—★: imagina uma AU com esses atores nesses universos? Um trio de assassinos gostosos atrás de mim querendo botar minhas entranhas pra fora AAAAAAA 🫦 era meu sonho (só na ficção mesmo pls

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—★: imagina uma AU com esses atores nesses universos? Um trio de assassinos gostosos atrás de mim querendo botar minhas entranhas pra fora AAAAAAA 🫦 era meu sonho (só na ficção mesmo pls
Pretty good at giving gifts
evan buckley x reader
summary: você foi ao aniversário da sobrinha dele. o plano era apenas entregar um presente e voltar para casa. infelizmente, buck decidiu aparecer.
meet cute × flirting × firefighter!buck × family gathering × first kiss × rom-com vibes
🧁 ⋆。°✩ 💖✩°。⋆ 🧁
"eu diria que sim, bonita e um pouco cruel."
🧁 ⋆。°✩ 💖 ✩°。⋆ 🧁
〃𝐄𝐥𝐞 𝐚𝐝𝐨𝐫𝐚 𝐭𝐞 𝐦𝐢𝐦𝐚𝐫 𐙚
Gojo Satoru
(1,94m/22cm)
⸻ Ser namorado de um magnata do mundo dos negócios era o que as pessoas classificariam como ter uma vida de luxo, ter todos os seus desejos e vontades atendidos era algo que Sungjae gostava muito, e seu namorada estava mais do que feliz em realizá-los. O mais velho colocou o menor na cama delicadamente, indo até o closet e pegando o sapato novo que havia comprado para seu garotinho.
— "Lembra dos sapatos novos da Channel que você queria, gatinho?" — Gojo perguntou com um sorriso bobo, passando suas mãos grandes pelas coxas macias e pálidas do menor.
— "Claro que lembro! Eles eram tão fofos" — o menor disse entusiasmado, se lembrando de cada detalhe do sapato rosa claro com detalhes dourados. — "Você conseguiu ele para mim, amor?"
— "Eu consigo tudo 'pra você, pequeno" — o mais velho disse com um sorriso arrogante, pegando uma pequena caixinha da sacola e abrindo-a lentamente, o par de calçados delicados e elegantes fizeram os olhos do mais novo brilharem. — "O que acha, garotinho? Já quer experimentar?"
— "E-Ele é mais lindo pessoalmente" — Sungjae disse com os lábios levemente entreabertos, estendendo seu pé para o maior lentamente. — "Quero ver como fica, por favor."
— "Claro, meu anjo" — o mais alto disse com a voz terna, dando um pequeno beijo na coxa do menor e encaixando o sapato em seu pé. — "Está apertando, gatinho?"
— "Eu acho que está um pouco grande demais, na verdade" — disse com um biquinho, vendo que seus dedos nem alcançavam a ponta do sapato. — "Eles não tinham um tamanho menor?"
— "Eles tinham vários tamanhos, pequeno" — Gojo disse com um sorriso de canto, retirando o sapato do pé do menor e o guardando na caixa. — "Mas não achei que meu gatinho tivesse um pé tão pequeno assim, esse sapato era um 35."
— "Isso não tem graça" — o menor disse emburrado, dando um leve tapa no ombro do mais velho. — "Quando você vai voltar na loja?"
— "Amanhã cedo estarei lá, pequeno" — disse se levantando do chão, pegando o queixo do menor em seus dedos e lhe dando um pequeno beijo. Após isso, desceu seu nariz até o pescoço delicado do mesmo. — "Mas o que eu ganho lhe dando isso, hm?"
— "Depende do que você quer ganhar, amor" — o menor disse com um sorrisinho, entendendo o que o mais alto insinuava. — "Que tal você apenas deixar eu fazer o que quiser com você? Apenas sente e assista, o que acha?"
— "Você sabe que eu não vou aguentar, certo?" — Gojo perguntou com um sorriso, o mesmo era insaciável no sexo e era praticamente impossível deixá-lo quieto. — "Mas podemos tentar, gatinho."
Gojo sentou-se ao lado do menino menor, suas pernas bem abertas e esperando os próximos movimentos de Sungjae. O menino loiro mais baixo ficou de pé em frente à cama, pôs-se de joelhos no chão e ficou entre as pernas do mais alto.
— "Você tem trabalhado tanto, já estava com saudades disso" — o menor disse com um sorriso, passando seus dedos lenta e provocativamente pelo pau coberto de Gojo, que arfou ao sentir o toque.
— "M-Mate sua saudade, gatinho" — disse com dificuldade. Eles não transavam há três semanas — algo que Gojo demonstrava claro ódio —, apenas esse pequeno toque do mais novo já parecia ser o suficiente para o fazer gozar.
O loiro sorriu ao ver o homem de cabelos brancos acima de si tão vulnerável, levou suas mãos até o cós da calça do mais velho, abaixando-a junto com a cueca em seguida. O pau longo e grosso de Gojo ficou orgulhosamente em pé, tinha um tamanho impressionante e parecia irradiar calor.
— "Está maior do que eu me lembro" — Sungjae disse com um sorriso, pegando o membro em suas mãos e o masturbando lentamente, antes de pôr a glande em sua boca e começar a chupá-la.
