we are leaving. are you coming with us? GOD OF WAR RAGNAROK
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@callofvalhalla
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bjankor:
❪ Nada, eu nunca fui muito de ir a festas. ❫ Encolheu os ombros. Ankor preferia ficar no seu mundinho, fosse lendo livros ou vendo filmes ou cozinhando. ❪ Acho que eu não sou uma pessoa muito divertida. ❫ Ao menos se fosse comparar com o divertimento da maioria ali, não sentia que se encaixava. ❪ Mas você tá aqui também, então tô curioso, era do tipo que enchia a cara e saia pegando todo mundo? ❫ Conteve uma risada imaginando como seria Andreas adolescente, ele tinha alma de idoso como o cozinheiro também? O rumo sendo mudado fez Ankor corar e se engasgar com o próprio ar que respirava, porque sinceramente sua mente tinha tramado contra si, só tinha essa explicação para ser Heather a vir a sua mente com aquela pergunta. ❪ Eu não sou muito bom com essas coisas. ❫ As vezes chegava a ficar com alguém mas nunca era ele a ter alguma iniciativa, porque na cabeça dele não se via como alguém muito interessante, talvez atraente mas achava muito vazio ficar com alguém só por isso e talvez esse fosse o motivo pra não dar certo com ninguém, era intenso e emocionado demais. ❪ E o que aconteceu com ela? Digo com vocês. ❫ Tentou desviar o tópico da conversa de novo para Andreas.
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Andreas riu ao ouvir as suposições do outro. Não era saudosista em relação a seu passado, por mais que tivesse sido um campista cheio de glórias e que se destacava desde sempre por estar constantemente envolvido com a defesa do acampamento e os treinamentos extremos. Acreditava que preferia a atualidade, a idade que tinha e todo o aprendizado que herdara disso, do que seu passado onde apesar de todo o esforço e empenho que dedicava a seu futuro, sentia-se frequentemente desnorteado e sem a instrução necessária para lidar com os próprios sentimentos; tendo se tornado um pouco menos preocupado agora com os avisos que a própria mente lhe conferia, justamente por isso. Além do fato de Fenrir estar, mais do que nunca, permeando seus pensamentos e o atrapalhando em muitas questões de concentração em seu dia a dia; nada que ninguém precisasse saber, ainda assim.
“A parte de beber bastante, sim. Mas sair pegando todo mundo? Nah, não. Aos vinte e dois anos eu já estava casado, cara.” Meneou levemente a cabeça, mantendo o tom risonho. Era engraçado pensar como sempre tivera a chance de se envolver com várias mulheres e mesmo assim havia sempre uma única por vez capaz de mantê-lo interessado e perdendo a vontade de conhecer outras em geral. “E, vai por mim, é justamente da gente que não é tão bom nessas coisas, que o pessoal costuma gostar. Deve ter alguma síndrome de querer dar experiência aos outros, sei lá eu. Mas ficar na nossa é nosso charme.” Garantiu, franzindo o cenho por alguns instantes; lembrava-se nitidamente de cada colega de acampamento, quando era mais novo, que havia se compadecido da pouca experiência de Andreas após seu primeiro casamento fracassado cerca de três anos depois. “Namoramos por algum tempo, nos casamos, como eu falei. E terminamos. Porque ela se graduou, saiu do acampamento e queria que eu fosse com ela. O que não ia rolar.” Encolheu minimamente os ombros, sem querer se demorar muito naquela lembrança. Não fora ela a mãe de sua filha, mas Andreas se lembrava de como havia sido amar tanto alguém da forma como havia amado Olivia, filha de Apolo.
