Jake Gyllenhaal as Robert Graysmith in Zodiac (2007)

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Jake Gyllenhaal as Robert Graysmith in Zodiac (2007)
resident evil: white&black
the ancient greek gods are portrayed as doing a lot of petty shit but i think one of my particular favorites is when dionysus gets into argument with a bunch of frogs because he gets annoyed by their croaking
Revivem Mortem
“Piers?“
Chamou com uma certa incerteza. Sentado em seu sofá camursa, tentou chamar em voz alta mas ao mesmo tempo dando segundos pensamentos, entre um grito e um sussurro. Tinha planos, e medos sobre tais planos. Mais medos do que planos—não saberia dizer qual é a porcentagem certamente. Poderia dar certo, poderia não, e desta vez, não seria seu braço sendo arriscado.
O Santo sempre tomava riscos: com a sua vida amaldiçoadamente longa, com a vida dos outros—era o que ele fazia de melhor. Em sua mão, havia uma agulha esterelizada no pacote, selado à vácuo, ainda. Chamou mais uma vez, mais alto, mais confiante:
“Piers.“
Drakonstride
Reman, o Nobre, dava seu show a parte dilacerando os pobres ladrões que a essa altura já se arrependiam amargamente de sua arrogância. O que deveria ser um roubo fácil se transformou numa verdadeira C A R N I F I C I N A estrelando os dois viajantes que mal haviam acabado de sair da cidade onde exterminaram um dragão. Soubessem esses ladrões dos rumores que somente agora começaram a se espalhar nos arredores, certamente teriam desistido de sua emboscada.
Mas quis Akatosh, Senhor dos Nove Sagrados, que estes cinco homens servissem de ‘aperitivo’ para os dois jovens sedentos por aventura e sangue. Cinco sacrifícios, cinco ovelhas ignorantes que pensavam serem lobos até darem de cara com dois maiores que si mesmas. Agora três deles estavam em pedaços no chão de pedras, poças pintando o chão em cor escarlate vibrante, folhas das árvores vizinhas estavam respingadas e pingavam vermelho ao som de metal se chocando.
Quando Reman deu seu golpe sobre o segundo inimigo foi o instante em que Khan avançou sobre os dois remanescentes, machado em punho e cara de quem quer ver corpos partidos. Ele não pisca nem pensa, ‘negociar’ é uma possibilidade inexistente. Esses ladrões morrerão hoje. Os dois avançam juntos, gritando e girando suas espadas no ar, sabendo que apenas um ataque combinado poderia dar-lhes a chance de sobreviver a um giro do machado implacável. Khan esquiva do primeiro dando um salto curto para trás, calçados de couro revestido de metal afundam na lama fofa da beira da estrada, impedindo-o de manter esquivando. Pelo canto da vista ele vê a segunda lâmia descendo vertiginosamente, e veloz como o próprio VENTO ele segura o machado com as duas mãos, aparando o corte no cabo de sua arma. A espada trava ali e o Nord tem uma visão do inimigo do outro lado.
O Khajit grita: ‘Por que você não morre?!” E sua distração para proferir esta estúpida frase é o espaço que o Nord esperava para empurrar a lâmina para cima, obrigando-o a retroceder, um pé puxado de dentro da lama voa para um chute frontal bem no meio do peito do Khajit, que solta um ‘Unf–!” e voa de costas de encontro a uma árvore. O Argonian agora sozinho começa a hesitar, dá alguns passos para trás e então se vira na intenção de correr para a estrada ‘Você venceu! Eu desisto, eu desisto!”
Khan não esconde o olhar deliciado ao ver o inimigo pelas costas. Maldito rato sem honra pensa que súplicas salvarão sua vida. Está enganado. O louro salta para a frente e desfere um golpe com o machado, as mãos bem na ponta do cabo dão ainda mais força à Inércia da arma, que cai feito um meteoro nas costas do Argonian que ainda começava a correr. Um enorme corte vertical abre suas costas ao meio, rasgando as roupas de couro e dando visão às escamas abertas, ossos e músculos destruídos pela lâmina. Sangue espirra, o Argonian da um último grito e cai sobre os joelhos, o corpo morto estrebuchando no chão.
“Fugir é uma grande tolice!” Khan brada e ri, dirigindo-se para o Khajit que caiu sentado contra a árvore. O felino humanoide tem lágrimas nos olhos, tão forte foi o golpe que recebeu que não sente as pernas, não pode fugir. Sabe que vai morrer. Khan parece se divertir com as lágrimas em seus enormes olhos verdes enquanto se aproxima com o machado encharcado de sangue. “Você só vai morrer cansado se tentar correr, melhor ficar e enfrentar a morte com dignidade. Nao acha, nobre Reman?” E dito isso lançou um olhar sorridente para o companheiro. Corpos no chão, sangue cheira forte naquele canto da estrada.
