Back in black, I hit the sack, I've been too long, I'm glad to be back Yes I'm let loose from the noose, That's kept me hangin' about I been livin like a star 'cause it's gettin' me high, Forget the hearse, 'cause I never die I got nine lives, cat's eyes abusing every one of them and running wild Back in a band,i got Cadillac, Number one with a bullet, I'm a power pack Yes I'm in a band with a gang, they gotta catch me if they want me to hang 'Cause I'm back on the track and I'm beatin' the flack, Nobody's gonna get me on another trap So look at me now, I'm just a makin' my pay, Don't try to push your luck, just get outta my way
Você só pode estar brincando comigo, certo? - Aaron resmungava enquanto terminava de por as malas em seu carro. - Não pode estar falando sério sobre ir para a Pensilvânia também, isso é ridículo. - franziu o cenho, virando o rosto para o homem. - Foi legal passar um tempo com você, mas, como eu disse, não sou seu parceiro.
Por mim essa cidade pode ir ao inferno, desde que algumas pessoas aqui fiquem bem. E você está incluso nessa lista. Mas se quer ir, tudo bem. Não vou te segurar aqui. Agora alerto que são vários quilometros. E você vai andando.
Acontece que eu me importo com essa merda de cidade. Tem crianças aqui. Sabe quantas crianças tem aqui? Elas podem perder seus pais, ir para orfanatos ou até enlouquecerem aqui dentro.- esbravejou irritado.- Eu estou me fodendo para os quilômetros, ou para ir andando. Sabe qual é a diferença aqui? Você consegue ser mais egoísta do que eu. Está tudo um caos e você está pouco se fodendo para cama as pessoas que você aparentemente se importa vão ficar. Pare de tentar salvar minha vida como se alguém ligasse para isso. Vá salvar pessoas que farão alguma diferença nessa merda de mundo. Por que honestamente? É o que muitas pessoas nesse lugar farão, se não forem ao inferno.
Você não vai a lugar nenhum. - Ele disse, revirando os olhos. - Para conferir, eu tirei toda a gasolina dos nossos carros e a escondi. A menos que queira ir andando até Chester’s Mill, o que no seu caso é um suicídio.
Que fofo da sua parte. - ele riu ironico, porém, ligeiramente incomodado. - Uma pena que eu tenha tendencias suicidas. - pegou seu casaco e começou a andar.- Tenho que checar os geradores, seu eu não fizer isso a porcaria da cidade vai acabar ficando sem luz também, é o que você quer?
Você não tem cara de gamer. - Revirou os olhos. - E ninguém conhece todos os personagens. - Olhou para ela. - Negativo. Você ainda precisa se recuperar.
Eu não tenho cara de gamer pelo simples fato de que eu não sou um gamer, eu sou uma mente brilhante.- deu de ombros.- Errado. Todo mundo conhece, Aldena.- se inclinou pegando um copo de agua.-Você realmente acha que eu vou ficar de quarentena porque você que é formado em medicina legal tá dizendo?- riu de lado.
Protagonista do jogo Resident Evil. Posso falar a história se você quiser. Eu só tenho que puxar isso da minha mente. Pelos céus, você acha mesmo que tem algum personagem que você me diga e eu não conheça? - balançou a cabeça.- Os geradores. Tenho que dar uma olhada neles.
- sorri brevemente pra ele se aproxima dele e mantém os lábios próximos ao ouvido dele - Aaron, certo? - sussurrou rouca enquanto descia suas mãos pelas costas dele
-Sim, Aaron. - respondeu precisamente erguendo a sobrancelha ao toque, ele não sabia bem o que esperar daquilo e esse tipo de aproximação do nada sempre deixava ele alarmado.
Lydia sorriu divertindo-se com a reação de Aaron sobre o seu comentário a respeito da amizade dele com Fiddio ser um pouco mais colorida do que todos se atrevem a pensar. É claro que ele reagiria com aversão à ideia, mas ainda assim o que ele falaria sobre isso ainda despertava a curiosidade da mulher. — Calma, Aaron. Ficar zangado a essa altura não vai te ajudar em nada e, como você mesmo disse, não é um assassino. Então eu imagino que nem na melhor das hipóteses vá existir algum tipo de retribuição pelo que ele fez com você, seja lá quem for. — Ela segurou a mão dele lhe emprestando um pouco do seu otimismo que, dessa vez, era genuíno. — Tudo bem, como quiser… — Ela respondeu para ambas as declarações. Tanto o fato de ele ter dito que não era o tipo de cara que ajudava todo mundo como também para a questão da “cauterização improvisada”. — Tudo bem, mas prometa que vai ficar quieto e não se esforçar enquanto eu preparo tudo, ok? — Mas antes que ela pudesse se dirigir para fora da cabine para pegar a lenha que havia arrumado para acender a fornalha, ele chamara sua atenção novamente para lhe fazer uma pergunta. “Mas eu acabei de dizer pra ele não se esfor… ok, deixa pra lá.” — Eu estou bem, Aaron. Ninguém me machucou. – Mas então lembrou que ainda possuía a marca da cassetada que levou da espada katana de um cara que tentou matá-la no dia anterior. — Bom, nada muito grave. Mas eu sou grandinha, sei me virar. — Ela se encaminhou para fora da cabana para pegar a madeira rápido e voltou, jogando tudo na fornalha e acendendo com um isqueiro que só utilizava em situações de emergência. Quando se voltou para trás, viu que Aaron estava um pouco mais pálido, e seus olhos estavam fechados. Ela correu ao seu encalço. — Aaron! Aaron! Você tá acordado? Anda.. Acorda por favor!