“Enfim. Eu aposto cinco dracmas que você consegue desenrolar uma conversa com alguém, sim. E ainda consegue levar pro seu chalé ao final da noite, se quiser.” Sorriu-lhe, tentando soar incentivador. Ankor parecia ser uma pessoa agradável e gentil, então por que teria problemas? “Qual seu tipo de pessoa?” Então, estreitou os olhos azuis em direção à multidão. As máscaras dificultavam um pouco as coisas, mas a atenção do Adlersfeld ainda era chamada para alguma das mulheres que passavam, com cabelos médios ou curtos, e uma altura um pouco maior se comparada ao padrão do que era considerado entre o sexo feminino. Sem contar sua preferência quase acidental por filhas de Perséfone, de Afrodite, Bastet e as seguidoras de Hera. “Ou vai dizer que não tem ninguém que ‘tá te causando coisas atualmente?”
Sebastian não sabia onde estava sentado, mas os pés balançavam ao ritmo de um vento invisível. Quer dizer, um deles, o mecânico se recusando a gastar energia desnecessária. “Veja bem, estamos com o véu entre os mundos rasgado. Fantasmada toda perambulando entre nós feito LollaPalooza, seja lá como esse lance chama. Segue o raciocínio.” Mexeu a mão esquerda para atrair o olhar, indicador e dedo do meio apontando para os próprios olhos. “Se o que eu tenho é chamado de membro fantasma e os fantasmas estão aqui, quer dizer que, se eu tirar minhas próteses, eu estarei inteiro de novo?” Segurou a tensão daquela pergunta com uma expressão muito séria. “E se, seguindo esse princípio, eu entrar no portal azul - espera, vermelho - e chegar na água mágica. Eu não tenho a mão direita, certo? Então estou fadado a ter memórias eternas porque só posso beber com a esquerda? Eles consideram mãos robóticas?” Mais seriedade, mais franzir de cenho determinado. E um soluço. Tinha bebido demais e com sorte lá em cima, porque tinham o gosto de bebidas normais. “Eu tô tendo uma enxaqueca só de pensar nessas coisas!”
Andreas era naturalmente paciente, sempre muito atento e engajado com os assuntos de campistas em geral. Gostava de conferir atenção a eles porque sabia que muitos haviam passado por situações difíceis e de vez em quando só precisavam conversar sobre isso, então estava ali exercendo seu papel usual de bom ouvinte, prestando atenção em qualquer coisa que Sebastian estivesse dizendo. Ou mais ou menos. Já que estava, vez ou outra, voltando seus olhos para uma pessoa específica na multidão, não muito distante deles. Alguém com quem Andreas queria falar, mas estava esperando a hora certa para fazer isso. "Certo. Agora você também 'tá me dando enxaqueca." Brincou, meneando levemente a cabeça. Ficava impressionado com a forma como egípcios eram tão peculiares e hipnotizantes. "Acho que o mundo espiritual não é tão complexo assim, mas se você aceita uma dica, não tente desbravar. O dia está quase amanhecendo e é perigoso. Deixa pro ano que vem ou eu vou ter que me enfiar com uma equipe de resgate em algum dos portais de novo, como no ano retrasado, pra livrar gente de lá. Hela já não me aguenta mais argumentando com ela nesses casos."
Andreas estava quase cedendo à vontade de retornar para seu chalé quando avistou uma figura que lhe era muito bem conhecida. @kttykats havia entrado em sua vida quando ele tinha pouco mais de doze anos e desde então nunca mais havia saído, passando por todos os longos e árduos processos de amadurecimento do filho de Tyr também. Até por isso era capaz de reconhecê-la de muito longe e também só pelo cheiro, porque ela havia passado muitas noites emaranhada em seus lençóis em sua forma felina, como ainda fazia vez ou outra atualmente. Uma ligação invejável, realmente, e o principal motivo pelo qual Andreas era tão resistente a ceder a sua profecia de uma vez por todas. "Não me lembro de ter te soltado pra perambular pela noite de hoje." Brincou. Obviamente, Rose era livre e aquela era apenas uma brincadeira por parte do Adlersfeld mesmo enquanto se aproximava dela deixava-lhe um beijo na lateral da cabeça. "Sua produção está excelente."
