Em nome da Excalibur, GERÁRD LEFOU em seus 23 anos, jura reverter o legado de GASTON LEFOU durante a sua estadia na Academia dos Legados. Com a sabedoria concedida a ela, deve se manter no caminho da luz enquanto conclui o MÓDULO II. Com a bondade tocada em seu coração, recebe DEDICADO e não se permite ser corrompida por TEIMOSO. Por último, é deixado um corte na mão de RUDY PANKOW como prova de seu comprometimento com a luz.
HABILIDADE MÁGICA: Metamorfose; consegue mudar parte do seu corpo ou ele todo para parecer com outra pessoa, uma habilidade pela qual tem muito apreço e odeia não poder utilizar fora da academia.
OCUPAÇÃO: Funcionário do Will O’ The Wisps Camp durante a semana e da Academia do Gaston durante o final de semana, defensor reserva do Rotten To The Core.
ABOUT: O conceito de ter mãe não era algo que Gerard chegou a experimentar, infelizmente o menino foi deixado à pura sorte na porta de Gaston com apenas um bilhete informando que aquele era filho do homem, se não fosse um dos visitantes das lutas ter o encontrado e o levado para o Lefou. Foram dias de febre para a criança e muito pouco foi feito pelo mesmo, sendo honesto, mas de alguma forma o menino conseguiu sobreviver e como dizem: o que não te mata, te deixa mais forte!
Com o passar dos dias, e principalmente dos anos, o menino com olhos curiosos foi crescendo e muito observador sempre foi aprendendo como era lutar, sobreviver naquele ambiente hostil e, principalmente, como orgulhar o seu pai. Gaston adorava contar como o menino sobreviveu, que era um homem forte, e estava se mostrando também forte na luta, sendo por isso que o progenitor jamais entendeu quando, aos quinze anos, o menino decidiu largar suas luvas para focar nas finanças.
Sua lábia era impressionante, sendo honesto, e quando cuidava das apostas sempre sabia como fazer as pessoas gastarem um pouco mais do que deveriam, assim como se safar de todos os problemas com suas palavras, ou seu rostinho bonito que muitas vezes o ajudavam. Era um charme em pessoa, por isso coleciona ex-namorados e realmente gostava de viver assim, principalmente de ser elogiado, adorado e até amado como seu pai.
Adorava sua vida no castigo, apesar de todos os males tinha uma liberdade naquele lugar que sabia que não teria na cidade de cima, porém a idade chegou e então passou por todos os requerimentos (claro, com a ajuda de o que fosse que colocaram na droga que lhe deram). Enquanto não tinha mesmo a liberdade, aprendeu a gostar das regalias que tinha como ar puro e ganhou uma das habilidades que mais lhe seria útil para a maioria das suas tramóias, mesmo que ainda não pudesse utilizá-la a seu favor fora dos limites da universidade.
Aprendeu a se virar naquela cidade, conseguiu um trabalho graças à bondade de Merida e seguiu trabalhando nas noites de final de semana nas lutas do pai mesmo que secretamente; entrou para o time do pai e, nos tempos vagos, aproveitava sua vida como um homem digno (palavras de seu pai).
Escorada contra um poste, de cara amarrada, Effie escutava o discurso de Jim Hawkins sem prestar atenção, com uma raspadinha de tutti-frutti em mãos. Sem olhar diretamente para o homem do progresso que falava e arrancava suspiros, percebeu uma movimentação através de uma abertura nas cortinas atrás do palco. Um homem esguio e familiar deixou cair a caixa cheia de papéis azuis que segurava (plantas de projetos, provavelmente) ao se desequilibrar, indo ao encontro do chão ele mesmo, como se tivesse perdido o controle de suas pernas. A Heart não tirou os olhos da imagem por um segundo, percebendo quando ele tentou se levantar e não conseguiu. “É o professor Thatch?” Perguntou para ninguém em específico, em dúvida sobre ir atrás dele ou não, porque isso significava invadir o palco no meio do falatório de Jim Hawkins.“Porra, ninguém tá vendo isso pra ajudar?”
⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ៹ . por que estava ali seria um mistério para a maioria das pessoas considerando que o assunto estava longe de ser um dos favoritos do lefou mas a verdade era que tinha um plano, um dos seus melhores, para conseguir encontrar alguma diversão no local afinal o que era melhor que meninas tristes por não terem alguém que desejava? consolar uma delas poderia ser favorável pra ele por isso estava em seu canto observando as meninas que suspiravam por jim hawkins pensando em qual iria tentar a sorte depois só que, sendo sincero, ele deveria saber melhor e logo ouviu a voz de effie ao seu lado fazendo sua atenção mudar até encontrar a figura no chão do palco. “ parece ser ele, mas por que será que ele não consegue se levantar? ” cruzou os braços observando a figura do professor que parecia não conseguir se levantar dando um suspiro ao ouvir a indignação da heart. “ acho que ninguém realmente notou, ou se importa, mas nem pense em subir naquele palco ouviu?! ” havia um tom sério em suas palavras, algo até incomum para ele, mas gostava da companhia da outra por isto achava melhor tentar tirar qualquer ideia que poderia surgir em sua mente daquele tipo. “ sei que você tem boas intenções mas no segundo que um guarda notar sua tentativa de subir é isolamento na hora por querer atacar jim ou algo do tipo, sabe como é as coisas por aqui ”
roxanne said ❛ welcome to the first day of the rest of your best life ❜
⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ៹ . poderia ser pobre e ter crescido longe das regalias que alguém como a mulher ao seu lado tinha porém aquela estava longe de ser a primeira vez, ou até mesmo última, que aproveitaria uma jacuzzi como aquela mas nem por isso deixava de ser divertido todas as vezes; sendo sincero ele poderia se acostumar com aquilo. as palavras da outra acabaram por arrancar um sorriso sincero de seus lábios. “ sério? então a partir de hoje começa a minha melhor vida? me trazer aqui é uma espécie de maneira para me convencer a ser seu sugar baby ou algo do tipo? ”
⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ៹ . enquanto gerárd não era uma pessoa ligada a moda, ninguém podia dizer que ele não ligava para sua aparência; assim como o pai sempre se cuidou afinal quem gostaria de ficar com um cara todo sujo, mal vestido e fedido? jamais! sendo assim, ao ouvir as palavras do la bouff ao seu lado quando parou ao lado dele para conversar um pouco, sentiu-se paralisar por alguns segundos não fazendo nada além de piscar enquanto encarava o menino. “ como é que é? ” a pergunta saiu tão estranha que o lefou precisou respirar para recuperar sua forma antes de afastar-se da parede que estava para encarar melhor o outro. “ essa cor é basicamente 25% do meu guarda roupa, marc, como não é minha cor? ”
rory said ❛ now i know the exact moment our friendship died . ❜
⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ៹ . fora impossível segurar a risada baixa que deu diante das palavras da outra, chegando a dar de ombros antes de se apoiar na porta do carro velho que usava naquele dia. “ então esse é o seu limite, rory? eu não te contar para onde vou? sorry, baby, pensei que nossa relação fosse mais forte e isso realmente me magoa ” levou uma das mãos ao coração em um gesto dramático que foi acompanhado de uma careta como se estivesse sentindo o mesmo doer dentro de seu peito. “ se quer tanto saber, entra ai e vamos dar uma volta! ”
lola said ❛ that was very cute , that thing we just did there . ❜
⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ៹ . por mais que estivesse longe de ser o emprego dos seus sonhos gostava de trabalhar no acampamento fosse por agradecimento a merida, considerando que a mulher jamais o tratou mal ou de maneira inferior, ou pelas crianças que sempre o divertiam de alguma forma. adorava crianças por mais estranho que fosse, alguns diriam que era por ter a mesma idade mental que as mesmas, mas o ponto era que bastava ouvir o choro de uma para se esforçar até que a mesma parasse, como havia acontecido alguns minutos antes ao encontrar lola com uma criança perdida; depois de todos os seus esforços, contando com a ajuda da ruiva, conseguiu acalmar a criança o suficiente até terem informações o suficiente para encontrar os pais dela e a devolverem em segurança. ao ouvir as palavras da outra assim que estavam mais distante do casal, acabou dando uma risada antes de virar-se para observa-la. “ tecnicamente estava apenas fazendo meu trabalho, foi fofo da sua parte ajudar considerando que não era sua obrigação ” não era toda a verdade mas tinha uma imagem a manter. “ obrigada pela ajuda com ele, aposto que te parou pensando que você era um dos dunbroch por conta do cabelo ”
atlas said ❛ i thought we weren’t supposed to make things personal . ❜
⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ៹ . seu plano no inicio era realmente apenas se divertir no bar, mesmo que não fosse o maior fã de lugares como aquele na cidade de cima pelos olhares estranhos estava cansado demais para ir até algum lugar no castigo e ainda faltavam algumas horas para o toque de recolher, porém ao começar a jogar com a menina que seu lado competitivo surgiu. tudo havia sido ideia da outra mas fora o lefou quem disse que não deveriam levar para o pessoal, isto apenas porque (como sempre) estava cantando vitória antes do tempo e, ao ver a habilidade da crystal, deixou até mesmo a cerveja que bebia de lado para que pudesse focar melhor e ganhar. “ não era parte do plano mas .. isso é pessoal agora, você é boa demais e meu ego está ficando realmente ferido por conta disto ”
⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ៹ . quando convidou camryn para irem juntos ao cinema não estava em seus planos faze-la chorar, na verdade em sua mente tudo ocorreria de maneira bem diferente e sem lágrimas mas pensando bem deveria ter imagino algo do tipo assim que notou o tema do filme que assistiam. romance deveria fazer as pessoas entrarem no clima, ao menos ele acreditava antes, mas serviu perfeitamente como trilha sonora das lágrimas da hopps que ao nota-lo a encarando acabou falando enfim com ele. “ tudo bem? quer dizer você tem direito de ser sentimental e esse cara é realmente bom em confissões de amor, é só que .. ” antes que pudesse falar alguma besteira acabou dando de ombros. “ deixa pra lá, melhor a gente prestar atenção pois tá no final do filme, espero ” acabou sussurrando a última parte pois não aguentava mais aquela coisa de amor verdadeiro.
“Eu não consigo ler mais nada.” disse em voz parcialmente alta enquanto fechava o livro a sua frente. Não se dirigia a ninguém em especial, sequer tinha noção de que alguém a ouviria, pois estava a tanto tempo ali estudando que não tinha mais noção alguma de seus arredores. Afundou o rosto nas mãos soltando um suspiro de frustração audível. “Por que é que eu estudo mesmo?” resmungou.
⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ܢܢ . não era sua intenção ouvir as reclamações da mais nova, ou estar ali quando poderia estar lá fora fazendo coisas mais divertidas não fosse aquele estúpido trabalho, mas sendo uma das únicas pessoas era difícil não ouvir até mesmo a respiração da pessoa mais próxima. “ para voltar ao nosso amado castigo? conseguir uma vida melhor aqui em cima? para passar do primeiro módulo e ser mais aceitável repetir de ano? ” as opções que ofereceu a leons foram seguidas de um leve sorriso antes de fechar o próprio livro a sua frente quando terminou de escrever a última palavra no trabalho para a sua felicidade. “ é algum trabalho ou só estudando por estudar? se for a segunda merece sofrer, ninguém deveria estudar por estudar quando pode aproveitar coisas melhores ”
‘ Por que você acha que as pessoas desaparecem o tempo todo? Pra tirar férias nas Bahamas? ’ riso seco e desdenhoso escapou pelos lábios do Romanov, enquanto ele dava de ombro. ‘ Os coquetéis coloridos e as sereias bonitinhas são uma ótima distração, tenho que admitir… Eu não teria pensado em nada melhor. Quer dizer, teria, mas tenho a impressão que minhas ideias não seriam muito bem aceitas pela família tradicional arthuriana ’
⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ܢܢ . o sorriso sumiu dos lábios do loiro com as palavras do outro, o drink sendo deixado na mesa a sua frente ainda mais depois do que havia ouvido e foram precisos alguns segundos que o choque inicial passasse para que enfim assentisse. “ faz todo o sentido, man, tenho até minhas duvidas se a professora darling não veio primeiro e nunca mais voltou do reino das sereias ou algo assim ” a verdade era que sempre achou o sumiço da mulher um grande mistério mas tinha outras coisas para cuidar então sem tempo para buscar coisas que só poderiam o meter em encrencas. “ se não seriam aceitas pela família tradicional arthuriana então é melhor ainda, se fosse eu criando essa ilusão botaria coisas piores também .. algo meio como aquele hotel da mitologia nom-maj, acho que é a grega, onde as pessoas ficam presas por anos sem notar ”
Aylin não tinha nada contra castigados, não se importava como eles se mesclavam aos poucos a sociedade arthuriana e nem como cada vez mais a Academia ficava mais cheia deles. O problema com eles era mais sobre julgar as roupas que usavam e com alguns a falta de educação. Para ela era um absurdo que alguém tivesse lhe acertado com areia, quando ela só queria aproveitar o show na praia e foi apenas por isso que sua irritação que já existia ficou pior e constatar que havia sido um castigado que não tinha modos para se comportar em um evento daquele, por mais relaxado que fosse, lhe tirava do sério. A expressão de incredulidade no rosto da Fantastic ao escutar as falas do Lefou era clara, principalmente pela forma como ele havia insinuado que ela lhe daria alguma chance, seu problema não era mais por ser um castigado e sim por ser um egocêntrico. “First of all, No. Second of all, Ew.” Disse com seu melhor tom de deboche. “Você deveria procurar outra pessoa para dar essas aulas, não me ofereci pra te ensinar nada. E mesmo se eu tivesse oferecido, você deveria me pagar por isso e sua oferta é um péssimo pagamento, Le fool. Pelo menos seja educado o suficiente para me pedir desculpas por jogar areia em mim, é o mínimo que você pode fazer.”
⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ܢܢ . mesmo que não tivesse como principal objetivo deixar a fantastic daquele jeito, sempre esperava algo mais como flertes de volta, não podia dizer que não estava sendo divertido mesmo que talvez não fosse inteligente irritar uma das filhas de um dos homens mais influentes de arthurian mas ali estava ele. “ ew? ouch, assim você machuca meus sentimentos sabia? não esperava que você fosse ter preconceitos com os menos afortunados, aylin ” um biquinho se formou em seus lábios por alguns segundos como se estivesse realmente machucado mas logo o sorriso voltou a brilhar em seus lábios. “ nah, até que gosto dos meus modos rudes pois irritam você e .. alguém já te disse o quanto você fica fofa quando brava? de todo modo, acredito que meu corpo seja a melhor forma que posso pagar pois dinheiro você não precisa ” era apenas uma constatação de um fato pois nada que pudesse comprar, ou pagar a menina, seria nada comparado ao que ela sempre teve ao crescer em uma família tão afortunada quanto a do gênio algo que ele, e muitos outros no castigo, jamais saberiam como era. “ e se eu não pedir, vai me punir? eu adoro inovações então vamos com tudo e me mostre os cinquenta tons de fantastic! ”
Bastava ver o rosto de Gerárd para que o dia de Anne Marie se tornasse intragável. Não era nada pessoal contra ele! Tinha um belo rosto, afinal de contas, pelo qual Anne Marie já havia se julgado apaixonada. Agora, ela só conseguia pensar em como os belos olhos azuis eram capazes de evocar lembranças traumáticas. “Gerárd.” Falou o nome dele assim que se aproximou, agradecendo por dessa vez ele aparecer ao seu chamado. “Eu recebi uma ligação… Daquele lugar.” O pequeno hospital ilegal do Castigo, se é que poderia chamar aquele lugar de hospital. “Estão precisando de um medicamento. Já consegui comprar, mas eu não posso levar por agora.” Por conta da proximidade do campeonato de magibol, os treinos se tornavam cada vez mais frequentes e exaustivos. “Você pode fazer isso?” Indagou, a voz baixa ao olhar rapidamente para os lados. Não havia problemas em ser vista conversando com um Castigo, mas teria muitos se descobrissem o teor de tais palavras.
⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ܢܢ . estava nos planos do menino aproveitar o verão ao máximo, queria curtir as praias e toda a liberdade para explorar tudo mesmo que não estivesse totalmente de férias porém assim que pisou fora do seu dormitório com planos de curtir o mar acabou recebendo uma ligação de anne marie que o fez seguir para o bar starfish, sendo por isto que voltou para o dormitório e tirou a bermuda pois não precisava ser um gênio para saber o assunto que falariam, sabendo também que não aproveitaria a praia como desejava. “ você falando meu nome assim parece que estamos em algum daqueles filmes nom-maj de espionagem, ma chérie ” não evitou a brincadeira ao se virar para a morena com a bandeja de batata fritas que comprou no caminho em mãos, a mesma que ofereceu a mais nova segundos depois. “ por um segundo pensei que seria a notícia que aquele problema foi resolvido .. não custa nada sonhar, não é mesmo? ” suspirou como se estivesse cansado em um ato mais teatral do que qualquer outra coisa, não era como se realmente desejasse a morte da pessoa que eles mantinham como um segredo mas sabia as consequências de tudo caso soubessem o que rolou — além de saber quem sairia como culpado no final. “ poder eu posso, mas preciso? talvez seria melhor só não levarmos nada e deixarmos o destino acontecer ” deu levemente de ombros, enfiando mais uma de suas batatas na boca antes de voltar a sua atenção para o mar por alguns segundos desejando poder aproveita-lo mas talvez não fosse tão sem coração pois acabou esticando a mão para que a menina entregasse o remédio. “ não sei o que você tem para fazer, espero mesmo que se for um date que seja infernal porque vou passar os meus preciosos momentos de folga indo até aquele lugar levar isto e torcer para meu pai não me matar caso eu chegue atrasado no treino depois ”
“Você não é tão importante quanto pensa.” Sorriu cínica para ele, mas ambos sabiam que o Lefou não estava errado. Havia, de fato, feito a vida de Gerard um inferno em prol de seu ego ferido depois que ele terminara com ela. Não havia nada tão humilhante para uma Grimhilde quanto ser preterida — Leviana rejeitava; jamais era a rejeitada. Ainda assim, ali estava a prova viva de que as suas crenças poderiam falhar. Ela não viu outra opção senão sublinhar o nome dele em vermelho e fazer questão de que nunca se esquecesse dela. “Não.” Recusou a oferta de se sentar ao lado dele e beber aquilo. Estava caminhando pela praia na companhia da lua depois de passar a tarde enfraquecida, recarregando a sua energia antes de ir até o luau beber, e ter encontrado Gerard no meio do caminho fora apenas uma grande coincidência. Uma das boas, porque Leviana adorava importuná-lo. “Sua cabeça oca me deu uma ideia. Preciso mesmo do meu banho de lua.” Confessou, encarando a imensidão escura do oceano diante deles. “Mas não vou entrar sozinha. O mar é perigoso à noite, as sereias também.” A Lua a protegeria, decerto, mas Leviana precisava de uma desculpa para perturbar a paz alheia. Ela se voltou para o loiro, dessa vez sorrindo já vitoriosa, porque com a fase crescente, era capaz de manipular a energia da lua para atraí-lo até o mar. “Gentlemen first.” Meneou a cabeça, puxando o vestido para ficar só de biquíni enquanto esperava que ele se levantasse e entrasse com ela logo atrás. Mal Gerard sabia que ela fazia aquilo porque se de fato uma sereia possuída estivesse pelos arredores, o Lefou seria o alvo fácil da criatura entre os dois.
⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ܢܢ . quase fora impossível para o lefou segurar a sua risada diante das palavras da morena, era impossível de acreditar naquilo quando a mesma fazia questão de infernizar todas as mulheres que soube ter um envolvimento com ele, mesmo que discretamente, apenas por conta do ego ferido ou algo do tipo; nem mesmo podia se lembrar porque separou-se de leviana mas pareceu certo na época e, mesmo que de sua forma estranha ainda tenha certo carinho pela mais nova, não se arrepende disto. “ diga isto para a minha primeira namorada depois de você, acredito que estar vermelha até hoje depois de um daqueles seus cremes tão bons para skincare or some shit like that ” ainda tinha em sua mente a imagem da menina, uma castigada assim como eles que confiou na grimhilde e pouco tempo depois acabou com a cara totalmente cheia de manchas sem jamais notar quem havia sido culpado por aquilo, mas não seria ele quem abriria a boca também para não invocar a irã da menina ainda mais para sua pessoa. “ your lost, a bebida é ótima ” deu de ombros diante da negativa, aproveitando para dar outra golada enquanto a observava mas no segundo que entendeu a ideia que estava sendo sugerida rapidamente começou a negar com a cabeça; não confiava o suficiente para que aceitasse entrar no mar junto dela de forma alguma. “ boa sorte com as sereias porque nem fodendo eu vou entrar nesse mar com você com a lua naquela fase ” conforme falava, fazia questão de apontar para os lugares que citava antes de fazer um sinal negativo com os dedos mesmo que estivesse levantando. “ posso parecer cabeça oca, como você mesmo disse, mas é tão fachada quanto a sua doçura! sei o suficiente para entender que a lua influência as mares e essa é sua chance perfeita para se livrar de mim sem que nenhum arthuriano mova um dedo para me ajudar ”