Ouii você poderia escrever algo sobre Niall ou zayn descobrir que sua namorada se cortava no passado, algo que ele vê suas cicatrizes e tal e ela tem vergonha disso e então ele beija am todas as cicatrizes pelo corpo dela e bem um smut bem fofo creio que encaixaria também.
(Ps estou bem é só vontade de ler)
Incondicional
N/A: Oi! Fico feliz demais em postar esse imagine com o Zayn. Ele se tornou o meu xodó... Espero q vcs gostem tanto quanto eu de lê-lo. Comentem, curtam e rebloguem, me digam oq achou, vou ficar mto feliz e será um incentivo enorme ler a opinião de vcs. Aproveitem mtooo ❤️
AVISOS: menção à autom#tilação, depressão e assuntos relacionados.
Deitada na cama, você folheava com cuidado as folhas do que se tornou o seu livro favorito. "Como Eu Era Antes de Você" é a sua narrativa preferida do momento, de modo que se torna impossível conter as lágrimas à cada página lida.
"Como eu poderia explicar a essa garota o que Will e eu tínhamos sido um para o outro, a maneira como eu sentia que nenhuma pessoa no mundo jamais me entendeu como ele ou entenderia de novo? Como ela poderia entender que perdê-lo era como ter um buraco em mim, um lembrete doloroso e constante, uma ausência que eu nunca poderia preencher?"
Lágrimas escorreram pelos seus olhos. Na verdade, mais lágrimas. — Will, seu maldito desgraçado... Que direito você tinha de fazer isso com a pobre Lou? — você sussurrou para si mesma. Estava entretida lendo as páginas que já se encerravam, até que Zayn entrou pela porta do quarto. Seus cabelos estavam bagunçados, sem camisa, ele tinha um visual mais despojado. As férias finalmente haviam chegado, e vocês estavam aproveitando, juntos, da melhor maneira possível até chegar o dia em que viajariam para o Brasil, a fim de passar o feriado com a sua família.
Ele havia acabado de terminar de jogar videogame com alguns amigos. Um bufo estressado escapou pela sua boca, ele havia perdido inúmeras vezes e isso despertara-lhe um certo estresse, sentimento este que passou rapidamente quando a viu em prantos sobre os lençóis da cama dele. — O que aconteceu, amor? — perguntou atencioso, avançando para se juntar a você. Ele subiu na cama e parou bem na sua frente, colocando as mãos em ambos os seus joelhos e abrindo as suas pernas para se encaixar entre elas. — O que você tem, ein? Está chorando por quê?
Zayn se debruçou sobre o seu corpo, tirou o livro de suas mãos e segurou uma delas, a mantendo erguida para que pudesse beijar-te no pescoço. Você sentiu arrepios quando a barba dele tocou a sua pele sensível e acabou suspirando, mas se sentia bem em tê-lo tão pertinho. — Não é nada demais, Z. Você sabe que eu sou meio emotiva e esse livro me deixou tão triste... Sabe, a história do Will e da Lou é muito, muito triste. — você olhou nos olhos dele, que te fitava sem entender muito bem a razão pela qual você estava em prantos por uma obra de ficção.
No entanto, ao invés de a julgar, Zayn apenas sorriu e lhe deu um beijo rápido nos lábios, amassando os seus nos dele de uma maneira tão deliciosa que a fez sentir perfeitamente a maciez da boca dele. — Aí, amor... Eu achei que era algo mais sério. Fiquei até preocupado. — ele comentou de início, dando beijos em seus braços até chegar em seus pulsos, onde, pela primeira vez em muitos anos de relacionamento, ele notou algumas marcas.
Já estavam devidamente cicatrizadas, esbranquiçadas, talvez tenha sido por isso que ele jamais as tenha percebido ali. Algo meio irrelevante de se ver, mas, de alguma forma, Zayn ficou instigado ao ver aquilo em sua pele. Ao passar a ponta dos dedos, ele sentiu áspero e enrugou as sobrancelhas. Aquilo atiçou a curiosidade dele.
— O que é isso? — perguntou com certa hesitação, segurando com firmeza o seu pulso. Você tentou se soltar, mas não conseguiu.
— Não é nada, Zayn. É só... Coisas do passado. — tentou se soltar mais uma vez, mas não pôde. Ele estava atento àquelas marcas.