& STARTER ABERTO : love's an open door.
sabe quando você tem aqueles dias onde o mundo parece querer te obrigar a ser… feliz? bem, genevieve parecia estar num deles. independentemente do quanto tentava odiar a festa, as interações sociais nela e até mesmo a bebida no seu copo, não conseguia. ela estava numa festa e aproveitando? numa festa e trocando olhares com alguém como se quisesse a língua delu na sua garganta? arrepiou-se ao pensar, desviando os olhos para os próprios sapatos. mas… se pensasse bem… quem morreria se ela aproveitasse um pouco a própria vida? virou o resto do copo e, em poucos passos, se viu na frente du desconhecide. — oi, você está deslumbrante. gosta de garotas?
Aparentemente Andreas tinha alguma sina com filhos e filhas de Afrodite. Nada que o incomodasse, na verdade, divertindo-se com os momentos que passava ao lado de Robin ou Juniper por exemplo. De qualquer forma, quando a pergunta da tal Genevieve chegou a seus ouvidos, ele desviou a atenção do copo que tinha em mãos e ergueu os olhos azuis na direção alheia, um sorriso de canto se estabelecendo em seus lábios. Por ela ser uma instrutora, acaba por conhecê-la de tabela e de vista, não sabendo precisar a idade exata dela; aparentemente ela não o havia reconhecido também, provavelmente devido à barba do Adlersfeld naquela ocasião e a todas aquelas pinturas corporais ritualísticas. "A cada dia eu me surpreendo mais com as abordagens do pessoal mais jovem." Riu consigo mesmo, balançando a cabeça em negativa por alguns instantes antes de finalizar o que havia em seu copo. "Mas respondendo sua pergunta: sim, eu gosto de mulheres. Mais alguma dúvida, senhorita?"
@svrfacepressure
kamelyakpinar:
Se fosse em qualquer outro dia ou momento, ela teria tomado como um elogio e até mesmo ficaria contente, mas considerando tudo que tinha em sua mente, Claro, quanto mais ela pensava sobre tudo mais diminuía seu próprio problema, por que sempre que pensava muito acabava chegando a conclusão de que a maioria ali tinha problemas quase tão grandes e senão piores que os que ela tinha. Contudo, depois de tanto beber, ela se permitia sofrer um pouco apenas por si mesma. ❝Você é um ótimo exemplo.❞ Foi tudo que devolveu, ainda que sem o mesmo humor, sequer conseguia se esforçar pra isso. Quando sentiu a mão em seu pulso, se permitiu se aproximar mais dele, Andreas sempre lhe trazia paz e conforto. ❝Não quero te encher com isso, você já tem problemas demais, não quero me tornar mais um…❞ Murmurou cabisbaixa, sempre em um eterno conflito entre sua mente e o que de fato ela fazia. Então, apenas se deixou abraçar o filho de Tyr em busca de algum conforto, sabia que podia contar com ele ainda, mesmo que fosse difícil para ela se abrir em relação a seus problemas em um geral. ❝Eu só descobri algo não muito bom hoje e preciso de você, tudo bem? Não quero ficar sozinha.❞
"Acredite em mim, você nunca foi um problema." Relacionamentos ruins eram fáceis de serem esquecidos e ignorados em geral, mas os bons e sobretudo aqueles que haviam chegado ao fim devido a motivos de força maior e que não necessariamente implicavam na falta de vontade das partes envolvidas, eram a ruína para muitas pessoas. No caso de Andreas, sua situação com Kamelya havia se perdido depois das preocupações irremediáveis sobre não poderem ter um filho devido à maldição dela. Uma pena, de fato, considerando como eram mesmo uma boa dupla e uma parte de Andreas almejava ser pai de novo principalmente depois que sua filha fora levada para longe de si. De qualquer forma, por mais que quisesse perguntar e se aprofundar mais no que se passava com a outra, preferiu continuar a envolvendo com seu campo de energia apaziguadora, tentando tranquilizá-la e mostrar que estava segura o suficiente naquele abraço. Talvez o melhor mesmo seria mudar de assunto ou distraí-la, como estava em seus planos ao se mexer no abraço para que pudesse olhá-la direto nos olhos agora. "Que é que você não me pede sorrindo que eu não faço chorando, hm? Não é como se eu fosse a qualquer outro lugar se tenho a opção de estar aqui com você."
