A Casa do Prazer: 6. Gabriela
- Como assim, o Sr. Estava lá também?
- Sim, mas não fiquei até o final, estava cansando. Não esperava te ver lá, somos bem discretos com quem falamos sobre esse lugar. Nem todos estão prontos para essa entrega a si mesmo;
- Nem eu, fui sem saber o que ia acontecer, e estou até hoje com as marcas doendo.
- Relaxa, isso passa. Fui dos primeiros a entrar. No começo éramos só amigos que gostavam de coisas pesadas. A Ruiva, como a gente chama, que teve a ideia. Eu e minha esposa vamos, e desde então o casamento nunca ficou chato. Recomendo a todos uma troca de casal de vez em quando.
- E o Sr. Passou por tudo aquilo?
- Não, no começo não tinha essa ´tortura´, mas não é justo chegar logo dominando sem saber como sua parceira irá se sentir. Assim, dá pra saber até onde é o limite, fora que cria vontade de descontar tudo em alguém quando tiver a oportunidade.
- É exatamente como me sinto. Quero colocar tudo isso em algo o mais rápido possível.
- Ótimo, entendeu o espirito. Quem te convidou?
- Raiza, conheci ela numa festa e depois ela me levou do nada para esse lugar...
Lembro que ela queria guardar segredo sobre ela ter me chamado, mas acho que todos já sabiam mesmo.
- Compreendo, é assim mesmo. Logo você vai participar como membro e vai ver como é interessante. Nos todos nós ajudamos, então, se alguém precisar de algo, é nosso dever colaborar. E o mesmo vale para você agora, vai ver como sua vida vai mudar. Se estiver bem, vai participar e convidar mais pessoas.
- Por que não divulga na internet? Deve ter gente que gosta mais do que eu...
- Não queremos curiosos, queremos quem achamos que merece. Toda vez que falta um membro, levamos outro. Como você foi o último a entrar, vai ter que ter alguém em mente caso seja necessário.
- Não sei se quero ir de novo. Mas obrigado pelas informações.
- Nada, você é mais do que um assessor agora. É um amigo. Pode pegar a semana de folga para se recuperar, imagino que deve estar cansado.
- Muito obrigado, Sr Júlio.
Me retiro e volto para casa. Queria poder trabalhar para ocupar a mente, entretanto não seria possível no momento. Raiza ainda ocupava meus pensamentos. Ela não era uma mulher qualquer. Mesmo depois de tudo, queria tê-la pelo menos mais uma vez. Sem dúvidas ela ia aceitar eu descarregar meus sentimentos em seu corpo.
Começo a assistir minhas series e lembro da menina que gostava disso também, Gabriela. Seu jeito era diferente do meu, caseira, não ia para festas e só queria ler ou estudar. Não sei o que viu em mim para se interessar, embora aconteça de poder ter vontades comigo.
Devo ser o que ela quer experimentar de proibido. No entanto, falava que era romântica à moda antiga e queria namorar para casar na igreja. Vivia em outra realidade, talvez na época errada. Mesmo assim, ainda dava papo com alguma intenção. Precisava ter alguém aqui e agora para me acalmar, então decido chama-la para vir aqui em casa, vamos ver o que pode acontecer.
- Tudo, Henri e contigo, sumiu no final de semana...
- Estava numa festa, você sabe, uma pena que você não gosta, senão ia te levar comigo.
- Não vou nessas coisas, não gosto.
- Eu sei, queria te chamar aqui pra gente assistir um filme na netflix. Você até falou sobre na época, Bird Box.
- Pode ser agora – Eram umas 17 horas, e como ela não podia voltar tarde acho que pode dar tempo.
- Está bem, vou me arrumar e vou, Bjos.
Tomo um banho demorado, deixo a cama arrumada, coloco uns doces perto e começo a ver o que tinha para assistir além desse filme. Fico sem camisa e com um short vermelho sem cueca. Arrumo uns fios do meu tênis e deixo em cima da cama imaginando as possibilidades. Não estava querendo ver nada, e ia botar quente para realizar minha vontade de esquecer minha antiga submissa.