Fiddio já havia retornado a cidade duas vezes, desde que se estabelecera na cabana com Lydia. Na primeira encontrara Aaron e salvara Tiffany. na segunda, apenas encontrara algumas pessoas, mas conseguiu se ver livre dos problemas, de modo que teve tempo para conseguir reunir alguma comida e kits médicos.
- Lydia! - Gritou, do lado de fora. - Cheguei! Não precisa me apontar o rifle! - Disse, com uma mochila jogada nas costas. Quando entrou na cabana se deparou com Aaron, e levou um susto. O rapaz já havia levado um tiro, cinco dias antes - o mesmo dia em que ele levara as facadas -, no ombro. Mas agora parecia ter levado mais um, dessa vez na barriga e estava mal. - Que merda é essa? - Fiddio apertou a cabeça do homem. - Ei! Vocês ingleses são todos uns imbecis. Aaron! Acorda! - Então tinha que dar um estimulante nele. - Seu filho da puta!
Acenou para Lydia, apontando as coisas no chão. - Ali tem kits de primeiro socorros descentes. - Apontou para ela. - Eu posso ir buscar um médico na cidade, o que acha? - Perguntou, visivelmente preocupado. Naquela situação já não sabia muito vem o que fazer.
Não era que Aaron estivesse completamente desmaiado. Ele apenas não conseguia abrir os olhos ou falar alguma coisa, no entanto, ele ainda conseguia escutar tudo com exatidão. Ele queria poder falar alguma coisa para fazer parecer que estava bem, mas, a verdade era que apenas não conseguia. O sangue escorria pelo corpo dele em uma certa proporção. Talvez um tiro não fosse exatamente muita coisa se você comparasse com filmes de ação, no entanto, uma veia tinha sido atingida, ou pelo menos era isso o que Aaron imaginava.
Então ele tentou puxar o ar com o máximo de força que conseguiu. Queria poder dizer algo, ou apenas anunciar que podia escutar. – A cauterização...Faça. – ele falou com uma certa dificuldade e com os olhos ainda fechados. Não era a toa que aquele homem era um sobrevivente, ele usava em sua mente, todas as coisas ruins que já havia passado para se segurar naquilo. Algumas pessoas lutam pelas pessoas que amam, algumas pessoas lutam por seu medo de morrer, mas, Aaron K.Crawford lutava pela sua própria dor. Isso era o que o mantinha vivo.
Não que ele tenha visto Griff chegar, mas, pode escutar a sua voz se aproximando. – Fique quieto, deixe ela fazer o que tem que fazer. Srtªa Roberts...faça as honras, por favor. – falou soltando o ar pela boca e voltando a ficar calado.
Lydia sorriu, mesmo que tenha entendido o tom irônico no comentário dele. Não se sentia ofendida. — Tudo bem, tudo bem. — Falou finalmente erguendo as mãos e se abstendo de ajudar. Bem, um pouco tarde já que ele já estava enfaixado. — Ei, ei… Você não vai a canto nenhum. O que? Pra que os dois acabem mortos? É um pensamento bem romântico, mas isso aqui não é nenhuma peça shakespeariana… — Ao mesmo tempo, notou que ele arfava e a gaze que tinha em torno da barriga logo estava começando a ficar vermelha. — Bem, eu acho que você está certo sobre a coisa da veia… — Ela disse preocupada, reunindo o resto do lençol que ainda havia ficado inteiro e usando-o como uma grande compressa contra o ferimento. — Pressione isso aí. Nós precisamos de uma agulha e linha pra costurar isso daí… — Ela o ouviu perguntar se ela precisava de algo, e dessa vez Lydia riu. — Eu preciso que você fique quietinho e pare de tentar ajudar todo mundo. Agora quem precisa de ajuda é você. — Olhou ao redor e, finalmente, percebeu a fornalha do outro lado da cabana. — Bom, temos uma solução alternativa, mas ela pode ser um pouquinho mais dolorosa. Eu poderia… Cauterizar a sua ferida, digamos assim. — E acenou com a cabeça para a fornalha.
