I never wanted to be your weekend lover I only wanted to be some kind of friend { baby }, I could never steal you from another It's such a shame our friendship had to end ❜
Olá tag, boa noite! Sei que não gostam de posts sem ser divulgação de rps na tag, mas eu realmente preciso fazer isso !!!
Estou a procura de algumas pessoinhas que por conta da vida eu acabei me afastando e perdendo todo o contato.
Primeiramente estou a procura da Rox, uma florzinha que jogou comigo esse ano no Flamingos (2018) e ela era player da Amalia, a bibliotecária francesa. Esse é o blog dela.
E segundo, eu não me lembro o nome dela, mas ela era player do Thompson HQ (2016) e jogava com esses dois chars: Camila e Lysander
Eu realmente sinto saudades dessas duas, então se você for uma delas ou as conhecem, por favor dá um sinal aqui ou nessa conta. Muito obrigada.
Harper não podia deixar de achar graça todas as vezes que a coreana a chamava de irmã mais velha em sua língua, parecia deixá-la ainda mais adorável, se é que isso era possível. Rindo da reação dela, resolveu tranquilizá-la “Ainda temos algumas semanas até lá, mas você me conhece… Se não começar a planejar tudo antes, eu enlouqueço completamente.” admitiu com uma careta que indicava o quanto não se orgulhava daquilo. Seu semblante então mudou para um de aprovação com a ideia, anotando-a na caderneta “Ficaria super legal! E eu posso te ajudar a fazê-los, talvez pedir ajuda do pessoal de culinária…” sugeriu de forma sonhadora, já planejando mentalmente e não escondendo a animação que a envolvia. Soltou um riso nasal que não pôde controlar com o comentário dela, assentindo positivamente “Bêbados perdem a capacidade de contar, então cobrar cinco dólares um shot é uma boa estratégia, já que tudo o que importa para eles é conseguir mais álcool.. Mas, infelizmente, acho que esse ramo não é muito bom para a arrecadação. Apesar de render bastante dinheiro, não é muito honesto, e dá brecha para muitos problemas.” suspirou fraco.
Na visão de Daisy, Harper era uma das melhores pessoas com quem convivia diariamente. Ambas tinham uma personalidade parecida, o que ajudou desde o primeiro momento na boa relação entre as duas e o conforto para a coreana que pouco conseguia socializar-se quando chegou ali. Então chama-la de unnie havia se tornado um habito. – Você é a que planeja tudo antes e eu ou a que sempre deixa tudo atrasado. – soltou uma breve risada, tirando a mochila de suas costas para deixa-la sobre a primeira poltrona que viu pela frente. Livrar-se do peso lhe fez suspirar aliviada. – Você acha!? Eu amalia fazer esses cupcakes todos, posso fazer bem decolado pra chamar bem a atenção! – o sorriso era grande e os olhinhos puxados da Ryu brilhavam em animação diante dos planejamentos para o próximo evento de arrecadação. Poderia não ficar na linha de frente naqueles momentos, mas sempre havia um dedinho da coreana baixinha por trás de tudo. – Eu posso fazer cupcakes com sabor especial de tequila, selá que vão compla? – não conseguia segurar o riso diante de sua brincadeira. Zoar os colegas que viviam bêbados pelo campus era um dos hobbies favoritos, mas sempre o fazia sozinha e em sua mente, os julgando por trás do caderno de desenhos. – Você está muito ocupada agora? Podemos subir e organizar melhor as nossas ideias nos meus puffs novos enquanto comemos os cookies que fiz mais cedo, que tal?
Daisy Ryu Allen, ou apenas Daisy, tem 22 anos de idade ( ( canceriana ) ) e nasceu em Daegu na Coréia do Sul. Tem exatos 1.57m de muita bondade no coração e insegurança. Tendo a [ arte ] como paixão, ela cursa gastronomia e é possível encontra-la nos clubes: coral e desenho, além do time de lacrosse.
❛ connections —profile ! ❜
— trivias ! ❜
Daisy foi deixada na porta de um orfanato pela mãe que ainda era adolescente, na mesma cidade onde nascera e viveu lá até os 12 anos de idade. Nunca dissera isso para ninguém, mas ela já não tinha mais esperanças de ser adotada, até que uma das assistentes sociais que entrava em contato com a casa que residia resolver adota-la.