Gojo gemeu rouco ao sentir os lábios macios e habilidosos do loiro em seu pau, o barulho de sucção era como música para seus ouvidos, suas mãos foram rapidamente em direção aos cabelos do menor e os apertaram com força. O menor começou a lentamente engolir o comprimento do mais velho por inteiro, olhou para Gojo quando sentiu a glande do mesmo ir até o fundo de sua garganta.
— "P-Porra!" — disse arfando, seu corpo ficando cada vez mais quente ao desenrolar da cena à sua frente. Em um movimento rápido, pegou os cabelos de Sungjae e o tirou de seu pau. — "Preciso gozar dentro de você, gatinho."
Gojo tirou o pequeno garoto do chão e logo o colocou na cama de bruços, prendeu as pernas do garoto com seus joelhos e pegou o lubrificante que havia em cima de sua cômoda, espalhando por toda a área da entrada do menor.
— "Você deve estar tão apertado, gatinho" — o mais velho disse com um sorriso, enfiando dois de seus dedos no interior do garoto, vendo-o gemer e se contorcer de prazer.
O mais velho retirou os dedos do menor e logo se pôs por cima do mesmo, encaixando seu pênis duro na entrada do mesmo. Sungjae arfou de dor ao sentir o pau de Gojo entrar em seu interior, havia esquecido o quanto era difícil aguentar o mais alto, principalmente nesse estado.
— "Relaxe, gatinho" — Gojo disse com um sussurro, passando seu braço musculoso por baixo do pescoço do garoto e aproximando mais seus corpos.
O mais alto nem deu ao menos um segundo para ouvir a resposta de Jae, começando a estocar fortemente seu pau dentro do menor. Sungjae gemia alto neste ponto, sentia seu interior ser completamente revirado pelo pau enorme de Gojo.
Os movimentos do mais velho eram impiedosos e rápidos, o som dos corpos se chocando enchia o ambiente. Sungjae neste ponto delirava de prazer, seus olhos rolavam para trás, de tamanho prazer que sentia.
— "M-mais rápido, Gojo" — o menor implorou, sentiu o braço do mais velho apertar mais seu pescoço e os movimentos começarem a ficar cada vez mais rápidos. O ato durou por cerca de 15 minutos antes de Gojo soltar o garoto e apoiar-se em seus cotovelos, tendo uma melhor visão do corpo de Sungjae.
— "Vou gozar dentro, gatinho" — Gojo disse em um sussurro, estocando cada vez mais fundo dentro do pequeno garoto. Jae sentiu seu interior ficar mais cheio, os jatos contínuos e quentes de Gojo o preenchendo completamente.
O mais velho saiu do interior do mais novo, vendo o rastro de esperma deixar a entrada — agora não tão apertada — e escorrer pelo interior de suas coxas, deitando-se na cama ao lado de seu amante. Envolveu seus braços fortes ao redor do corpo cansado e quente de Sungjae, o puxando para mais perto.
— "Você foi ótimo, pequeno" — Gojo disse com um sorriso. Ele amava tanto seu anjo que sentia que podia arrastar multidões apenas por ele. — "Eu te amo, Kim Sungjae."
— "E-eu também te amo, Gojo" — o loiro disse com a voz fraca, sorrindo levemente para o mais alto. — "Mas eu preciso de um banho agora, por favor."
— "É claro que precisa" — Gojo disse com um sorriso brilhante, dando um beijo na bochecha do mais novo e o carregando até o banheiro.
Surpreendente | Zayn Malik
AVISOS: linguagem agressiva, casamento "forçado", imagine foge um pouco da realidade do Z, violência (não contra a protagonista, calma).
N/A:. Amigas, já faz um tempo que não escrevo nada com o Zayn, espero que vocês gostem disso aqui porque geralmente, imagines com ele as pessoas não curtem muito não. Como deixei nos avisos, esse imagine foge da realidade do Zayn porque trata de um assunto que ocorre muito em livros de romance rss e ele não é famoso aqui <3 Enfim, se quiserem deixar suas opiniões depois também vou ficar muito agradecida! Escrevi com muito carinho para recompensar o sumiço, torcendo p vcs curtirem. 💋
— Senhora, deseja tomar alguma coisa? Remédio, chá... Qualquer coisa. — Moira resmungou olhando para você de uma maneira extremamente preocupada, uma vez que você está enrolada nos lençóis de sua cama há horas, e ao menos deu as caras na sua faculdade.
A dor de cabeça, a tontura e a alta temperatura corporal, juntas, te deixam extremamente frustrada, principalmente por não poder se levantar para tomar um banho devidamente, você sabe que se tentar pode acabar caindo e batendo com a cara no chão.
Além de tudo isso, você não deixa de se sentir magoada com o seu marido. Sim, o Zayn! Ele não se importa com você, já fazem horas que não volta para casa e você sabe que ele está trabalhando, por isso mesmo não se importa contigo. Para ele, o trabalho é muito mais importante.
Vocês são casados há dois anos. Não é muito tempo, mas você se sente sufocada pela falta de atenção dele. Certo... O casamento de vocês foi estritamente contratual. Zayn é um rico empresário e para poder ressuscitar os negócios em sua empresa, ele precisava limpar a imagem de mulherengo e irresponsável que carregava nas costas durante grande parte da sua vida. Com o falecimento de seu pai, ele se viu na obrigação de mudar e casar-se com uma boa moça para mostrar à sociedade que agora é um “homem de família” e para não acabar falindo. Todavia, óbvio, essa ideia veio de seus assessores, porque ele nunca aceitaria algo assim.