Depois de uma hora e meia, Gabriela bate na minha porta. Ela usava um short curto e uma blusa rosa com mangas. O cabelo ainda molhado estava preso para trás com um rabo de cavalo. Embora tivesse um comportamento de quem era santinha, quem a via poderia pensar o contrário por conta da sua personalidade determinada para quase tudo na vida, menos para relacionamentos.
- Foi o trânsito esse horário, desculpa.
- Tranquilo. – Me aproximo e dou um beijo em seu rosto fazendo questão que nossos corpos se toquem. Seu perfume doce era tão agradável que queria poder ficar mais tempo perto para poder sentir.
- Nossa, você é ... forte... Nunca te vi sem camisa. – Fala com timidez, como se não pudesse dizer esse tipo de coisa.
- Estava fazendo calor, aí fiquei sem. Estou em casa então posso. Vem.
A levo para meu quarto. Em uma das paredes havia uma tv de 32 polegadas, na outra meu guarda roupa, e ao lado uma mesa para estudos com meu notebook. Costumava trabalhar de casa as vezes, quando era época de campanha.
Ela entra temerosa, talvez pensando no que eu queria. Seus olhos não deixavam de olhar para meu calção folgado. Deve ter percebido que não usava nada. Se sentando na beirada, me observa enquanto pego o controle em cima da mesa. Paro na sua frente e a encaro enquanto seguro seus ombros.
- O que você olha tanto aqui, hein?
- Nada, você que é muito gostoso.
- Pode pegar se quiser. – Coloco uma das suas mãos para ir descendo pelo meu peitoral e escorregar até minha barriga, e mais em baixo, pelo meu calção.
- Henrique... não posso...
- Não pode ou tem medo de gostar?
- Não sei... melhor não...
- Quero fazer uma brincadeira contigo. Vou colocar uma venda e você vai descobrir o que é.
Tiro uma camisa do meu guarda roupa amarro em volta dos seus olhos.
- Não pode usar as mãos, então vou te amarrar, está bom?
- Tá bom. – Aceita como se fosse a coisa mais normal do mundo. Imagino que já esteja excitada e me querendo para topar tamanha loucura.
Pego uma barra de chocolate em uma das gavetas da minha mesa e falo:
Ela obediente, faz o que eu digo.
Coloco o bombom devagar e tiro. Era em formato de barra e faço o movimento como se estivesse sendo um pau até que ela morde.
- Deu vontade... é chocolate. – Fala sorrindo.
Deixo-a terminar, e melo meu dedo com Nutella que tinha reservado para com esse intuito.
Dessa vez ela passa com mais vontade a língua e percebe que é maldade minha.
Ela lambe até não sobrar mais nada.
- Sim.... mas onde quer chegar com isso?
Coloco mais um pouco na ponta enquanto tiro meu calção e me masturbo até conseguir ficar ereto. Ela chupava como se quisesse fazer igual em outro lugar.
Melo a cabecinha com o doce e lentamente encosto em seus lábios. Repetindo os movimentos, logo encosta a boca, e percebe que é meu cacete.
- Isso é seu pau, Henri... Pensei que a gente fosse ver filme
Ela tenta sair, porém estava presa.
- Eu vi você me olhando, reparando em como eu ficava andando, e sei que não quer ver nada agora.
Seguro, seu cabelo e devagar vou forcando mais dentro da sua boca macia. Deixo ir até o final com minhas bolas no seu queixo.
- Me chupa, que eu sei você quer me provar.
Começo a passar as mãos em seus seios suculentos que mudavam de forma de acordo com meus toques. Ainda relutante em chupar, pressiono e volto meu corpo, indo e vindo em sua boca. Calada e presa, ia ter que me obedecer. No fundo, eu sabia que pensava nisso desde o princípio, só não dessa forma.
Prendo o biquinho entre meus dedos e o aperto a provocando. É excitante suas tentativas de gemer ao mesmo tempo que me sente entrando e saindo. Coloco uma das pernas sobre a cama, e enfio com mais vontade. Sua saliva escorre pelo canto da boca.
