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@eucontoofi
Meu pai não é de ter muitas amizades mas os amigos que tem, são bem leais a ele, incluindo Jorge, o mais gato dos amigos do meu pai. Eu o chamo de tio desde quando eu era criança, e sempre me senti atraída por ele, mas por questões óbvias nunca pude dizer. Mas eu cresci, e hoje tenho 21 aninhos, um corpo sensual e delicioso. Seios redondinhos e gostosos, uma bunda redondinha e empinada, e ainda o chamo de tio ou titio.
De uns tempos pra cá, sinto Jorge me olhando com mais firmeza, mais atenção, mais “desejo” sabe. Pode ser coisa da minha cabeça, mas eu vejo isso, ou provavelmente sou eu querendo que ele me veja assim.
Jorge é bem grande, deve ter uns 2 metros de altura, bem alto, perto de meus 1,65, o que me atrai mais ainda. Faz eu ter várias fantasias. Ah se ele soubesse que já foi o motivo de várias siriricas no meu quarto.
Um dia de sábado a tarde, meu pai chamou Jorge pra tomar uma cerveja em casa, justo no dia que combinei de visitar minha amiga na casa dela. Chamei um Uber enquanto meu pai enchia a geladeira de cerveja.
Meu Uber chega, e assim que me despeço do meu pai a campainha toca. Meu pai me pediu para abria a porta pois devia ser o Jorge, então fui até a porta e abri, e Jorge aparece com duas caixas de cerveja nas mãos.
“Oi titio!” eu digo o cumprimentando com um beijo no rosto.
“Oi minha sobrinha querida!” ele me diz como um grande e belo sorriso, “onde vai toda arrumada desse jeito?”
Eu respondo já boba com o elogio dele, “vou a casa de uma amiga”
“Que legal, divirta-se então”, diz ele passando a mão em minha cabeça como se eu fosse uma bebezinha kkkk. Mal sabe ele que eu queria devorar ele.
No caminho até a casa da minha amiga, ela me manda mensagem:
“Amiga, cê já tá vindo?” ela digita.
“Sim, aconteceu alguma coisa?” pergunto com preocupação.
“Não vou poder te receber, preciso ir pro hospital”
Eu respondo, “Ok amiga, mas aconteceu alguma coisa com vc?”
“Nada comigo, foi meu irmão que caiu de moto” responde minha amiga.
“Tudo bem então”, respondo a ela, “Se precisar de algo me avise”.
“Ok, aviso sim”, e completa dizendo, “me desculpa tá”.
“Sem problemas amiga”, respondo a ela, e pergunto pro motorista se posso alterar o destino para casa novamente. O motorista aceita e vou para casa.
Chego em casa e encontro meu pai e Jorge bebendo e assistindo futebol, e meu pai pergunta o que aconteceu, e eu explico que o irmão da minha amiga sofreu um acidente e ela teve que ir para o hospital.
Jorge fixou o olhar em mim enquanto eu explicava pro meu pai, então disse a eles que iria pro meu quarto. Meu pai fala pra eu pegar uma cerveja na geladeira, já que eu voltei pra casa, então eu fui e peguei, mas mesmo assim, fui para meu quarto.
Passado um tempo desci até a sala e vejo meu pai e Jorge dormindo, então acordo meu pai e falo para ele ir pra cama, e depôs de muita dificuldade em acordar, ele meio que desperta, ainda sonolento e meio bêbado e vai para sua cama. No caminho ele me diz que não é pra acordar o Jorge, depois ele vai pra casa.
Eu deixo meu pai deitado na cama e desço novamente pra pegar uma cerveja pra mim, quando vejo Jorge no sofá, todo largado. Impossível não ver o volume que ele tinha em suas calças. Me passou tanta coisa na cabeça aquela hora, mas de longe a mais doida foi a que eu fiz.
Voltei para meu quarto, coloquei uma camiseta grande que tinha desde que meu amigo veio aqui em casa e esqueceu, tirei meu short e fiquei apenas de calcinha por baixo, então desci novamente, com a latinha de cerveja na mão e uma idéia maliciosa na cabeça.
Hesitei por alguns segundos, mas não desisti, então me ajoelhei na frente de Jorge sentado no sofá, e comecei a acariciar seus pau por cima de suas calças, e senti o volume crescer, e antes de ficar ereto, abri as calças dele e peguei aquela rola, da grossura do meu pulso e comecei a chupar.
Mole? Sim, mole. Gosto de sentir endurecer em minha boca, como uma rocha, deslizando minha língua de baixo pra cima, circulando minha língua em sua cabeça rosa e grande.