Nasceu com uma doença chamada dislalia, que provoca o mal pronunciamento de algumas letras, sílaba e até palavras. Durante a infância as pessoas chegavam a achar fofo, mas durante a fase de adolescência e vida adulta ela costuma receber muitos olhares tortos.
Nunca teve curiosidade de conhecer os seus pais.
Por ser introvertida e não ter tido muito contato com o mundo por ter saído tarde do orfanato, pode ser considerada uma pessoa ingênua que ainda está conhecendo o mundo e a si mesma.
É relativamente pura para a idade que tem, por ser uma pessoa insegura com relação as pessoas ao seu redor, ela se envolveu apenas com uma pessoa em sua vida. Não é de beber demais e passa mal apenas de se imaginar fumando ou usando as coisas que seus colegas usam.
Faz apenas 2 anos e meio desde que se mudou para o país com seus pais. A família do patriarca é dona de uma empresa não muito grande de contabilidade e como era a vez dele assumir a gerencia, toda a família voltou para a cidade de origem dele.
É canhota.
Sonha em conseguir juntar uma quantidade boa de dinheiro pra fazer uma viagem pelo país ou até mesmo um mochilão por algum país estrangeiro.
Enquanto estava no orfanato, aprendeu a tocar piano e alguns idiomas, mas a sua pronuncia é mais do que péssima.
Não é nada ambiciosa e se contenta com pouco por ter aprendido desde cedo o que é ter de compartilhar tudo e nunca ter luxos, apenas o suficiente para viver confortavelmente bem.
Está estudando gastronomia, mas a sua real paixão na área da cozinha é a confeitaria e sonha em trabalhar na cozinha de algum grande café ou confeitaria. E caso não siga neste ramo, ela deseja ser dona de uma floricultura.
Tanto seus pais quanto ela são cristãos, mas estão longe de serem considerados fanáticos. Os três levam consigo os ensinamentos de Cristo sobre o amor, paz e demais coisas boas que apenas enaltece o ser humano. Então jamais irá ver algum Ryu olhando torto ou ofendendo alguém por suas escolhas na vida.
Tem um enorme vício por Sailor Moon e animes da categoria shoujo e mahou shoujo. Seu quarto é cheio de coisas de colecionador do SM e anda para todo lado com seu colar do mesmo, que foi um presente de sua mãe antes de ser adotada.
─ Bonjour, ma petite fleur. Sua pronúncia está bem melhor! ─ Piscou, inspirando profundamente o ar. Não saberia dizer o que era, mas o cheiro havia lhe trazido pequenos flashes da infância. ─ Daqui a pouco será uma francesinha. ─ Inclinou-se sobre o balcão, ficando na ponta dos pés para poder alcançar os cabelos da mais nova e bagunça-los. Em seguida, seus olhos foram para a sacola, o cheiro fazendo seu estômago roncar mais uma vez e ela se perguntou se a coreana seria capaz de ouvir também. Delauney voltou a atenção para a estudante, estreitando levemente os olhos enquanto observava pacientemente a outra tentar pronunciar, um sorriso terno dançando nos lábios da franco-americana. ─ Você disse… tartiflette? Mon dieu! C'est le plat de ma grand-mére¹. Daisy! Você usou reblochon²? O verdadeiro? ─ Amelia tamborilou os dedos na bancada, observando com olhos cintilantes a mais nova. ─ Vamos comer enquanto ainda está quente! Caramba, minha avó costumava fazer essa receita no inverno. Faz tanto tempo que eu não como. Vem aqui… ─ Indicou a cadeira em que estava sentada minutos atrás. ─ Eu sei que é proibido comer dentro da biblioteca, mas je m’en fou³! Teoricamente não estamos exatamente dentro, estamos aqui atrás do balcão. Se nos abaixarmos o suficiente, ninguém irá nos ver…
¹ Meu deus! É o prato da minha avó. ² Reblochon é o queijo utilizado para a receita francesa. ³ Eu não me importo/não estou nem aí.
