Talvez porque luto fosse estranho assim. Em algum momento você aprende a continuar vivendo ao redor da ausência até ela se tornar parte permanente da própria estrutura emocional. Não dói da mesma forma todos os dias, mas permanece ali, silenciosa, existindo entre pensamentos pequenos, músicas específicas, lembranças involuntárias e momentos em que você percebe o quanto queria contar alguma coisa para alguém que não está mais ali.
Escriturias