Segurei firme pela base e cuspi pra lubrificar, então comecei a punhetar e chupar de maneira suave e intensa, quando de repente ele desperta, assustado mas ainda meio bêbado.
Ele pergunta do meu pai, e eu interrompi a chupada pra responder, “já está dormindo titio”, e ele então reclina a cabeça e solta um gemido rouco e baixo.
A essa altura eu já estava bem molhada, então com a outra mão começo a me masturbar, girando dois dedos no meu clitóris e enfiando na minha bucetinha, enquanto meu boquete em Jorge fica mais intenso.
Jorge pergunta pra mim “você tá doida menina?”
Eu respondo “por que titio? Só estou fazendo um carinho no senhor”
Ele se rendeu confessando em seu olhar, o quanto queria ter feito isso comigo, e entrou na brincadeira.
“Então você tá fazendo carinho no titio?”
“Sim titio!” respondi com voz fina e ingênua.
“Mas então não diga nada pra ninguém tá?” ele diz, pra mim com voz baixa e sensual.
“Eu prometo titio, ninguém vai saber que eu faço carinho no seu pau”.
E volto a engolir aquele mastro imenso. Enquanto ele se contorce no sofá, eu deixo sua rola encharcada com minha saliva misturada com o mel que sai do seu pau, e falo várias coisas pra deixar ele doido:
“sabia que eu sempre quis brincar assim com o senhor titio?”.
“Não, o titio não sabia”
Eu me levanto e pego na mão dele, “olha titio, quanta vontade eu tava de brincar”, e coloco na minha buceta molhada.
“Titio, você tem um pau grandão sabia? Quase não cabe na minha boquinha”
Ele me responde “É mesmo?”
“Sim”, afirmo com minha boca toda babada de mamar aquela rola.
“Quer sentar aqui no colo do titio!” ele pergunta.
“Eu posso mesmo titio?”
“Claro, pode vir”
Então eu tiro minha calcinha e me sento de costas para ele, enquanto ele observa minha bunda e minha bucetinha ser aberta por seu pau enorme.
“Aí titio”, eu gemo bem baixinho com voz ingênua, “que grande, será que cabe?”
Jorge segurando firme com suas mãos enormes em minha cintura diz, “Cabe sim sobrinha, é só ir devagar”
“Então tá titio, bem devagar”
Então vou deslizando lentamente de cima pra baixo entre umas reboladas e unas socadas de leve, então ele com uma certa força, puxa meu cabelo e me deixa deitada em seu peito, e obviamente eu solto um gemido de prazer. Enquanto estou deitada de costas em seu peito, ele coloca as mãos por baixo das minhas coxas e abre minhas pernas, deixando a mostra o seu pau socando minha buceta rosinha.
Nessa posição ficamos nos deliciando por alguns minutos até quase gozar
“Aí titio, para, tô sentindo uma coisa esquisita”.
“Isso é normal sobrinha”, responde com cara de safado.
“É mesmo titio?”
“Sim”
Eu desço e me sento novamente no seu colo pra cavalgar de frente pra ele.
“Titio, olha meus peitinhos, olha como são redondinhos”
“Que delicia sobrinha, da até vontade de mamar eles”
“Mas o senhor já é grandinho pra mamar titio”
“Sim, eu sei”.
“Vem titio, vem mamar sua sobrinha”, digo segurando meus peitinhos pra ele, enquanto cavalgo sua rola.
“Que delicia sobrinha”, ele fala com a voz abafada pelos meus peitinhos, “como é delicioso seus peitinhos sobrinha”.
Eu o cavalgo muito, como se não houvesse amanhã.
“Para, se não o titio vai derramar leite!”
“Não titio, não pode desperdiçar” eu falo com uma voz doce de repreensão, mas vejo que ele não vai mais suportar, então desço de cima dele e seguro seu pau com vontade, chupando, punhetando e dizendo o que ele quer ouvir.
“Titio, tô com fome. Cadê o leitinho quente você falou?” cobro ele com cara de safada.
“Já tá vindo minha sobrinha, tá vindo”
Sinto seu pau dilatar em minha mão, então paro de punhetar e coloco na minha boca, quando sinto a explosão em minha garganta. Aquele leite quente preenche minha boca, com sabor forte mas meu tesão era maior. Não deixei cair uma gota sequer.
“Abre a boquinha pro titio ver”
Então abri e mostrei aquela porra dentro da minha boca, logo em seguida, fechei e engoli tudo.
“Que menina comportada, tomou tudo, igual uma gatinha”.
“Sim titio, tudinho”
“Agora deixa o titio te recompensar”.