hablareyna:
‘ eu não flertaria com você, ok é gostoso, mas…blerg. foi um elogio mesmo. dissera sorrindo, ombros balançando. certamente, a reyna de anos atrás, gostaria mesmo de aproveitar da amizade que tinha com andreas e levá-la a outro patamar, mas a consideração e respeito que tinha por ele, a impedia. ‘ estou fingindo mesmo, nem precisa pedir. você pagou quanto pra pessoa que fez? questionou em curiosidade. ‘ ah, ótimo! preciso mesmo da companhia de alguém vivo. já virei homem essa noite, cara, é muito legal ter ovos.
"Agradeço pela parte do gostoso. Posso dizer ambas coisas sobre você, também." Assegurou. Não que ter consideração por alguém o impedisse de alguma aproximação, mas em se tratando de seus tutorados, ou os campistas com quem tinha mais proximidade, Andreas realmente não conseguia avançar muito naquela questão. Sem contar que desde o ocorrido com Robin, estaria preferindo mais mulheres mais próximas de sua idade, sobretudo porque ele faria quarenta anos em breve. "Ah. A parte mais legal de ser um centurião e ter tanta gente que gosta de mim, é essa: foi de graça. Prometendo, no máximo, deixar escapar do acampamento uma ou duas vezes fingindo que não vi, quando for o caso." Sorriu-lhe de canto, prestando atenção na última frase de Reyna. Ela era mesmo uma peça e tanto daquele lugar. "É, até que é legal, sim. Chegou a aproveitar com outro homem ou mulher? Eu soube de alguns campistas que desbravaram esse tópico." Indagou, curioso. Em outros eventos como aquele, havia se transformado em mulher e no máximo apenas beijara outra, mas, de fato, se sentira desconfortável por não estar em seu corpo habitual. "Mas, se me permite uma opinião, definitivamente você só pode ser você nesse seu corpo, nessa sua cara de vilã e nessa franjinha sensacional."
bjankor:
❪ Eu sempre tô no clube dos antissociais. ❫ Não dizia aquilo com gosto ou orgulho, quase tendo uma careta ao terminar a fala. ❪ Nós celtas sempre estamos em menor número, acho que por isso eu fico desconfortável em lugares muito cheios. ❫ Além do mais Ankor não fazia o tipo muito festeiro, ele gostava de coisas mais calmas e com certeza aquela festa tava bem longe disso. ❪ E é uma noite de cultuação, só vejo gente bebendo e se pegando, cadê o respeito aos mortos? ❫ Nada contra a beber, ele mesmo havia feito, mas não curtia perder a cabeça no álcool e fazer bobagens que fosse se arrepender depois, já sobre atos profanos talvez fosse mais inveja do que julgamento. ❪ Eu tô bem. ❫ Reformou entre um sorriso. ❪ E você? ❫ Se preocupava com Andreas por infinitos motivos mas não sentia que podia ajuda-lo muito principalmente porque ele não se abria muito e sempre precisava lê-lo nas entrelinhas.
Andreas entendia parte do que o outro falava. Apesar de ser mais expansivo e social, tendia a ficar quieto em seu canto e deixar que as pessoas fossem até ele, não fazendo questão caso isso não acontecesse. "O que você fazia nesses lugares antes de ter trinta anos, hm? Tem gente aqui que só quer um pretexto pra encher a cara e se pegar, considerando como raramente temos festas autorizadas pelo Sr. M." Um sorriso divertido apareceu em seus lábios, antes de refletir por alguns instantes sobre a questão seguinte. "É. Eu 'tô bem." Confirmou também. Não diria nada sobre não ter encontrado a ex-noiva que fizera a passagem recentemente, tampouco a própria filha. Andreas não era muito bom em falar sobre si próprio e aquele assunto ainda era tão recente que o machucava, de modo que precisava mudar logo o tópico. "E sei que é uma noite de culto e tudo o mais, mas sério que não tem ninguém na mira pra tentar uma aproximação? Arrumei minha primeira namorada no acampamento, na época, num desses eventos."
