"Eu sou a porra de uma estrela, então a morte não me assusta, porque eu sei que serei imortal. Na verdade, ela foi um processo natural ao longo da minha vida, como a dor também foi. Então eu aprendi a apreciar as duas coisas. Dessa forma, quando minha hora chegar, eu estarei preparado. Até lá, eu pretendo quebrar mais alguns maxilares de oponentes por aí, inclusive o de ______ na semana que vem. Você está convidado para a primeira fila!" ALEXANDER CROWTHER PARA JIMMY FALLON
BACKGROUND
37 anos, ex-lutador.
Alexander nasceu no Texas, onde o ar era permeado pela presença constante das bases militares e a sombra longa de quem dedica a vida à soberania e à ordem dos que acreditam que os Estados Unidos são o país mais poderoso do mundo. Seus pais, oficiais respeitados do exército americano, sendo Evangeline Clark uma médica experiente de combate no Exército e Jonathan Crowther, piloto prestigiado da Força-Aérea, representavam o ideal de disciplina e força, uma rigidez que moldava o ambiente familiar acabando por desembocar diretamente na criação de Alexander: crescer ali significava conviver com a ideia de dever algo a alguém antes mesmo de entender seu peso: a tradição da farda camuflada, a hierarquia implacável e a promessa silenciosa de sacrifício em troca de glória.
Por conta das explosões e das complicações em sua personalidade, Alexander encontrou nas artes marciais e no boxe, sobretudo, um escape para a turbulência que borbulhava dentro dele, mesmo que não compreendesse muito bem de onde vinha tudo aquilo.
Alguns anos após terminar o ensino médio, seguiu o caminho esperado: ingressou no curso de Engenharia Militar, procurando transformar o potencial destrutivo em estratégia, ordem e eficácia, mesmo que não fosse lá o melhor aluno do curso. Durante o serviço militar, entre os treinamentos e as missões, sua natureza combativa, que até então fora disciplinada, começou a escapar ao controle, quisesse ele admitir e procurar ajuda ou não.
A agressividade que antes era canalizada nas lutas encontrou nos corredores do exército um espaço para se manifestar, sendo direcionada da forma errada: desrespeito a superiores, confrontos físicos e uma rebeldia incontrolável, manchando o nome de sua família, mesmo que nem ela conseguisse lidar com aquele furacão emocional e físico que Alex havia se tornado. Por fim, nem mesmo o peso do nome da família e a influência dos pais foram suficientes para poupá-lo das consequências: três anos após o alistamento, Alex foi expulso do serviço, deixando para trás uma carreira militar interrompida, um futuro que parecia promissor e a frustração amarga de não ter se encaixado no molde que tanto lhe exigiram desde sua concepção.
Foi no contexto dessa reviravolta que Alex voltou aos ringues, onde tudo começara, retomando a essência de Drakos (codinome nos ringues) e se aprimorando mais ainda. O boxe e as artes marciais, ensinados desde a infância, foram seu refúgio e arena de redenção mesmo após tanto tempo, agora sendo um recomeço necessário também: Um rico investidor, sempre atento a novos talentos, percebeu sua força e lhe ofereceu patrocínio. Depois disso, a ascensão de Alexander no mundo das lutas foi meteórica: de seus 24 anos em diante, seu nome se espalhou como fogo em um pasto seco.
ATUALIDADE
O escândalo do doping emergiu como uma tempestade definitiva, arrastando não só seus títulos, mas também sua imagem, sua alma dilacerada pela vergonha, os vícios que começaram a corroer sua fortaleza e o corpo marcado pelas batalhas. Perdeu patrocínios, dinheiro, fama e a glória que sempre almejou. E isso piorou infinitamente sua situação.
Hoje, aos trinta e sete anos, Alexander “Drakos” Crowther se encontra no meio do caminho entre o passado que não consegue apagar e um futuro que talvez nunca consiga recuperar, buscando no silêncio do Hotel Aletheia alguma forma de recomeço, apesar de achar ser impossível. Atualmente, para os tablóides, está em uma "aposentadoria compulsória", por mais que diga a quem queira ouvir, que está apenas de "férias". Há muitos meses, no mesmo quarto daquele hotel, mas está!