O elogio vindo do da também estrangeira fez com que um sorriso se instalasse no rosto da baixinha, sentindo-se feliz por todo o seu esforço estar valendo a pena. – Me...r...ci! Eu estudei bastante, estou melholando até com essa letlinha chata. – soltou uma breve risada, referindo as letras que por sua doença dificultava a pronuncia delas. O cheiro do tartiflette havia se espalhado por todo o corredor que precisou percorrer até a biblioteca e não foram poucos olhares e fungadas a procura de onde vinha aquele cheiro que fazia o estômago dar sinal de vida e gritar implorando por comida. – Wa! É comida da sua avó!? Me sinto lisonjeada! – se antes já estava sorridente, a linha de seus lábios apenas aumentaram ainda mais, sendo tomada pela felicidade de estar proporcionando algo daquele tipo para alguém. Vê-la falando de sua avó lhe deixou com uma pequena pontada de inveja, pois não tivera a oportunidade de conhecer direito as suas. – Uhum! Eu nunca tive feito esse plato antes e quase usei outro. – com tamanha animação da mais velha diante da sua chegada com o alimento do dia, até mesmo resolvera deixar aqueles livros sobre o balcão para outro momento. Seu estômago sempre falava primeiro. Sem que Amelia precisasse repetir, deu a volta no balcão de madeira com toda a sua animação contagiante, já arrastando uma cadeira para perto da mesma. – Ninguém vai ver, entlam aqui na biblioteca e passam direto. – deu de ombros entre risos baixinhos, olhando ao redor discretamente para certificar-se de que não teria olhares sobre ambas durante o pequeno almoço. Cheia de intimidade e sem precisar permissão, já pegou a sacola com a comida e transformou a parte interna do balcão onde ficavam os pertences pessoais da francesa em uma mesa de jantar. Era precavida e já trouxera consigo garfos para as duas. – Sabe, acho que só falta aqui uma soblemesa bem gostosa.
Delauney apoiava-se perigosamente na cadeira atrás de seu balcão, o qual continha uma pequena pilha de livros devolvidos que precisavam ser recolocados em seus devidos lugares, mas a página de fofocas aberta em seu computador era bem mais interessante do que arrumar o lugar. Apesar da postura ser prejudicial à sua coluna, poderia passar horas daquele jeito meio largado sem se importar até que alguém passasse para lhe supervisionar, o que era raro ou… ─ Daisy! ─ O sorriso iluminou completamente suas feições enquanto se punha de pé, passando a mão na franja para arrumar os fios. ─ Thank God, garota! Meu estômago já estava roncando. ─ Suspirou levemente antes de rir baixo ao mesmo tempo em que se inclinava para a tela do computador e fechar a tela de fofocas. ─ Você demorou hoje, o que aprendeu na aula?
daisyxs
Ser uma aluna aplicada tinha suas vantagens, como sempre estar organizada com as atividades e trabalhos a ponto de logo se ver livre e poder aproveitar parte do seu dia. Mas diferente dos demais alunos, Daisy gostava de passar as suas horas livres quieta dentro de casa ou simplesmente fazendo trabalho voluntário na biblioteca. Poderia não ler tantos livros como gostaria, pois sempre se distraia com algo e demorava mais do que o tempo normal para terminar um livro sequer. Mas a coreana amava o ambiente e a companhia da bibliotecária.
Após a última aula do dia que fora justamente aula prática de culinária francesa, ela pode então se dirigir para o ambiente cheio de livros e alunos fingindo estudar quando na verdade dormiam com os livros em suas caras. – Bonjour! – exclamou a baixinha com seu melhor sorriso, levantando os braços e fazendo com que o cheiro de comida se espalhasse por toda aquela área. – Desculpa! Eu estava emblulhando isso pla gente, não tive tempo de almoçar também. – respondera com um resmungo, esticando os pés pequenos em frente ao balcão. Seus olhos logo saíram da mais velha e caiu sobre a pilha de livros em cima da peça de madeira e aquilo não surpreendeu a Daisy. A mais nova apenas riu e deixou a sua sacola com a comida bem ali. – É ta...tatafla, não, não é isso. – as mãos que antes estavam em cima dos livros para que fossem colocados de volta em seu lugar foi até as próprias bochechas gordinhas, tentando lembrar-se da pronuncia do prato que aprendera minutos atrás. – Ok, vou soletla. Tar...ti...fle..tte. – dissera silaba por silaba, tentando fazer com sua língua lhe obedecesse ao repetir a palavra final. – Taltiflette!