“Eu deveria matar você onde está, ladrão sujo.” Disse com desdém, balançando a pesada arma para limpar parte do sangue. O Khajit implora, chora, tenta sair do lugar mas suas pernas não respondem. Ele se arrasta sobre a grama. Jura que nunca vai roubar de novo. Khan duvida. “Mas você não pode mais lutar com igualdade, eu não vou sujar a minha lâmina com sangue de inválidos.” E dito isso se afasta, irritado. Indo em direção à estrada novamente. “Vamos embora, Reman. Estou farto de lutar contra formigas.”
A bainha que abraçava o ébano por tanto tempo á já se sentia solitaria. Temperança, ressoava seu pai numas noites de verão onde costumavam treinar o maneijo de espadas enquanto sua mãe dormia; não percebia. Reman guardou sua lâmina de onde veio até a metade, quando Khan voltou para a estrada, deixando-o viver. Seu perdão arderia forte no coração de algum passageiro, em algum lugar, em algum dia. Reman retirou sua lâmina da bainha mais uma vez. Um ladrão havia sobrevivido, pela graça divina de Akatosh e sua figura carnal. Herege, o Kaesar discordou.
“O corpo ferido é como uma espada trincada,“ filosofou o jovem ferreiro. “Tem concerto. Nas mãos de um curandeiro, arcano, ou Divino, as raxaduras serão unidas mais uma vez. Andarás um dia outra vez, Khajiit.“
A não ser que,
“Não posso, em boa conciência, te deixar se arrastar; se amendontrar.“ O Santo se aproximava o felino desconjuntado e quebrado, de pernas esticalhadas que ainda se arrastava. Trazia-lhe o perdão de Arkay. “Ele só vai voltar a emboscar e roubar outros. Ladrões sem honra entre promessas. Um casal de fazendeiros pobres, uma doce donzela leiteira, eu, mais uma vez...“ “Não, não, não! Khajiit jura que não!“ Tentava se arrastar mais rapidamente. O desespero de viver, na hora de morrer.
O Santo ajoelhou-se do lado do ladrão, agarrando seus cabelos, erguendo o rosto do Khajiit para frente. Um homem nunca deve morrer encarando o chão. Khan somente observava da estrada; Reman, de costas para o Dragonborn. Em seu momento de privacidade de expressão, ele rezou; susurrou, para o Khajiit.
「Arkay tome tua mão desta vida para a próxíma, e adentro ao Oblíivio.」
O ladrão chorou. Por sua vida, implorou. O Santo, sua garganta cortou. O ladrão sangrou, e sua alma escapou. De seus cabelos, o Santo largou, e ladeira á baixo, seu sangue derramou. Silêncio.
Reman se levata, e retorna a estrada paveada de pedra. Silêncio. Ele encara o Nórd. Quebra silêncio: “Vamos embora.“
Sua bainha foi reuinida à lâmina de ébano, depois de tanto tempo.
Drakonstride
A silenciosa dor da despedida estampada no olhar longo de Reman para trás não passou despercebida ao Nord. Aquele olhar prolongado, que escaneia cada parede, cada tábua nos telhados detalhadamente numa tentativa de memorizar e guardar as lembranças como preciosidades num baú de memórias. Khan decidiu dar a ele essa oportunidade e permaneceu parado, apoiado mais sobre uma das pernas, segurando o grande machado de aço sobre um dos ombros enquanto esperava pacientemente que seu jovem companheiro dissesse seu último adeus a tudo o que conhecia na vida até aqui. Seus vizinhos, amigos de infância, quem sabe alguma garota por quem nutrisse interesse especial. Khan esperaria. Despedidas nunca são fáceis.
Os braços expostos de Khan exibem músculos bem trabalhados, com algumas calibrosas veias saltando bem de leve apenas para contornar a linha da carne dura embaixo da pele pálida e suja cheia de pequenas cicatrizes de cortes e arranhões. Está um pouco arrepiado por conta da brisa fria, mas nada que incomode.
Terminadas as devidas despedidas o povo e Falkreath é finamente deixado para trás. Grato eternamente ao Dragonslayer pelo imenso favor de te-lo salvo da total obliteração. Khan por outro lado, uma vez que vira as costas para a bela e lúgubre cidadezinha, quase completamente se esquece dela. O Mundo está à frente. As Conquistas, os Desafios, o Poder Absoluto. Reman pode ainda olhar para trás vez ou outra, mas seu companheiro sem elmo segue pela estrada sem qualquer distração.
A estrada se prolonga em curvas acentuadas em subida, uma ladeira que sobe a encosta de uma alta montanha sobre cujo topo o Túmulo inexplorado ergue suas altas torres de pedras negras ancestrais. Arcos altíssimos adornam o pico como se fossem chifres, nuvens baixas destacam a silhueta obscura de um imenso dragão que lá em cima fez seu ninho. O Túmulo e seu habitante são o novo objetivo do Dovahkiin,
Um som de metal corta o silêncio da floresta. E quando Khan pisca, cinco indivíduos armados com espadas e escudos de segunda mão saltam de trás de um amontoado de pedras. Dois Khajit e um Argonian, os demais homens sem raça definida, ladrões vis gritando e assoviando que eles soltassem suas armas e entregassem todos os pertences ou sofreriam as consequências.