PERSONALIDADE
+ determinado, engajado, persistente, dedicado
- instável, agressivo, hostil, teimoso
Alex é um homem extremamente agressivo e competitivo, que adora a adrenalina e o desafio de superar os outros, colocando-se em situações idiotas apenas pelo prazer de sair por cima. Pra piorar ou melhorar a situação, ele é um lutador nato, que não recua diante de uma briga ou de um desafio e sua brutalidade e ferocidade são apenas superadas por sua vaidade e orgulho, caso a gente se importe em comparar. Assim, em geral, Alex se considerava superior aos outros e adorava ser o centro das atenções, se sentir poderoso e respeitado, mas tudo isso ficou no passado, porque agora, mesmo que acabe chamando atenção para si, não quer mais estar sob os holofotes porque isso geraria ainda mais julgamentos.
Um homem impulsivo e que tende a seguir seus instintos, o que pode levar a decisões precipitadas e perigosas, principalmente porque é um sedutor nato, que usa sua charme e sua beleza para conquistar as pessoas e obter o que quer, mesmo que isso não se prove a alternativa mais saudável para ele ou para a pobre vítima a ser ludibriada em questão.
No entanto, por baixo dessas camadas de brutalidade e negatividade, Alexander tem um lado mais vulnerável e sensível, que ele tenta não demonstrar tanto assim, porque lhe foi ensinado que demonstrar demais e se importar demais era coisa de gente fraca. Então, Alex pode ser intensamente leal às pessoas que considera amigas ou que lhe inspiram cuidado e é capaz de mostrar um lado mais atencioso e preocupado quando se trata delas, mesmo que não seja de seu feitio demonstrar isso integralmente, exceto no contexto de relacionamentos muito íntimos, sejam eles românticos ou não. Na verdade, ele só conhece a ideia de ser útil enquanto puder servir. Seja aos interesses de alguém, às ambições alheias ou às próprias vontades: ele é um escravo de si mesmo, vítima da própria vaidade e do abandono como uma entidade que já se refletiu na guerra e na violência, mas hoje não parece mais tão digno de sequer continuar lutando mesmo que seja para existir.
Detalhes: Bissexual (com preferência por mulheres, tanto que todos seus relacionamentos públicos foram nessa modalidade), 1. 95 de altura, 90 kg, tatuagens espalhadas pelo corpo e cicatrizes também. Possui brincos de argola nas duas orelhas, com um furo em cada. Fala inglês e só isso mesmo, como bom americano texano que é.
Estética: Elementos de combate: ringues de boxe, luvas de couro gastas, sacos de areia pendurados, cordas do ringue desgastadas pelo tempo, pôsteres amarelados de lutas antigas. Estilo de se vestir: jaquetas de couro ou casacos militares sobre camisetas simples, regatas ou camisas abertas, calças jeans surradas ou cargo, botas pesadas que já viram brigas e viagens, bandagens enroladas nos punhos mesmo fora do treino. Cores predominantes: tons de vermelho profundo e enferrujado, preto fosco, cinza aço e detalhes em dourado que remetem a medalhas e cinturões de campeonato. Toque bruto: cicatrizes no rosto e nos nós dos dedos, barba por fazer, tatuagens. Objetos simbólicos: um protetor bucal antigo guardado como talismã, fichas de pôquer e dados marcados, uma corrente com pingente em forma de gládio, um maço de cigarros amassado no bolso e uma fotografia amarelada de sua primeira luta no ringue.
+1: Em seu primeiro ano competindo contra o vencedor atual, superou a marca de 12 rounds, exercendo o décimo terceiro a contragosto da organização, mas em consenso com seu oponente.
A maldição se manifesta através do que já foi sua força na outra vida: a violência. Seu temperamento instável o colocou e o coloca em situações muito delicadas até hoje, seja com pessoas importantes para ele ou em termos pessoais e isso mina seu psicológico a cada novo dia.
TASK 01: Seu token é sua tatuagem de serpentes, posicionada na altura de suas costas/coluna e nuca. É colossal, como a imagem das draconas/cobras comumente associadas a Ares, mas neste caso, faz referência ao nome de campeão escolhido por Alex no mundo do pugilismo. [X]