— Coisas antigas ainda contam histórias. — ele refutou, novamente passando seus dedos com cuidado no relevo na sua pele macia. Zayn, na verdade, não precisava que você falasse qualquer coisa sobre aquilo. Ele já havia deduzido tudo... Só se sentia péssimo por nunca ter prestado a devida atenção. — Por que você nunca me falou sobre isso?
Ele dizia tudo com cuidado e cheio de complacência. Você finalmente conseguiu afastar a mão e a colocou junto à sua barriga. — Porque isso não importa mais. Eu já superei. — você já sentia uma certa angústia tomando conta do seu ser, pois a menção, a atenção que seu namorado estava dando àquelas cicatrizes lhe trouxeram um mar de lembranças de uma época da sua vida que, há muitos anos, você vem se esforçando ao máximo para esquecer.
A sua adolescência. Onde você passou por diversas provações que lhe fizeram sentir muita vontade de desistir da sua própria vida. Foi através desses episódios que aquelas marcas surgiram... Você se encontrava debilitada, fraca e sem qualquer ânimo para viver. Causar dor a si mesma era, para você, um refúgio. Hoje você entende tudo com mais clareza, com mais maturidade; sendo assim, percebe que você só precisava de ajuda.
Pensou tantas vezes em desistir de sua vida, sem imaginar que no futuro, encontraria o namorado perfeito, que te faria viver o inimaginável. Você jamais imaginou que, no futuro, estaria morando na Pensilvânia ao lado de alguém que você sempre admirou.
E, convenhamos, cuidar de galinhas estava sendo terapêutico pra você.
— Ei. — Zayn chamou a sua atenção quando notou a emoção que você estava sentindo. Ele tomou a sua mão para si mais uma vez e beijou seus dedos, logo em seguida, com bastante delicadeza, beijou também àquelas marcas. — Se isso faz parte de você, importa pra mim. Tudo em você importa pra mim. Cada mero detalhe que você julga irrelevante.
Zayn sorriu para você e se aproximou para beijar suavemente os seus lábios. — Eu te amo, S/N. — ele falou com tamanha sinceridade, que você sentiu seu coração disparando.
Ele beijou cada uma das suas marcas. E foi subindo suas carícias pelos seus braços... Logo já estava no seu busto e em seguida, seu queixo e a sua boca na sequência. Ambos deram início a um beijo lento que, no começo, não tinha segundas intenções. Havia apenas o desejo de Zayn mostrar a você como te amava e como ele tinha orgulho da sua força. Mas você, além do intenso amor que estava sentindo por ele, não ficou por muito mais tempo emocionada, não.
Você sentia suas partes baixas pulsando. Você começara a desejar ardentemente o corpo dele suando bem próximo do seu, ambos entregues ao amor que sentiam um pelo outro.
S/N POV
Eu não pensava que poderia me apaixonar mais pelo Zayn, mas vejamos, eu estava redondamente enganada. Eu nunca imaginei que me sentiria confortável em me abrir pelo ao menos um pouco sobre as marcas em meus pulsos. Isto é, de longe, algo que eu me orgulhe, mas o que poderia fazer? Querendo ou não, elas fazem parte da minha história, é um lembrete – hoje, amigável – de que eu sobrevivi a uma das piores fases da minha vida. Pelo menos hoje eu enxergo dessa forma.
E o meu namorado conseguiu me deixar ainda mais confortável e feliz com o seu cuidado e compreensão. Droga, eu o amo tanto que chega a doer.
Ele segurou a minha cintura e me trouxe para mais perto. Minhas mãos deslizaram até os ombros dele, enquanto eu o puxava mais para perto, como se meu corpo quisesse colar no dele, como se eu precisasse sentir cada centímetro daquele homem que me amava de uma forma tão crua e sincera.
— Você não faz ideia do que isso significa pra mim... — sussurrei, sentindo a garganta apertar de novo, mas agora por outro motivo. Era amor. Era entrega. Era querer.
Zayn sorriu, e o jeito como ele me olhou... como se eu fosse feita de vidro e ao mesmo tempo de fogo. Ele me deitou com cuidado nos lençóis, cobrindo meu corpo com o dele, mas sem pressa, sem pressa nenhuma. Como se estivesse ali apenas para me lembrar de que eu era amada — inteira, com marcas, com memórias, com tudo.
Seus beijos desciam pela minha pele como uma oração. Lentos, respeitosos, mas cheios de desejo contido. Suas mãos me tocavam com precisão, mapeando o que já era familiar, mas com a devoção de quem descobre de novo.