svziegarcia:
Paz! Era isso que Suzanna sentia, visto que os efeitos do último drink já tinham se esvaído de seu corpo; não estava mais velha, mas sim em sua versão normal. Por isso parou em um lugar qualquer, observando com desconfiança os líquidos e comidas dispostos em uma mesa, sem ter certeza se queria alguma coisa daquelas. Queria permanecer como a jovem Suzanna por mais um tempo, sem desejar mudar de cor ou se tornar o irmão também. — Ah, oi, Nik! — Professou com um sorriso ao ser surpreendida pela voz dele, o rubor no rosto resultante de uma situação estranha ocorrida antes. — Achei que você nem estava por aqui! — Era verdade, visto que era a primeira vez na noite em que o via. — Você tá legal? — Perguntou porque já tinha visto muitos semideuses sofrendo pela noite, provavelmente ao ter avistado o fantasma de alguém querido. — Obrigada pelo elogio. — Os olhos se voltaram para as botas ao falar. — Estavam perdidas no fundo do armário, eu nem mesmo lembrava da existência delas, acredita? Os saltos não são os ideais para o acampamento, mas até que é bem confortável. — Suzanna sorriu, os olhos inevitavelmente se voltando para o corpo dele. — Gostei do seu visual também. As pinturas são incríveis.
Não era difícil que presumissem que Niklas não estava lá quando, na verdade, estava. Era naturalmente mais observador, ainda que sua energia expansiva pudesse preencher facilmente espaços e se fazer percebida se ele quisesse fazer isso. Gostava de ficar em seu canto, analisando o movimento e mantendo-se alerta para se certificar de que todos ficariam bem enquanto estivessem sob sua supervisão, ainda que aquela fosse uma noite de festividades e não de tensão. "'Tô, 'tô sim." Garantiu. Não deixava de ser verdade: não havia encontrado sua ex-noiva entre os espíritos, o que o preocupava um pouco. Havia feito um lembrete mental de questionar seu pai e a própria Hela sobre o que acontecia com as almas daqueles que tiravam a própria vida em sua mitologia. "O maior susto da noite foi quando uma das fogueiras perdeu o controle e foi uma correria para apagar. Mas de resto, tudo certo." Meneou levemente a cabeça antes de voltar a prestar atenção em Suzanna. "Bom, a pessoa que me ajudou com elas certamente agradece seu elogio. Foram longos dois dias e meio pra terminar isso daqui." Sorriu, desviando o olhar por alguns instantes, considerando como não era muito bom recebendo elogios de qualquer natureza, exceto em se tratando de suas habilidades como lutador. "E pelo jeito vão ficar mais um tempo em mim, já que essas daqui, por exemplo, estão na carne." Ponderou apontando para alguns dos detalhes em seus braços nus. Daquele jeito e com as roupas que usava, causava a impressão de ser ainda maior e mais largo. "Enfim. Quais os planos pra sua noite?"
luisahelena:
Luísa dançava próximo a fogueira, ela não se importava muito se tinha outras pessoas ali dançando ou não, ela havia gostado da musica e se entregue ao ritmo e a celebração. A Semideusa mantinha certo cuidado para que sua aura não contaminasse as pessoas ao redor, era algo divertido quando acontecia, embora nem todos os envolvidos gostassem depois que o efeito passasse. Após dançar falou alguns poucos minutos com um fantasmas que tentava convence-la que pular na fogueira era uma boa ideia. Quando o fantasma então desistiu, ela sentiu uma presença masculina atrás de si, ela primeiro sentiu uma arrepio, mas em seguida se virou furiosa. “EU JA DISSE QUE NÃO VOU PULAR NA FOGUEIRA” tarde demais quando percebera que gritava com o Andreas e não com o fantasma que a pouco lhe perturbava, o que levou ela a gargalhada depois de esbravejar. “Desculpa eu achei que você fosse um espirito…”
Ele se surpreendeu ao ouvi-la, franzindo o cenho quando o grito chegou a seus ouvidos. Até entender o que havia acontecido e acabar por rir; em seus primeiros festivais havia passado pela mesma coisa. "De fato, que bom que você percebeu que essa é uma má ideia sem precisar fazer isso." Abriu-lhe um sorriso, meneando levemente a cabeça. "Bom, ainda não sou um, mas já me disseram que 'tô vagando por aqui como se fosse. Então... Por via das dúvidas, não tenha tanta certeza de que estou falando com você nesse exato momento." Lançou-lhe uma piscadela rápida, descruzando os braços e relaxando a postura. "Como vai sua noite, tirando isso?"