Khan lança um olhar de lado para seu companheiro e esboça um meio sorriso confiante. O machado de duas mãos ainda vem sobre seu ombro quando ele diz, desviando o olhar para um deles.
“Claro, claro. Eu entregarei o machado para vocês. Mas terão que vir buscar primeiro.” Irritado com a petulância do Nord, um deles saca a espada e avança, mas Khan é mais rápido e com um giro rápido passa a pesada lâmina de metal no ar, abrindo um corte perfeito no pescoço do ladrão cuja cabeça voa no ar numa chuva de sangue.
Os demais parecem assustados, mas não desistirão de seu roubo. Assim as coisas começam a ficar interessantes.
Então o Santo olhou para o lado, e para o outro. Estavam rodeados. Cinco contra dois. Notou o olhar de escórnia de Khan. O Filho de Akatosh era confidente—talvez demais pro seu próprio bem. Não fazia mal. Santo Reman Kaesar era descendente de Legionários, criado & nascido de Regllias Kaesar, tanto Prefectus Fabrorum como Evocatus Imperial. Não seriam bandidos, comuns e miseráveis que vivem do pouco que podem saquear, que iriam silênciar este homem. Mesmo assim, Reman ainda era jovem e tinha o mundo a viver; ver, e ser. Era verdade, sim, que o Santo não tinha tanta experiéncia do mundo afora—um mundo que muito provável lhe mataria e consumiria, mas esse dia não seria hoje.
Reman mantia o rosto firme e fechado, sem expressão—cara de matador, com uma essência de ódio escorendo de suas sobrancelhas franzidas—enquanto os dois homens lhe rodeavam por âmbos lados, tanto frente como atras. Reman imaginava que sua armadura negra de ébano iria descoraja-los de atacar, mas pelo contrário, os dois sorriam maliciosamente, com suas lâminas de aço em mão. Imaginavam Reman ser a presa mais fácil. Mais jovem, mais inexperiênte, mais inocente que o imponente Dragonborn.
“Eu fico com a armadura dele!“ Negociou o primeiro. “Então o espadão é meu!“ O segundo contentou-se.
Reman firmou o aperto na bainha de sua espada de ébano. O bandido em sua frente avançou com velôcidade, sua espada de aço descendo com tudo diretamente contra Reman. O Santo aparou o golpe com a espada esquerda. As duas espadas, aço contra ébano, travaram-se num cabo-de-guerra, um tentando dominar o outro com força bruta. Reman deslizou sua mão direita e desocupada para sua segunda lâmina de ébano que estava oculta no cinturão. O bandido só teve a chance de arregalar os olhos em função da suspresa, antes de ser cravado pelo peito direito. A penetração foi profunda e precisa, entre as costelas, perfurando o pulmão e escapando pelas costas. A espada deslizou para fora com a mesma facilidade e suavidade que entrou, de tão afiada e bem feita que era. Reman não lhe concedeu o privilégio de morrer—simplesmente deixou o bandido cair no chão, agarrando suas próprias feridas fatais, sufocando em seu próprio sangue. Virou-se para o bandido que restou, ainda com o mesmo olhar afiado de desgosto, apotando a espada ensanguentada, desafiando-o. O vermelho do sangue que escoria no preto meia-noite da espada lhe dava um aspecto macabro; demônico, até.
Você é o próximo.
De malícia para medo, o olhar do bandido transformou-se. Não tinha mais certeza se um dia teria aquela tão valorizada espada de ébano. Não tinha mais certeza se iria haver mais um dia. Má sorte, Reman dizia. O bandido recuava lentamente, com sua espada erguida contra Reman, vivendo na ilusão de que sua péssima postura de defesa lhe salvaria. Reman puxou o outro truque de sua manga: o sangue Arcano que corria em suas veias, herdado maternalmente. O Santo envocou a natureza em seu favor. Uma corrente elétrica de potência decente correu por seu braço, disparada em forma de relâmpago na coxa direita do bandido. Um choque atordoante, fazia sua perna inteira tremer, seu rosto gemer e contorcer em dor. A convulsão lhe forcou a ajoelhar-se, com as mãos no chão para suportar-se na ausência de sua perna. Reman se aproximou do miserável vulvenravel, e cravou a lâmina esquerda boca adentro de sua vítima. O bandido engasgou momentariamente, ferindo suas mãos ao agarrar a espada em um ato de desespero, e enfim, relaxou seu corpo quando a espada de Reman encoutrou-se com sua medula no fundo da garganta. Retirando sua espada da boca do bandido, o Santo limpou & secou suas preciosas lâminas de ébano—agora babada e ensanguentada—na roupa no bandido morto. Ele virou para se deparar com Khan lidando com os dois ultimos bandidos do grupo. Não iriam durar muito.
honestly, fuck the bread option in xkit
Achilles Polyxena (by Fiona May Collins)
Prometheus (by Fede Guille)
Romance is important, but to have a friend you can use as a mirror, who can give you an objective response, that’s what’s really important.