- Apenas deixa aberta para que eu faça como eu quero.
Baixo sua blusa de vez, deixando seus peitos expostos para minha vontade. Molho com minha boca meus dedos e vou acariciando a pele escura em volta do biquinho.
- Chupa com gosto, eu sei que você sabe fazer.
Paro e deixo que faça o que eu disse. Contudo, fica parada sem mover a cabeça. Decido aumentar a dose, e dou um tapa de leve.
- Eu mando, e você obedece. Se não quiser levar um mais forte.
Ela começa devagar, porém, sem vontade. Entretanto, eu precisava daquilo mais do que qualquer outra coisa no momento. Aliso sua pele, e falo:
- Faz como você queria fazer quando entrou, seu sei que queria tocar.
Afasto minha mão, e bato. Seu gemido é possível de ouvir mesmo com a boca ocupada. Agora com mais vontade, suga e me chupa como tem que ser.
- Isso, seja uma boa menina e a gente vai se dar muito bem.
A pressão que Gabriela fazia era uma delícia. Meu tesão cresce ainda mais observando meu cacete sumir com seu carinho entre seus lábios. Aperto com gosto seus seios à medida que percebo que estava querendo. Desço minha mão por entre sua roupa e abro seu short.
Rapidamente, ela fica de pé, não sei se por medo ou por me querer. Abaixo tanto a roupa como a calcinha, e coloco meus dedos de novo na Nutella para ela os chupe. E com eles úmidos, desço até a sua fenda fechada.
- Safada, ficou molhada me chupando. Sabia que ia mudar de ideia.
Esfrego lentamente por entre a pele sensível círculos em toda a área. Sensível, logo começa a gemer. Me aproximo e falo no seu ouvido:
- Quero que sinta meu pau todo em você, gostosa. Deve ser bem apertada. Gosto desse seu gemido baixinho de quem quer, mas tem medo de gostar.
Coloco bem na entrada e vou acariciando até enfiar dois dedos por completo. Finalmente, deixa a timidez e fala:
- Assim que eu gosto. Quero te ver gozando, safada. Quero que seja minha puta.
Meto e tiro para esfregar seu clitóris novamente. Me aproximo e começo a morder seus seios um de cada vez. Prendo o biquinho com meus dentes e sugo passando a língua. Estava pronta para mim, contudo, queria deixar ainda mais. Envolvo a pele e lambo por completo. Melo o dedo com o doce e esfrego na sua vulva para eu chupar com mais vontade.
Sua excitação abundante se mistura com o chocolate. Ajeito ela na beirada, e fico de joelhos para começar a me deliciar. Suas pernas caem sobre meus ombros, e posso observar quão sensuais são suas curvas mais intimas. Pareciam com pétalas de rosas que iam desabrochando. Início pelo lado direito, pincelando devagar cada centímetro que se revelava para mim. Sua respiração fica mais ofegante assim que encontro o clitóris e o beijo da mesma forma que fazia com seus seios.
Encosto a ponta e lentamente desenho um ´zig-zag´ em seu capuz. O seu sabor se misturava com o doce e me deixava ficar ainda mais excitado poder sentir esse gosto novo. Suas pernas começam a mexer para acompanhar meus movimentos. Desço até a parte mais baixa e subo trazendo todo o seu desejo com minha língua. Contrações pelo seu corpo aparecem com meu castigo, me fazendo aumentar a pressão. Envolvo com meus lábios o botão do prazer e esfrego a língua de forma constante. Ouço seus pedidos para que eu não pare que me deixavam doido.
Enfio novamente os dois dedos e os meto como se fosse meu membro. Com a outra mão, puxo a pele acima da sua buceta, deixando-a ainda mais acessível, e finalmente faço do jeito que deixa qualquer mulher louca. Gabriela tenta se virar na cama, no entanto, eu impeço. Sinto escorrer mais umidade com seu orgasmo, a sua respiração fica difícil ao mesmo tempo que não sabe controlar suas reações. A sua boca fica aberta durante todo o momento de êxtase. Quando acho que está acabando, ela volta a se contrair, tremendo um pouquinho mais até ficar mais fraco e passar.