Você estudou com ele na adolescência no ensino médio. Por um ano. Um único ano, porque no seguinte acabou perdendo a bolsa que ganhou por falta de notas dignas daquela instituição que estudava. Depois daquele ano, você achou que nunca mais veria o Zayn, mas o destino mais uma vez cruzou ambos os seus caminhos. Por alguma razão desconhecida.
Até hoje, você nunca entendeu como ele chegou até você novamente. Mas para resumir a história, ele simplesmente mandou um de seus assessores ao posto de gasolina que você trabalhava, numa tediosa manhã de quarta-feira e te fez a proposta que lhe trouxe à essa mansão, ao casamento em que está inserida hoje.
Zayn propôs à sua família estabilidade financeira, além de pagar a sua faculdade para que aceitasse se tornar a Sra. Malik; você, claro, aceitou depois de muita insistência e após analisar o cenário caótico que sua família se encontrava, logo após seu pai perder o emprego e por seu salário não cobrir todos os gastos de sua família.
Mas não imaginava que seria tão humilhada. Até porque, desde que se casaram, Zayn não tocou em você. O que, no início, você achou o máximo por jurar que jamais se apaixonaria por ele, que o seu toque não lhe faria a menor falta... Porém, hoje em dia, está fazendo muito e você não aceita se sentir assim, Zayn é o homem mais frio que você conhece.
Atualmente, você não sabe como aguentou por tanto tempo tudo isso. Talvez pela faculdade, você sempre quis cursar medicina e atuar na área como pediatra. É o seu sonho que está se realizando tão agilmente... É essa a razão pela qual você está suportando a frieza e indiferença do Zayn.
Mesmo diante dessa situação, você sabe que acabou quebrando várias das regras do “contrato” de vocês. Regras essas que incluíam, claramente, não se apaixonar ou se interessar um pelo outro, até porque tudo não se passa de uma farsa.
De alguma maneira, no entanto, você interessou pelo seu marido. É isso o que te deixa tão magoada e entristecida.
— Muito obrigada, Moira... Mas eu não estou com vontade de comer ou tomar nada. Estou enjoada! — você resmungou em resposta, sentindo que sua cabeça dói mais à medida que as palavras saem da sua boca.
Moira encarou o monte dentro dos lençóis e suspirou, se aproximando da cama. Temerosa, traumatizada pelas broncas que acaba levando do dono da casa. — Senhora, se me permite insistir... Sei a receita de um chá que combate os sintomas que está sentindo agora. Se tomá-lo, amanhã já estará bem melhor, eu tenho certeza! — ela insistiu mais um pouco, torcendo para que você concorde.
Suspirando, você pensou que talvez seja melhor tentar. Já não aguenta mais estar deitada, é ruim para você. — Tudo bem, Moira. Me traga esse chá, por favor!
Com um sorriso animado, a mulher disse um “ok” e foi correndo preparar o tal chá.
Enquanto estava sozinha, você pensou no seu marido. De novo! Pensou se ele sabia que estava doente, pensou se poderia pelo menos, por um segundo, ter se preocupado contigo, com o seu estado de saúde; até porque, se não estiver bem, não poderá continuar fingindo que é a esposa dele.
Mas você sabia a resposta. De alguma forma, seu interior respondeu àqueles questionamentos de uma maneira dolorosa, mas verdadeira: “Para de ser estúpida. Você sabe que ele não liga”.
Moira voltou rapidamente com uma xícara em mãos. O chá ainda estava parcialmente quente, o que o fazia fumegar dentro do objeto. — Aqui está, senhora. — ela disse, estendendo na sua direção.
Você encarou o líquido dentro da xícara e pelo cheiro não parecia nada bom.... Mas ainda crente na promessa de Moira de que, no dia seguinte você estaria melhor, acabou tomando aquilo rapidamente antes de vomitar no carpete do quarto. — Vou preparar um banho para a senhora. Vai se sentir bem melhor e dormirá bem.
Você permaneceu sentada na sua cama, ponderando sobre assuntos que se resumiam ao moreno tatuado, mas tentava desviar seus pensamentos dele, até porque o mesmo não merecia toda aquela atenção. Você até pensou que ele poderia estar te traindo!
Isso te fez ferver ainda mais, mediante a raiva que sentiu.
— Já está pronto, Sra. Malik! — Moira exclamou e você revirou os olhos.
— Não me chame assim, Moira. Sabe que não me sinto confortável.
— Tudo bem, desculpe. — lamentou — Quer que eu ligue para o seu marido? Posso avisar a ele que-
— Ele ligou para saber sobre mim? — questionou, rígida. A mulher negou. — Então, não é necessário que ligue para ele. O deixe. Não preciso da preocupação dele.
Você disse aquilo mas sabia que estava mentindo. Moira também sabia... Ela percebe muitas coisas entre vocês dois, inclusive o sentimento que você vem alimentando a respeito dele. Mas como sendo apenas uma empregada, sabe que não pode se envolver nos assuntos de seus patrões.
