Robert Joan Banes | 16 Anos| Sonserina|Sexto ano|Douglas Booth |21 de Março de 2005
Quadribol: Jogava como goleiro
Sangue:Filho de dois bruxos sangue - puro
Avós: Carly Joan e Edward Joan; Beatrice Banes e Robert Banes
Pais: William Joan e Amber Banes
Varinha:Pereira 22,5 cm, Coração de dragão
Amortentia: Pasta de dente, O perfume que ficou empregnado no vestido que sua mãe costumava usar e roupas recém- lavadas
Animal de estimação: Coruja que perdeu um olho durante o vôo, seu nome é, Caolha.
Maior desejo: Capturar a família Potter e entregá - la ao seu pai.
Robert nasceu na Irlanda e foi criado ali sua vida inteira, tinha uma relação muito próxima com sua mãe, uma mulher alta de cabelos negros que sempre o acolhia quando tinha pesadelos. Em contrapartida a todo o mimo que recebia da mãe, seu pai sempre parecia o ignorar, sua mãe sempre disse que não era culpa do garotinho e sim do passado difícil que o homem carregava, mas o Banes nunca acreditou de fato no que a mãe dizia, sabia que mesmo que ela negasse, ele tinha uma ponta de culpa naquela história, só não sabia como.
Como todo bruxo, assim que ele completou onze anos, recebeu a tão esperada carta de admissão na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts e correu mostra-la para sua mãe, que tratou de sair com ele para comprar o material necessário. No primeiro dia de aula, só a morena foi leva-lo para embarcar no trem, seu pai ficou em casa lendo jornal e mesmo que o pequeno não quisesse demonstrar, aquilo tinha machucado, queria ver o pai orgulhoso e decidiu que faria de tudo para que, naquele ano, quando voltasse para as férias o pai o recebesse com um grande sorriso. Quando chegou na plataforma e estava prestes a entrar no trem, percebeu que muitos pais e até alunos apontavam para ele e sua mãe, faziam comentários e riam, como se eles estivessem ali para a diversão de todos, a coisa não foi diferente durante todo o caminho e muito menos nos meses de aula que se passaram. Para compensar o quanto os outros alunos o irritavam, ele era o primeiro da sala, sempre com as maiores notas, sempre respondendo o que o professor peguntava e diferente do que esperava, aquilo só fazia o numero de comentários aumentar ainda mais.
Foi no seu segundo ano que ele descobriu o motivo para tantos comentários. Um dos professores fazia um comentário sobre a segunda grande guerra e mencionava o nome das famílias que foram importantes durante o conflito, mencionou os Weasleys, e os olhares caíram em uma loira sonserina que sentava a sua frente e naquele momento estava com um sorriso orgulhoso, mencionou os Potter e um grupo de garotas riu e então ele mencionou os Malfoy e todos da sala fecharam a cara como se reprovassem a escolha da família, um dos últimos nomes a serem citados foi o de Banes e todos pararam de comentar e se viraram para o garoto que sentada ao fundo da sala. Naquele dia ele pediu para o professor lhe dar uma aula particular e contar o que sua família tinha feito durante a guerra, o orgulho morreu quando soube quem seu pai apoiava e ele murchou quando soube o que Voldemort queria fazer.
Quando voltou para passar o natal com a família, não estava mais animado em deixar o pai orgulhoso com suas notas, só conseguia pensar no quanto ele tinha errado no passado. O relógio começava a dar as doze badaladas anunciando meia noite e como já era costume, Robert correu para o quarto dos pais e entrou sem bater na porta, se arrependeu no mesmo instante, sua mãe gritava desesperada, empurrando o seu pai que estava deitado em cima dela, ele saiu dali antes que visse mais e se trancou no seu quarto, mesmo assim ele ouvia os gritos desesperados de sua mãe. Sua vontade de orgulhar o pai se transformou em nojo, em medo de que ele pudesse machuca-lo também.
Um mês depois sua mãe anunciou que estava grávida e tinha decidido ficar com o bebê, constantemente ela aparecia com rosto machucado, roxos espalhados pelo corpo inteiro e Robert não podia fazer nada. Oito meses se passaram e chegou o dia que a mais nova integrante da família iria nascer, Robert passou as aulas nervoso, esperando receber alguma noticia e então, veio a noticia de que sua mãe tinha falecido durante o parto, ele ficou desolado, a pessoa que ele mais amava estava morta. Ele criou Carly com todo o carinho que podia, a mimava como seu pai nunca o mimou e fez de tudo por ela, apanhou repetidas vezes para que pudesse protege-la, quando estava no quinto ano, seu pai recebeu uma proposta de trabalho na Grécia e arrastou os filhos junto, foi ai que a vida do garoto se tornou um verdadeiro inferno. Seu pai o obrigou a aceitar participar do retorno de Lord Voldemort com a desculpa de que, se ele não aceitasse, que dissesse tchau para a sua irmã. Ninguém naquele grupo podia contar com o fato de que eles estavam em um número pequeno perto do tanto de aurores que apoiavam Harry Potter.