar uma semana para esquecer da medicina e fazer qualquer outra coisa. Treinar com armas diferentes, que não fosse o arco e flecha, canoagem, escalada… Duvidava que daria tempo para fazer tudo o que queria, mas tentaria ao máximo. Agora, pretendia ler. Livros de literatura, algum romance ou realismo, mas qualquer coisa longe dos livros teóricos que preenchiam o seu chalé. Não se lembrava da última vez que visitara a biblioteca do acampamento. Há anos atrás, com certeza, até porquê quando precisava de um livro geralmente o conseguia no chalé de Asclépio.
Lana não sabia dizer se a biblioteca mudara mesmo ou se ela já havia esquecido de como esta era. Um ambiente agradável, preenchido dos mais diversos livros, desde os de mitologia e seres fantásticos aos da ciência mundana. Tinha uma decoração aconchegante, e certamente era um excelente lugar para quem queria mergulhar nos estudos. Tinha que visitar aquele lugar mais vezes. Então, seguiu para uma das prateleiras de livros a procura de alguma coisa. Qualquer coisa.
Leonardo estava tão pensativo com a notícia que Julianne traria sua filha ao acampamento, quanto aos documentos que assinava em sua mesa. Papelada simples de devolução de livros, mas que deveriam ser preenchidas para que não houvessem conflitos ou confusões futuras. E com o silêncio de sempre estar sozinho no trabalho, terminava aquela função com uma enorme velocidade. Porém uma figura que entrou na biblioteca o chamou atenção. Lana, a filha de Selene. Não lembrava se alguma vez já a tinha visto por ali, mas algo interno o fez levantar e ir em direção a ela, que vagava descontraidamente entre os livros. Ao longo do caminho olhou pela janela, vendo Crystal se aproximar. Sorriu e acenou para a irmã, sabendo que em breve ela chegaria até ele e descobriria a razão pela visita. Enquanto isso continuou seu caminho até Lana. "Se interessa pelos livros de terror?” Leonardo perguntou, chamando atenção dela com um sorriso. “Porque essa seção que você se encontra é puramente disso” Fez um palpite que ela deveria estar procurando algo de fantasia, longe da medicina, que Leo sabia ser um dos interesses dela, devido as conversas com outros orientadores. “A propósito, sou Leonardo. O bibliotecário” Acenou com a cabeça, cumprimentando-a. “Gostaria de alguma ajuda, signora?”
B-day Supergirl || Crys, Leo & Babs (The Athena’s Kids)
Crystal abriu os olhos e como em toda data importante da sua vida a suam mente estava totalmente lucida. Era o aniversario de Babs, e como quase que uma tradição dos irmãos do Chalé 6, eles passariam a manhã juntos, mesmo que Babs não estivesse avisada do assunto. Crys se levantou e correu para a cama do irmão acordando-o também, Babs como aniversariante seria a ultima a se juntar à festinha. Leo foi para a cozinha (coisa que não era comum nos chalés já que a maioria dos semideuses comiam nos refeitórios, mas sendo os filhos de Atena os obcecados por comida, e doces, que eram, não era surpreendente) preparar o café da manha enquanto Crystal arrumava a decoração. Balões de pendurados no pé da cama de Babs, com um grande 19 em cada um deles. Crystal colocou em si mesma um chapéu de aniversario cor de rosa, que não combinava nada com a maria chiquinha que tinha feito para dormir, e forçou um em azul para o irmão. “Vamos, você em que entrar no clima. Ou eu risco o seu rosto de novo enquanto você estiver dormindo.” Sussurrou enquanto prendia o elástico no queixo dele. Tirou a coroa com os dizeres ‘B-day Girl’ da sua gaveta, infelizmente na lojinha que fora não tinha nenhuma com ice queen ou qualquer coisa do tipo, então Crystal se limitou a adicionar um super ente as palavras. A cena estava praticamente idêntica ao aniversario de Leo, e aquilo não a agradava, cada aniversario deveria ser único, então de ultima hora pegou um óculos escuro e deu um ao irmão também então os dois foram finalmente acordar a aniversariante da vez.
Leo havia realizado um verdadeiro banquete, se levar em consideração que o que fazia na cozinha deveria ser somente um café da manhã. Espalhou algumas bandejas de brigadeiros pelas cômodas, três tortas Paesana acabaram de sair do forno, algumas empadas salgadas permaneciam na cozinha, gellato’s continuavam no freezer para não derreter, além do grande bolo da Super-Girl que havia feito e decorado, e este repousado sobre o criado mudo ao lado da cama de Barbara. Depois deveria avisar que esta parte foi ideia de Emmanuelle, que mesmo não estando aqui hoje queria fazer parte do aniversário de uma das tias. Não poderia negar o pedido, por mais que aquela decoração tenha sido um tanto trabalhosa a se fazer. Respondeu a “ameaça” de Crystal com um sorriso e um revirar de olhos, em brincadeira. Não ligava a respeito do chapéu, principalmente porque ainda não tinha ajeitado o próprio cabelo. De qualquer maneira, o semideus permaneceu por um tempo olhando a irmã dormindo, pensando como ela não estava ouvindo a movimentação dos dois. Porém veio a ser retirado do pensamento quando Crystal o passou um óculos escuros. Olhou uma vez para o óculos, então para a irmã, voltou para o óculos. “Por que?” Dizia com os lábios mudos, mas deu ombros e colocou. Essas manias de aniversário não era algo que Leonardo tentava compreender. Enfim acordariam a aniversariante, com isso subiu sobre a cama com os joelhos, puxando a mãos de Crystal para que ela o acompanha-se. Antes que a irmã notasse o que ele pretendia fazer, fez com que os dois caíssem sobre Barbara, abraçando seu corpo deitado. “SURPRESA!” Leo falou sobre o ouvido de Babs, para assustar. Ele estava rindo quando somente separou um pouco do rosto, que a olhava de baixo. “Hora de acordar, Bela adormecida”.
Pronto, se acalme que cheguei com suas roupas. Perdão pela demora, parei para comer no caminho. Está tudo aí nas sacolas, só tem que decidir de quem é o que.
How I really look like… Now.