Entrando no banheiro, você tomou banho calmamente, lutando para se manter firme, já que a tontura ainda não havia te abandonado.
• • •
No dia seguinte, tal como Moira prometeu, você acordou bem melhor e se sentiu disposta o suficiente para ir à faculdade. Zayn não deu as caras, e isso te motivou a avisar a Moira que você não voltaria para casa naquele dia, ficaria na casa de uma amiga durante a noite; claro, isso depois de agradecê-la pelo chá que você intitulou “milagroso” por, de fato, ter lhe restaurado as forças.
— Tudo bem, senhora. Tenha um ótimo dia! — foram as suas últimas palavras antes de você sair de casa e entrar no carro do seu marido (este que não estava sendo dirigido por ele, só para constar) e rumar para a sua faculdade.
— Sério que você vai poder dormir lá em casa hoje? Seu marido realmente autorizou? — o tom de choque era evidente na voz de Louisa, que sabia muito bem o tipo de marido que Zayn é.
Mas, ao contrário do que ela pensa, ele jamais te proibiu de se divertir, ou de dormir na casa de quem quer que seja. O que é justo e compreensível, uma vez que ele se importa mais com o cachorro do vizinho do que contigo.
Pelo menos é o que você acha.
— Sim. Ele nunca me proibiu de fazer qualquer coisa! — você respondeu, como se não se importasse com a situação em questão e a sua amiga, inocente, acreditou. Ela admirou o seu casamento por isso.
O dia se passou de uma maneira... Cotidiana. Lógico, uma vez que pensar no Zayn e imaginar uma realidade paralela à sua já se tornou rotina, você se sente mais confortável em imaginar que, se chegasse em casa nesse momento, seu marido iria te cumprimentar educadamente, beijar a sua boca e admitir o quanto sentiu a sua falta. Talvez depois disso ele te convidasse para tomar um banho e transaria contigo loucamente no banheiro.
Bom, você jamais admitiria que pensa dessa forma.
Aliás, o corpo de Zayn sempre foi um mistério para você. Pelo menos por inteiro... Porque você já o viu sem camisa, em inúmeros momentos em que foi pega de surpresa pela imagem dele dessa forma. Você ficou hipnotizada, mas ele ao menos deu atenção a você ou a sua presença. Nem um comentário engraçadinho sobre você estar o secando... Nada.
Quando as aulas terminaram, você dispensou seu motorista para ir a um restaurante com Louisa. Almoçariam juntas e em seguida, iriam para a casa dela, provavelmente encher a cara poucas horas depois do almoço. Esse comentário é o que ela mais fala desde que você aceitou dormir na casa dela por esta noite.
Vocês passaram ótimas horas juntas. Falaram sobre diversos assuntos, de fato beberam até perderem o próprio controle (pelos céus, você estava doente há poucas horas, mas ainda queria arriscar). Se embriagar era a melhor opção para você quando estava sóbria, mas quando já o tinha feito, se arrependeu amargamente por ter começado, uma vez que, com o álcool percorrendo seus vasos sanguíneos, você pensava ainda mais no seu marido estúpido e em como gostaria que ele... Olhasse, gostasse de você.
Da mesma forma que você começou a gostar dele.
Mas que porra, isso é um absurdo! Mas como você poderia estar morando há dois anos sob o mesmo teto que um homem como o Zayn e não se apaixonar? É meio improvável.
E como isso se iniciou você ao menos sabe... O que é uma droga. Você ainda tem esperança que um dia supere tudo aquilo. Talvez quando concluir a faculdade e finalmente poder se desvincular de Zayn Malik e de tudo o que o envolve.
As horas foram se passando e você só se lembra de sua amiga capotando no sofá de sua sala, afirmando que não estava mais aguentando permanecer de pé.
• • •
Um cheiro muito forte de cigarro inundou seus sentidos e você fez uma careta, se perguntando quando Louisa começara a fumar, até porque ela sempre detestou cigarros e tudo o que tem haver com eles. — Mas que porra! — resmungou ao se levantar (ainda com os olhos fechados), mediante a pontada que sentiu na cabeça. — Louisa, que merda! Apaga essa droga de cigarro!
— Eu não sabia que você era uma alcoólatra, S/N. — ao ouvir a voz dele, você abriu os olhos no mesmo instante, por causa do susto.
Olhou para ele e o viu sentado numa poltrona, bem de frente para ti. Você analisou com cuidado o local onde estava e percebeu estar deitada num sofá, no escritório dele.
Mas não acreditou que aquela cena era verdadeira... Desconfiou que tudo aquilo se tratava de uma alucinação. Talvez tenha bebido demais. — Sai da minha cabeça. — você ordenou, passando as mãos pelos cabelos incansáveis vezes. Até massageou o próprio couro cabeludo, na esperança de se curar da dor de cabeça que sente.
Zayn bufou, ao mesmo tempo que revirava os olhos. Se levantou e pegou um copo de água que havia em sua mesa, e jogou dentro do mesmo uma aspirina. — Além de ser uma bêbada, também é doida? Pelo amor de Deus. — ele entregou o copo em suas mãos e você até pensou em negar e não beber, mas pelo olhar que ele te lançou, você sabia que não poderia recusar. Não tinha opções.