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Kamelya não exatamente das mais animadas, mas ela se esforçava para não parecer antipática com ninguém, especialmente não com os amigos que tinha. Contudo, o recente conhecimento ganhado naquela noite não a deixava nada bem, já havia chorado e presumia que isso poderia ser visível para qualquer um que a olhasse por mais que alguns segundos. Já não sabia mais se estava bebendo para ficar bêbada ou para achar algum efeito que fizesse com que ela se sentisse melhor, contudo quando pegou a bebida colorida e sentiu algo mudar em si, pegou um espelho que havia pegado emprestado mais cedo percebendo que a bebida havia lhe envelhecido alguns anos. O que a faz rir com a certa ironia disso, enquanto se aproximava de Andreas. ❝Eu deveria ficar contente que nem mesmo a bebida que nos envelhecer me deixou tão mais velha?❞ Indagou para ele com certa ironia, era visível que já havia bebido um pouco demais e não estava bem. Fazia sentido pra ela que mesmo a bebida que era para lhe envelhecer, não lhe deixasse tão velha quanto as pessoas que via a sua volta, ela jamais chegaria naquela idade mesmo. ❝Você acha que ainda tem a bebida envenenada? Geralmente venenos não funcionam em mim, mas com a minha sorte tenho certeza de que esse vai.❞
Ao notar que alguém falava consigo, Andreas se virou prontamente na direção da figura feminina. Demorou um pouco até perceber que se tratava de Kamelya, mas não por estar totalmente diferente do habitual: ter envelhecido alguns anos, como ela havia comentado, lhe fizera muito bem, realmente. E nem parecia ter mudado muita coisa. "Não que você precise da minha opinião, mas está ótima. Falo por experiência própria, um pouco mais de idade pode nos tornar mais atraentes." Brincou, com um riso baixo, antes de perceber como os olhos dela pareciam vermelhos e a outra carregava uma expressão abatida. Imediatamente, o Adlersfeld levou uma das mãos ao pulso alheio, tocando-a com cuidado, não querendo ser invasivo, ao mesmo tempo que estava projetando suas habilidades de apaziguamento e calmaria na mais nova. "As bebidas podem ficar pra depois. O que houve, Kam? Por que está com essa cara?"
@bjankor
Andreas tinha um histórico não muito bom com bebidas, por isso, por mais que estivesse ali, naquela ocasião, ele estava focado em não exagerar muito considerando como estava sensível excepcionalmente naquela noite. Não havia visto a esposa e nem a filha, o que o preocupava um pouco a ponto de decidir se afastar minimamente do centro mais agitado da festa, voltando à postura de sempre: os braços rente ao corpo, a atenção parcialmente voltada para o que acontecia ao redor, mas agora com a máscara repousando, sendo segurada, em sua destra. Não queria mais daquela expectativa de encontrar as únicas pessoas que ele queria ver naquela noite e que, até o presente momento, não haviam aparecido. "Também 'tá no clube dos antissociais hoje, cara? Você tem perfil para estar lá junto com os outros celtas, apesar de não parecer muito animado." Ponderou ao constatar que Ankor estava próximo de si, também daquele jeito um pouco mais afastado. Não era exatamente próximo do outro, mas era grato pelas vezes em que ele demonstrara cuidado para com Andreas e nas ocasiões em que, nos últimos tempos, se encarregava de um cardápio específico para o Adlersfeld na última semana do mês, sendo aquela que antecedia sua transformação. "Você 'tá bem ou só quis dar um tempo da bagunça mesmo?"