“Como titio?”
Então ele me colocou de quatro no sofá e começou a me chupar. Que delicia de língua ele tinha, uma língua macia e ao mesmo tempo firme, que fazia movimentos giratórios em meu clitóris.
Naquele momento eu não demorei a gozar na boca dele, pois já estávamos tão cheios de tesão, que eu não me vi com obrigação nenhuma de me segurar.
Gozei horrores naquela boca.
Ele se limpou com minha roupa e eu fui tomar um banho. Logo que desci, já de cabelo molhado, encontro meu pai conversando com Jorge falando que bebeu demais e por isso pegou no sono. Jorge fala pro meu pai ficar tranquilo, por que eu fiz sala pra ele.
Agora eu fico de olho, e sempre lembro meu pai dos jogos importantes, pra ele chamar o titio Jorge pra vir pra casa.
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Paola!
Caro(a) leitor(a), Antes de mergulharmos nesta narrativa intensa e envolvente, é importante ressaltar que este conto erótico é puramente ficcional e destinado exclusivamente ao entretenimento adulto. As personagens e situações descritas aqui são criações da imaginação, não possuindo qualquer vínculo com pessoas reais ou a realidade das criadoras de conteúdo adulto.
A internet é um mundo cheio de possibilidades para explorar e lucrar. E foi nessa vibe que uma garota teve uma ideia brilhante: trabalhar online. Só que ela não quis seguir os caminhos tradicionais, como vender cursos ou produtos online. Ela preferiu apostar em algo mais ousado.
Essa garota vende um conteúdo bem especial e muito procurado na internet. E aí você deve estar se perguntando: como ela consegue conciliar esse trabalho com o relacionamento amoroso? Pois é, ela está namorando e ainda assim faz tudo funcionar.
Venha comigo e mergulhe na história de Paola, uma vida cheia de emoções. Vamos descobrir como essa nova empreitada vai transformar sua vida. Prepare-se para acompanhar essa narrativa cativante e desvendar os rumos dessa jornada.
Assim que saio do banho, meu celular toca e vejo que é o Erick. Havíamos combinado de nos encontrar, mas o clima não colaborou, começou a chover e fez um frio de arrepiar. Decidimos remarcar o encontro e acabamos marcando para acontecer aqui em casa. Enquanto esperava ele chegar, vesti um shortinho... Espera aí! Estou me adiantando demais. Deixe-me me apresentar primeiro:
Me chamo Paola, sou da capital de Mato Grosso do Sul, Campo Grande. Sou uma garota de 25 anos, 1,76 de altura, branquinha, de seios deliciosos, uma bela e grande bunda, coxas grossas e um pézinho bem feitinho. Como eu dizia, eu estava esperando ele com um shortinho bem curto apesar do frio, mas dentro do eu apartamento nem dava pra sentir tanto. Como eu estava em casa, sozinha, não me preocupei com a parte de cima. Sim, sem nada por cima!
Erick não demora muito a chegar e assim que bate a porta eu vou correndo pra atender, e ao abrir a porta, ele se depara comigo de seios a mostra, todinhos pra ele, mas ele estava encharcado e disse a ele pra ir tomar um banho enquanto eu fazia algo pra beliscar tomando um vinho. Notificação no celular! Um assinante do meu perfil manda mensagem. Nesse momento eu penso seriamente em falar pro Erick qual o meu trabalho, que até agora ele acredita ser home office, o que não é mentira, mas eu procrastino mais uma vez e não falo.
Erick retorna do banho apenas de toalha, como se a casa fosse dele, o que não nego, pois, ja temos quase 1 ano de relacionamento, mas ainda não moramos juntos.
Falando dele, ele é um baita homem, tem 32 anos, cabelos pretos, musculoso, mas não definido, porem uma delícia de corpo, com suas coxas grossas assim como as minhas porem definidas e uma rola, mas uma rola maravilhosa, uma peça esculpida sabe? Coisa deliciosa mesmo kkkk.
Ele veio até a cama e não quis saber de petisco nem nada. Me pegou pela cintura, colocou a mão em minha nuca e me deu um beijo, apaixonado e, ao mesmo tempo com tanto tesão que não resisti e me entreguei.
Ele me beijou até eu sentir seu pau endurecer por baixo da toalha, cutucando a testa da minha bucetinha, que a essa altura ja estava molhada. Eu me deito na cama e aprecio Erick tirar a toalha e colocar a mostra aquele pau enorme enquanto eu tiro meu pequeno shortinho. Erick volta a me beijar e sinto seu pau esfregar na minha buceta melecada, e até sinto ele tentar colocar a cabecinha nela, mas ele se segura e volta a me chupar.