As coisas pareciam estar ficando cada vez mais reais.
— Eu não estava aqui. Quem me trouxe? — perguntou, ácida.
— Você ainda pergunta? — indagou de volta, quase sem esperar você terminar de falar. — Fui eu quem te trouxe.
— Eu não pedi. Você não pode se envolver nos meus assuntos desse jeito. — mesmo sendo grossa, Zayn a ignorou completamente.
— Claro que eu posso. Sou o seu marido. Ou você se esqueceu disso?
— Nosso casamento é uma grande mentira e você sabe muito bem que não deve se basear nisso para justificar seu comportamento tóxico. — ele já tinha virado as costas para colocar de volta o copo na mesa, mas voltou a te olhar. Com uma sobrancelha arqueada.
— Qual a porra do sobrenome que está nos seus documentos de identificação? — questionou, duramente. Ele não desviava o olhar do seu e você sentiu sua pele arrepiando.
— Isso n-
— O meu sobrenome está na tua identificação, caralho. Isso quer dizer que eu sou o seu marido e tenho autoridade para ir te buscar e dizer que você não devia ter dormido fora de casa.
— Você faz isso o tempo inteiro, Zayn. Por que eu não posso fazer? Eu só estava me divertindo com a minha amiga, já me cansei de estar presa nesta casa, não aguento mais viver assim! — respondeu num tom cansado, falava mais alto para demonstrar a sua indignação que não passou despercebida por ele.
— Eu tenho estado muito ocupado no meu trabalho, S/N. Você sabe disso. Independente de qualquer coisa, quando chego em casa quero que esteja aqui. — ele falou e foi então que te deu as costas mais uma vez.
— Você é a merda de um hipócrita, não tem o direito de me tratar desse jeito, quando tudo o que você mais tem feito durante esse tempo que estamos casados é me tratar como se eu fosse um lixo. Não seja ridículo, Zayn. Você me prende nesta casa, não posso sair sem um motorista e ainda fala como se se importasse comigo?
— O problema é você sair com o motorista? Tudo bem, pode sair sem ele. É só escolher a merda de um carro na garagem, eu não me importo! Mas não te quero dormindo na casa de ninguém, principalmente daquela tua amiga! Ela tem um tarado morando com ela e eu não quero você perto daquele cara!
Ele se referiu a Tom, o irmão mais novo de Louisa. — O quê? Ele é irmão dela!
— Não quero saber, S/N. Você é uma mulher casada, a minha mulher! Eu exijo que você me respeite e nunca mais vá dormir na casa de qualquer pessoa sem me avisar.
Você ficou sem acreditar naquelas palavras tão duras. Simplesmente se levantou e saiu andando, sem sequer olhar para trás.
Zayn foi bruto nas palavras, estava agindo movido pelos ciúmes e a raiva que sentiu quando entrou na casa de Louisa e flagrou Tom checando se você estava bem, até porque havia capotado no sofá e já não reagira. O garoto estava sendo inocente nas suas ações, mas seu marido não enxergou a situação desse jeito.
Nos dias que se passaram, vocês dois não se falaram. Mas uma chave apareceu na cômoda ao lado de sua cama e quando você chegou na garagem para saber a qual carro aquela chave pertencia, notou que Zayn havia te dado permissão para dirigir a sua Porsche Panamera, um dos carros mais lindos que estão na garagem.
Seu queixo foi ao chão.
S/N pov
Não entendi a razão pela qual Zayn realmente me deixou dirigir aquele carro divino. Mas eu não pensei muito... Talvez devesse ser orgulhosa numa situação como essa e não aceitar dirigir um carro dele, mas não conseguia. Seria boba demais se o fizesse.
Destravei-o e entrei. Encarei aquele painel e mesmo estando um pouco nervosa, me atrevi a ligá-lo e dar partida até a minha faculdade.
A princípio, eu me dei bem. Sai do condomínio do Zayn e com bastante cuidado e atenção, segui pelo caminho muito conhecido por mim. Parei no primeiro, no segundo e no terceiro sinal. Tudo parecia estar fluindo muito bem, até eu chegar no quarto sinal... O último antes de chegar na faculdade, só para constar.
Foi aí que um carro entrou na rodovia na contramão. Ele fez uma curva para, ao que parece, tentar dar a volta mas não deu tempo... Bateu na lateral do carro do Zayn, o que me fez rodopiar na pista até que batesse num muro. Minha cabeça bateu com muita força no vidro, e eu até gritei pelo susto.
Um barulho muito alto consegui ouvir, mas com certeza foi a lataria do carro amassando ao entrar em contato com o muro, com tamanha força. Meu coração estancou dentro do peito e eu só conseguia pensar no que Zayn falaria pra mim depois de saber o que eu fiz.
— Tem alguém lá dentro! — eu ouvi alguém gritando do lado de fora, passados alguns momentos.
Mesmo tonta, eu abri a porta do carro e saí andando, me apoiando nele pois sabia que poderia cair se tentasse me equilibrar. — Oh, meu Deus! Você ‘tá bem, moça? — a mesma voz me perguntou, e eu olhei na direção do som, percebendo se tratar de um homem..