Aaron suspirou ao ouvir a mulher. – Não há nada de romântico sobre mim e Griff, isso seria nojento, por favor. – fez careta virando o rosto. – Isso é uma grande porcaria. Foi um tiro de sorte, eu vi a posição da mão dele. Eu deveria ter atirado quando pude, mas...não sou assassino. – deu de ombros. – EU não estou tentando ajudar todo mundo, digo, não sou esse cara. – assentiu com a cabeça pressionando o ferimento. Então ouviu a teoria dela e olhou a fornalha. – Faça isso. É melhor. Faça. – assentiu firme, ainda que imaginasse a dor que sentiria. – Alguém machucou você? – batia as pálpebras um pouco devagar.
Lydia acenou positivamente sem contestar o pedido do rapaz, indo em direção até uma mesinha onde mantinha o seu cantil com água potável. Depois correu de volta até ele e estendeu o cantil para que ele se limpasse. — Precisa de ajuda aí? — Perguntou, sem conseguir manter suas mãos longe da ferida. Abriu um pacote de gaze com os dentes e as segurou contra a ferida, fazendo uma certa pressão que provocou mais caretas no outro rapaz. — Bem melhor do que você. — Ela ironizou, agarrando um lençol que havia sobre a cama onde ele estava sentado e rasgando um pedaço dele com os dentes para usar como uma faixa que rodearia todo o seu tronco e seguraria o curativo no lugar. — Agora você precisa se deitar, vamos… — Ela o ajudou a se deitar e sentou-se a beira da cama. — As coisas não estavam fáceis na cidade. Imaginei que seria mais seguro vir até a floresta, onde ninguém pensaria em saquear nada. Ou pelo menos que não há nada para saquear. — Ela deu de ombros. — Fiddio também esteve aqui. Mas por alguma razão que eu desconheço, ele não consegue ficar longe do perigo um só segundo e voltou para a cidade. Achei que tivesse ido atrás de você…
Ele balançaria a cabeça negativamente e diria que estava bem, isso se Lydia não tivesse sido rápida demais e então começado a fazer um curativo.- Melhor que eu é ponto de vista, considerando que eu ganhei uma enfermeira. – rolou os olhos mas, acabou rindo. – Pode me deixar fazer isso sozinho, não tem que se preocupar. – então ele escutou tudo o que a mulher dizera e tentou se mexer. – Preciso voltar lá e encontrar ele. Suicida filho da mãe, vai acabar morto. – soltou o ar pela boca e tentou se levantar. – Droga, tenho a impressão de que foi perto de alguma veia... – soltou o ar pela boca mais uma vez antes de encarar a mulher. – Não se machucou ou algo assim? Você, sei lá...Precisa de algo? – ergueu a sobrancelha a fitando. – EU não ia vir para cá, mas, precisava costurar isso e não conseguiria fazer naquele tumulto.
Lydia retornava até a cabana após recolher alguns gravetos para alimentar a fornalha. Aquela noite, pela primeira vez em dias, teria comida quente para comer. Acreditava que a distância seria suficiente para que ninguém notasse o fogo. Além do mais, na escuridão da noite seria mais difícil notar uma coluna de fumaça escura no céu e esperava que todos ainda estivessem muito ocupados tentando matar uns aos outros por um pouco de… bem, seja lá o que eles estivessem procurando. Chegou, notou que a porta da cabana estava entreaberta. Largou os gravetos no chão e sacou a Beretta antes de entrar e deparar-se com Aaron, ferido. — Meu Deus, o que aconteceu? — Falou, preocupada, aproximando-se do rapaz.
Aaron virou a cabeça ao escutar a voz conhecida e então ele viu Lydia ali o encarando. Soltou o ar pela boca e a fitou. – Bem...eu levei um tiro. Não se preocupe, eu vou sobreviver. – assentiu colocando uma pinça no corte,para puxar a bala, fazendo isso enquanto tentava controlar as caretas. – Você tem água ai? Vou precisar lavar isso. – falou tentando manter a expressão calma, como se nada estivesse acontecendo. A situação já estava complicada demais para ele querer reclamar de algo. – Como você está, a propósito? – falou erguendo a sobrancelha enquanto alcançava o que precisaria para limpar todo aquele sangue que descia por seu abdômen.
ooc. Tive de reblogar isso, porque foi a coisa mais gay que o Griff já disse. Tá vendo, Joao? O Fiddio ama o Aaron igual a você me ama. Totally in a no sexual way sz
A estrada estava deserta, não havia nenhum sinal de carros ou vida por perto, alguns metros do encostamento havia uma velha cabana abandonada, ela podia ter sido usada antes por alguém, mas era visível seu abandono e desgaste. Aaron soltou o ar pela boca antes de estacionar o Masserati, ele esperava que talvez ali ficasse tudo bem, pelo menos assim ele poderia concentrar-se em tudo o que estava acontecendo. Um tiro. Ele havia levado um tiro. Seu abdômen estava sangrando enquanto ele caminhava com certa dificuldade para dentro do local. Era uma pequena realmente uma pequena cabana, com uma cama de palha, como realmente em um filme. Ele deitou na cama, pegando a pequena caixa de primeiros socorros que sempre trazia consigo, tirou a camisa e começou a mexer no ferimento, na tentativa de retirar a bala dali.