Após a missão concluída com @luisahelena, Andreas havia adquirido um apreço maior pela campista. Ela se mostrara uma boa companhia e muito competente no que se propunha a fazer, então automaticamente tinha a atenção positiva do centurião a ponto de poder reconhecê-la facilmente em meio à multidão da festa, tendo se aproximado para se colocar alguns metros atrás dela, esperando até que ela notasse sua presença. Os olhos azuis acompanhando os movimentos alheios, com um sorriso de lado, pensando com seus botões em quanto tempo ela demoraria para notá-lo ali.
Após assistir mais algumas apresentações e servir para ajudar a acalmar alguns corações inquietos com questões que envolviam bebedeiras e traumas revividos nos portais, agora Andreas se encontrava confortavelmente posicionado em uma parte da grama, pouca coisa mais afastada do centro do festival, com @stnpidcnpid em seus braços. Não gostava muito de pensar em como já fazia pouco mais de um mês que ela frequentava seu chalé quase toda noite e como ele esperava por ela ao final das últimas aulas do dia para acompanhá-la até o refeitório ou até seu chalé enquanto conversavam sobre coisas qualquer. Naquele caso, deitados ali, ele tinha alguns planos que dependiam, entretanto, da disponibilidade e do interesse da filha de Afrodite. O que ele torcia para que colaborassem, considerando como havia alguma necessidade no olhar do Adlersfeld enquanto uma de suas mãos tocava o rosto alheio e as pontas de seus narizes se roçavam conforme ele se movimentava levemente. "Quais seus planos pra mais tarde?"
‘ caramba…você ‘tá um animal. reyna dissera ao aproximar-se do amigo, nos lábios um sorriso divertido, o que reforçava o tom de voz. quando outrem falara sobre a maneira como se apresentaria no evento, não achou que seria tão esplendido e guerreiro. ‘ nem parece que precisou de dois dias para fazer isso aí. uma pequena provocação, ombros sendo balançados. ‘ o quanto já bebeu essa noite? o suficiente para me suportar por algumas horas ou? @callofvalhalla
"Você está flertando ou começando uma discussão, Rey, meu amor?" Ele indagou com um sorrisinho rápido de lado antes de olhá-la de esguelha. Andreas possuía muitos tutorados e protegidos no acampamento, mas a filha de Set era realmente uma das mais próximas dele naquele momento. "Sim, dois dias e meio. Alguns detalhes foram entalhados na carne, então finja que é artístico o suficiente para te interessar." Brincou, antes de voltar sua atenção para a bebida e o cigarro que tinha em mãos. Até por isso estava um pouco mais isolado dos outros, considerando como não gostava de atormentar ninguém com o cheiro. "Não tenho grandes planos pelo resto da noite, então sim. A ideia de olhar pra sua cara me agrada."
Andreas mantinha os olhos claros voltados para a movimentação contínua na clareira. Havia cumprimentado alguns amigos, ajudado alguns campistas mais cambaleantes e agora estava desbravando algumas das bebidas dispostas. Não havia aceitado nenhuma dos espíritos por ora, preferindo focar em um pouco de vodca saborizada. Até que passou a andar pelo espaço e no momento em que parou outra vez, agora aproveitando o novo ângulo no qual podia observar a festa, percebeu que havia um cheiro característico próximo de si. Sendo assim, Nik olhou discretamente para o lado e constatou que se tratava da presença de @svziegarcia. Não se falavam desde o pedido de desculpas que soara bastante confuso na concepção do Adlersfeld, e nem sabia se ainda tinha alguma moral para se aproximar dela em geral, mas precisava manter a cordialidade. "Gostei das botas."
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