— Não muito, eu... Ah, que droga! — fiquei muito mais nervosa e trêmula quando olhei a situação do carro.
Jesus Cristo, o Zayn vai acabar comigo.
— Calma, moça. Já chamamos a ambulância! — ouvi outra pessoa murmurar.
Recebi a atenção devida até que a polícia chegasse. Logo, eles vieram falar comigo e alguns outros foram falar com o engraçadinho que bateu em mim. — Senhora, tem alguém com quem possamos entrar em contato? — perguntou-me uma policial.
— Tem o meu marido, mas não quero que ligue pra ele, não. — respondi, já o imaginando me falando coisas horríveis.
— Como assim? — ela me perguntou, sem entender.
Foram se juntando algumas pessoas em volta do carro, algumas até gravavam. Tudo isso só aumentava o meu nervosismo. Pouco tempo depois, os policiais afastaram os curiosos e isolaram a área, mas eu ainda não conseguia me sentir bem.
Eu não precisei nem explicar para a policial o porquê eu não queria que ligasse para o Zayn naquele momento, porque a droga do carro dele estacionou ali perto e eu nem precisei de muito esforço para reconhecê-lo. — Cadê a minha mulher? — ele gritou com um policial e simplesmente veio andando em minha direção. Sua expressão não estava nada boa. — Quem foi o infeliz que fez isso com ela?
Ele olhou para o rapaz e foi na direção dele como a droga de um foguete. — Escuta aqui seu irresponsável de merda, eu vou acabar com a sua vida! Você poderia ter matado a minha mulher, seu infeliz!
— Senhor, peço que se acalme-
— Me acalmar? Esse desgraçado tentou matar a minha esposa e você ainda me pede pra ter calma? — ele não estava conseguindo se controlar. E o pior, eu não conseguia nem me mover porque estava apavorada, sabia que ele iria surtar comigo. Porra, esse carro deve valer o meu corpo no mercado ilegal, a primeira vez que coloquei as minhas mãos nele já o destruí. Ele teria total razão em me matar por isso.
Os policiais o seguraram e pediam a todo instante para que ele se acalmasse, já que estava querendo avançar no rapaz que claramente está alcoolizado. A situação dele não está das melhores.
Precisei me aproximar e tocar nele, tentando chamar a sua atenção. — Zayn, por favor... Se acalme. — eu pedi, baixinho. Apertei o braço dele e isso bastou para que ele me olhasse. — Me desculpa, eu deveria ter prestado mais atenção, sei que o seu carro-
Minha tentativa de explicação foi interrompida quando ele me agarrou, me abraçando apertado. O primeiro abraço que ele me dá, em dois anos de casamento... E ele simplesmente me apertou com bastante força, como se eu fosse escorregar pelos seus braços.
Jesus, o que está acontecendo aqui?
— Meu Deus, não imagina o quanto fiquei preocupado. Você está bem? — ele perguntava, enquanto analisava o meu corpo. Até que olhou para a minha cabeça e deve ter visto o pequeno corte que se fez mediante o impacto no vidro.
— Eu... Eu tô bem-
— Eu vou matar esse infeliz. Esse bastardo vai pagar muito caro-
— Se acalma, eu... Eu estou bem. Foi um acidente, Zayn.
Ainda não consigo acreditar que estamos tendo essa interação e que ele, está pelo menos fingindo que se importa comigo. — Não. Ele causou isso e vai pagar. — ditas essas palavras, ele se afastou de mim e dessa vez, não o conseguiram impedir de chegar perto do rapaz.
Zayn deu um soco na sua boca, o que o fez se desequilibrar e cair de bunda no chão. — Você vai custear o meu carro, todos os danos causados. Não quero saber como vai fazer isso, mas a conta de tudo o que você estragou vai estar chegando na sua casa hoje mesmo. E se não quiser que eu acabe com a sua raça você vai pagar tudo, caralho! Tudo!
Meu marido ligou para um de seus assessores e conversou com o mesmo por algum tempo. Assim que desligou a ligação, não demorou muito para que este estivesse ali também. Zayn só o chamou para dar continuidade à resolução daquele problema, pois logo veio até mim. — Vamos embora, você precisa ir ao hospital.
Dito isso, ele colocou seu braço sobre meu ombro e me guiou até o seu carro, tão bonito quanto aquela Porsche. — Não quero. Eu quero ir embora, me leva pra casa, por favor. — não me sinto mal, eu só quero poder me enfurnar no quarto e tentar me recuperar.
Ele realmente iria embora. — E o carro? — me arrisquei a perguntar, ainda com o rosto queimando de vergonha.
— Não se preocupe, Sam vai cuidar disso para mim. — respondeu ele, sério.
Ao abrir a porta do carro pra mim, também entrou e então deu partida até a sua casa. — Não vai brigar comigo? Eu peguei aquele carro pela primeira vez e já o destruí.
Ele me olhou com uma sobrancelha arqueada.
— Está esperando que eu brigue com você pelo quê exatamente, S/N? — indagou, mas não ficou me encarando por muito tempo, focou na pista à nossa frente.
— Eu bati o seu carro. — repeti, sem acreditar que ele não vai brigar comigo.
— Bateram em você. — corrigiu.