“Daisy! Era você mesma quem eu estava procurando!” Harper comemorou ao encontrá-la, chamando-a alto ao longe para que não a perdesse. Em uma breve corrida até ela, desandou a falar “Então, como você sabe, o novo evento de arrecadação de fundos para caridade está se aproximando…” lembrou-a, continuando em seguida “Eu estou coletando algumas ideias legais para conseguirmos que o pessoal doe… Você tem alguma?” sua caderneta e lápis estavam a postos, junto de um sorriso imbatível, regado a uma motivação sem fim quando se tratava de fazer o bem aos outros. O legado da irmandade a que pertenciam era levado muito a sério pela presidente, afinal, que sempre estimulava suas irmãs a seguirem-no.
Distraída até mesmo com a própria sombra, era assim mesmo que Daisy andava para todos os cantos do campus. Tão distraída que levou um susto quando ouviu seu nome ser chamado de longe, passando a olhar ao seu redor a procura da fonte do chamado. – Ah! Unnie! – acenou sorridente para a figura loira, dando alguns passos na direção da mesma, desviando do seu caminho por alguns instantes. As vezes simplesmente costumava caminhar pelos corredores até seus pés lhe levarem até algum ambiente tranquilo para desenhar ou adiantar as atividades. – Já chegou a época dos eventos? – arregalou os olhos diante da informação, dando-se conta de sua memória um tanto falha. – Hm, eu diria que venta de doces seria uma boa ideia. Eu poderia fazer cupcakes de red velvet pra simbolizar as cores da universidade. – dissera pensativa, cruzando os braços em frente ao corpo e o olhar longe, buscando ideias do fundo de sua mente. – Mas eu não sei se gastariam tanto com doces, é mais fácil a maioria dos alunos dar dinheiro pra bebida. – a risada veio junto com o resto de seu pensamento, fazendo as bochechas se tornarem mais salientes.
“ — Shadows fall over my heart… ” cantarolou impulsionando seus pés contra o chão fazendo com que a cadeira em que estava girasse em sentido anti-horário, fazia pouco mais de vinte minutos desde que chegara na cozinha, local onde havia combinado com a @daisyxs para se encontrarem; sabia muito bem que a garota tinha algum plano em mente para marcar algo justamente na cozinha “Espero que ela não me faça cozinhar, Deus lhe peço isso.” pensou, era fato que Addison era um desastre no mundo culinário, mas deu o braço a torcer pela melhor amiga e sabia muito bem que iria ser convencido de qualquer forma, todavia, mentalmente ainda torcia para que a ruiva o chamara apenas para mostrar alguma nova receita que havia criado. Inquieto olhou para o relógio que havia próximo a porta, 16:40. mesmo estando pouco tempo no local o tédio estava a falar mais alto naquele momento. “ — Daisy pelo amor de Deus aparece logo.” suspirou pesado, encostando sua testa na bancada em frente de si.
Enquanto as suas demais companheiras aproveitaram a manhã dormindo ou fora do prédio da irmandade, a Ryu se via entretida com a sua mini máquina de costura por horas. Havia chamado Addison para uma pequena aula de culinária durante a tarde; obviamente sem o consentimento do mesmo. Daisy assim, inventava mil e uns planos caseiros para se divertir com os poucos amigos que tinha pela universidade, mas devida a sua mente avoada ela sempre se esquecia de detalhar o que seria feito. – Yay! Plonto! – exclamou animada consigo mesma do seu quarto, terminando de embrulhar um dos aventais de cozinha que havia feito naquela manhã para o melhor amigo. Já estava atrasada e apenas deu-se conta disso naquele instante, praticamente pulando de sua cama perfeitamente arrumada. – Addi! Addi! Me pledoa, eu me distlai lá em cima. – dizia a figura baixinha que vinha correndo pela sala até chegar na cozinha, com seus pés descalços e o longo cabelo ruivo solto que ia até metade da suas costas. – Você já está aqui faz tempo, né? – perguntou já com a sua típica carinha de culpa, imitando um animalzinho perdido na chuva na tentativa de se safar ao abraça-lo por trás e morder as bochecha dele. Costumava se distrair muito facilmente e aquela não era a primeira vez que deixava o melhor amiga a sua espera.