Me chupa com uma habilidade, fazendo eu quase gozar e fazendo pausas pra me deixar louca. Ele me chupava e segurava meus tornozelos como se fosse alguém segurando pra ele. Até imaginei que ele pensou isso sabe, porque ele tava tão empenhado em meus tornozelos sabe, me deu um tesão. Sentir a língua dele girar em meu clitóris era incrível, delicioso e excitante. Excitante em saber que quem estava no controle era ele, e que eu não podia nem gozar até que ele permitisse, mas em um momento ele começou a lamber suavemente e não parou, e eu pensei 'Agora eu vou gozar', e como numa transmissão de pensamento ele continua a lamber suavemente e me deixa gozar em sua boca, ai nossa, que delicia, me contorcer com aquela língua deliciosa na minha bucetinha.
Ele aproveitou meu orgasmo e entrou em mim, com a minha bucetinha contraída de tesão, apertadinha, quente e beeem molhada. Eu senti aquela rola enorme entrar na minha bucetinha, deslizando pra dentro, bem suave, mas sentindo a rigidez daquele pau duro como uma rocha, e ele me bombou por um tempo até quase gozar, mas eu o afastei, sim, empurrei ele e me levantei, coloquei ele sentado na cama e me coloquei de joelhos na sua frente, agarrei aquele pau melado com o líquido da minha buceta, olhei nos olhos dele e comecei a lamber de baixo pra cima, em todos os cantos, limpando tudo pra ele ver, e ai lambi da base até a cabecinha, passei a língua em volta por duas vezes e engoli aquele pau, até a metade, e voltei já punhetando pra ele enquanto retomava meu folego, e mais uma vez engoli um pouco mais dessa vez, e continuei chupando por um tempinho até punhetar pra ele novamente, e então eu engulo mais uma vez, mas dessa vez até a base. Sim, engoli todo aquele pau, e senti as bolas dele se contraírem, senti dilatar em minha boca e achei que ele ia gozar, então ele pediu para eu parar e… eu não parei. Deixei ele gozar na minha boca enquanto estava quase na minha garganta, e senti aquele leitinho quente descer por dentro de mim, ai que delicia aquilo.
Ele ficou de olhos arregalados olhando para mim, enquanto eu retirava seu pau da minha boca lentamente, olhando em seus olhos, como uma putinha safada, limpei os cantos da minha boca com um sorriso cínico e cheio de tesão.
No outro dia…
Como sempre faço, acordo, coloco uma música e vou tomar banho quente e demorado, porque daqui a pouco vou gravar um vídeo pra minha plataforma, e marquei com um assinante misterioso que me pediu sigilo, e como a grana valia muito a pena, eu aceitei.
Terminado meu banho, me preparo pra tomar um cafézinho leve pra não atrapalhar, alguns biscoitinhos e umas frutas com mel. Vou me arrumar, e coloco um vestido curto azul, me maquio e vou pro meu encontro. Quando eu chego no local, que era uma casa, na verdade, uma mansão, com vários quartos e tal, sou recepcionado por um cara alto, gato demais, que me guia ate a sala e pede pra eu esperar seu chefe que logo ira chegar. Nesse meio tempo fico admirando aquela mansão, e toda sua imensidão, cheia de corredores e uma belíssima vista.
De repente me bate na consciência o Erick, e a quanto tempo eu guardo isso dele, mesmo tendo esse trabalho antes de conhecer ele, sinto que deveria ter contado a ele, e a cada vez que penso nisso fica pior, sinto que deveria ter compartilhado essa parte importante da minha história com ele desde o início.
Enfim o assinante misterioso chega, e…
É o Erick!
Eu não sabia o que dizer, ou o que fazer. Fiquei em choque!
Erick: Não vai me dizer oi?
Paola: Erick! Eu… eu…
Erick: Meu amor, eu já sabia.
Paola: Como assim? Eu nunca te contei, e estava agora a pouco mesmo me lamentando por isso.
Erick: Pois é meu bem. Antes de te conhecer, havia visto seu perfil na plataforma, e sabe como eu descobri você?
Paola: N… não. Co… como?
Erick: Isso é assunto pra outra hora, agora vamos ao que interessa.
Paola: Serio?
Erick: Sim. Vamos?
Então ele se levantou já abaixando as suas calças e me dizendo: 'Amor, quero que saiba que não estou bravo com você', tocando em meu rosto e elevando meu olhar até seus olhos, 'Quero que saiba que nada vai mudar entre nós, mas hoje quero apenas ser seu cliente. E quero que nos chupe igual fez comigo ontem'. Eu me espantei quando ele disse ''nos chupe'', e então o cara que me recebeu também tirou suas calças. Eu já havia entendido, e como não havia remédio, me entreguei aos dois, mesmo sabendo que podia ser uma armadilha de Erick.