— Mas-
— Para de bobeira, S/N. Eu não vou brigar com você, por que raios faria isso?
Eu não sabia o que dizer. Ele nunca agiu desse jeito, era muito inacreditável para mim. Só fiquei em silêncio, e Zayn também não tentou conversar mais.
Chegamos em casa e ele estacionou o seu carro. Na garagem. Ainda vestia suas roupas de trabalho, claro que ele saiu correndo para checar o que tinha acontecido, é por isso que eu fico ainda com mais vergonha.
Pelos céus. Nunca mais coloco as minhas mãos nos carros deste homem; na verdade, os motoristas não me incomodam.
— Está com dor de cabeça? Precisa de algum remédio? — perguntou ele, ao estacionar. Só desligou o veículo e voltou a sua atenção totalmente para mim.
— Não.
— Claro que precisa. — ele rebateu — Eu ainda acho que vou te levar ao médico. Não confio em você.
— Eu estou bem, já disse. — reafirmei. Já estava sem graça demais por tudo o que aconteceu, sendo assim, abri a porta do carro para sair dali. — Enfim, obrigada por ter ido lá me buscar e... Bem, por não brigar comigo. Eu realmente não fiz por querer, Zayn. — ao falar assim, eu realmente saí do veículo.
Não olhei nem para trás, mas ele veio atrás de mim. — Eu quero cuidar de você, S/N. — ele disse do nada, me assustando. Fiquei simplesmente sem reação, meus pés travaram no chão. Não consegui andar mais, nem ao menos me virar para ele.
— O que? — perguntei, desacreditada.
— Você me ouviu. Eu não posso deixar você desse jeito. Você acabou de sofrer um acidente, preciso ficar de olho em você. — repetiu. Pela forma como falava, eu senti que ele também estava sem jeito e eu, pior ainda.
Finalmente me virei para olhar em seus olhos e vi na expressão dele como estava atordoado. E não é pra menos... Zayn é tão frio e orgulhoso, para mim é uma grande surpresa tudo o que aconteceu hoje. Preciso de um tempo para digerir tudo isso.
— Não precisa se preocupar, obrigada.
— Será que dá pra você sair da defensiva? Eu só quero ajudar. Porra, S/N. Colabora aí.
Percebi que ele estava disposto a me infernizar até eu dar o braço a torcer. E além disso, também estava completamente sem graça; sendo assim, eu não me opus mais. Fiquei quieta. Zayn, mais uma vez me surpreendeu... Ele me pegou no colo e me levou até o nosso quarto.
No caminho, dei de cara com Moira. Ela estava nos olhando em completo choque. — Você precisa de um banho. — afirmou ao me deixar sentada na cama.
Como se eu fosse uma criança. Ele me ajudou a tirar as roupas, preparou um banho quente para mim e me ajudou com as feridas em minha cabeça. O toque dele era delicado, muito cuidadoso. Eu jamais admitiria em voz alta, mas eu esperei por tanto tempo por isso; a paixão que eu alimentei por esse homem nesses anos em que estamos casados é o que faz o meu coração acelerar tanto por tê-lo tão pertinho de mim, e ainda mais, me cuidando desse jeito que eu jamais imaginei que aconteceria.
Eu sinto que estou sonhando.
Me senti uma inválida quando ele me ajudou até a deitar na cama e ajeitou os travesseiros atrás de mim. Zayn ficou com o rosto bem próximo do meu. Beijou a minha testa com os olhos fechados e, sem se afastar, ele sussurrou:
— Me perdoe, S/N. Me perdoe por ser tão estúpido com você durante todo esse tempo.
—❦ Minha Eterna Inimiga
Nami x Fem Reader
Sinopse: Vocês são de bandos diferentes o que já as torna inimigas por si só, mas também tem o fato da Nami, a Ladra Gatuna viver te roubando.
Anime: One Piece
778 palavras | Romance
Você fazia parte do bando das piratas Kuja e a Nami fazia parte dos Chapéus de Palha, óbvio que os dois bandos se davam bem afinal Luffy havia feito amizade com elas quando foi parar na ilha, mas por algum motivo vocês não se davam bem.
Sempre que apareciam uma na frente da outra, de duas uma ou entravam em brigas ou então ficavam se provocando, vocês tinham a mesma vibe do Zoro com o Sanji. O que fazia todos pensarem que vocês eram um casal, pois brigavam que nem um.
Boa Hancok, a líder das piratas Kujas resolveu ir navegar junto com os Chapéus de Palha, e lógico que além das irmãs dela elas te levariam também, o que você odiou já que teria que ficar perto da Gata Ladra, e o mesmo valia para ela.
"O que você faz por aqui? Vai voltar pra sua ilha, vai." a ruiva diz entre bufadas.
"Bem que eu queria, mas a minha líder resolveu vim nessa aventura com vocês e me chamou pra vim."
"Era só dizer não." Nami revirou os olhos.
"Aí cala a boca garota."
"Vem calar, quero ver se tem coragem."
"Ah, você não disse isso."
"Disse sim, e falo de novo, se quiser." ela da um sorriso cínico "Você não tem coragem."
Em um movimento rápido, você prendeu Nami contra a parede do convés seus rostos agora perto.
"Parece que vou conseguir te calar."