Levanto e a vejo com o rosto virado por cima da cama pegando fôlego para se recuperar.
- Eu nunca tinha gozado antes, Henri... foi... não sei explicar.
- Te quero doida por mim, gostosa.
Ponho a camisinha e logo começo a passar meu pau naquela buceta molhada. Esfrego por entre a entrada, contudo, não meto. Apoio uma das suas pernas em meu ombro, e devagar, vou sentindo sua vontade. Parecia cansada, só que agora era minha vez. Penetro pressionando meu cacete entre suas pernas e realmente prendia meu pau como ninguém. Devia ser um dos poucos a ter feito isso com ela.
- Ai, devagar, Henri... é grande...
Seguro sua perna do mesmo modo que segurava meus aparelhos na academia e a penetro com virilidade. Não precisa muito para estar todo socado naquela mulher. Pedia para que eu fosse com mais jeito, entretanto, eu não conseguia. Cada pedido parecia com um convite para ser ainda mais bruto. Aperto seu pescoço com a mão esquerda e coloco o polegar para que chupe. Ela tenta, porém a sensação era intensa demais. Consigo tocar seu útero quando entra todo. Mordia os lábios como podia, levantava as mãos para se soltar. Todavia, era minha putinha.
- Isso, safada. Quero tudo de você hoje, gostosa.
Sua respiração era profunda, devia estar pirando. Seus seios grandes balançando diante de mim me faziam querer ir ainda mais agressivo. Tiro o pau apenas para enfiar de novo, vendo como deixei sua buceta aberta. Cada entrada era um gemido alto. Coloco bem rápido, bato na sua cara.
- Toma, minha putinha, toma seu filme.
O suor escorria pelo meu corpo. Lembro da Raiza, e meto ainda mais. Sem parar, percebo seu corpo de novo gozando. Tentava sair, contudo, deixo bem fundo, sentindo sua vagina contraindo meu pau. Ficava caladinha suspirando até passar.
Sem deixar que se recupere, puxo e viro te colocando de quatro em cima da cama. Passo lubrificante na ponta do meu pau, e vou forçando contra seu cuzinho.
- Henrique, aí não... eu nunca dei...para!
Seguro firme sua bunda e abro, colocando todo meu pau em seu rabo. Fica difícil mexer, mas logo bato deixando a marca das minhas mãos em seu bumbum. Apertado assim era bem excitante. Decido tirar a camisinha e enfiar sem. Seus gemidos de dor eram maravilhosos, penso em me segurar, porém, antes que me desse conta, fica tarde demais. Começo a sentir meu corpo arrepiar, meu pau pulsa dentro do seu cu, e logo encho de porra como podia. Deixo todo socado até sair tudo e me acabar por cima do seu corpo. Levantando seu rosto puxando o cabelo, e dou um beijo leve.
- Fica de pé, vem tomar banho.
Tiro sua roupa e a camisa do seu rosto e percebo que chegou a chorar durante nossa transa. Com calma e paciência, esfrego o sabão pelo seu corpo aliviado como queria. Voltamos para a cama, e Gabriela fica muda emburrada, no entanto, sem falar em ir embora. Entendo que pode ter sido demais e a abraço, envolvendo-a toda com meu calor. Ela se encolhe, e respira fundo. Às 21 horas, diz que vai voltar para casa, e saindo apressada, nem dá tchau.
Pergunto se está tudo bem, e se chegou em casa, e ela responde algo que me deixa ainda mais enrolado com tudo que estava acontecendo nos ultimamente:
- Henrique, hoje eu tenho certeza, eu gosto de ti e te quero na vida.
No entanto, outra mensagem chega de um número desconhecido e piora tudo de vez:
- Você não deveria sair com outras pessoas, Henrique. Pelo jeito, não vai ter outra opção.