Nós somos amigos, mas o que nós somos?
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@yournightmareperfect
Nós somos amigos, mas o que nós somos?
“Foi. Ela foi embora sem motivo algum, pois não tinha motivos pra ficar, nem teve motivos pra voltar.”
— “Você não soube se despedir.”
Talvez tudo levasse à essa distância.
Mas talvez eu já não aguente essa distância.
nem eu
“Eu poderia escrever por horas e encher algumas folhas pra me libertar desse excesso de pensamento, também poderia me aprofundar e explicar em detalhes os motivos que me acertam no peito, mas hoje, a única coisa que preciso dizer, é um velho e manjado clichê, eu sinto sua falta.”
— Sean Wilhelm
sometimes i wonder what the point of continuing to be friends is if that’s all we will ever be
A pessoa que me tornei é o resultado de tudo que eu vivi, de tudo que perdi, e aprendi.
Queria não ter me condicionado a isso, essa dependencia me envenena aos poucos e eu preciso dormir. Me convenci que o canto dos passaros não era agradavél, mas era eu rasgando minha estrutura, tirando meu folego. Você não vê? Perdida e precisando respirar. Achei que tinha derrotado eles, mas você apenas libertou-os, com tudo que eles sabem. Where is my demons?
Eu deixei você entrar, você conhece o que me sufoca e o que tira minha respiração. O medo de está me afogando é menor quando escuto sua voz. Mantém a neblina distante. Eu não quero salvação, é loucura querer apenas que queime tudo logo? talvez das cinzas algo nasça. Eu quero algo novo, novos venenos, viver rápido. A luz do dia. Sem você.
Estamos quietos, o silencio nos preenche. Mas nunca houve silencio entre nós antes. Corajosos para admitirmos que algo está errado, medrosos para apontar os culpados. Ambos somos as vítimas e os réus. Meu remédio e minha insonia. Minha paz e meu agito. Meu confidente e meu carrasco. Agora é vazio e fumaça no meu pulmão. O que nos atingiu?
Várias vezes peguei o celular, abri seu contato e li seu nome, letra por letra. Sempre em algum momento antes de chamar, uma euzinha me impede, mesmo que assim como eu, ela também queira ouvir sua voz, não podemos. Não podemos voltar ao hábito, a zona de conforto e nem para nós. Tento me ensinar que as pessoas não são permanentes, podemos guarda-las da maneira que acharmos melhor, mas eventualmente elas se vão, tudo flui. Mas então em uma noite você liga, e o celular toca. Falar com você é uma especie de vicio, sua respiração me relaxa e sua voz me embreaga. Como todo viciado que nunca teve a intenção de largar, eu atendo. Quando a chamada quase cai, eu atendo, mesmo sabendo que nao devia. E ninguém diz nada, ambos sabemos que cada silencio conta, cada respiração cada segundo. Nós não dizemos alô, nunca. Dizer alô é nos lembrar que estamos distantes, que dependemos de aparelhos para ficarmos proximos. Não, não precisamos, só dizemos oi. Cada um diz oi duas vezes, o motivo? nem eu sei, mas assim sabemos que estamos bem. Estamos? A primeira ligação depois de meses, por que está ligando apenas agora? você nunca foi de falar muito sobre si, mas eu conheço você e seus trejeitos muito bem. Eu sei que quando as coisas não estao indo como quer, você precisa de alguem para arrumar. Igual eu fazia. Mas como você tem coragem de querer as coisas como eram antes? Eu sinto falta de como, mas eu tava quebrada e você me mantinha assim. Não se importava? Mas você diz oi e se injeta em mim, provavelmente sabendo o quão dificil foi me desintoxicar de você. E eu? eu gosto das sensações que vem junto, eu aproveito a viagem pois, mesmo sabendo que você me quebrando de um jeito, você também era uma especie de rémedio. Nunca fomos de nos despedir, conversávamos até um dormir. Eu lembro quando prometemos não pararmos de nos falar, você disse que se dependesse de você isso nunca aconteceria. Então eu tive que ser a primeira a falar tchau. Foi necessário. Você sabe que nos machucamos, por nada. Eu pedi que quando acontecesse, que você me magoasse e me deixasse com raiva, que me fizesse querer distancia e você não pode fazer isso por mim. E agora eu queria que não tivesse ter sido eu a dar tchau.
“The public face of Athénaïs was now as the dazzling creature, the brightest star in the galaxy which surrounded the Sun King, the one for whom, without knowing it, he had always craved to complete his image in the world at large (if not the world of the Catholic Church). Her second child by the King, a boy named Louis-Auguste, was born at the end of March 1670. He turned out to be clever, sharp, and amusing like his mother.” – Antonia Fraser, Love and Louis XIV: The Women in the Life of the Sun King // Severija Janušauskaitė as Athénaïs
I think I have broken myself more than anyone else has broken me.
OSRS (via typical-suicidal-teen)
“Desista. Mas desista aos poucos pra dar tempo de não desistir.”
— Eu me chamo Antônio.
O que havia de errado comigo? […] Eu não conseguia me animar. Nem conseguia entrar no jogo. O tempo parecia ter acelerado e alçado vôo sem mim. Ou então parado de repente. Essa sensação de inércia me deixou petrificada. Às vezes, eu me pegava mirando meu reflexo nas janelas e me indagando quem eu era, onde estava indo. Então a imagem mudava e não era mais eu, apenas a sombra nebulosa de uma pessoa. Um metamorfo vazio, frouxo.
Não conte nosso segredo.
(via riquepaglioni)