"E parece que você perdeu a carteira." ela sorri com a sua carteira em mãos.
"Sua ladra desmiolada!" você dá um soco não muito forte na parede do convés perto dela, que a faz estremecer de leve, você pensa em pedir desculpas mas seu orgulho não deixa, você apenas pegou sua carteira e se afastou "Espero que não nos encontremos muito, Ladra Gatuna."
Vocês só não esperavam que a marinha iria aparecer perto de onde estavam com o intuito de prender Os Chapéus de Palha, já que as piratas Kuja tinha a Boa Hancok que era uma shichibukai que estava do lado do governo mesmo que nem sempre ela estava a favor deles.
Mas acontece que umas dessas bombas acabou acertando o local onde você estava usando as habilidades da sua Akuma no Mi para acertar os navios da marinha. A bomba te mandou para longe fazendo com você fosse jogada ao mar que logo começou a afundar.
Nami quando viu você sendo jogada pro mar ficou em choque, ela não queria isso, a ruiva não queria perder você.
"Sua idiota! Eu não posso te perder assim, é muito cedo pra isso." ela gritou antes de pular do navio em direção ao mar a procura de você.
Enquanto Nami nadava cada vez mais fundo, Zoro, Sanji e Luffy lutavam contra a marinha, Ussop, Chopper, Brook e Robin davam apoio principalmente quando as bombas tentavam acertar o navio. Claro que as piratas Kuja também ajudaram, elas não aguentariam ficar paradas sem fazer nada.
A marinha começou a recuar, pois não queria perder as Kujas então resolveram deixar suas lutas com os do Chapéus de Palha de lado, Nami conseguiu te alcançar agarrando seu braço e a puxando para a superfície, levando para o navio e te deitando no convés.
"S/n, reage." ela fala desesperada "Você é importante, trate de acordar agora!"
Mas quando não houve respostas, Nami não sabia mais o que fazer tomada pelo desespero Nami aproximou seu rosto dos seu, ela iria fazer respiração boca a boca. Quando seus lábios estavam prestes a se tocar, você deu uma tossida cuspindo água, Nami se afastou rapidamente.
"Eu disse que iria te deixar sem palavras." sua voz estava rouca e sua respiração pesada.
"Ora, você é uma desgraça, S/n." ela olha para você "Eu deveria te bater agora."
"Não foi o que pareceu antes." você dá um sorriso de canto "Admite, você quer me beijar."
"O que?! Eu nunca vou admitir algo que não é verdade." mas o rosto dela estava começando a ficar vermelho.
"Então porque está vermelha?"
"É o calor sua idiota."
"Sei, então não teria problema eu fazer isso." você coloca a mão no rosto dela e a puxa para um beijo suave "Vai negar agora?"
"Não." ela revirou os olhos, voltando a te beijar "Mas eu ainda te odeio, saiba disso."
"Claro, claro." você se indireta, sentando ao lado dela "Mas, agora você é minha inimiga e minha namorada, não é?"
"Acho que não faria mal te namorar."
"Ótimo." você se aconchega na curva do pescoço "Minha melhor inimiga é você."
No fundo vocês conseguiam ouvir tanto a sua tripulação quanto a da Nami batendo palmas por finalmente vocês fazerem as pazes e estarem finalmente juntas.
Começando a escrever um imagine fofinho! Posto ainda essa semana! 🤍🤍🤍
Imagine Jeon Jungkook
Sim, eu fiquei com preguiça de adaptar esse KKKKKKKK espero que gostem mesmo assim <3
Contagem de palavras: 3k200 + fake chat
DOCES OU TRAVESSURAS - Steve Mcgarrett
A sala de estar da casa de Steve estava mergulhada no calor sufocante da noite havaiana, o ventilador de teto girando lentamente, sem fazer diferença. SN estava deitada no sofá, as pernas envoltas em torno da cintura de Steve, seus dedos enterrados nos cabelos curtos dele enquanto ele explorava seu corpo com a boca.
— Steve... — Ela arqueou as costas quando seus lábios encontraram o sutiã de renda preta, os dedos dele deslizando sob o tecido fino.
Ele riu, o som vibrante contra sua pele.
— Alguma reclamação?
Ela ia responder, mas um gemido escapou quando sua mão desceu ainda mais, encontrando a umidade entre suas pernas.
Foi então que a batida na porta ecoou pela casa.
— Doces ou travessuras! — A voz aguda de Grace Williams veio acompanhada por mais batidas.
Steve congelou. SN prendeu a respiração.
— Porra — ele resmungou, descansando a testa contra o peito de SN.
— Steve? — A voz de Danny agora, impaciente. — Seu carro tá na garagem, eu sei que você tá aí!
SN empurrou Steve para longe, rapidamente puxando seu sutiã para baixo e ajustando a saia. Steve se levantou, ainda visivelmente afetado, e pegou a camiseta do chão.
— Um segundo! Ele gritou para a porta, antes de notar a calcinha preta de SN ainda no chão. Ele a pegou rapidamente e jogou para ela, que a escondeu sob uma almofada.
Steve abriu a porta o mínimo possível, bloqueando a visão com seu corpo.
— Tá demorando tanto porque— Danny parou, olhando para Steve de cima a baixo. — Cara, você tá suado.