— Você é perfeita, sabia? — murmurou contra a curva do meu pescoço. — E tudo em você me deixa maluco... Mas é aqui dentro — ele pousou a mão sobre meu peito, onde o coração batia acelerado — que eu sou mais seu.
Meus dedos se enroscaram nos fios de cabelo dele, e eu puxei com doçura. Ele entendeu o recado.
A respiração de Zayn ficou mais pesada, e a minha também. O quarto se encheu de silêncios quebrados por suspiros, toques demorados e o som abafado do amor sendo feito com verdade. Ali, no calor daqueles lençóis, entre sussurros e declarações mudas, não havia passado — só o presente. Só nós dois.
E foi ali que eu entendi: eu sobrevivi, sim. Mas agora... agora eu estava finalmente vivendo.
Zayn continuou ali, sobre mim, com o rosto colado ao meu pescoço e as mãos escorregando pela minha cintura como se quisesse me guardar ali pra sempre. O jeito como ele me tocava era quase uma conversa silenciosa entre nossos corpos, uma troca de promessas que não precisavam de palavras.
— Me deixa cuidar de você... — ele sussurrou, os olhos cravados nos meus, e eu soube que já estava entregue antes mesmo de responder.
Acenei com a cabeça, um tanto tímida, mas ele entendeu. E sorriu — aquele sorriso de canto, terno, cheio de afeto, que só ele sabia dar quando queria me mostrar o quanto eu era tudo pra ele.
Zayn tirou minha blusa devagar, como quem desembrulha um presente raro, com os olhos brilhando como se estivesse vendo meu corpo pela primeira vez. Quando seus lábios encontraram minha pele nua, senti um arrepio subir pela espinha. Ele beijou cada pedacinho com carinho, demorando mais onde sabia que eu era sensível, me arrancando suspiros baixos, doces.
Ele não tinha pressa. Cada movimento, cada beijo, era uma declaração silenciosa de amor e desejo, que me envolvia e me fazia esquecer do mundo lá fora. Ali, naquele quarto, éramos só nós dois, perdidos em uma dança lenta de toques e sentimentos.
Eu me entreguei completamente, deixando que ele guiasse nossos corpos e emoções, sabendo que, naquele momento, estávamos fazendo mais do que sexo — estávamos construindo nossa intimidade, nosso vínculo, nossa história.
Meus dedos se enroscaram em seus cabelos mais uma vez enquanto nossos olhos se encontravam, profundos e sinceros. Ele sorriu, como se dissesse sem palavras: “Eu te amo. Eu te quero.” E foi assim, entre beijos e carícias, que nos entregamos um ao outro — em corpo, alma e coração.
Naquela noite, fizemos amor. Diferente de tudo o que já havíamos vivido, pois sempre fomos intensos, ardentes, quase explosivos. Mas ali, Zayn me mostrou outra dimensão do desejo — a do amor verdadeiro, paciente e profundo.
Quando ele entrou em mim, um gemido baixo escapou dos meus lábios, quase um sussurro contra seu ouvido. Minhas unhas cravaram-se suavemente em suas costas, buscando ancorar aquela sensação que me dominava por completo.
— Não para, amor... — implorei, minha voz trêmula de emoção e prazer, desejando que aquele momento nunca terminasse, que ele ficasse ali, dentro de mim, me mostrando o quanto me ama, me quer, me deseja, em silêncio e em cada toque.
O agarrei com as pernas pela cintura, o travando ali perto, sem deixar que ele se afastasse nem por um segundo. Meus olhos rodopiavam na órbita, perdendo o foco enquanto o prazer crescia avassalador dentro de mim. Cada movimento dele era uma explosão de sensações, um convite para me perder naquele momento sem volta.
À medida que meu ápice se aproximava, meu corpo se curvava involuntariamente, respirando de forma descompassada, enquanto minhas unhas escorregavam da pele dele para agarrar firmemente sua nuca. Era a comunhão perfeita entre paixão e ternura — eu me entregava, e ele me segurava firme, fazendo de cada instante um ritual sagrado de amor.
“Amor... S/N..." Ele gemeu o meu nome tão baixo, próximo do meu ouvido, me acendendo ainda mais. Isso foi como o estopim para que eu chegasse ao meu ápice e ele logo em seguida. Mas eu não o soltei, o mantive ali perto de mim como se a minha vida dependesse desse contato.
— Eu te amo, Zayn. — Confidenciei rente ao seu ouvido e ele me beijou a clavícula.
— Eu também te amo. E nunca vou te deixar, meu amor. Nunca.
