Comecei chupando o Erick, igual ontem como ele havia me pedido. Comecei lambendo seu pau desde a base ate a cabeça, fazendo círculos com a língua, enquanto punhetava seu ''amigo'', em seguida repeti a linguada em seu amigo e punhetei Erick. Voltei no pau do Erick e engoli até a metade deixando bem lambuzado, repeti o movimento algumas vezes até trocar de rola, e repeti em seu amigo, e Erick me pede pra ficar de quatro no sofá de modo que eu conseguisse chupar seu amigo enquanto ele chupava e lambia minha bucetinha e meu cuzinho.
A rola do amigo do Erick era do mesmo tamanho da dele, o que me deixou com muito tesão. Erick como sempre, me deixando muito excitada com sua língua, botou dois dedos dentro da minha bucetinha e começou a lamber meu cuzinho, enquanto eu me acabava na rola do seu amigo que, até agora não me foi apresentado. Em um determinado momento Erick fala: 'Pega ela Bruno'. (Ah, seu nome é Bruno então) E ele me coloca deitada no sofá de pernas arreganhadas, toda melecada pela chupada do Erick, da umas batidas com seu pau na testinha da minha buceta e enfia em mim, sem rodeio nenhum, e me bomba deliciosamente, enquanto Erick da a volta até minha cabeça, e no caminho vem punhetando seu pau e quando ele chega até mim, me olha com cara de tesão e um sorriso safado e com seu pau babando, bate em minha boca antes de eu engoli-lo novamente.
Nesse momento tenho cada um me bombando em lugares diferentes. Bruno com mais força, socando na minha bucetinha enquanto Erick, delicadamente segura meu cabelo e me puxa enquanto bomba seu pau na minha boca, mas Erick resolve trocar com Bruno, que parece ansioso pra ser chupado, mas Erick resolve me colocar de quatro novamente, só que agora pra me comer, enquanto Bruno se senta com uma perna erguida e outra solta pra fora do sofá, e mais uma vez minha bucetinha é bombada, enquanto eu devoro a rola do Bruno.
Erick: Ta gostando sua putinha?
Paola: Sim, to gostando! O pau do Bruno é delicioso!
Erick: safada!
E continuamos nossa festinha, com muitos gemidos, suados e cheios de tesão, então Erick fala pro Bruno se sentar e me pede pra cavalgar Bruno, bem suave. Então nos ficamos na posição e começo a roçar minha bucetinha no pau do Bruno e logo coloco dentro e sento de vez, ai começo a cavalgar com vontade, mas logo Erick se aproxima e já sei onde isso vai dar, quer dizer, eu sei o que eu vou dar agora. Desacelero o ritmo pro Erick se aproximar, então ele chega e vai lubrificando meu cuzinho com sua saliva mesmo. Colocando um dedo e massageando, colocou mais um e continuou e então depois de um tempinho, me acostumo com a dor e ele e pergunta se já pode entrar, e eu respondo que sim, então ele coloca a cabecinha e tudo isso comigo sentada no pau do Bruno. Eu senti um pouco de dor, mas o tesão estava muito maior e logo estavam os dois bombando, um em cada buraco. Eu fiquei louca de tesão, gemi alto e Bruno disse pra eu parar se não ele iria gozar.
Já estávamos no ápice do nosso tesão quando eu sinto que vou gozar e não me seguro dessa vez. Gozo no pau de Bruno contraindo minha bucetinha e consequentemente meu cuzinho, e logo percebo a rola do Bruno dilatar, sinal de que vai gozar. Dito e feito, Bruno se contorce e segura minha cintura forte e sinto seu jato de leite dentro da minha buceta. Erick fica louco com a cena ainda mais que eu havia acabado de gozar e meu cuzinho ainda estava contraído, sinto agora o pau do Erick dilatar dentro do meu cuzinho, num misto de dor e muito mais tesão, e ele acaba gozando em mim.
Nos derramamos exaustos no sofá daquela mansão, suados e satisfeitos com tudo aquilo. Eu me viro pro Erick e pergunto se esta tudo bem entre a gente e ele me responde: 'Não! Vão ficar melhores', e me sorri com ar de satisfação me tranquilizando naquele momento.
Sinto um alívio em ter tirado esse peso da minha consciência. Esperem só pra ver os próximos capítulos.
Beijos, Paola.